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Datafolha em Pernambuco: Lula tem 55% e Flávio Bolsonaro, 24% no primeiro turno

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste sábado (12) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, com 55% das intenções de voto entre os eleitores de Pernambuco. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 24%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e é o segundo divulgado pelo Datafolha após o início das campanhas eleitorais.

Na sequência aparecem os candidatos Augusto Cury (Avante), com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que têm 2% cada. Samara Martins (UP) tem 1%.

Romeu Zema (Novo), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. A pesquisa ainda mostra que os eleitores que votariam nulo, branco e ou não votariam somam 8%. 3% afirmaram estar indecisos.

O Datafolha ouviu 1.204 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os números de registro na Justiça Eleitoral são PE-04411/2026 e BR-01833/2026.

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Datafolha: 76% afirmam que há poder excessivo no STF; maioria diz que não mudou voto após crise

 /Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Para 76% dos brasileiros, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) possuem poderes excessivos, mostra pesquisa Datafolha. O levantamento ouviu 2002 eleitores de 125 cidades entre terça-feira, 8, e quinta-feira, 10, ou seja, em meio a maior crise institucional da história da Corte e seus desdobramentos, que ainda estão vindo à tona.

Outros 18% ouvidos pela pesquisa disseram que discordam que os ministros tenham poderes demais no País. Já 3% afirmaram não concordar nem discordar da frase, enquanto outros 4% não souberam responder.

A mesma pesquisa constatou, porém, que 71% dos eleitores avaliam o Supremo como essencial para a democracia. Para 77% dos eleitores, contudo, a população acredita menos na Corte hoje do que no passado.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01833/2026.

MUDANÇA DE VOTO

O levantamento do Datafolha também revelou que a maioria dos eleitores do País não mudou ou não irá mudar seu voto nas eleições presidenciais após os recentes escândalos envolvendo ministros do Supremo.

Questionados sobre se a revelação de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, poderia mudar a escolha para presidente, 85% responderam que não. Outros 7% disseram que não mudaram a escolha, mas deixaram dúvida sobre em quem votar para presidente. Apenas 4% disseram que as revelações contra Moraes fizeram mudar o voto, mesma proporção daqueles que não souberam responder à pergunta.

O Datafolha também questionou os eleitores sobre o impacto do pedido de investigação contra outro ministro da Corte, André Mendonça, por supostos vazamentos seletivos das investigações sobre o Master. Para 86% dos respondentes, o pedido de investigação não alterou ou irá alterar o voto. Outros 7% afirmaram que o episódio não mudou a preferência eleitoral, mas deixou dúvida sobre em quem votar, enquanto apenas 2% disseram que mudaram de voto. Outros 4% não souberam responder.

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Raquel Lyra defende programa de creches em meio a cobranças por entregas de unidades

Raquel Lyra participou de bate-papo no comitê do candidato ao Senado Túlio Gadêlha/Foto: Sandy James/DP Foto

Em meio às cobranças pelo ritmo de entrega das creches prometidas pelo Governo de Pernambuco, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a defender, neste sábado (12), o programa lançado por sua gestão. Durante o Papo 555, realizado no comitê de campanha de Túlio Gadêlha (PSD), candidato ao Senado, Raquel afirmou que as unidades começaram a ser entregues e destacou o impacto que os equipamentos podem ter na rotina das mães.

Para Raquel, a abertura das creches também permite que as mães tenham mais autonomia para trabalhar e tocar outros projetos. “Cinco refeições por dia, o direito a aprender a ler e escrever na idade certa, e você, o direito a poder também seguir sua vida, poder construir um projeto de vida para você e para os seus”, disse.

Uma das principais promessas da gestão Raquel Lyra para a educação infantil, o programa prevê a construção de creches em diferentes municípios pernambucanos. Neste sábado, a candidata afirmou que cada unidade representa um investimento de cerca de R$ 6 milhões, com dez salas de aula, espaço multiuso, ar-condicionado e placas de energia solar.

