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“Independente de quem seja eleito governador, vai ter portas abertas em Brasília”, diz Flávio Bolsonaro no Recife

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quarta-feira (16), que pretende manter diálogo com quem for eleito para o Governo de Pernambuco. Em passagem pelo Recife, o senador evitou declarar apoio a um nome na disputa estadual e disse que, caso chegue ao Palácio do Planalto, o Estado terá “portas abertas” em Brasília.

Fiquem à vontade (em quem votar). O que eu quero falar é que, independentemente de quem seja governador ou governadora, vai ter portas abertas em Brasília, porque eu vou pensar no povo pernambucano. É assim que eu vou ser presidente da República”, disse o presidenciável.

Flávio cumpre uma série de compromissos de campanha no Recife. O presidenciável desembarcou na capital pernambucana no início da tarde e foi recebido pelo candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) e pelo presidente estadual da legenda, Anderson Ferreira. Antes das agendas públicas, participou de um almoço na residência de Mendonça.

Durante encontro com candidatos da direita, Flávio pediu que os aliados trabalhem para levar seu nome aos eleitores nos municípios pernambucanos. O senador reforçou o apoio a Mendonça e também citou Carlos Santana, candidato ao Senado.

Eu estou rodando o Brasil inteiro. Eu não consigo estar em Recife e em Petrolina ao mesmo tempo. Então, preciso de cada um de vocês que leve o nosso nome para lá, leve na sua colinha, no seu papelzinho, o presidente 22, o Mendonça Filho 222”.

A agenda desta quarta ainda conta com caminhada no Bairro do Recife, com saída do Marco Zero em direção ao Cais da Alfândega, onde está previsto um comício. A passagem por Pernambuco integra uma sequência de compromissos de Flávio pelo Nordeste.

Críticas ao STF

Em coletiva de imprensa, Flávio também colocou o Supremo Tribunal Federal (STF) no centro do discurso. O candidato afirmou que poderá indicar cinco ministros para a Corte caso seja eleito e defendeu a saída de Alexandre de Moraes.

Eu acredito que terão cinco vagas, porque o Alexandre de Moraes não tem nenhuma condição de continuar como ministro daquela Suprema Corte”, disse.

Flávio afirmou que pretende escolher nomes que, segundo ele, respeitem a Constituição, sejam contrários ao aborto e às drogas e não utilizem o cargo para promover “perseguição política”.

O candidato também criticou a possibilidade de Lula (PT), caso seja reeleito, fazer novas indicações para o Supremo.

Tudo que nós precisamos fazer é evitar que mais quatro ministros, a quantidade de vagas que estão em aberto, sejam indicados pelo Lula. Imagina o padrão Lula de indicação, mais quatro Alexandre de Moraes no STF ou mais quatro Flávio Dinos no STF. O Brasil não suportaria isso”, declarou.

Alexandre de Moraes foi indicado ao STF em 2017 pelo então presidente Michel Temer (MDB), enquanto Flávio Dino chegou à Corte em 2024 após indicação de Lula.

“Resgatar a credibilidade”

As declarações foram feitas um dia após uma sessão do STF marcada por embates entre ministros durante a discussão de questões relacionadas a um relatório da Polícia Federal que cita Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O mérito do caso não chegou a ser analisado pela Corte. A discussão foi suspensa após pedido de vista de Flávio Dino.

Ao comentar o episódio, Flávio classificou a sessão como um “triste espetáculo” e direcionou críticas a Moraes e Dino. O presidenciável afirmou que, se eleito, pretende “resgatar a credibilidade das instituições”.

Meu papel, principalmente enquanto presidente da República, vai ser resgatar a credibilidade das instituições, vai ser proteger o STF de laranjas podres como Alexandre de Moraes e como Flávio Dino”, reiterou.

Quaest: 49% não consideram Lula honesto; 42% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro

Dados de pesquisa Quaest divulgados nesta quarta-feira (16) mostram que 49% dos brasileiros não consideram o presidente Lula (PT) honesto, e 42% pensam o mesmo sobre Flávio Bolsonaro (PL). Para outros 28%, Lula é honesto. E 23% diz que Flávio é honesto.

A Quaest foi contratada pela Globo e por O Globo e entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-03607/2026.

