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Eduardo Bolsonaro avisa: “Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos Flávio”

Eduardo Bolsonaro /(SAUL LOEB / AFP)

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro deu um “aviso” aos apoiadores de que “não haverá eleição em 2030 se o irmão e pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL), não for eleito este ano.

Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos Flávio Bolsonaro. É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando mais 4 juízes no STF. Se já estão confortáveis hoje para fazer isso, imagina daqui a 4 anos, com controle total do STF+TSE?”, disse Eduardo.

A afirmação foi feita pelo ex-parlamentar, que diz estar exilado nos Estados Unidos, por meio de post publicado nas redes sociais. O texto foi acompanhado da imagem de uma matéria que relatava a proibição de Flávio visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na prisão domiciliar determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.

A decisão do ministro ocorreu após o senador divulgar uma carta de Bolsonaro pedindo união dos integrantes do PL e apoiadores em torno da candidatura de Flávio. O ministro ainda pediu ao Ministério Público Eleitoral para apurar a realização de campanha antecipada por parte do pré-candidato por conta da divulgação do texto.

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Trump diz que recuou sobre pedágio em Ormuz a pedido de nações do Golfo

Presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, em 26 de junho de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (14) que desistiu de um plano para cobrar pedágios sobre as mercadorias que transitam pelo Estreito de Ormuz depois que várias nações do Golfo o aconselharam contra a ideia e, em vez disso, ofereceram investir nos EUA.

Recebi ligações de várias pessoas, de diferentes países — reis, emires e todas aquelas pessoas que todos nós conhecemos e estimamos. E elas disseram: ‘Gostaríamos muito de fazer isso de outra maneira‘”, disse o presidente no Salão Oval da Casa Branca.

Trump defendeu sua ideia de cobrar pedágio, mesmo reconhecendo que nenhuma nação deveria cobrar taxas pelo acesso a rotas de navegação. Ele argumentou que sua proposta seria, na verdade, um reembolso pela segurança que os EUA oferecem.

O republicano tem insistido que os EUA não precisam de acesso ao estreito, ao contrário de seus aliados, apesar do impacto que o fechamento da via tem sobre os preços do petróleo em todo o mundo.

Nunca achei justo que nós fizéssemos a segurança do estreito quando, basicamente, não tiramos nada de lá“, disse ele, acrescentando que acabou convencido de que a proposta de investimento das nações do Golfo nos EUA era uma ideia melhor.

“Isso foi muito satisfatório para mim. Acho que, na verdade, é muito melhor”, adicionou.

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Presidente do TSE anuncia proposta de premiação a institutos de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições

Presidente do TSE, Kássio Nunes Marques — Foto: Luiz Roberto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, anunciou nesta terça-feira (14) a intenção de criar um selo de acurácia eleitoral para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições.

A minuta com a proposta de premiação foi apresentada em reunião com 16 institutos de pesquisa no TSE.

O encontro foi marcado a pedido do ministro Nunes Marques após a interrupção em junho do julgamento que discute decisão individual do próprio presidente da Corte Eleitoral, que determinou a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto AtlasIntel.

“É chegado o momento da Justiça Eleitoral laurear as empresas que a cada ciclo dedicam os seus maiores esforços em favor da democracia. Essa iniciativa destina-se ao reconhecimento das entidades cuja estimativas apresentem o maior grau de aderência dos resultados oficiais das eleições. Trata-se de um mecanismo que visa a valorização das boas práticas e ao permanente aperfeiçoamento técnico das pesquisas eleitorais por meio do reconhecimento público das empresas que demonstrarem elevada acurácia de seus resultados”, disse o ministro.

Os institutos de pesquisa terão até sexta-feira (17 de julho) para enviar contribuições sobre a proposta. Essas contribuições, de acordo com o presidente do TSE, servirão de critério para a definição dos ganhadores da premiação.

“Em um cenário de constante evolução das metodologias de coleta de dados, dos hábitos de comunicação da sociedade e das formas de interação entre os eleitores, o aprimoramento permanente das pesquisas constitui desafio compartilhado por toda a comunidade científica e pelas instituições que atuam no processo democrático”, acrescentou o presidente do TSE.

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Aliados veem Michelle empoderada após veto de Moraes a Flávio

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) de impedir a visita de Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, durante o processo eleitoral impacta a correlação de influência na família de direita.

Em submersão desde a disputa com o enteado, Michelle Bolsonaro torna-se a principal porta-voz do marido, papel que antes era desempenhado pelo enteado, inclusive função manifestada em carta.