Raquel também associou a criação do programa à própria experiência como mãe. Ao tratar do impacto das creches na vida das mulheres, a governadora deu um recorte de gênero à iniciativa. “A questão da creche vem muito do fato de ser mãe também. E, mulher para mulher, foi preciso chegar uma governadora mulher para a gente poder cuidar uma da outra”, declarou.

Túlio em defesa da “política boa”

Anfitrião do encontro, Túlio Gadêlha aproveitou a abertura do encontro para defender uma maior participação popular nas decisões do poder público. Candidato ao Senado na chapa de Raquel, ele afirmou que a proposta da programação era reproduzir, durante a campanha, uma dinâmica de escuta que, segundo ele, marcou a relação com a governadora ao longo do mandato.

Ouvir para mudar. Porque as boas escolhas que nós fazemos, as boas decisões que nós tomamos, a gente toma quando a gente escuta quem está na ponta”, afirmou.

A partir dessa ideia, Túlio defendeu que a participação da população não se encerre nas urnas. Para o candidato, a construção de políticas públicas e a definição de investimentos também devem passar pela escuta da sociedade.

A gente precisa fortalecer a democracia, transformando ela cada vez mais em democracia participativa, chamando as pessoas para participar, para dar opinião, para dizer o que é que elas acham que precisa mudar”, disse.

Ao final, o candidato fez uma defesa da própria atividade política e afirmou que a transformação da realidade depende também da participação da sociedade.

A política pode ser um bom lugar para a gente mudar a realidade, deve ser esse lugar. A política boa existe e a gente tem que construir ela junto, não esperar que alguém construa para a gente”, concluiu.

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Flávio Bolsonaro confirma agenda com caminhada e comício no Recife Antigo

A caminhada está marcada para as 16h22, com concentração no Marco Zero/Foto: Vittor Sales

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) definiu os detalhes da passagem do candidato à Presidência por Pernambuco na próxima quarta-feira (16). O presidenciável desembarcará no Recife para uma série de compromissos políticos que terá como principal ato uma caminhada pelo Bairro do Recife, seguida de comício, ao lado de Mendonça Filho (PL), candidato ao Senado por Pernambuco.

A programação, confirmada neste sábado (12) pela equipe de Mendonça Filho, será concentrada na capital pernambucana. Antes de encontrar apoiadores nas ruas, Flávio terá duas reuniões fechadas: uma com candidatos a deputado estadual e federal e outra com pastores e lideranças religiosas.

A caminhada está marcada para as 16h22, com concentração no Marco Zero. De lá, Flávio, Mendonça e aliados seguirão em direção ao Cais da Alfândega, onde será realizado um comício. A campanha pretende reunir no ato lideranças políticas e movimentos de direita de diferentes regiões do estado.

“Nós convocamos todos da direita no estado para se juntarem a nós para fazermos um grande evento no Recife”, afirmou Mendonça Filho.

Santa Cruz sai da agenda

A definição representa uma mudança em relação ao roteiro que vinha sendo articulado para a passagem de Flávio por Pernambuco. Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, chegou a ser incluída na programação e seria a primeira parada do presidenciável no estado, antes do deslocamento para o Recife.

A escolha do município carregava um componente eleitoral: Santa Cruz foi a única cidade pernambucana onde Jair Bolsonaro venceu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial de 2022.

O compromisso no Agreste, no entanto, foi retirado da agenda. Flávio cumprirá uma programação pela manhã em Juazeiro do Norte, no Ceará, e seguirá depois para Pernambuco. Com a alteração, os compromissos no estado ficarão restritos ao Recife.

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Justiça Eleitoral permite conteúdo de João Campos que questiona salário de Raquel Lyra

Campanha de Raquel afirma que a governadora abriu mão do subsídio do cargo eletivo e optou pela remuneração da carreira de procuradora do Estado/Fotos: Sandy James e Karol Rodrigues/DP Foto

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) permitiu, neste sábado (12), a veiculação de conteúdo da campanha de João Campos (PSB) que questiona a remuneração recebida pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD). O salário da adversária passou a fazer parte da narrativa do socialista nos últimos dias; João acusou Raquel de ser “fura-teto” durante debate em Caruaru.

