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“Estrangeiros não têm lugar no Golfo Pérsico”, diz líder supremo do Irã

Líder supremo do Irã critica presença estrangeira no Golfo Pérsico | Vero  Notícias

O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou nesta quinta-feira (30) que “atores estrangeiros” não têm lugar no Golfo Pérsico, exceto “nas profundezas de suas águas”, em meio a um impasse com os Estados Unidos, segundo uma mensagem divulgada pela mídia estatal.

Mais de sete semanas após ser anunciado como o novo líder supremo, na sequência do assassinato de seu pai, os iranianos ainda não viram nem ouviram Khamenei, embora ele tenha emitido diversas mensagens escritas.

“Nós e nossos vizinhos do outro lado do Golfo Pérsico e do Golfo de Omã compartilhamos um destino comum, e atores estrangeiros — que vêm de milhares de quilômetros de distância com intenções gananciosas — não têm lugar aqui, exceto nas profundezas de suas águas”, afirmou ele, conforme suposta declaração.

Na mensagem, Khamenei acrescentou que o Irã entrou em um novo capítulo da “ordem regional e global”, informou a televisão estatal. Ele disse que o Irã “salvaguardaria” suas capacidades nucleares e de mísseis – pontos cruciais em qualquer acordo com os EUA.

A mensagem desta quinta-feira surge em um momento em que fontes afirmam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está se preparando para um bloqueio de longo prazo aos portos iranianos, considerando-o a principal alavanca para compelir o Irã a retomar as negociações para pôr fim à guerra.

A declaração de Khamenei também surge dias depois do secretário de Estado americano, Mark Rubio, ter afirmado que Washington tem indícios de que o aiatolá está vivo, mas questionou se ele possui “as credenciais clericais para de fato atuar como líder supremo”.

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PL da Dosimetria: Congresso derruba veto de Lula a projeto que reduz pena de Bolsonaro

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira, 30, o veto presidencial ao projeto da dosimetria, que reduz penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Um dos beneficiados será o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com a pena reduzida de 27 anos para 20 anos e diminuição do tempo de regime fechado para dois anos e quatro meses. O texto seguirá para promulgação, com exceção de trechos retirados por decisão da Mesa Diretora.

O resultado é a segunda derrota ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em dois dias. Ontem, 29, o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.

Ao todo, 318 deputados votaram a favor da derrubada de veto, 144 contra e cinco se abstiveram. No Senado, foram 49 favoráveis à derrubada e 24 contrários. O projeto da dosimetria foi aprovado pelo Congresso em dezembro. Em 8 de janeiro, Lula vetou integralmente o projeto. Na ocasião, o petista argumentou que “inimigos da democracia tentaram demolir” um “País mais justo e menos desigual” – característica que atribuiu a resultados de seu governo.

Desde então, a direita pressiona o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a pautar o veto. Em clima de insatisfação com o governo, Alcolumbre atendeu ao pedido da oposição e marcou uma sessão conjunta com o veto da dosimetria como item único, o que causou críticas de governistas, que argumentaram que há vetos mais antigos pendentes de análise.

A sessão

A sessão que derrubou o veto contou com uma série de discursos contra e a favor. Oposicionistas afirmaram que a redução de penas serve para ajustar as condenações e que a redução de penas é uma primeira etapa antes de uma anistia ampla aos condenados pelo 8 de Janeiro.

“É o primeiro degrau que há de ser a anistia. E, depois da anistia, haverá uma investigação sobre o inquérito de 8 de janeiro, que transgrediu todas as normas do direito nacional e internacional”, disse o senador Esperidião Amin (PP-SC).

Já os governistas disseram que derrubar o veto é um estímulo para novos episódios semelhantes ao 8 de janeiro. “Esse projeto de dosimetria, que é salvo-conduto para golpe, é aval para golpismo, pretende é aliviar a pena não daquele anônimo que está lá – aliás, hoje, são 180 aprisionados que cumprem penas -, e sim dos chefes da organização criminosa, a começar pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro”, declarou o deputado Chico Alencar (Psol-RJ).

O relator do projeto na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), defendeu a derrubada do veto e disse que a decisão mostra a força dos parlamentares. “O Congresso Nacional não é carimbador do Executivo, não é subordinado a governo nenhum, somos um Poder independente”, falou.