A pesquisa fez a pergunta sobre honestidade em relação a seis candidatos à Presidência da República: Lula, Flávio, Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Pelo que você tem visto ou ouvido falar, o candidato é um político honesto, desonesto ou você não o conhece suficientemente para opinar?

Lula

Sim, é honesto: 28%
Não conhece o suficiente, não sabe ou não respondeu: 23%
Não, não é honesto: 49%

Flávio Bolsonaro

Sim, é honesto: 23%
Não conhece o suficiente, não sabe ou não respondeu: 35%
Não, não é honesto: 42%

Augusto Cury

Sim, é honesto: 17%
Não conhece o suficiente, não sabe ou não respondeu: 77%
Não, não é honesto: 6%

Ronaldo Caiado

Sim, é honesto: 14%
Não conhece o suficiente, não sabe ou não respondeu: 77%
Não, não é honesto: 9%

Romeu Zema

Sim, é honesto: 13%
Não conhece o suficiente, não sabe ou não respondeu: 77%
Não, não é honesto: 10%

Renan Santos

Sim, é honesto: 6%
Não conhece o suficiente, não sabe ou não respondeu: 86%
Não, não é honesto: 8%

Percepção de acordo com perfil do entrevistado

A percepção de que Lula é honesto é maior entre entrevistados do Nordeste (45%), homens (29%), com mais de 60 anos (34%), Ensino Fundamental (36%), renda até 2 salários mínimos (33%), católicos (32%), pretos (36%) e lulistas (69%).

Já a percepção de que o presidente não é honesto é maior entre moradores do Sudeste (61%), homens (50%), com idade entre 16 e 34 anos (55%), Ensino Médio (59%), evangélicos (59%), brancos (56%) e entre pessoas da direita não bolsonarista (85%). Em relação à renda, a maior percepção de que Lula não é honesto se dá nos estratos de quem ganha entre 2 e 5 salários mínimos e de quem ganha mais de 5 salários, com 54% em cada grupo.

Quando o avaliado é Flávio Bolsonaro, a percepção de que ele é honesto é maior entre entrevistados do Sudeste (29%), homens (26%), pessoas com de 35 a 59 anos (26%), Ensino Superior (30%), que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (28%), evangélicos (30%), brancos (28%) e bolsonaristas (60%).

A maior percepção de que Flávio não é honesto se dá entre quem vive no Nordeste (55%), homens (43%), quem ganha até 2 salários mínimos (44%), católicos (45%), pretos (48%) e quem é da esquerda não lulista (73%). Em relação à idade, o percentual de quem não considera Flávio honesto é de 42% em todos os estratos. Em escolaridade, tanto entre quem tem Fundamental quanto quem tem Superior completo, 43% apontam que o candidato do PL não é honesto.

CNT/MDA: Lula tem 10 pontos de vantagem sobre Flávio no 1º turno; diferença é de 7,3 no 2º

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a disputa pela Presidência da República com 40,5% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 30,4%, segundo a nova rodada da Pesquisa CNT de Opinião, realizada pelo Instituto MDA. A diferença entre os dois é de cerca de 10 pontos percentuais na pesquisa estimulada de primeiro turno.

Na sequência aparecem Augusto Cury, com 6%, Ronaldo Caiado, com 3%, e Renan Santos, com 2,7%. Os demais candidatos ficam abaixo dos 2%.

Na comparação com a rodada de agosto, a CNT/MDA mostra Lula oscilando de 42% para 40,5%, enquanto Flávio passou de 29% para 30,4%. Com isso, a distância entre os dois no primeiro turno diminuiu. Em abril, Lula aparecia com 39% e Flávio, com 30%; em junho, os percentuais eram de 42% e 28%, respectivamente.

A pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, também coloca Lula na liderança. O presidente é citado por 36,6%, contra 26,7% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury tem 4,4%, Ronaldo Caiado, 1,6%, e Renan Santos, 1,6%. Nesse cenário, 20,8% ainda se dizem indecisos.

A avaliação negativa do governo federal é de 39,4%, enquanto a positiva registra 33,8%. Outros 25,4% consideram o governo regular. Na avaliação pessoal do presidente, 49,7% desaprovam o desempenho de Lula e 45,9% aprovam.

Vantagem de Lula sobre Flávio cai no segundo turno
A CNT/MDA também simulou confrontos de segundo turno. No principal deles, entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47,3%, enquanto o senador registra 40%. Brancos e nulos representam 10,2% e outros 2,5% não souberam responder.