No material de campanha, João questiona o fato de Raquel receber cerca de R$ 60 mil mensais após optar pela remuneração da carreira de procuradora do Estado, em vez dos R$ 22 mil previstos para o cargo de governadora. As alegações também foram reunidas em um site criado pela Frente Popular e dedicado ao tema.

A coligação sustenta que Raquel não poderia receber os vencimentos do cargo de origem durante o exercício do mandato. Para embasar a tese, cita o artigo 38 da Constituição Federal e afirma que a possibilidade de escolha da remuneração é prevista para prefeitos e, em determinadas situações, vereadores.

A questão, no entanto, envolve uma controvérsia explorada pela campanha do PSB. Raquel optou pela remuneração da carreira de procuradora do Estado, enquanto João questiona a possibilidade de manutenção desses vencimentos durante o mandato de governadora.

Raquel reage e diz que remuneração está “dentro da lei”

Após as acusações ganharem espaço na campanha, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais para rebater João. Na gravação, a campanha afirma que a governadora abriu mão do subsídio do cargo eletivo e optou pela remuneração da carreira de procuradora do Estado.

Raquel escolheu o salário de procuradora concursada e abriu mão do salário de governadora. Tudo dentro da lei, como Raquel sempre faz, sem ultrapassar o teto salarial permitido pela Constituição”, afirma o vídeo publicado no perfil da candidata.

A publicação também menciona a trajetória profissional de Raquel antes da entrada na política, citando as passagens como advogada concursada do Banco do Nordeste e delegada da Polícia Federal, além da carreira de procuradora do Estado.

O vídeo ainda aborda o patrimônio declarado por Raquel à Justiça Eleitoral. A publicação afirma que os bens foram conquistados ao longo da trajetória profissional da governadora e contesta as acusações feitas pelo adversário sobre o tema.

Na parte final, a peça eleva o tom contra João e o acusa de divulgar informações falsas para obter vantagem eleitoral.

João está desesperado e tenta enganar o povo para conseguir votos. É um comportamento típico de quem não está preparado para ser governador e só comprova sua falta de maturidade”, afirma o vídeo.

Justiça mantém fora do ar peça de Raquel contra João

No mesmo fim de semana em que a remuneração da governadora passou a alimentar a troca de acusações entre as campanhas, outra disputa envolvendo Raquel e João chegou ao TRE-PE. A Justiça Eleitoral determinou a suspensão de uma propaganda da candidata à reeleição que associava o socialista ao episódio conhecido como “fura-fila”, envolvendo um concurso público da Prefeitura do Recife.

Na propaganda, a campanha de Raquel afirmava que, depois de um juiz anular uma operação que, segundo a peça, investigava a Prefeitura do Recife, João teria tentado nomear o filho do mesmo magistrado para o cargo de procurador judicial do município. A inserção dizia ainda que a vaga era destinada a uma pessoa com deficiência e tinha salário de R$ 30 mil.

Ao analisar o pedido apresentado pela Frente Popular, o desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo considerou, em decisão liminar, que a propaganda organizava acontecimentos distintos de maneira a sugerir uma relação de favorecimento que não estava demonstrada pelos documentos apresentados.

A liminar determinou a retirada imediata da inserção da programação e do plano de mídia das emissoras e proibiu nova veiculação da peça enquanto a decisão estiver vigente. O pedido de direito de resposta apresentado pela Frente Popular não foi concedido naquele momento e ficou para análise posterior, após a apresentação da defesa.

Posteriormente, a determinação foi estendida à publicação do mesmo vídeo no Instagram de Raquel. A ordem incluiu a retirada da postagem, a interrupção do impulsionamento e multa de R$ 1 mil por hora em caso de descumprimento.