Soma de penas e crimes de multidão

Atualmente, o Decreto-Lei nº 2.848 determina 4 a 12 anos de reclusão para o crime de tentativa de golpe de Estado e 4 a 8 anos de reclusão para tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, possibilitando a soma das penas. O projeto propõe que as penas dos crimes não poderão ser somadas, mesmo que praticadas no mesmo contexto.

O texto também estabelece que, quando esses crimes forem cometidos em contexto de multidão, a pena será “reduzida de um terço a dois terços, desde que o agente não tenha praticado ato de financiamento ou exercido papel de liderança”. As regras favorecerão pessoas que participaram da depredação de prédios públicos em 8 de janeiro de 2023, mas não aquelas que financiaram ou lideraram os atos.

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Gleisi diz que rejeição a Messias é oportunidade para debater indicação de uma mulher ao STF

Dep. Gleisi Hoffman (PT - PR)/Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A deputada federal e ex-ministra da articulação política do governo Lula, Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirmou nesta quinta-feira, 30, que a rejeição ao nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) abre uma oportunidade para indicar uma mulher à Corte.

“Acho que essa é uma oportunidade para a gente fazer esse debate essa discussão”, afirmou ao ser perguntada se a rejeição de Messias cria uma possibilidade de indicar uma mulher à vaga.

A declaração foi feita ao fim da sessão no Congresso que derrubou o veto presidencial ao PL da Dosimetria em votações nas duas Casas. Foi a segunda derrota do governo Lula nos últimos dois dias.

Questionada também se a votação que rejeitou Messias foi fruto de falhas na articulação política, Gleisi afirmou que, “com a traição que tivemos, não tem articulação que dê conta”.

Na noite da quarta-feira (29), o Senado rejeitou o nome do advogado-geral da União, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. O placar foi de 34 votos favoráveis e 42 contra; Messias precisava de ao menos 41 para passar.

O resultado, repleto de traições na base governista, impôs uma derrota histórica a Lula. Há 132 anos, desde 1894, o Senado não barrava um indicado pelo presidente ao Supremo.

Alguns aliados de Lula defendem que o petista agora indique uma mulher à vaga. Seria um meio tanto de aumentar a representatividade na Corte quanto de transferir um eventual ônus com uma nova rejeição para o colo de Alcolumbre, que operou para derrubar Messias. Isso porque haveria maior pressão popular pela aceitação de uma indicada mulher.

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Michelle Bolsonaro comemora rejeição de Messias no Senado: “Justiça de Deus foi feita”

Esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro se posicionou pelas redes sociais/Foto: Alan Santos/PR

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comemorou na quarta-feira, 29, a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Em rede social, a presidente nacional do PL Mulher compartilhou uma publicação do senador Marcio Bittar (PL-AC) sobre o resultado da votação e comentou que a “justiça de Deus foi feita”.

O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve 34 votos a favor e 42 votos contrários no plenário do Senado Federal. Eram necessários pelo menos 41 votos dos 81 senadores para que ele fosse aprovado. Com a rejeição, a indicação foi arquivada.

Messias foi o nome com maior resistência aberta nos últimos 120 anos para tentar chegar ao STF. A formalização da indicação ocorreu em abril deste ano, mais de quatro meses após Lula ter anunciado a escolha, em novembro de 2025.

Os bolsonaristas acreditam que a rejeição do advogado-geral da União é uma demonstração de fragilidade do governo do presidente Lula. “A oposição se uniu, enfrentou a pressão e mostrou que ainda existe quem vote com convicção e não se curve”, escreveu o senador Marcio Bittar na publicação compartilhada pela ex-primeira-dama.

Enteado de Michelle, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que essa foi uma vitória da oposição, mas evitou relacionar o resultado às eleições de 2026.

“Não estou comemorando nada, mas é uma vitória da oposição. É histórico e é um bom sinal de que a democracia pode voltar a respirar. Ninguém nunca tentou dar golpe de nada, a gente só queria que as instituições respeitassem os seus limites”, disse após a votação.

A candidatura de Messias, que é evangélico, foi apoiada publicamente por pastores e outros religiosos e conservadores de diversas denominações. O ministro do STF André Mendonça declarou apoio a ele e escreveu nesta quarta-feira após a rejeição que o País perdeu um grande ministro.