Apesar da liderança de Lula, a diferença diminuiu. Em agosto, o petista tinha 48% contra 39% de Flávio, uma vantagem de nove pontos. Agora, a distância é de 7,3 pontos percentuais.

Lula também lidera todos os demais cenários de segundo turno testados. Contra Augusto Cury, marca 45,3%, ante 38,4%. Diante de Ronaldo Caiado, são 46,4% contra 37,3%. Contra Renan Santos, o placar é de 47,3% a 33,9%, e, diante de Romeu Zema, de 47,7% a 34,5%.

Outro dado mostra que a eleição chega à reta final com o voto mais consolidado. Entre os entrevistados que escolheram um candidato, 79,8% afirmam que a decisão é definitiva, enquanto 20,2% admitem que ainda podem mudar de opinião. Em agosto, 71,2% consideravam o voto definitivo.

Ao mesmo tempo, os dois líderes concentram as maiores rejeições. No levantamento sobre potencial de voto, 53,6% afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro, enquanto 46,4% descartam votar em Lula. O potencial de voto, soma de quem diz que votaria com certeza com quem admite votar, chega a 51,9% para Lula e 42,7% para Flávio.

A polarização também aparece quando os entrevistados são questionados sobre seus receios em relação ao resultado. 35,5% dizem temer a volta de alguém da família Bolsonaro ao governo, enquanto 34,7% apontam como maior receio a continuidade do governo Lula. Considerando também os 9,4% que dizem temer tanto uma vitória de Lula quanto de Flávio, a pesquisa calcula que 44,9% manifestam medo relacionado ao retorno dos Bolsonaro e 44,1%, à continuidade de Lula.

A 170ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião foi realizada pelo Instituto MDA entre 9 e 13 de setembro, com 2.002 entrevistas presenciais em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06902/2026.

Governo de PE: João Campos tem 44% no 1º turno, contra 43% de Raquel Lyra, aponta Real Time

Pesquisa eleitoral divulgada nesta terça-feira (15) pelo instituto Real Time Big Data sobre as intenções de voto para o Governo de Pernambuco mostra que o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) tem 44% no primeiro turno, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) tem 43%. Os dois candidatos estão, portanto, empatados tecnicamente dentro da margem de erro.

Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados.

Veja o resultado:

João Campos (PSB): 44%
Raquel Lyra (PSD): 43%
Renan Hallais (Missão): 4%
Ivan Moraes (PSOL): 1%
Outros: 1%
Nulo/Branco: 4%
NS/NR: 3%

Os candidatos Guilherme Fonseca (PSTU), Professor Jeremias do Banco (Democrata), Professora Camila (UP) e Victor Assis (PCO), somados, atingiram 1%.

A pesquisa foi feita entre os dias 10 e 14 de setembro, com as entrevistas de 1.600 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número PE-07953/2026.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem livremente em quem votariam, João Campos e Raquel Lyra aparecem com 25% cada e Renan tem 1%.

A pesquisa foi feita entre os dias 10 e 14 de setembro, com as entrevistas de 1.600 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número PE-07953/2026.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem livremente em quem votariam, João Campos e Raquel Lyra aparecem com 25% cada e Renan tem 1%.

João Campos: 44%
Raquel Lyra: 44%
Nulo/Branco: 6%
Não sabe/Não respondeu (NS/NR): 6%

Mendonça derruba sigilo de pagamentos de Vorcaro

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirou nesta segunda-feira (14) o sigilo do processo que reúne detalhes sobre a rede de pagamentos do empresário Daniel Vorcaro e do Banco Master. Ele atendeu a um pedido feito pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A publicização desse processo foi pedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, no domingo (13). A PGR (Procuradoria-Geral da República) foi favorável ao levantamento do sigilo.

Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 42%; Lula, 40%

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda (14) mostra empate técnico no 2º turno entre Flávio Bolsonaro, com 42%, e Lula, com 40%.

A diferença de dois pontos está dentro da margem erro, mas é a primeira vez em que Flávio aparece numericamente à frente desde abril, antes do caso “Dark Horse” vir à tona.

Contra os demais candidatos, Lula aparece à frente de todos numericamente, em situação de empate técnico contra Cury, Caiado e Renan Santos.

O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o registro no TSE é BR-03607/2026.

