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Eu hei de derramar sobre vós uma água pura, e de vossas imundícies sereis purificados

Cor Litúrgica: Branco

São Bernardo, abade e doutor da Igreja | Memória | Quinta-feira


Naquele tempo, 1 Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2 dizendo: “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3 E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4 O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5 Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6 outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas, para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8 Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. 10 Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa 12 e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13 Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes’. 14 Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos.’. (Mt 22,1-14).

Amados irmãos e irmãs,

No Evangelho de hoje, Jesus volta a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo:
O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento para o seu filho. Os primeiros convidados rejeitaram o chamado, e o rei o estendeu a todos, bons e maus. A participação plena na festa exige resposta consciente e abertura de coração. Deus oferece renovação e graça, mas é necessário vestir o traje de festa e assumir a vida transformada. O convite divino é generoso, mas só frutifica naqueles que se deixam mudar, aceitando o amor, obedecendo aos mandamentos e vivendo a santidade no cotidiano.

Nessa parábola, nós vemos Deus que quer nos salvar, que nos dá a vida eterna. Então, Ele faz essa festa, nos convida, e muitos não dão importância ao chamado. Estão presos aos afazeres mundanos, aos bens materiais, e esquecem o principal: a vida eterna. Por isso, Jesus disse: “Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos.”

Que façamos a nossa parte para passarmos pela porta estreita.

Tenhamos todos uma abençoada quinta-feira!

Um abraço!


Marineide Alcântara

Ministra da Palavra da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira.

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