Messias se tornou alvo da descontentamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), com a decisão de Lula de não indicar o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga do Supremo.

Lula anunciou Messias como seu escolhido em novembro do ano passado, mas só oficializou o envio do nome a Senado em abril deste ano por causa da “guerra fria” com Alcolumbre, que ameaçava nos bastidores rejeitar o nome do Palácio do Planalto. Após a votação no Senado, Messias indicou ressentimento pelo resultado.

“Passei por cinco meses de um processo de desconstrução da minha imagem. Toda sorte de mentira para me desconstruir ocorreu. Nós sabemos quem promoveu tudo isso”, afirmou, sem citar diretamente o nome de Alcolumbre.

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ONU alerta para degradação das condições de vida em Gaza

Gaza/AFP

A Organização das Nações Unidas alertaram para uma degradação acentuada das condições sanitárias nas tendas e outros abrigos precários na Faixa de Gaza, onde vivem nesta situação assim mais de um milhão de civis palestinos.

Segundo dados da ONU, da União Europeia e do Banco Mundial, Israel destruiu ou danificou cerca de 90% das infraestruturas de água e saneamento em Gaza, desde estações de dessalinização, poços, condutas e redes de esgotos.

Também um relatório divulgado pelos Médicos Sem Fronteiras (MSF) acusa Israel de usar o acesso à água como arma contra a população de Gaza, privando-a do recurso essencial em uma campanha punitiva coletiva. “Entre a destruição de infraestruturas e os obstáculos ao abastecimento, a privação deliberada de água infligida aos palestinos faz parte integrante do genocídio perpetrado por Israel“, afirmou o documento do MSF.

Por outro lado, o governo israelense tem veementemente rejeitado as acusações de genocídio em Gaza, que se multiplicaram ao longo da guerra.

O relatório, que se baseia em dados da MSF e em testemunhos recolhidos pelo pessoal da organização, entre 2024 e 2025, defende que a instrumentalização repetida da água pelas autoridades israelenses se insere num padrão recorrente, sistemático e cumulativo.

Isto vem se somar aos assassinatos diretos de civis, à destruição de estruturas de saúde e à demolição de habitações, provocando deslocamentos massivos da população. Em conjunto, estes elementos revelam uma vontade de impor condições de vida destrutivas e desumanas aos palestinos de Gaza. As autoridades israelenses sabem que sem água a vida acaba. No entanto, destruíram sistemática e deliberadamente as infraestruturas hidráulicas em Gaza, ao mesmo tempo em que bloqueiam constantemente a entrada de equipamentos relacionados com a água“, alertou Claire San Filippo, a responsável pelas emergências no MSF.

Apesar de um cessar-fogo que entrou em vigor em outubro do ano passado, dois anos após o início da guerra, Gaza continua sendo palco de violência, com Israel e o Hamas a se acusarem mutuamente de violar a trégua. As equipas da MSF documentaram disparos do exército israelense contra caminhões-cisterna claramente identificados, assim como a destruição de poços que constituíam uma fonte vital para dezenas de milhares de pessoas. “Palestinos foram feridos e mortos quando tentavam simplesmente aceder à água“, reportou San Filippo.

Fillipo ainda destacou que a escassez é tal que é simplesmente impossível fornecer quantidades suficientes à população, acrescentando que os MSF são o principal produtor e distribuidor de água potável em Gaza.
Em março de 2026, a MSF fornecia mais de 5,3 milhões de litros de água por dia, o equivalente às necessidades mínimas de mais de 407 mil pessoas, ou seja, cerca de um em cada cinco habitantes.

Mas as ordens de deslocamento impostas pelo exército de Israel impediram as equipe do MSF de ter acesso a zonas onde forneciam água a de milhares de pessoas“, denunciou a ONG, condenando também os obstáculos à entrada de material essencial relacionado com água e o saneamento em Gaza desde outubro de 2023.

Um terço dos pedidos da ONG para introduzir unidades de dessalinização, bombas, cloro e outros produtos de tratamento de água, reservatórios, repelentes de insetos ou latrinas foram recusados ou ficaram sem resposta. As consequências são “consideráveis para a saúde, a higiene e a dignidade das populações, em particular para as mulheres e as pessoas com deficiência. Na falta de casas de banho, as populações são obrigadas a cavar buracos na areia, que transbordam e contaminam o ambiente e os lençóis freáticos. A falta de acesso à água e à higiene, combinada com condições de vida indignas, tendas superlotadas, abrigos improvisados favorece a propagação de doenças, como infecções respiratórias, doenças de pele e doenças intestinais“, alertou MSF.