Quaest, 1º turno: Lula, 36%; Flávio Bolsonaro, 31%; Cury, 7%; Renan, 4%; Caiado, 4%; Zema, 1%

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) sobre a eleição presidencial mostra Lula (PT) com 36% das intenções de voto, Flávio Bolsonaro (PL) com 31% e Augusto Cury (Avante) com 7%.

Em relação ao levantamento divulgado em 7 de setembro, Lula manteve os 36%, e Flávio oscilou de 29% para 31%. A distância entre os dois passou de sete para cinco pontos percentuais. Cury oscilou de 8% para 7%. Cury está tecnicamente empatado com Renan e Caiado. Os dois candidatos com 4% também têm empate técnico com Zema, que aparece com 1%.

Na simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula, o que não acontecia desde abril na série de pesquisas da Quaest, em situação de empate técnico. Flávio tem 42%, contra 40% de Lula.

🔎 A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.

Veja os números da pesquisa estimulada, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos:

Lula (PT): 36% (eram 36% em 7 de setembro);
Flávio Bolsonaro (PL): 31% (eram 29%);
Augusto Cury (Avante): 7% (eram 8%);
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%);
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 3%);
Romeu Zema (Novo): 1% (eram 2%);
Clariana Barão (DC): 0% (era zero);
Edmilson Costa (PCB): 0% (era zero);
Hertz Dias (PSTU): 0% (era zero);
Rui Costa Pimenta (PCO): 0% (era zero);
Samara Martins (UP): 0% (era 1%);
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0% (era zero);
Indecisos: 10% (eram 10%);
Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 8%).

Mendonça tratou com Castro sobre prisão de Cabral; ministro diz que atuou apenas com base nos autos

Por Folha de São Paulo

Mensagens coletadas pela Polícia Federal e obtidas pela Folha mostram conversas no WhatsApp atribuídas ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), tratando de processos de seu interesse.

Nos diálogos, trocados na noite de 11 de novembro de 2022, Castro escreve a Mendonça, às 19h37: “Amigo, preciso falar com urgência” e completa “caso Cabral”, numa referência ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Em seguida, Castro encaminha dois arquivos com pedidos de habeas corpus e alvará de soltura, objeto de julgamento do STF.

Mendonça responde à mensagem às 20h25, com a descrição de um processo da 13ª Vara Federal de Curitiba que decretou a prisão preventiva de Cabral por corrupção, no âmbito da Operação Lava Jato.

Após escrever essa mensagem, Mendonça completa: “ligo em alguns minutos”. Castro, então, responde com um “ok”.

Sete minutos depois, Mendonça encaminha ao ex-governador um link da página do Supremo que remete ao habeas corpus movido por Cabral. O caso estava sendo julgado na Segunda Turma da Corte, da qual Mendonça faz parte.

Procurado, o gabinete de André Mendonça informou, em nota, que ele não mantém relação de amizade com Cláudio Castro e que os dois se conheceram institucionalmente, quando o ministro ocupava o cargo de ministro da Justiça.

Dark Horse: Dino retira sigilo de material da polícia de SP sobre produtora

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, levantou neste domingo (13) o sigilo de documentos enviados pela Justiça de São Paulo e unificou sob sua relatoria investigações que apuram um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo emendas parlamentares federais, contratos ligados à Prefeitura de São Paulo e pessoas vinculadas ao deputado federal Mário Frias (PL-SP).

Na última quinta-feira (10), Mario Frias classificou como “cortina de fumaça” a operação da PF que realizou buscas em sua residência. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar negou irregularidades, afirmou que vai colaborar com as investigações e entregar todos os documentos necessários e disse acreditar no arquivamento do caso. Foi a primeira manifestação de Frias sobre a operação.

Na decisão divulgada neste domingo, Dino afirma haver indícios de conexão entre os inquéritos e menciona a hipótese investigativa de uma organização criminosa voltada à captação, circulação e ocultação de recursos públicos. O ministro também registra uma linha de investigação que apura possíveis vínculos do grupo investigado com a facção PCC (Primeiro Comando da Capital).

Circuito financeiro fechado
Segundo o despacho, a Complexsys Soluções Integradas Ltda., empresa de tecnologia contratada pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama e beneficiária de recursos oriundos de emendas parlamentares, recebeu transferências do deputado federal Mário Frias (PL-SP), que, segundo a Polícia Federal, teria papel central na suposta engrenagem investigada, e também repassou recursos de volta ao próprio instituto.