A coligação Pernambuco de Coração recorreu ao TRE-PE por meio de mandado de segurança e pediu que tanto a inserção televisiva quanto a publicação nas redes sociais voltassem ao ar. Neste sábado, porém, o desembargador plantonista Breno Duarte Ribeiro de Oliveira indeferiu o pedido liminar.

Na decisão, o magistrado considerou que a suspensão não representa uma proibição genérica de abordar o episódio. Segundo ele, a determinação alcança especificamente a peça questionada e não impede que os fatos relacionados ao concurso sejam discutidos por meio de outros conteúdos. O desembargador também afastou, nesta análise inicial, a alegação de censura ou de limitação ilegal do debate eleitoral.

Com a decisão deste sábado, permanecem em vigor as determinações que suspenderam a peça na televisão e nas redes sociais. O mérito do pedido de direito de resposta apresentado pela Frente Popular ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.

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Fachin assume relatoria da discussão sobre suposta relação entre Moraes e Vorcaro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, assumiu a relatoria da discussão sobre a suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e determinou a remessa à Presidência da Corte dos processos relacionados às investigações sobre as fraudes do INSS e do banco Master.

Com isso, os dois casos ficarão paralisados até nova decisão de Fachin. O ministro pode decidir se assume também a relatoria das duas investigações depois que o material chegar à Presidência ou pode submeter a decisão ao plenário do STF.

Pelo mesmo fundamento, e considerando o teor da manifestação do e. Min. Alexandre de Moraes (eDOC 11, p. 20, nesta PET 16704), determino a remessa à Presidência das PETs 15.041 e 15.556, com todos os processos a elas relacionados.

Considerando a possibilidade de o resultado da deliberação da PET 16.662 ensejar a aplicação do art. 144, IV, do Código de Processo Civil, determino, com fundamento no art. 13, XV, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, à Secretaria Judiciária, que substitua a relatoria da PET 16.662 para a Presidência do Supremo Tribunal Federal.

Na terça, a Corte vai discutir o relatório da Polícia Federal (PF) feito a pedido do ministro André Mendonça que apontou uma suposta relação entre Moraes e o ex-banqueiro preso.

Ao assumir a relatoria do caso Moraes, Fachin passa a conduzir as medidas que serão adotadas nesse procedimento.

A medida também deve impactar o rito da sessão que vai decidir se abre ou não investigação contra Moraes. Cabe ao relator apresentar para o plenário um resumo (relatório) dos principais fatos em análise. O relator também é o primeiro a votar, definindo se serão analisadas questões preliminares primeiro (processuais) e só depois o mérito, por exemplo. O ministro-relator também é o primeiro a votar, podendo guiar a análise pelo plenário.

O caso no STF é inédito e o rito da sessão será definido e anunciado por Fachin. A sessão será transmitida pela TV Justiça e acesso restrito ao plenário.

Na sessão, os ministros vão discutir a validade do relatório da PF. O documento sofreu críticas de alguns ministros da Corte. Na avaliação deles, Mendonça pediu para investigar um colega sem autorização do plenário.

Os ministros também vão decidir sobre o pedido de nulidade da Procuradoria-Geral da República (PGR) e devem definir se será aberta ou arquivada investigação contra Moraes.

A PGR argumentou que Mendonça não deveria ter solicitado apuração sobre o destinatário das mensagens do ex-banqueiro, sem um pedido do Ministério Público ou da própria PF, e também que a competência para decidir sobre a eventual apuração envolvendo Moraes é do plenário do STF.

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A três semanas da eleição, Raquel reúne prefeitos para alinhamento e mobilização da campanha

Encontro acontece no Mar Hotel, na zona sul do Recife/Foto: Elaine Guimarães/DP Foto

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), reuniu prefeitos aliados neste sábado (12), no Mar Hotel, na Zona Sul do Recife, em um encontro voltado ao alinhamento e à mobilização da campanha a três semanas do primeiro turno das eleições. A reunião não constava na agenda oficial da governadora.