Com Carlos e Renan Bolsonaro disputando uma campanha política em Santa Catarina, caberá à ex-primeira-dama, na prática, transmitir à cúpula nacional do PL (Partido Liberal) as avaliações e considerações do dirigente máximo do partido.

Além de Flávio, Eduardo Bolsonaro e os dirigentes partidários Valdemar Costa Neto e Rogério Marinho também estão proibidos de conversar com o ex-presidente de direita.

Após vídeo divulgado por Michelle, com críticas abertas a Flávio, o senador fluminense conseguiu neutralizar o desgaste com a madrasta junto aos eleitores de direita.

Ele recorreu ao pai com uma carta para minimizar os boatos de que poderia desistir de uma candidatura ao Palácio do Planalto, como chegou a ser espalhado junto ao mercado financeiro.

Antes da divulgação do documento, segundo relatos feitos à CNN, Michelle chegou a alertar que a divulgação em rede social poderia contrariar medida cautelar imposta pela Suprema Corte.

A decisão do palanque de direita no Rio de Janeiro, por exemplo, deve passar por Jair Bolsonaro, já que aliados da família foram apontados em investigação com envolvimento com o crime organizado.

E Michelle deve ter uma última conversa com o marido para decidir se será candidata ao Senado Federal pelo Distrito Federal. Tudo indica que sim.

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Ala do TSE vê propaganda eleitoral antecipada em carta lida por Flávio

Uma ala de ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avalia, reservadamente, que houve propaganda eleitoral antecipada na carta escrita por Jair Bolsonaro (PL) e lida pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A percepção de que pode haver infração eleitoral e pedido de voto antes do período permitido em lei também é compartilhada por integrantes do Ministério Público Eleitoral ouvidos em caráter reservado pela CNN.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), proibiu o senador de visitar o ex-presidente por 90 dias e enviou o caso para o MP Eleitoral avaliar que medidas pode adotar contra Flávio.

Moraes escreveu em sua decisão que “a divulgação de vídeo em rede social e utilização de expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto pode configurar propaganda eleitoral antecipada em período vedado pela legislação”.

O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, e sua equipe deverão agora analisar o caso e avaliar se apresentam uma ação para apurar propaganda eleitoral antecipada no episódio.

A Lei das Eleições estabelece que a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 15 de agosto. A legislação prevê multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil ao “responsável pela divulgação da propaganda e, quando comprovado o seu prévio conhecimento, o beneficiário”.

Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos e os seguintes atos, que poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive via internet”, diz a legislação.

Para além do pedido explícito de voto, a jurisprudência do TSE também veta o uso de expressões que contenham o mesmo sentido semântico, chamadas de “palavras mágicas”.

A jurisprudência desta Corte é firme no sentido de que o pedido explícito de voto pode se configurar pela veiculação de expressões que, apesar que não conter a frase ‘vote em mim’, compreende o conteúdo semântico similar“, afirmou o ministro Floriano Marques de Azevedo em julgamento em setembro do ano passado.

O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento”, escreveu Bolsonaro.

Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade”, concluiu o ex-presidente.

Essa ala do TSE e fontes do MP Eleitoral avaliam que, a despeito de acreditarem ter havido o uso de “palavras mágicas” pelo ex-presidente na carta e se tratar de uma infração eleitoral, o caso não poderia levar à revogação da domiciliar ou a outras medidas contra o ex-presidente.

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Futura/Apex: Lula tem 46,3% contra 46,1% de Flávio Bolsonaro no 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador e pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), que tem 46,1%, segundo pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (16).

Os dois estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento.

Brancos, nulos e eleitores que afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos somam 6,5%, enquanto 1,1% não souberam responder.

Em um cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45,1% das intenções de voto, ante 38,9% do ex-governador de Goiás. Brancos e nulos somam 13,6%, enquanto 2,3% não souberam responder.

Na simulação contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o presidente registra 46%, contra 38,1% do adversário. Brancos e nulos chegam a 13,8%, e os indecisos representam 2,1%.

Outros cenários

O instituto também testou outros cenários de segundo turno, incluindo disputas entre Lula e Renan Santos (Missão), que acumulam, respectivamente, 46,4% e 33,1%. Brancos e nulos somam 17,3% e indecisos, 3,2%.

No confronto entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), ambos aparecem empatados tecnicamente, com 46,1% e 44,3%, respectivamente. Brancos e nulos são 8,1%, enquanto indecisos, 1,5%.

Metodologia

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o Brasil entre os dias 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07294/2026.