De acordo com o documento, a empresa ainda transferiu valores para a Academia Nacional de Cultura (ANC), organização sem fins lucrativos também presidida por Karina Gama. Para a Polícia Federal, a circulação de recursos entre Frias, a Complexsys, o ICB e a ANC sugere a existência de um “circuito financeiro fechado”, compatível com a atuação coordenada de um mesmo núcleo.

“Essa circulação de recursos entre o parlamentar, a entidade executora, a empresa contratada e outra organização beneficiária não se compatibiliza com relações negociais independentes e economicamente justificadas. Ao contrário, evidencia um circuito financeiro fechado, característico de estruturas destinadas à circulação, fragmentação e reintrodução de valores entre integrantes de um mesmo núcleo de atuação”, diz o despacho do ministro.

Datafolha em Pernambuco: Lula tem 55% e Flávio Bolsonaro, 24% no primeiro turno

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste sábado (12) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, com 55% das intenções de voto entre os eleitores de Pernambuco. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 24%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e é o segundo divulgado pelo Datafolha após o início das campanhas eleitorais.

Na sequência aparecem os candidatos Augusto Cury (Avante), com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que têm 2% cada. Samara Martins (UP) tem 1%.

Romeu Zema (Novo), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. A pesquisa ainda mostra que os eleitores que votariam nulo, branco e ou não votariam somam 8%. 3% afirmaram estar indecisos.

O Datafolha ouviu 1.204 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os números de registro na Justiça Eleitoral são PE-04411/2026 e BR-01833/2026.

Fachin nega julgar Moraes e Mendonça juntos e marca sessão do relator do Master para 23 de setembro

O presidente do STF, Edson Fachin, negou neste sábado (12) o pedido de Alexandre de Moraes para julgar conjuntamente investigações envolvendo ele e André Mendonça.

A sessão de terça-feira (15) analisará mensagens de Daniel Vorcaro a Moraes. O caso sobre Mendonça foi agendado para 23 de setembro.

Moraes apontou “risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual”. Ele alegou que as pautas deveriam ser unificadas.

Ele também acusou Mendonça de fazer uma “escolha seletiva” na divulgação de dados. Segundo Moraes, foram ocultados cerca de 180 arquivos do tribunal.

Fachin justificou que as ações estão em fases distintas. As investigações envolvem supostas fraudes no Banco Master e financiamento de filme sobre Jair Bolsonaro.

Datafolha: Marília tem 18% para o Senado em PE; Humberto, 16%; Mendonça, 12%; Eduardo, 10%

Marília Arraes (PDT) aparece com 18% das intenções de voto na disputa pelo Senado em Pernambuco, seguida por Humberto Costa (PT), com 16%, Mendonça Filho (PL), com 12%, e Eduardo da Fonte (PP), com 10%, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11).

Com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, o levantamento aponta empate técnico entre Marília e Humberto. Mendonça aparece no limite da margem de erro em relação à pedetista, situação em que o empate é considerado estatisticamente pouco provável.

Embora Marília esteja numericamente à frente, a diferença de dois pontos para Humberto coloca os dois candidatos em situação de empate técnico. Mendonça, por sua vez, aparece no limite da margem de erro em relação à pedetista, cenário em que o empate é considerado estatisticamente pouco provável.

Mais atrás, Túlio Gadêlha (PSD) registra 5% das intenções de voto. Carlos Sant’Anna (Novo) e Pastor Gilvan Costa (Democrata) aparecem com 2% cada.

Paulo Rubem Santiago (Rede), Samuel Timoteo (UP) e Mariano Macedo (PSTU) têm 1% cada. Gorett Bitu (UP) e Mailson da Silva Neto (PCO) não pontuaram.

Entre os entrevistados, 22% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 10% ainda estão indecisos.

Marília e Humberto avançam

Na comparação com a rodada anterior do Datafolha, divulgada em 21 de agosto, Marília e Humberto avançaram numericamente, enquanto Mendonça permaneceu estável e Eduardo oscilou um ponto para baixo.

Na ocasião, a pesquisa apontava um empate quádruplo: Marília tinha 15%, Humberto aparecia com 14%, Mendonça registrava 12% e Eduardo da Fonte, 11%.