Antes do encontro, gestores municipais defenderam uma atuação mais intensa nas cidades para ampliar a campanha de Raquel. Presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Aliança, Pedro Freitas afirmou que os prefeitos precisam estar com o “discurso alinhado” e levar aos eleitores as ações realizadas pelo governo estadual em cada região.

A gente precisa estar atualizado do que está acontecendo em todas as regiões para passar a melhor mensagem para a população, a mensagem do que se transformou Pernambuco, quais são os pontos que a gente precisa defender”, afirmou.

Freitas defendeu que os gestores aliados assumam diretamente o papel de mobilização eleitoral nos municípios. “Cada prefeito, cada prefeita precisa pegar esse recorte, precisa ir à rua, conversar com o eleitor, pedir o voto”, declarou.

Segundo o presidente da Amupe, a participação dos prefeitos é importante para associar entregas realizadas nos municípios à gestão estadual e reforçar a parceria com o governo. “A grande missão de uma campanha eleitoral é pedir o voto do eleitor, é dizer o que fez, é dizer quem é parceiro, quem contribuiu para aquela conquista e fazer o pedido”, disse.

“A gente precisa reeleger, precisa dar esse voto de confiança. É isso que a gente não só tem feito, mas vai continuar fazendo até o dia da eleição”, acrescentou.

A prefeita de Olinda, Mirella Almeida, também afirmou, antes de entrar na reunião, que ainda não conhecia oficialmente a pauta do encontro, mas esperava uma discussão sobre as estratégias para os últimos dias da campanha. Segundo ela, a expectativa inicial era de uma conversa restrita a gestores da Região Metropolitana do Recife, mas a reunião reuniu prefeitos de outras partes do estado.

“Com certeza a gente deve falar sobre os próximos dias, o ritmo que vai acelerando dessa eleição que está chegando. Então, a gente deve debater um pouco sobre as estratégias. Também achei que era da Região Metropolitana, mas hoje eu entendi que é geral”, afirmou.

Mirella também destacou o peso eleitoral da Região Metropolitana nesta reta final e disse que os aliados pretendem contribuir para ampliar a campanha da governadora. “A Região Metropolitana contém uma concentração muito importante do eleitorado pernambucano e a gente está aqui para ajudar ela nessa caminhada”, declarou.

“Dar aquele gás”

Ex-vice-prefeito de Raquel Lyra em Caruaru e atual prefeito do município, Rodrigo Pinheiro também participou da reunião. Aliado da governadora, ele definiu o encontro como um momento de “alinhamento e engajamento” e afirmou que a intenção é reforçar a mobilização nesta reta final da disputa.

A gente vai escutar mais uma vez a governadora nessa reta final, faltando três semanas. É só para dar aquele gás e contar com o apoio dos prefeitos que ela já tem”, afirmou.

Pinheiro disse ainda que a participação dos gestores municipais ajuda a ampliar a presença da campanha pelo estado. Questionado sobre a força do apoio de prefeitos aliados, afirmou que a mobilização é “importante para dar volume à campanha e levar o nome de Raquel ainda mais longe, cobrindo todo o território de Pernambuco”.

O prefeito de Caruaru também comentou os resultados das pesquisas eleitorais que colocaram Raquel à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo governo estadual. Apesar da vantagem registrada nos levantamentos, disse que o cenário não permite redução do ritmo da campanha.

Estar na frente é bom, é ótimo. Foi assim também comigo lá na minha reeleição. Apesar de que a diferença foi muito maior quando abriu as urnas, eu tenho certeza que não vai ser diferente também com Raquel agora”, declarou.

A gente tem que contar com o engajamento dos candidatos a deputado, também dos demais candidatos a senadores, enfim, da majoritária e, claro, dos prefeitos que são aliados de primeira hora”, acrescentou.

Pinheiro foi além e repetiu uma previsão feita ainda após sua reeleição à Prefeitura de Caruaru, em 2024: a de que Raquel vencerá a disputa estadual já no primeiro turno.