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Futura/Apex: Lula lidera cenários de 1º turno; Flávio aparece em segundo

Lula e Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto em todos os cenários de 1º turno das eleições e Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, de acordo com a pesquisa Futura/Apex divulgada nesta segunda-feira (1º).

No primeiro cenário, Lula lidera com 40,1%, seguido por Flávio com 36,8%. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece em terceiro lugar, com 5% das intenções de votos; seguido por Romeu Zema (Novo), com 3,7%; e pelo líder do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), com 2,6%.

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa (DC), aparece com 1,4% dos votos, seguido por Augusto Cury (Avante), com 1,1% e Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,7%. Votos brancos e nulos somaram 5,1% e 3,6% se disseram indecisos.

Em um segundo cenário, Lula aparece com 37,8% e Flávio com 35,7%. Neste cenário foram testados apenas os candidatos Caiado, que aparece com 7,9%, Zema, com 5% e Renan com 3,4%. Votos brancos e nulos somaram 7,3% e 2,9% dos entrevistados se disseram indecisos.

A pesquisa testou um terceiro cenário sem Flávio Bolsonaro, neste caso Lula somou 42,1% dos votos, seguido por Caiado, com 16,5%. Na sequência aparecem Zema, com 14% e Renan Santos com 6%. Neste cenário, os votos brancos e nulos chegam a 16,4% e 5% se dizem indecisos.

Em um quarto cenário sem Caiado, Lula lidera com 42,6%, seguido de Flávio com 38,6%. Zema aparece em terceiro lugar com 6,2%, seguido de Renan, com 3,9%. Votos brancos e nulos somam 6,3%, enquanto 2,4% dos entrevistados se disseram indecisos.

Metodologia

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 07 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07294/2026.

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“A França não tem medo de ninguém”, diz Rabiot em resposta ao espanhol Yamal

Lamine Yamal, da Espanha/ Getty Images via AFP

O meio-campista da seleção francesa Adrien Rabiot afirmou nesta segunda-feira (13), véspera da semifinal da Copa do Mundo contra a Espanha, que os ‘Bleus’ não temem nenhum adversário.

Não temos medo de ninguém, evidentemente. Dado o nosso caminho até aqui, acho que chegamos à semifinal nas melhores condições possíveis“, disse Rabiot sobre o duelo de terça-feira em Arlington, no Texas.

O volante francês respondeu ao atacante espanhol Lamine Yamal, que na sexta-feira passada iniciou a troca de farpas através da imprensa.

Se a França tem alguém a temer, somos nós“, disse Yamal, que completou 19 anos nesta segunda-feira, ao canal de televisão espanhol TVE. “Fomos nós que os eliminamos da última vez. Vamos ver o que acontece“.

O craque do Barcelona acrescentou: “Há duas opções: ou eles chegam a três finais consecutivas da Copa do Mundo, ou nós os vencemos três vezes seguidas. Veremos o que acontece. Não temos nenhum medo“.

Rabiot, pilar do meio-campo da França, também afirmou que “não haverá nenhum plano anti-Yamal”, carrasco dos ‘Bleus’ nas semifinais da Eurocopa de 2024 (2 a 1) e da Liga das Nações da Uefa em 2025 (5 a 4).

Estamos focados na seleção espanhola, não em apenas um jogador. Sabemos que eles são perigosos em todos os aspectos, seja no ataque, na posse de bola, nos espaços curtos perto da área e no jogo coletivo. Então, temos que nos concentrar nisso, e não necessariamente em um jogador específico“, explicou.

Rabiot também destacou a “osmose” e a “coesão” dentro da seleção francesa.

Nós nos damos bem. Fora de campo, tudo funciona muito bem, e acho que isso representa uma grande parte desse sucesso. Há também coisas que nos uniram, por exemplo, as dificuldades que o treinador enfrentou [Didier Deschamps perdeu a mãe no início do torneio]“, lembrou o jogador do Milan.

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França x Espanha na Copa 2026: onde assistir ao vivo e horário do jogo hoje (14)

Um dos maiores clássicos do futebol europeu vai decidir o primeiro finalista da Copa do Mundo de 2026. França e Espanha disputam nesta terça-feira (14), às 16h, no Estádio AT&T, em Dallas, nos Estados Unidos. O confronto marca o reencontro de duas potências europeias em momentos decisivos e promete parar o mundo do futebol com o duelo tático entre Didier Deschamps e Luis de la Fuente.

A partida terá transmissão ao vivo e exclusiva da CazéTV, no YouTube.

