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URGENTE: Alexandre de Moraes determina que Jair Bolsonaro seja transferido para a penitenciária da Papuda

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar – PMDF, conhecido como Papudinha.

O batalhão fica localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, também o Distrito Federal. Bolsonaro deverá ser alocado em uma uma sala de Estado maior no local.

Moraes também determinou que Bolsonaro tenha “assistência integral, nas 24 (vinte e quatro) horas, dos médicos particulares anteriormente cadastrados, sem necessidade de comunicação prévia”.

O ministro também autorizou que o deslocamento imediato de Bolsonaro para os hospitais em caso de urgência, com a obrigação de comunicação ao STF no prazo máximo de 24 (vinte quatro) horas da ocorrência.

Manoel Carlos, autor de grandes novelas da TV brasileira, morre aos 92 anos no Rio

Autor de grandes novelas da TV brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.

Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde fazia tratamento contra a Doença de Parkinson, que no último ano afetou o desenvolvimento motor e cognitivo.

Maneco, como era conhecido, começou na Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Antes disso, já havia passado por diversas emissoras brasileiras, atuando como autor, produtor e até ator. A carreira artística começou ainda nos palcos, aos 17 anos. Foi também escritor e diretor.

Ao longo dos anos, suas novelas ficaram marcadas pelo Rio de Janeiro como cenário — e também como personagem — e pela abordagem de conflitos no núcleo da família brasileira.

Outro traço marcante de sua obra foram as “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens retratavam mães cujo amor pelos filhos superava qualquer desafio.

Manoel Carlos estava aposentado desde 2014 e vivia recluso com a família. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista de novelas Maria Carolina.

O velório será fechado e restrito à família e amigos íntimos.

Países da União Europeia aprovam acordo com o Mercosul, dizem agências

Os países da União Europeia aprovaram provisoriamente nesta sexta-feira (9) o acordo comercial com o Mercosul, segundo diplomatas ouvidos pelas agências France Presse e Reuters. A formalização dos votos, no entanto, ainda depende do envio de confirmações por escrito até as 17h no horário de Bruxelas (13h no Brasil), informaram as fontes.

A sinalização favorável abre caminho para a assinatura do tratado, após mais de 25 anos de negociações, que conta com apoio de setores empresariais, mas segue enfrentando forte resistência de agricultores europeus — sobretudo na França.

Com o aval do bloco, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderá assinar oficialmente o acordo na próxima segunda-feira (12), no Paraguai.

Para o Brasil, maior economia do Mercosul, o tratado amplia o acesso a um mercado de cerca de 451 milhões de consumidores e tem impactos que vão além do agronegócio, alcançando também diferentes segmentos da indústria brasileira.

Após captura de Maduro, Trump diz que EUA vão ‘consertar’ a indústria do petróleo da Venezuela

Após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, o presidente americano Donald Trump afirmou neste sábado (3) que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias dos EUA.

“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país.”

Trump também acusou governos venezuelanos de terem se apropriado à força da indústria de petróleo construída, segundo ele, com capital e expertise americanos.

“Construímos a indústria petrolífera da Venezuela com talento, empenho e habilidade americanos, e o regime socialista a roubou de nós durante as administrações anteriores”, afirmou.

Para o presidente dos EUA, o episódio representou “um dos maiores roubos de propriedade americana na história do nosso país”.

O presidente norte-americano afirmou ainda que a operação de captura de Maduro foi a maior ação militar dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial:

“(…) Sob minhas ordens, as Forças Armadas dos Estados Unidos conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela, empregando um poderio militar americano esmagador, aéreo, terrestre e marítimo, para lançar um ataque espetacular, um ataque como não se via desde a Segunda Guerra Mundial“, afirmou Trump.

Mais cedo, em entrevista à rede de TV Fox News que ainda está decidindo sobre o futuro da Venezuela, após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na última madrugada.

De acordo com Washington, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados da Venezuela por via aérea e estão sob custódia americana, onde devem responder à Justiça em Nova York.

O governo venezuelano declarou estado de emergência, disse desconhecer o paradeiro do presidente e cobrou uma prova de vida. Até a última atualização, não havia balanço oficial de mortos ou feridos.

Trump divulga foto de Maduro vendado e aparentemente algemado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma imagem de Nicolás Maduro vendado com óculos, de moletom e supostamente algemado, a bordo do navio USS Iwo Jima.

Os Estados Unidos lançaram um ataque militar de grande escala contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3), com explosões em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

A ofensiva resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, segundo anunciou o presidente americano Donald Trump.