Os Médicos Sem Fronteiras apelaram às autoridades israelenses para que restabeleçam imediatamente o acesso à água em níveis suficientes para os habitantes de Gaza e instou aos aliados de Israelitas a exercerem pressão para que os obstáculos à ajuda humanitária sejam eliminados.

Enquanto isso, o número de palestinos mortos em Gaza desde o início do período de cessar-fogo já chegou a 818.

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Vereador quer proibir “doutrinação e apologia ao comunismo” em escolas e espaços coletivos no Recife

O vereador do Recife Alef Collins (PP)./Foto: Divulgação/Câmara Municipal do Recife

O vereador do Recife Alef Collins (PP) protocolou um projeto de lei, nesta quinta-feira (30), para proibir apologia ao comunismo em escolas e espaços de uso coletivo na cidade. A medida prevê multa e cassação de licença ou autorização em caso de descumprimento.

O texto do projeto diz que fica proibida a “exibição de símbolos, emblemas, referências ou quaisquer práticas que configurem apologia ou doutrinação ao comunismo, nazismo ou terrorismo”. Como apologia ao nazismo e ao terrorismo já são crimes no país, a medida estaria equiparando o comunismo aos demais.

A proibição valeria para ambientes escolares e espaços de uso coletivo, públicos ou privados. A medida também estabelece que o Poder Público Municipal deverá desenvolver ações de conscientização e educação voltadas à valorização dos direitos humanos, democracia, pluralidade de pensamento e cultura de paz.

As sanções previstas para quem infringir a lei são advertência, multa, suspensão de licença de funcionamento e cassação de licença ou autorização em caso de reincidência.

Na justificativa ao projeto, Collins escreve que as ideologias citadas são caracterizadas por perseguições políticas, censura, eliminação de opositores e severas restrições às liberdades fundamentais.

“A Proposta não busca restringir o estudo crítico e acadêmico dessas ideologias, que é
indispensável à formação cidadã e à compreensão da história”, ele afirma.

“O objetivo é impedir a apologia e a doutrinação ideológica, garantindo que o ambiente escolar e os
espaços públicos permaneçam voltados à pluralidade de ideias, à liberdade de pensamento e ao respeito aos valores democráticos”, complementa.

“Marcar posição para eleitorado”

Para o cientista político Bhreno Vieira, o projeto aparenta ter um objetivo maior de marcar posição.

“Isso é um fenômeno comum, principalmente em anos eleitorais”, diz. “É comum que o Poder Legislativo apresente projetos que os autores saibam que não vão ser aprovados, mas que querem mostrar ao eleitorado deles que estão fazendo alguma coisa”.

O pesquisador também define como “confusão intelectual” a equiparação entre comunismo e nazismo, conforme o projeto estabelece, e defende que o texto do projeto é vago sobre os conceitos.

“O nazismo foi um regime totalitário de direita, uma ideologia racial de exterminação, e não existe um nazismo moderado”, analisa Vieira. “Como ele colocou, gera uma confusão intelectual porque, além do comunismo real, que foi uma tentativa de implementação, existe também toda uma linha teórica estudada no mundo inteiro”.

Já o advogado Felipe Ferreira Lima, que é professor de direito constitucional e eleitoral, avalia que o PL seria inconstitucional.

“Ele invade a competência da União para legislar sobre direito penal e criminal. O projeto não poderia gerar sanções administrativas – para condutas que, em essência, configuram crimes federais – ou tentar expandir definições criminais”, diz o advogado.

Ele também argumenta que a proposta invadiria competência da União sobre metodologia de ensino. “Desde a ADPF [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental] 457, o STF [Supremo Tribunal Federal] decidiu que leis municipais que tentem interferir no conteúdo pedagógico e proibir determinadas ideologias em sala de aula invadem a competência federal de legislar sobre a educação”.

“O pluralismo político é um dos fundamentos da República. Equiparar uma ideologia política permitida e representada por partidos registrados no TSE [Tribunal Superior Eleitoral], como o comunismo e o socialismo, que não se comparam ao nazismo ou ao terrorismo, afronta o princípio da diversidade ideológica democrática”, conclui o advogado.