França aposta no poder de fogo da dupla Mbappé-Dembélé

A seleção francesa chega à sua terceira semifinal de Copa consecutiva respaldada por uma campanha impecável: 100% de aproveitamento até aqui. Sob o comando de Didier Deschamps, os Bleus combinam solidez tática com um ataque avassalador.
O grande trunfo francês atende pelo nome de Kylian Mbappé. Com oito gols marcados, o camisa 10 lidera a artilharia da competição ao lado de Lionel Messi. Somados aos gols de Ousmane Dembélé, a dupla soma 13 tentos no torneio e está a um passo de quebrar o recorde histórico de gols de uma parceria em Copas do Mundo.

Para o confronto decisivo, Deschamps deve ter o retorno do volante Aurélien Tchouaméni, recuperado de lesão muscular, na vaga de Manu Koné. No ataque, a jovem promessa Désiré Doué tende a ser mantida na ponta esquerda após boa atuação diante de Marrocos nas quartas.

Solidez defensiva é a arma da Espanha para frear os Bleus

Do outro lado, a Espanha vive o seu melhor momento em Copas desde o histórico título de 2010. Sob a liderança do técnico Luis de la Fuente, a Fúria encanta pelo equilíbrio coletivo e pela consistência de sua retaguarda. O goleiro Unai Simón foi vazado apenas uma vez em todo o torneio, no triunfo por 2 a 1 sobre a Bélgica.

A grande incógnita na escalação espanhola reside no meio-campo. Pedri, titular ao longo de quase toda a competição, disputa posição com Fabián Ruiz. O jogador do PSG entrou muito bem nas quartas de final, anotando um dos gols da classificação, e colocou uma boa “dor de cabeça” na mente de De la Fuente, que tem todo o plantel à disposição para o clássico.

Prováveis Escalações:

França: Maignan; Koundé, Saliba, Upamecano e Digne; Tchouaméni (Koné), Rabiot e Olise; Dembélé, Doué e Mbappé. Técnico: Didier Deschamps.

Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Pedri (Fabián Ruiz) e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.

Ficha Técnica

Competição: Copa do Mundo da FIFA 2026 (Semifinal)

Data: Terça-feira, 14 de julho de 2026

Horário: 16h (horário de Brasília)

Local: Estádio AT&T, Dallas (EUA)

Onde assistir: CazéTV (YouTube)

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Petróleo sobe e atinge o maior nível em um mês após tensão no Estreito de Ormuz

Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira (14) e atingiram o maior nível em cerca de quatro semanas, depois que a tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a aumentar.

O mercado teme que o conflito prejudique o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de energia do mundo.

Por volta das 9h39 (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent, referência internacional, subia 4,33%, para US$ 86,91. Já o WTI, referência nos EUA, avançava 3,17%, para US$ 80,62.

Com isso, o Brent atingiu o maior nível desde 12 de junho, enquanto o WTI alcançava o maior patamar desde 16 de junho, antes de EUA e Irã assinarem, em 17 de junho, um memorando de entendimento para encerrar o conflito.

Na segunda-feira (13), os preços chegaram a subir quase 10% após a escalada das tensões no Oriente Médio.

O aumento no preço do petróleo acontece após o governo do presidente Donald Trump restabelecer um bloqueio naval ao Irã e intensificar os ataques militares contra o país, apesar de um memorando de entendimento assinado em junho que previa o fim das hostilidades.

Segundo analistas, o mercado passou a incorporar o risco de que o acordo entre os dois países não se sustente.

Por que o petróleo está subindo?

O principal motivo é o temor de interrupções no transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz, passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã.

Antes do conflito, cerca de 20% de todo o petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo passavam por essa rota.

Nos últimos dias, a região voltou a registrar episódios que aumentaram a preocupação dos investidores:

  • os EUA retomaram o bloqueio à navegação iraniana;
  • o governo americano propôs cobrar uma taxa de 20% para proteger embarcações que cruzam o estreito;
  • dois navios-tanque dos Emirados Árabes foram atingidos por mísseis iranianos, deixando um tripulante morto e oito feridos;
  • o número de petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz caiu ao menor nível em dois meses.

Na avaliação de analistas do ANZ, se as interrupções continuarem, o petróleo pode permanecer entre US$ 85 e US$ 90 por barril nas próximas semanas.

Quando o petróleo sobe, aumentam os custos de combustíveis e de transporte em vários países. Isso pode encarecer produtos e serviços, pressionando a inflação.