Trump afirmou neste sábado que ainda está decidindo sobre o futuro da Venezuela, após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na última madrugada.

Trump disse ainda que Maduro e a esposa estão a caminho de Nova York, a bordo de um dos navios da Marinha norte-americana posicionados no Caribe desde o fim de 2025.

Em entrevista à rede de TV Fox News, Donald Trump também afirmou que os EUA passarão a estar “fortemente envolvidos” com a indústria petroleira da Venezuela. Ele não detalhou qual será o envolvimento, mas disse que a China “continuará recebendo petróleo venezuelano”.

TRUMP DIZ QUE EUA VÃO ADMINISTRAR A VENEZUELA ATÉ QUE HAJA ‘TRANSIÇÃO JUSTA’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos vão “administrar” a Venezuela de forma interina após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Donald Trump afirmou que os EUA vão “administrar” a Venezuela de forma interina após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

“Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos, temos certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela“, declarou Trump em pronunciamento para detalhar a operação de captura de Maduro.

No pronunciamento, Trump também anunciou que petroleiras norte-americanas começarão a atuar em solo venezuelano.

Trump diz que Maduro e esposa estão a bordo em navio rumo a Nova Iorque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3) ao The New York Times e à Fox News que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa estão a bordo do navio USS Iwo Jima, rumo a Nova York.

“Sim, os de Iwo Jima estão em um navio”, disse Trump em uma entrevista por telefone à Fox News na manhã deste sábado (3). “Eles vão para Nova York. Os helicópteros os levaram de lá, e eles fizeram um voo agradável de helicóptero — tenho certeza de que adoraram. Mas eles mataram muita gente, lembrem-se disso.”

Questionado sobre as alternativas que ofereceu a Maduro, Trump afirmou: “Bem, basicamente eu disse: você tem que desistir. Você tem que se render.”

Ele disse à Fox que conversou com Maduro há uma semana. “Este era um símbolo muito importante, e nós — eu tive conversas. Na verdade, falei com ele pessoalmente, mas disse: você tem que desistir. Você tem que se render”, disse Trump.

Lula diz que ataque dos EUA à Venezuela é inaceitável e fala em ‘precedente perigoso’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condenou o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado (3), e afirmou que a ação militar ultrapassa a linha do que é aceitável na relação entre países.

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro.

Diante da ofensiva, o governo brasileiro convocou uma reunião de emergência neste sábado, com a participação de ministros para discutir a resposta política do país e as medidas que podem ser tomadas diante dos reflexos da ofensiva dos EUA sobre o país sul-americano.

Venezuela declara emergência após ataque dos EUA e convoca mobilização

O governo da Venezuela afirmou na madrugada deste sábado (4) que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos e decretou estado de emergência. O presidente, Nicolás Maduro, e sua esposa têm paradeiro desconhecido após serem capturados pelos americanos.

Segundo um comunicado oficial, ataques ocorreram em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O governo afirmou que os EUA atacaram alvos civis e militares.

A Venezuela acusou os EUA de lançarem um ataque com o objetivo de assumir o controle das reservas de petróleo e minerais do país. A nota diz que os norte-americanos “não terão sucesso” em tomar esses recursos.

Ainda no comunicado, a Venezuela disse que convocou todas as forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada. O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”

O chanceler venezuelano Yván Gil afirmou que pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU após o ataque.

Governo faz reunião de emergência para analisar cenário na Venezuela

O governo brasileiro deve realizar na manhã deste sábado (3) reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para debater os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. O encontro terá a participação de diplomatas e militares.

O ataque “de grande escala” foi anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por meio das redes sociais neste sábado. Segundo ele, o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.

A ação norte-americana foi realizada durante a madrugada. O governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

Em resposta aos ataques, o governo venezuelano declarou emergência nacional e mobilizou planos de defesa, enquanto o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, prometeu resistir à presença de tropas estrangeiras.

Nos últimos meses, a tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela cresceu após o Pentágono deslocar um grande contingente militar e atacar embarcações no Caribe, com a justificativa de combate ao narcotráfico.

Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país“, escreveu Trump na rede social Truth Social.

Trump acrescentou que a operação foi feita em conjunto com a Polícia dos EUA e que daria mais detalhes em breve. Ele também anunciou uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.

Senado Federal aprova projeto que reduz penas de Bolsonaro e condenados por tentativa de golpe

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (17) a proposta que reduz as penas de Jair Bolsonaro (PL) e de outros condenados por atos golpistas, conhecido como PL da Dosimetria.