O Diario de Pernambuco entrou em contato com a equipe do vereador Alef Collins, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.

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Prefeitura de Afogados tem contas de 2024 aprovadas por unanimidade pelo TCE

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) aprovou por unanimidade, na manhã desta quinta (30), as contas da Prefeitura de Afogados referentes ao ano de 2024.

Dentre diversos itens, o TCE avaliou questões como os percentuais de aplicação dos recursos na saúde e na educação, cumprimento das obrigações previdenciárias, transparência dos gastos, obediência à lei de responsabilidade fiscal, percentual adequado de gastos com pessoal e execução orçamentária.

A decisão referenda uma gestão séria, transparente e que tem compromisso com a boa administração dos recursos públicos, e que teve todas as contas já submetidas ao TCE aprovadas.

Feliz em poder ver confirmado por esse importante órgão de controle externo, que é o TCE, a validação do trabalho sério que estamos realizando em Afogados. Sinal de que estamos fazendo as coisas do modo correto, e continuaremos assim,” avaliou o Prefeito de Afogados da Ingazeira.

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Prefeitura de Afogados promoveu encontro sobre saúde do trabalhador

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira realizou esta semana um encontro voltado à promoção da saúde do trabalhador. O evento ocorreu no espaço CS eventos e reuniu oitenta profissionais que atuam na saúde pública do município.

O objetivo foi o de reforçar o compromisso do município com o cuidado e a valorização daqueles que atuam diariamente nas mais diversas áreas da saúde municipal, assim como fortalecer o debate sobre políticas públicas e estratégias voltadas à melhoria das condições de trabalho e à prevenção de agravos à saúde dos trabalhadores.

A importância da promoção da saúde no ambiente de trabalho, a prevenção de doenças ocupacionais e o papel das equipes multiprofissionais no cuidado integral ao trabalhador foram alguns dos temas discutidos.

“Cuidar e promover a saúde do trabalhador é fundamental para as gestões públicas em saúde. Quem cuida também precisa ser cuidado,” destacou o Secretário de Saúde de Afogados, Artur Amorim.

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Voz de Alcolumbre vaza e antecipa derrota de Messias: ‘Vai perder por oito’

Presidente do Senado Davi Alcolumbre (União-AP)/Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Antes do anúncio do resultado da votação no Senado Federal que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), antecipou com precisão o placar final nesta quarta-feira, 29.

Logo após declarar encerrada a votação e solicitar a exibição do resultado no painel, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), se aproximou de Alcolumbre. Em tom de cochicho, o presidente respondeu: “Acho que ele vai perder por 8”. A fala acabou sendo captada pelo microfone durante a transmissão da TV Senado.

Procurada, a assessoria de Alcolumbre afirmou que o senador apenas expressou uma opinião ao comentar que Messias “perderia por oito votos”, destacando que avaliações semelhantes vinham sendo feitas por outros parlamentares nos últimos dias.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi questionado pelo líder do governo, senador Jaques Wagner, sobre o placar da votação e, como outros parlamentares que, ao longo dos últimos dias, vinham fazendo avaliações, deu sua opinião . Isso só reafirma e demonstra a experiência do presidente da Casa em votações“, disse a assessoria em nota.

A indicação de Messias foi rejeitada por 42 votos contrários e 34 favoráveis, além de uma abstenção, diferença exata de oito votos. Eram necessários ao menos 41 votos para a aprovação.

Nos bastidores, Alcolumbre atuou para barrar o avanço do indicado do Palácio do Planalto. A rejeição é considerada histórica, já que é a primeira vez, em 132 anos, que o Senado rejeita um nome indicado ao STF.

Após o resultado, Messias falou com a imprensa e sugeriu ter sido alvo de articulações políticas. “Passei por cinco meses de um processo de desconstrução da minha imagem. Toda sorte de mentira para me desconstruir ocorreu. Nós sabemos quem promoveu tudo isso“, disse, sem citar nomes.

A derrota ocorreu após tensões entre o presidente Lula e Alcolumbre. O senador defendia a indicação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para o STF, enquanto Lula optou por Messias, o que gerou um impasse nos bastidores desde o ano passado.