Nos EUA, essa preocupação ganhou força justamente no dia em que investidores aguardam a divulgação dos dados de inflação de junho. O receio é que uma nova alta da energia dificulte o trabalho do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, no controle dos preços.

Além disso, declarações recentes de dirigentes do Fed reforçaram a possibilidade de os juros permanecerem elevados — ou até voltarem a subir — caso a inflação continue acima da meta.

Bolsas asiáticas sobem; futuros dos EUA operam sem direção única

A alta do petróleo também influenciou o desempenho dos mercados financeiros nesta terça-feira.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta. Na China, o índice de Xangai avançou 1,36%, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas de Xangai e Shenzhen, subiu 2,15%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 0,52%.

No Japão, o índice Nikkei fechou em alta de 0,74%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, avançou 0,73%. Em Cingapura, o Straits Times subiu 0,43%. Já em Taiwan, o Taiex caiu 1,42%, e a bolsa australiana encerrou o pregão praticamente estável.

Na China, o bom humor dos investidores também foi impulsionado pelo avanço de 27% das exportações em junho, na comparação anual em dólares, favorecidas pela forte demanda global por chips e equipamentos voltados à inteligência artificial.

As ações do setor de energia tiveram destaque, acompanhando a valorização do petróleo.

Na Europa, o clima foi de cautela. Em Londres, o índice FTSE 100 recuava 0,3%, enquanto o FTSE 250 caía 0,7%. As perdas foram puxadas principalmente pelas ações dos setores financeiro e de viagens, que compensaram os ganhos das empresas de energia, beneficiadas pela alta do petróleo.

As ações da petroleira BP avançavam após a empresa sediada no Reino Unido afirmar que a alta do petróleo e o melhor desempenho de suas refinarias devem impulsionar o lucro do segundo trimestre.

No mercado de câmbio, o dólar permaneceu próximo das máximas em 13 meses com a expectativa de que a alta do petróleo volte a pressionar a inflação nos EUA e mantenha os juros elevados:

  • o euro subia 0,2%, para US$ 1,1399,
  • a libra esterlina avançava 0,2%, para US$ 1,337.

o iene japonês era negociado a 162,27 por dólar, perto do menor nível em cerca de 40 anos.
Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operavam sem direção única. Os futuros do Dow Jones recuavam cerca de 0,2%, os do S&P 500 estavam próximos da estabilidade e os do Nasdaq avançavam cerca de 0,5%.

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Irã e EUA trocam ataques enquanto disputa por Ormuz se intensifica

O Irã disparou mísseis balísticos contra uma base aérea dos Estados Unidos na Jordânia nesta terça-feira (14), e os EUA atacaram alvos iranianos durante cinco horas em uma batalha pelo controle do Estreito de Ormuz que elevou os preços do petróleo aos níveis mais altos em quatro semanas.

As forças americanas lançaram ondas de ataques pela terceira noite consecutiva, depois que o Irã anunciou no sábado (11) o fechamento do estreito — medida que levou o presidente americano, Donald Trump, a restabelecer o bloqueio à navegação iraniana e a propor a cobrança de uma taxa de 20% para proteger a via navegável estratégica.

Os ataques aumentaram as dúvidas sobre se um acordo provisório firmado no mês passado levará à interrupção definitiva de um conflito que já dura mais de quatro meses, o qual tem prejudicado o abastecimento global de energia e gerado receios de uma alta da inflação em todo o mundo.

Analistas da região afirmaram que as hostilidades permaneciam dentro de limites controlados por enquanto, com ambos os lados buscando vantagem para um eventual acordo de paz, mas que ainda havia o risco de o conflito sair de controle.

“Duvido que os dois lados retomem uma guerra em larga escala, especialmente porque Trump sairia prejudicado — embora também exista uma possibilidade real de que os iranianos exagerem na dose. O mesmo vale para Trump, é claro”, disse Yezid Sayigh, pesquisador sênior do Carnegie Middle East Center.

A guerra tem se mostrado impopular nos Estados Unidos, onde os preços da gasolina subiram desde o início do conflito, em meio à proximidade das eleições legislativas de novembro.

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira, com os contratos futuros do petróleo Brent (LCOc1) ultrapassando a marca de US$ 86 por barril, mas ainda permaneciam bem abaixo do pico registrado desde o início da guerra.

Base aérea dos EUA na Jordânia é atacada

Os EUA e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro; Teerã revidou atacando Israel e países do Golfo que abrigam bases americanas. A guerra também reacendeu o conflito entre Israel e militantes do Hezbollah no Líbano. O conflito deixou milhares de mortos e milhões de deslocados, a grande maioria no Irã e no Líbano.