Agora, Marília chega a 18%, uma alta de três pontos percentuais, enquanto Humberto passa de 14% para 16%. Mendonça segue com os mesmos 12%, e Eduardo varia de 11% para 10%.

Como Pernambuco elege dois senadores neste ano, os entrevistados puderam indicar até dois nomes no cenário estimulado.

Pesquisa espontânea

No cenário espontâneo, quando os pesquisadores não apresentam previamente os nomes dos candidatos, a indefinição ainda predomina. Ao todo, 58% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.

Marília e Humberto aparecem empatados, com 8% das menções cada. Mendonça tem 5%, Eduardo da Fonte registra 3% e Túlio Gadêlha, 1%.

Outros nomes somam 3%, enquanto 14% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo.

O Datafolha ouviu 1.204 pessoas com 16 anos ou mais em Pernambuco entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números PE-04411/2026 e BR-05923/2026.

Datafolha, 2º turno: Lula, 46%; Flávio Bolsonaro, 44%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que o presidente Lula (PT) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 44% em eventual disputa de 2º turno da eleição presidencial. Eles estão empatados tecnicamente.

O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, divulgada no dia 3 de setembro. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Na segunda quinzena de agosto, a distância entre eles era de quatro pontos: 47% a 43%.

O Datafolha testou cinco cenários, em que Lula enfrenta também os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Este é o primeiro levantamento em que o Datafolha inclui Cury em eventual 2º turno.

Veja abaixo os números das quatro simulações de 2º turno, com o resultado de agosto entre parênteses.

Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 46% (eram 46%)
Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 44%)
Em branco/nulo/nenhum: 8% (eram 9%)
Indecisos: 1% (eram 2%)

Lula x Ronaldo Caiado
Lula (PT): 46% (eram 46%)
Ronaldo Caiado (PSD): 41% (eram 41%)
Em branco/nulo/nenhum: 10% (eram 11%)
Indecisos: 2% (eram 2%)

Lula x Romeu Zema
Lula (PT): 48% (eram 48%)
Romeu Zema (Novo): 39% (eram 39%)
Em branco/nulo/nenhum: 11% (eram 12%)
Indecisos: 2% (eram 2%)

Lula x Renan Santos
Lula (PT): 48% (eram 47%)
Renan Santos (Missão): 37% (eram 38%)
Em branco/nulo/nenhum: 12% (eram 13%)
Indecisos: 2% (eram 2%)

Lula x Augusto Cury
Lula (PT): 45%
Augusto Cury (Avante): 43%
Em branco/nulo/nenhum: 10%
Indecisos: 2%

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.

Datafolha, 1º turno: Lula, 39%; Flávio Bolsonaro, 35%; Cury, 6%; Caiado, 4%; Renan, 3%; Zema, 2%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra o cenário da disputa pela Presidência da República. Lula tem 39% das intenções de voto no 1º turno, e Flávio Bolsonaro, 35%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o instituto, Lula (PT) mantém estreita vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto para o 1º turno da disputa pela Presidência, mas com margem menor do que na semana passada. No 2º turno, persiste o empate técnico entre os dois.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou para menos, e o Datafolha aponta que a distância de 4 pontos entre eles os coloca nos limites dessa margem, com maior probabilidade de vantagem do petista.

Veja os números da pesquisa estimulada, em que o Datafolha mostra aos eleitores os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 3 de setembro.

Lula (PT): 39% (eram 38%)
Flávio Bolsonaro (PL): 35% (eram 33%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 6% (eram 8%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 1%)
Clariana Barão (DC): 1% (era zero)
Edmilson Costa (PCB): 1% (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)
Indecisos: 4% (eram 3%)

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.

Cenário com Pablo Marçal

O Datafolha testou dois cenários de 1º turno, um deles com Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível por causa de uma condenação na Justiça Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga se ele pode ou não concorrer e formou maioria nesta sexta-feira para barrar a candidatura.

Veja os números do cenário com Marçal:

Lula (PT): 39% (eram 39% em agosto)
Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 32%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 5% (eram 7%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)
Pablo Marçal (PRTB): 2% (eram 2%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era zero)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)
Indecisos: 3% (eram 3%)

Votos válidos

Pela primeira vez nesta eleição, o Datafolha divulgou também os votos válidos. Para chegar a esse número, o Datafolha exclui os votos em branco, nulos e os eleitores indecisos.