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Senado aprova nova ministra do Tribunal Superior do Trabalho e outras autoridades

Margareth Rodrigues Costa/Geraldo Magela/Agência Senado

Apesar de rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, 29, a indicação de Margareth Rodrigues Costa para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Também foram aprovadas as indicações de Tarcijany Linhares Aguiar Machado para o cargo de defensora pública-geral federal da Defensoria Pública da União (DPU), além de Márcio Barra Lima e Carl Olav Smith para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Margareth recebeu 49 votos favoráveis e 22 contrários para ocupar a vaga no TST, que foi aberta com a aposentadoria do ministro Aloysio Silva Corrêa da Veiga. Antes da votação em Plenário, a indicada passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde obteve 17 votos favoráveis e 9 contrários.

A mensagem da Presidência da República que trata da indicação recebeu parecer favorável do senador Jaques Wagner (PT-BA), que destacou que Margareth está “amplamente habilitada ao cargo“.

“Não chego sozinha. Trago, particularmente, a representatividade de muitas mulheres, muito corajosas, e também de homens que impulsionaram toda a minha trajetória“, disse a Margareth.

Tarcijany Machado, indicada para o cargo de defensora pública-geral federal, recebeu 67 votos favoráveis e oito contrários no Plenário. A decisão será comunicada ao Executivo, e a data da posse será definida pela DPU. Ela também foi sabatinada pela CCJ no mesmo dia, quando obteve 23 votos favoráveis e quatro contrários.

A Defensoria Pública da União existe para perceber e compreender as pessoas que mais precisam do Estado brasileiro. É para garantir que seus direitos sejam efetivamente reconhecidos. A história da Defensoria Pública da União, até aqui, é motivo de muito orgulho. Avançamos muito, mas ainda há muito pela frente“, afirmou Tarcijany durante a sabatina.

Durante a arguição, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) ressaltou a importância da indicação de uma mulher para a DPU e defendeu medidas para ampliar a presença feminina em cargos de comando.

Quando fazemos um levantamento sobre a participação das mulheres, sobretudo nos órgãos de cúpula no Brasil, seja no Judiciário, no Executivo ou no Legislativo, vemos uma participação minoritária, em média de 15%. Nesse sentido, precisamos reunir forças para ampliar esses espaços“, afirmou.

Também foram aprovados os dois nomes indicados para o CNMP. Márcio Barra Lima recebeu 61 votos favoráveis, quatro contrários e uma abstenção. Ele ocupará a vaga destinada ao Ministério Público Federal. Já Carl Olav Smith, indicado para a cadeira do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no CNMP, obteve 58 votos favoráveis, cinco contrários e uma abstenção. Ambos exercerão mandato até 2028.

No último dia 15, os indicados passaram por sabatina na CCJ, quando responderam a questionamentos dos senadores sobre temas como segurança pública e poder investigatório. Na comissão, foram aprovados por unanimidade, com 22 votos favoráveis, em votação por cédula.

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Presidente dos EUA reposta montagem do Estreito de Ormuz como ‘Estreito de Trump’

Donald Trump repostou imagem do Estreito de Hormuz com nome de

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, republicou nesta quinta-feira, 30, uma imagem gerada por inteligência artificial em que o Estreito de Ormuz aparece rebatizado como “Estreito de Trump”. Na montagem, embarcações cruzam livremente a passagem marítima com bandeiras norte-americanas.

A publicação ocorre em meio ao aumento das tensões na região. O fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz tem diminuído nos últimos dois meses, em razão tanto de restrições impostas pelo Irã quanto de ações dos Estados Unidos, que incluem bloqueio naval a portos iranianos e apreensões de embarcações.

Autoridades iranianas afirmaram nesta semana que uma eventual reabertura plena da rota depende do fim do conflito em curso e de garantias de segurança para a navegação na região.

Do lado americano, segundo o The Wall Street Journal, Trump orientou seus assessores a se prepararem para um bloqueio naval prolongado contra o Irã. De acordo com fontes ouvidas pelo jornal, essa estratégia é considerada menos arriscada do que a retomada de bombardeios ou uma retirada do conflito.

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Com derrota de Messias, oposição articula com Alcolumbre barrar indicações até as eleições

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)/Marcos Oliveira/Agência Senado

Com a rejeição ao nome de Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), bolsonaristas articulam com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para barrar eventuais outras indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao posto até a eleição de outubro.