O Líbano e Israel deveriam retomar as negociações nesta terça-feira, em Roma, com Beirute buscando avanços para garantir a retirada israelense do sul do Líbano, no âmbito de um acordo mediado pelos Estados Unidos.

Nos ataques mais recentes desse conflito mais amplo, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã informou que uma base aérea dos EUA na Jordânia foi alvo de mísseis balísticos.

As forças armadas da Jordânia declararam ter interceptado e abatido quatro mísseis que entraram no espaço aéreo jordaniano vindos do território iraniano, segundo informações de uma agência de notícias estatal.

A IRGC (Guarda Revolucionária do Irã) afirmou em um comunicado que “não apenas não nutrimos nenhuma inimizade pelo seu país, como também os amamos“, ao mesmo tempo em que instou a Jordânia a desmantelar as bases americanas no reino.

A mídia iraniana noticiou ataques dos EUA contra várias cidades e informou que quatro pessoas ficaram feridas e operações de resgate estavam em andamento.

Tensão no Estreito de Ormuz

As hostilidades se intensificaram desde que o Irã anunciou, no final do sábado (11), o fechamento do Estreito de Ormuz após disparar um tiro de advertência que atingiu uma embarcação que navegava por uma rota considerada não autorizada.

Trump afirmou na segunda-feira (13), na Truth Social, que o estreito estava aberto e permaneceria aberto, com ou sem o Irã. “Estamos restabelecendo O BLOQUEIO AO IRÓ, disse Trump, anunciando que os EUA cobrariam uma taxa de 20% sobre toda a carga transportada pelo local.

O Irã também buscou estabelecer seu controle sobre o estreito e um sistema de cobrança de taxas, alertando as embarcações para que não navegassem sem sua autorização.

O alto comando militar conjunto do Irã afirmou que os EUA não tinham qualquer papel na definição do futuro daquela via navegável.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, escreveu na rede social X que Teerã era o guardião do estreito e assim permaneceria “para sempre”, acrescentando, em resposta a Trump: “20% é, obviamente, demais. Seremos justos.”

Mais tarde, na segunda-feira, o presidente americano disse que o Irã seria atingido “com muita força esta noite, e vamos atingi-los com força amanhã. E não há absolutamente nada que eles possam fazer a respeito.”

Antes do início do conflito, em fevereiro, cerca de um quinto do tráfego mundial de petróleo e gás passava diariamente pelo Estreito de Ormuz, transportando para os mercados globais mais de 15 milhões de barris de combustível, avaliados em pelo menos 1,2 bilhão de dólares.

Se os EUA impusessem uma taxa de 20%, isso poderia gerar cerca de 240 milhões de dólares por dia.

A agência da ONU responsável pelo setor de navegação declarou-se contrária a quaisquer taxas sobre estreitos utilizados para navegação internacional e afirmou que não existe base legal para a instituição de pedágios obrigatórios para a passagem por esses estreitos.

Emirados Árabes acusam Irã de atingir navios em Ormuz

O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos informou, na segunda-feira (13), que mísseis de cruzeiro iranianos atingiram dois navios-tanque emiradenses enquanto navegavam pela rota sul do estreito, em águas territoriais de Omã.

Um tripulante indiano morreu e outros oito ficaram feridos, comunicou o ministério nesta terça-feira.

A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) afirmou que dois superpetroleiros “infratores” foram atingidos e imobilizados no estreito após ignorarem repetidos avisos e desligarem seus sistemas de navegação, segundo relatos da mídia iraniana.

O comunicado do IRGC não identificou as embarcações nem informou se eram os mesmos navios-tanque citados pelo ministério dos Emirados Árabes Unidos.

No entanto, acusou os EUA de “incitarem embarcações a utilizar uma rota ilegal” e alertou que a cooperação com o “inimigo agressor” resultaria em danos, atrasos na reabertura da via navegável e uma crise energética global.

O Centro Conjunto de Informações Marítimas, liderado pela Marinha dos EUA, informou que um bloqueio ao Irã entraria em vigor às 17h (horário de Brasília) desta terça-feira (14) e se aplicaria a todo o tráfego de embarcações, independentemente da bandeira, abrangendo toda a costa iraniana, incluindo portos e terminais de petróleo.

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Pe. Carlos Martins é acolhido como novo vigário paroquial da Catedral de Afogados

Na grandiosidade de Celebrar o Domingo, Dia do Senhor, dois outros grandes motivos endossaram nossa felicidade: o início das festividades de nossa Padroeira Diocesana, Santa Maria Madalena e a Acolhida do novo Vigário Paroquial, Pe. Carlos Martins.