Pelas regras atuais, Jair Bolsonaro terá direito a pedir a progressão após cumprir cerca de sete anos no regime fechado. A previsão da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal é de que o ex-presidente possa progredir ao semiaberto em 23 de abril de 2033.

Relator do texto, o senador Esperidião Amin (PP-SC) utilizou manobra para evitar a volta do projeto à Câmara. O parlamentar mudou o conteúdo da proposta e direcionou a nova progressão de pena apenas para aqueles que cometerem crimes contra o Estado Democrático de Direito.

A medida foi uma resposta às duras críticas da opinião pública, de juristas e de parlamentares a brechas criadas pelos deputados que permitiriam que outros criminosos também fossem beneficiados pelo mecanismo.

Carla Zambelli renuncia ao cargo de deputada federal

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) entregou à Câmara dos Deputados uma carta renunciando ao cargo neste domingo (14). A informação foi divulgada pela assessoria da presidência da Casa.

“A Câmara dos Deputados informa que a Deputada Carla Zambelli (PL/SP) comunicou à Secretaria-Geral da Mesa a sua renúncia ao mandato parlamentar na data de hoje”, afirma o texto.

Com a renúncia de Zambelli ao cargo, quem assume agora será o suplente do Partido Liberal de São Paulo que recebeu mais votos, Adilson Barroso.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que foi uma estratégia conjunta da defesa para evitar a cassação da deputada.

“A renúncia vai dar a ela mais possibilidades de defesa para ser solta e permanecer na Itália”, afirmou Cavalcante à GloboNews.

Roberto Carlos sofre acidente durante gravação de clipe e é levado ao hospital

Roberto Carlos, de 84 anos, passou por um susto na madrugada deste domingo (14) durante as gravações do clipe de abertura do especial de fim de ano da TV Globo, em Gramado, na Serra Gaúcha. De acordo com a assessoria de imprensa da emissora, “houve uma falha no freio do Cadillac conduzido pelo cantor, que acabou atingindo três carros da equipe”.

Após o ocorrido, Roberto Carlos e outras três pessoas foram levados ao Hospital Arcanjo São Miguel. Todos passaram por exames médicos e receberam liberação pouco depois, sem registro de ferimentos graves.
Na noite da sexta-feira (12), o artista apresentou o show “Especial Roberto Carlos – Noite Feliz”, também em Gramado. A gravação ocorreu sem intercorrências e reuniu clássicos da carreira do cantor, além de músicas mais recentes. O especial tem exibição prevista na TV Globo para o dia 23 de dezembro.

Eduardo Bolsonaro diz que recebeu com ‘pesar’ decisão do governo americano retirar sanções contra Moraes

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira (12) que recebeu com ‘pesar’ a notícia de que o governo dos Estados Unidos retiraram as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em uma nota postada no X, antigo Twitter, o deputado disse que a sociedade brasileira perdeu uma “janela de oportunidade” para “enfrentar seus próprios problemas estruturais”.

O governo norte-americano retirou Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky. O comunicado do governo americano não explica as razões para a retirada da lista.

A lei é utilizada pelo governo norte-americano para sancionar estrangeiros. Moraes foi incluído na lista de punidos em julho deste ano.

🔎 Por conta da sanção, todos os eventuais bens de Moraes, da esposa e de uma empresa pertencente ao casal nos EUA estavam bloqueados. Cidadãos americanos também não podiam fazer negócios com o ministro.

A GloboNews apurou junto ao Itamaraty que o Brasil já tinha sinais de que a retirada poderia acontecer desde o último telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente americano Donald Trump.

O governo brasileiro trabalhava com sinais de que isso se resolveria antes do fim do ano e afirma que o tema sempre foi pauta em reuniões – tanto em nível ministerial, entre o chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado Marco Rubio – como em nível presidencial.

Leia o texto escrito por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo:

“NOTA PÚBLICA

Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano. Somos gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil.

Lamentamos que a sociedade brasileira, diante da janela de oportunidade que teve em mãos, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual.

Esperamos sinceramente que a decisão do Presidente @realDonaldTrump seja bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos, como é seu dever. Quanto a nós, continuaremos trabalhando, de maneira firme e resoluta, para encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país, no tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas.

Que Deus abençoe a América, e que tenha misericórdia do povo brasileiro.

Eduardo Bolsonaro

Paulo Figueiredo”