Com 34 votos a favor e 42 contra, o Senado rejeitou na noite desta quarta-feira, 29, o advogado-geral da União do governo Lula para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no STF. Isso não acontecia havia 132 anos, desde 1894, e representa uma crise de grandes proporções ao Palácio do Planalto.

Senadores afirmaram ao Estadão que pediram a Alcolumbre que segure as indicações pelos próximos seis meses. Eles acreditam que, independentemente da decisão de Lula, o próximo nome precisará ser pactuado com o Senado, sob o risco de ter o mesmo destino de Messias.

Alguns parlamentares veem hoje o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) seria o único nome com consenso dentro do Senado para ser aprovado, por já ter o aval de Alcolumbre. O senador migrou no mês passado do PSD para o PSB para se lançar pré-candidato ao governo de Minas Gerais com apoio de Lula.

Acho que o Pacheco teria evitado muitas resistências que tiveram agora nessa votação. Vamos avaliar que nomes serão enviados, mas ficou claro que o processo eleitoral vai contaminar qualquer debate nesse sentido. Dificilmente haverá análise de um novo nome antes da eleição, a não ser o nome do Pacheco“, diz o senador Efraim Filho (PL-PB).

O desejo da oposição já vinha sendo exposto ao longo da sabatina de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) mais cedo. Alguns senadores manifestaram o desejo que a indicação fosse votada somente depois de definido quem vai governar o País a partir de 2027.

Os senadores Márcio Bittar (PL-AC) e Marcos Rogério (PL-RO) foram dois deles. Se o correligionário Flávio Bolsonaro vencer a eleição em outubro, a escolha seria dele, por exemplo.

Esse não seria o momento adequado para fazer essa sabatina e essa votação. Daqui a pouco vêm as eleições gerais, e o brasileiro irá às urnas para definir o rumo político do País. Então o melhor seria não votar a indicação até que o povo decida o rumo que ele quer para o Brasil“, declarou Rogério na sabatina.

Trata-se da mesma tática usada pelos parlamentares americanos do Partido Republicano contra o então presidente Barack Obama (Partido Democrata), em 2016.

Liderados por Mitch McConnell, os republicanos bloquearam a indicação de Obama naquele ano ao Supremo dos Estados Unidos, Merrick Garland, na vaga aberta por Antonin Scalia. A cadeira acabou preenchida por Donald Trump, eleito em novembro presidente pela primeira vez, com a escolha de Neil Gorsuch.

Os aliados de Trump argumentavam que, como se tratava de ano eleitoral, a escolha deveria ser feita pelo próximo eleito pelo povo. A manobra foi vista por observadores e cientistas políticos como um esgarçamento dos limites da democracia americana, com a recusa em seguir regras não escritas que permitiam a convivência respeitosa entre as instituições.

A derrota de Messias tem as digitais do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), contrariado pelo fato de Lula ter dispensado sua indicação para a vaga. Alcolumbre queria o aliado e ex-presidente da Casa, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), para o posto.

O presidente do Senado vinha se recusando a receber Messias para conversar no tradicional beija-mão pelo qual os indicados ao STF passam a fim de arregimentar apoio para a votação. Bolsonaristas dizem que Alcolumbre trabalhou até esta semana para conseguir votos contra Messias.

A derrubada da indicação estava no radar, mas o placar surpreendeu os petistas, que afirmavam confiantes minutos antes contar com até 48 votos. Messias precisava de 41 dos 81 votos.

O resultado desta quarta-feira significou uma derrota descrita como “acachapante” pelos senadores – e uma traição inesperada para Messias. Isso porque seus aliados diziam que ele recebeu apoio expresso de 36 senadores, fora os independentes que ele esperava arrebatar na votação secreta, chegando a cerca de 45 votos.

A oposição bolsonarista comemorou a votação e passou uma série de recados ao governo federal nas declarações à imprensa após o fim da sessão. Eles declaram que a noite desta quarta-feira, 29, impõe o fim do terceiro mandato de Lula.

O Senado deu recado claro de que não vai aceitar a interferência de outros poderes, independente da pessoa que teve seu nome rejeitado“, disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República.

Messias acompanhou a votação junto da esposa e de membros do governo e do PT no gabinete da liderança do governo no Senado, e falou com a imprensa em seguida. Ele admitiu que “não é fácil passar pela reprovação“.