Marcando o início das Celebrações em honra a Santa Maria Madalena, os fiéis reuniram-se na residência de Regina Araújo, seguindo em direção à Catedral. A Comunidade de São Brás, o EJC, a Pastoral Missionária, os Ministros da Palavra e os Acólitos foram os noiteiros de hoje.

Pe. Miguel Nunes Neto, nosso pároco, recepcionou todos os presentes. A Concelebração Eucarística foi presidida por Pe. Juacir Delmiro, pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Flores, de onde está vindo o Pe. Carlos. Após o Ato Penitencial, Pe. Washington Luiz, reitor do Seminário Propedêutico São Judas Tadeu, leu a provisão de nomeação como novo Vigário da Paróquia Senhor Bom Jesus dos Remédios, Pe. Carlos Antônio Martins Leite.

Pe. Carlos Martins é um dos neossacerdotes da nossa Diocese de Afogados da Ingazeira, foi ordenado há dois meses na Paróquia de São Judas Tadeu, em São José do Egito, sua terra natal, com o lema “Em tuas mãos, Senhor” (Lc 23,46). Fez seu Estágio Pastoral na Área Pastoral de Nossa Senhora de Fátima (Distrito de Fátima) e na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, ambas na cidade de Flores. Na última, continuou enquanto diácono e como presbítero até vir para nossa Paróquia.

Na homilia, Pe. Carlos nos recordou que a Palavra de Deus em nossas vidas é como a chuva na vegetação, mesmo parecendo morta, poucas gotas de chuva são necessárias para renovar a esperança. Motivou-nos a avaliar a qualidade do terreno, que é o nosso coração, e prepará-lo para que, quando a semente caía, encontre um espaço favorável para brotar, esperando o tempo de Deus. Convidou-nos, seguindo o exemplo de Santa Maria Madalena, a reconhecer, no sinal do sepulcro vazio, a Esperança que nos traz o Ressuscitado, gerando em nossa vida, Fé e Alegria.

Ao final da Celebração, Pe. Miguel agradeceu a presença dos padres que concelebraram e aos noiteiros de hoje, deu as boas-vindas ao Pe. Carlos Martins e informou a programação da semana.

Alyson Nascimento, membro do Conselho Pastoral Paroquial, deu as boas-vindas em nome dos paroquianos, desejando que ele seja sinal de Paz, Esperança e Amor entre nós.

Pe. Carlos agradeceu as boas-vindas, recordou sua caminhada iniciada nessa cidade e colocou seu Ministério a serviço do povo, externando a vontade de ser sinal do Ressuscitado a todos. Agradeceu a seu antecessor, Pe. Renato, e aos paroquianos de Flores, que tanto contribuíram para esse início de seu Ministério.

Pe. Juacir agradeceu o serviço que Pe. Carlos prestou em Flores, recomendou-o aos cuidados dos paroquianos e de Pe. Miguel e desejou que a nova Missão seja frutuosa.

Amanhã, as festividades diocesanas continuarão no Distrito de Jabitacá, na cidade de Iguaracy, onde participaremos da instalação da nova Área Pastoral de Nossa Senhora da Conceição e dos Remédios e da posse do seu Administrador, nosso Vigário Paroquial anterior, Pe. Renato Almeida.

Dos dias 14 a 22, a programação das festividades de Santa Maria Madalena voltará a acontecer na Catedral de Afogados da Ingazeira e todos são convidados a participarem fervorosamente.

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Trump envia ao Congresso notificação de que conflito com Irã foi retomado

Presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, em 26 de junho de 2026

O presidente dos EUA, Donald Trump, enviou ao Congresso uma notificação formal informando que as hostilidades contra o Irã foram retomadas em 7 de julho — uma carta que seu governo considera como o início de um novo prazo de 60 dias para o uso de forças militares na região sem a aprovação do Congresso.

“Ordenei essa ação militar em consonância com minha responsabilidade de proteger os norte-americanos e a segurança nacional dos Estados Unidos, bem como os interesses de política externa do país”, afirmou Trump na carta, datada de 10 de julho e vista pela Reuters nesta segunda-feira (13).

A carta descreve as ações de Trump, incluindo a ordem de um cessar-fogo de duas semanas em 7 de abril — que foi prorrogado — e os esforços de seu governo para alcançar uma solução diplomática para o conflito.

Os Estados Unidos começaram a atacar o Irã em 28 de fevereiro, em conjunto com Israel.