A campanha de Raquel Lyra já tomou conta de todo Pernambuco. Em Caruaru, a cidade está roxa e a gente vai contribuir ainda mais para espalhar e ratificar o nome dela, para ela ser eleita, como eu disse na minha reeleição em 2024, na primeira entrevista que eu dei, que ela seria reeleita e vai ser no primeiro turno”, afirmou.

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João Campos percorre Agreste e promete ações para água e estradas

Chapa da Frente Popular de Pernambuco durante agenda neste sábado (12)/Foto: Edson Holanda

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) iniciou, neste sábado (12), uma série de agendas de campanha pelo Agreste Setentrional. Em passagens por Orobó e Casinhas, o socialista participou de carreatas e voltou a apresentar propostas voltadas ao abastecimento de água, à infraestrutura rural e à agricultura familiar.

João esteve acompanhado do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT), além de lideranças políticas da região. A programação da Frente Popular prevê ainda compromissos em Bom Jardim e Surubim ao longo deste sábado.

Em Orobó, o candidato destacou a proposta de zerar o IPVA das motocicletas em Pernambuco e prometeu investimentos para ampliar o acesso à água no município e na região.

A gente está feliz e animado. A partir do ano que vem, Orobó vai ter um amigo governador. Nós vamos zerar o IPVA das motos do Estado de Pernambuco, vamos trazer água aqui para a região e vamos cuidar do povo. No tempo de Arraes e Eduardo, quem mandava era o povo. E, a partir do ano que vem, não vai ser a força do dinheiro nem do poder, vai ser a força do povo”, afirmou.

Estradas e abastecimento

Durante a passagem pelo Agreste Setentrional, João também citou as condições das estradas e a falta d’água entre os problemas que pretende enfrentar caso seja eleito. Segundo o candidato, as dificuldades de infraestrutura afetam tanto o deslocamento dos moradores quanto o escoamento da produção rural.

Quem vive aqui no Agreste Setentrional conhece esses problemas de perto. Sabe o que uma estrada ruim representa para quem precisa trabalhar, levar a produção, levar um filho para a escola ou chegar a uma unidade de saúde. E sabe também o peso da falta d’água dentro de casa”, declarou.

João defendeu ainda uma atuação conjunta do Governo do Estado com as prefeituras. “O governador precisa estar perto, trabalhar junto com os municípios e fazer as coisas acontecerem. É assim que a gente quer governar Pernambuco”, acrescentou.

Entre as propostas apresentadas pela campanha estão a pavimentação e a manutenção de estradas vicinais, com foco em áreas de agricultura familiar, assentamentos, cooperativas e agroindústrias. O programa também prevê a construção e recuperação de passagens molhadas e pontilhões.

Na área de abastecimento, o candidato propõe ampliar o uso de cisternas, poços, reservatórios e pequenos sistemas de distribuição para atender comunidades rurais. Para a agricultura familiar, as propostas incluem ampliação da assistência técnica e do acesso ao crédito, além de apoio a cooperativas e associações.

Após as agendas em Orobó e Casinhas, João Campos segue para Bom Jardim e Surubim, onde dá continuidade à programação de campanha no Agreste Setentrional.

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PF detalha viagens pagas por Vorcaro para Ciro com hospedagem “royal”

PF detalha viagens pagas por Vorcaro para Ciro com hospedagem "royal" | CNN  Brasil

Relatório da PF (Polícia Federal) que teve sigilo retirado na última sexta-feira (11) após determinação do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), mostra destalhes de viagens pagas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

A primeira viagem foi para Nova York, em maio de 2024. Foram reservadas suítes no hotel Park Hyatt New York entre os dias 11 e 15, para Vorcaro e convidados, incluindo Ciro e o ex-ministro Fábio Faria.

Os custos de hospedagens na suíte “royal” foi de US$ 47,7 mil, o equivalente a R$ 245,1 mil. As diárias unitárias eram de US$ 4,7 mil.