Passei cinco meses de desconstrução da minha imagem (…) mas creio que muita coisa boa acontecerá na minha vida“, disse o ministro da AGU. Ele não apontou responsáveis pelo resultado da votação, mas disse: “Sabemos quem fez isso“.

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Taxa de desemprego fica em 6,1% no trimestre encerrado em março, afirma IBGE

Carteira de Trabalho Digital
/Marcelo Camargo/Agência Brasil

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, de acordo com os dados que constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou perto do teto das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de piso de 5,9% a teto de 6,2%, com mediana de 6%.

A taxa de desemprego no País voltou a subir, passando de 5,8% no trimestre terminado em fevereiro para 6,1% no trimestre encerrado em março. O resultado foi o mais elevado desde o trimestre terminado em maio de 2025, quando estava em 6,2%.

Porém, a taxa de desocupação está no patamar mais baixo para trimestres encerrados em março em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,0%.

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Derrota de Messias impõe dilema a Lula sobre nova indicação

A derrota de Jorge Messias no Senado impõe um dilema ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com as eleições próximas e o tempo escasso para uma nova votação ainda este ano, o Planalto avalia dois caminhos: forçar uma indicação imediata em rito acelerado ou adiar a decisão para o ano que vem, correndo o risco de deixar a escolha para uma nova gestão.

Senadores da base do governo ouvidos pela CNN entendem que o Planalto precisa fazer um cálculo político para uma possível nova indicação. Eles consideram que Lula pode partir para o enfrentamento ao Senado e apresentar um novo nome na tentativa de capitalizar politicamente o embate.

A ideia seria indicar um nome mais palatável que, em caso de nova rejeição, desgastaria a imagem do Congresso como um agente político com intenção deliberada de prejudicar o Executivo. Uma possibilidade, por exemplo, seria indicar atendendo à cobrança de movimentos sociais que, desde o início da gestão petista, pleiteiam maior presença feminina no Supremo. Atualmente, o STF conta apenas com Cármen Lúcia e outros nove ministros.

Essa alternativa, no entanto, colide com a postura do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Segundo parlamentares ouvidos pela reportagem, o senador tem sinalizado que não pretende submeter a plenário nenhum outro nome indicado pelo governo antes das eleições.

Nesse caso, a votação poderia ocorrer no final deste ano, após o pleito, ou ficaria para o ano que vem, já sob uma nova composição da Casa Alta. Interlocutores da base governista entendem que, se Alcolumbre seguisse esse caminho, reforçaria a narrativa do Planalto de que o “Congresso é inimigo do povo” e quer barrar o trabalho do governo.

O lema foi amplamente difundido pela ala governista nas redes sociais durante a aprovação do PL (Projeto de Lei) da Dosimetria, que reduz as penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A sessão para derrubar o veto presidencial está marcada para esta quinta-feira (29), com alta chance de aprovação.

A outra alternativa de Lula é deixar a indicação para o próximo governo — seja para um eventual quarto mandato do petista ou para um novo presidente. Essa possibilidade, no entanto, é vista por congressistas como uma forma de “acusar o golpe” e admitir que o Congresso hoje é dominante em relação ao Executivo.

Caso fique sem um novo nome até 2027, um tabu será quebrado: o STF passará mais de um ano com a composição incompleta. Desde 2002, o maior período em que a Corte atuou com um desfalque foi em 2021, após a indicação de André Mendonça. Naquela ocasião, o Supremo aguardou 140 dias até ter as 11 cadeiras preenchidas novamente.

Reunião

Logo após ser rejeitado pelo Senado, nesta quarta-feira (29), Jorge Messias, se reuniu com Lula no Alvorada. Também participam da reunião o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, após quase duas horas de reunião, o governo não chegou a conclusão sobre caminho seguir.

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Afogados: servidores municipais recebem salários nesta quinta (30)

Os servidores públicos vinculados a todas as secretarias e autarquias municipais recebem seus vencimentos nesta quinta (30), referentes ao mês de Abril. Também recebem nesta quinta, aposentados e pensionistas com vencimentos acima de R$ 3 mil.

Nesta quarta (29), a Prefeitura de Afogados concluiu o pagamento dos aposentados e pensionistas com vencimentos de até R$ 3 mil.

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