Veja como fica o cenário sem Pablo Marçal – votos válidos:

Lula (PT): 43%
Flávio Bolsonaro (PL): 38%
Escritor Augusto Cury (Avante): 6%
Ronaldo Caiado (PSD): 4%
Renan Santos (Missão): 3%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Clariana Barão (DC): 1%
Edmilson Costa (PCB): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0
Hertz Dias (PSTU): 0

Veja como fica o cenário com Pablo Marçal – votos válidos:

Lula (PT): 42%
Flávio Bolsonaro (PL): 37%
Escritor Augusto Cury (Avante): 6%
Ronaldo Caiado (PSD): 4%
Renan Santos (Missão): 3%
Pablo Marçal (PRTB): 2%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0
Edmilson Costa (PCB): 0
Clariana Barão (DC): 0
Hertz Dias (PSTU): 0

Definição do voto

O Datafolha mostra também que 75% dos eleitores estão totalmente decididos sobre a escolha do candidato a presidente, e que 25% ainda podem mudar o voto.

Pesquisa espontânea

Veja abaixo os números da pesquisa espontânea, em que o instituto não mostra os nomes dos candidatos aos eleitores entrevistados. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior.

Lula (PT): 33% (eram 31%)
Flávio Bolsonaro (PL): 25% (eram 22%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 5%)
Jair Bolsonaro (PL): 2% (eram 3%)
Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)
Ronaldo Caiado (PSD): 1% (era 1%)
Outras respostas: 5%
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 5%)
Indecisos: 23% (eram 26%)

Índices de rejeição dos candidatos

O Datafolha perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum no 1º turno. Os números:

Flávio Bolsonaro (PL): 46% (eram 47%)
Lula (PT): 46% (eram 45%)
Renan Santos (Missão): 17% (eram 15%)
Romeu Zema (Novo): 16% (eram 16%)
Ronaldo Caiado (PSD): 14% (eram 13%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 9%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 10% (eram 9%)
Edmilson Costa (PCB): 9% (eram 8%)
Samara Martins (UP): 9% (eram 9%)
Clariana Barão (DC): 7% (eram 8%)
Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 7% (eram 6%)
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2% (era 1%)
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 2% (era 1%)
Não sabe: 3% (eram 3%)

Moraes diz que Mendonça direciona derrubada de sigilos para proteger ‘grupo político’

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (11) que o colega André Mendonça realiza “levantamento seletivo” das informações do caso Master.

O levantamento seletivo e direcionado do sigilo realizada pelo Ministro André Mendonça, na proteção ostensiva de determinado grupo político, repete a ilegal conduta de direcionamento dos acordos de colaboração premiada e de determinações de diligências de investigação de ofício contra alvos predeterminados”, afirmou Moraes.

Pouco antes, Mendonça negou ter sido seletivo e afirmou ter tornado públicos todos os procedimentos relacionados às conversas de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O tema será julgado em sessão marcada para a próxima terça-feira (15).

Mais cedo, Moraes havia pedido a derrubada imediata de todo e qualquer sigilo dos documentos.

Depois do ofício de Moraes, a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao presidente do STF a retirada de sigilo de todos os documentos da investigação.

O ministro Edson Fachin acolheu o pedido da PGR e deu 24 horas para que o relator do caso liberasse as informações.

Celular de Vorcaro

Moraes também se manifestou, em outro ofício, que “não cabe ao Ministro relator escolher quais os documentos acessíveis ao Colegiado para realizar seu julgamento.”

O ministro Cristiano Zanin chegou a solicitar a Fachin acesso a todo o celular de Vorcaro. Ele argumentou que seriam informações essenciais para a preparação do julgamento da próxima terça-feira (15), em que a Corte analisará o relatório da PF que encontrou 52 mensagens de Vorcaro para Moraes.

Em resposta, André Mendonça afirmou que o aparelho apreendido nas investigações não se encontra em seu gabinete, mas, sim, sob a custódia da PF.

Crise Master no STF

O embate ocorre após André Mendonça retirar, na quinta (10), o sigilo das principais apurações envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro a pedido de Fachin.

Contudo, a liberação manteve em segredo outras frentes, como a do financiamento do filme “Dark Horse” — cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro que colocou sob apuração da Polícia Federal conversas entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A disputa expôs divergências públicas entre integrantes da Corte, a PGR e a direção-geral da PF.