Além da estadia, os documentos detalham gastos com eventos privados, como uma degustação de uísque e charutos no The Carnegie Club, no valor total de cerca de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,25 milhões), sendo que apenas a aquisição de bebidas foi de US$ 674,7 mil.

Viagem aos Alpes Franceses

A segunda viagem aconteceu em janeiro de 2025, no período entre os dias 11 e 26. Ciro e sua mulher se hospederam na estação de esqui dos Alpes Franceses, inicialmente no Hotel K2 e depois no Chalet Grand Charlot.

Vorcaro custeou integralmente os serviços de aluguel de equipamentos, instrutores, motoristas e pagamentos diários em restaurantes de luxo, segundo a PF.

Foram identificadas despesas específicas de R$ 63 mil e de R$ 58,5 mil.

Mensagens mostam que Vorcaro ordeu a manutenção do pagamento das contas do casal mesmo após sua própria partida do local. Os gastos totais no período somaram aproximadamente R$ 1,8 milhão.

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Jaques Wagner se recusou a fornecer senhas de celulares, diz PF

Wagner recusou fornecer senhas de celulares apreendidos, diz PF | Se Ligue  Bahia

O senador Jaques Wagner (PT-BA) e ex-líder do governo Lula (PT) no Senado se recusou a fornecer à PF (Polícia Federal) as senhas de dois celulares apreendidos durante uma operação realizada em sua casa, em Salvador, em 18 de junho, segundo relatório da corporação.

O documento foi tornado público nesta sexta-feira (11), após o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), ampliar a retirada de sigilo de processos relacionados ao caso Master. A medida atendeu a um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Segundo o relatório da diligência, os agentes recolheram logo no início da busca um celular Samsung preto e outro aparelho branco. “O investigado negou o fornecimento de senhas dos aparelhos”, registrou a PF.

A busca foi cumprida no âmbito da 9ª fase da Operação Compliance Zero, investigação que apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros envolvendo o Banco Master e seu ex-controlador, Daniel Vorcaro.

No caso de Wagner, a PF investiga a relação do senador com Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro, e apura se o parlamentar recebeu vantagens indevidas de empresários e estruturas ligadas ao banco. Entre os episódios investigados estão viagens em aeronaves particulares, ingressos para shows e a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador.

Durante a diligência, a PF também apreendeu R$ 16,5 mil, US$ 16.795 e € 39.675 em espécie, além de diversos relógios de luxo. Parte do dinheiro foi encontrada em uma mala atribuída ao senador e outra parte em um cofre no closet de sua mulher.

Segundo a PF, Wagner afirmou que os valores eram usados em viagens. Sobre os relógios, disse que os adquiriu ao longo dos anos. O relatório registra que ele não apresentou notas fiscais dos bens durante a busca.

Chamou ainda a atenção a grande quantidade de relógios de alto valor na residência do investigado. Questionado sobre as suas aquisições, informou que adquiriu ao longo dos anos, contudo, não apresentou nota fiscal de qualquer bem. Assim, foram arrecadados e posteriormente apreendidos os bens referidos no presente Relatório, cujo valor econômico somente poderá ser aferido com precisão após a realização das perícias cabíveis“, escreveu a PF.

A CNN procurou a defesa de Jaques Wagner para comentar as informações, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

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Defesa de Flávio tentou 4 vezes tirar Dark Horse de Dino e levar a Mendonça

Os advogados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, tentaram ao menos quatro vezes, em poucas semanas, concentrar no ministro André Mendonça as investigações que dizem respeito ao financiamento do filme Dark Horse no STF (Supremo Tribunal Federal).

O início da ofensiva da defesa de Flávio Bolsonaro foi revelado pela CNN no início de julho. Entre os dias 3 e 28 daquele mês foram enviados quatro pedidos ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, solicitando que Mendonça concentrasse todos as frentes de investigação sobre o caso.

O primeiro pedido dos advogados do candidato foi feito após o ministro Flávio Dino autorizar a Polícia Federal a investigar o repasse de emendas parlamentares a empresas vinculadas à produtora do filme.