Trump descreveu o memorando de entendimento que assinou com o Irã em 17 de junho e afirmou que o Irã o havia violado ao atacar navios comerciais que transitavam pelo Estreito de Ormuz, o que o levou a ordenar novos ataques contra a República Islâmica.

À medida que o conflito se intensificava, Trump afirmou nesta segunda-feira que os EUA estavam restabelecendo seu bloqueio à navegação iraniana no Golfo Pérsico e garantiriam que o Estreito de Ormuz permanecesse aberto.

A Constituição dos EUA estabelece que apenas o Congresso, e não o presidente, tem o poder de declarar guerra. No entanto, os presidentes dos Estados Unidos há muito reivindicam o direito de ordenar intervenções militares de curta duração sem a aprovação dos parlamentares, a fim de preservar a segurança dos EUA.

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Flávio critica decisão e diz que Moraes tenta “interferir nas eleições”

O pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL) criticou a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de impedir a visita do congressista ao ex-presidente Jair Bolsonaro por 90 dias. O congressista chamou a decisão de “desproporcional e desarrazoável” e uma tentativa de “interferir nas eleições“.

A fala foi feita em uma transmissão ao vivo feita por Flávio em seu canal no YouTube. Segundo o senador, o ministro deixou Jair Bolsonaro “incomunicável” e criou um sentimento coletivo de “injustiça“.

Claramente configura essa tentativa de Alexandre de Moraes interferir nas eleições deste ano. Não bastando a injustiça cometida por ele com Jair Bolsonaro. É mais um grande sentimento coletivo de injustiça“, disse Flávio.

O pré-candidato à presidência afirmou que há falta de critério na decisão do Supremo. Ele disse que outras cartas de Bolsonaro foram divulgadas publicamente em outros momentos e que não foram julgadas.

Só poderia falar com ele em outubro depois do primeiro turno. Alguém acha coincidência? Que tem algum critério? Por que me dar 48 horas para falar sobre essa carta, algo que já aconteceu outras quatro vezes. Essa é a quinta carta que o presidente Bolsonaro escreve e que se torna pública“, disse na publicação.

Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao pai. A decisão vem após o senador tornar pública uma carta redigida pelo ex-presidente na qual empodera o filho como porta-voz na disputa eleitoral deste ano.

Na decisão, Moraes ressalta que uma das medidas cautelares contra o dirigente de direita era a proibição “de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros”.

Vai acionar a OAB

Flávio disse durante a transmissão que conversou com a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para defender as suas prerrogativas como advogado.

Os advogados da campanha do senador disseram que vão recorrer judicialmente da decisão usando como argumento que Flávio é advogado do ex-presidente.

Não vai poder impedir que um advogado não converse com seu filho. A OAB vai entrar no circuito, uma prerrogativa inegociável. Nem que seja desta forma absurda e restritiva. Estamos no processo de formalizar. Então eu quero fazer uma espécie de desabafo por que tá muito claro que o que o Alexandre de Moraes quer é tirar ele da domiciliar, humilhá-lo“, afirmou o congressista.

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Jovem de 24 anos morre após se afogar em parque aquático em Tabira

Afogamento aconteceu na tarde de domingo (13) em um parque aquático/Foto: Genesi Ferreira via Instagram

Um homem de 24 anos morreu após se afogar em um parque aquático no município de Tabira, no Sertão de Pernambuco, na tarde deste domingo (12). A vítima, identificada como Guilherme Soares Ferreira, chegou a ser socorrida por equipes de resgate, mas já estava sem sinais vitais quando o atendimento foi iniciado.

O afogamento aconteceu por volta das 15h20 e equipes do Grupo de Socorristas Voluntários de Tabira (GSVT) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar atendimento, mas não conseguiram reverter o quadro.

Uma testemunha, que preferiu não se identificar, contou ao Diario de Pernambuco que viu um guarda-vidas entrar na piscina para retirar o jovem. Logo em seguida, outros homens agiram na tentativa de resgate, mas ele já teria engolido muita água.

Informações preliminares indicam que Guilherme morava em São Paulo e estava no Sertão pernambucano para passar alguns dias com familiares. Os parentes residem no Sítio Barras, na zona rural de Solidão, onde ele estava hospedado durante a visita.

Por meio de nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que registrou, no domingo (12), uma ocorrência de morte acidental de um homem de 24 anos após um afogamento em uma piscina, no município de Tabira.

A corporação informou ainda que um inquérito policial foi instaurado para apurar todos os fatos relacionados ao caso.

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