Naquele momento, não havia investigação aberta contra o candidato no STF sobre Dark Horse. O inquérito contra Flávio Bolsonaro foi aberto em 22 de julho por Mendonça e a decisão que autorizou a investigação foi tornada pública nesta sexta-feira (11).

O candidato do PL à Presidência é investigado pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos no âmbito do financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL).

Os advogados do candidato sustentaram no primeiro pedido feito a Fachin que Mendonça já relatava outras duas petições que tratavam do caso Dark Horse no STF e que, por isso, demais casos deveriam ficar concentrados em seu gabinete. O argumento foi reforçado nas demais solicitações.

Dino concentra no STF a relatoria de uma série de processos que investigam suspeitas em repasses de emendas parlamentares a empresas, entidades e ONGs. Mendonça é responsável por conduzir as investigações sobre as fraudes do Banco Master e de Daniel Vorcaro.

Demonstrou-se que o protocolo das petições no âmbito da ADPF nº 854 [de relatoria de Dino] não se deu por acaso, mas se tratou de verdadeira manipulação das regras de competência, a fim de criar uma prevenção artificial e inexistente do Exmo. Min. Flávio Dino para os fatos”, afirmaram os advogados em outro pedido.

Antes mesmo de direcionar a ofensiva contra Fachin para tirar de Dino qualquer investigação sobre Dark Horse e concentrar em Mendonça, a defesa de Flávio atuou para que o candidato não fosse investigado pelo ministro Alexandre de Moraes.

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PGR reforça pedido para que todos os ministros do STF tenham acesso integral aos dados extraídos do celular de Vorcaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou neste sábado (12) nova manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, defendendo que todos os ministros da Corte tenham acesso integral dos dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro antes do julgamento marcado para terça-feira (15).

No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, reitera posição apresentada na véspera e afirma considerar relevante que os integrantes do tribunal conheçam previamente “a integralidade dos dados necessários” para formar convicção sobre o caso.

Da mesma forma, parece-nos relevante, sobretudo e especialmente dadas as peculiaridades da causa, que todos ministros tenham conhecimento prévio da integralidade dos dados necessários para a formação de juízo sobre o tema posto em debate“, escreveu Gonet.

A manifestação também é assinada pelo subprocuradores-gerais da República Antônio Edílio Magalhães Teixeira e André de Carvalho Ramos, e pelo vice-procurador-Geral da República Hindemburgo Chateaubriand Filho, que fez o primeiro pedido de acesso total aos dados do Master.

O pedido da PGR ocorre um dia depois de os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes se manifestarem pelo acesso integral dos dados extraídos do celular de Vorcaro.

Eles defenderam que o conteúdo completo do aparelho seja compartilhado com todos os integrantes do STF antes da sessão que analisará relatório da Polícia Federal sobre mensagens trocadas entre o ex-banqueiro e Moraes.

Nesta sexta (11), Gilmar Mendes enviou ofício a Fachin sustentando que o acesso restrito ao material compromete a colegialidade do tribunal e pediu que, caso o ministro André Mendonça não disponibilize os arquivos, a Presidência do STF solicite diretamente à Polícia Federal o envio das cópias aos gabinetes dos ministros.

A ofensiva de Gilmar Mendes se somou a movimentos feitos por Cristiano Zanin e por Alexandre de Moraes:

  • Zanin acionou Fachin cobrando acesso à íntegra do espelhamento do telefone de Vorcaro, um iPhone 17 Pro apreendido pela PF, argumentando que o plenário precisa conhecer o contexto integral dos dados antes de julgar o caso.
  • André Mendonça informou a Fachin que o aparelho físico original não está sob sua posse, mas sim guardado nos depósitos da própria PF para preservar a cadeia de custódia da prova. O relator declarou que possui apenas uma cópia de segurança em disco rígido criptografado, enviada pela PF em março de 2026, que permanece intacta e lacrada.
  • Em novo ofício, Zanin contestou a justificativa de Mendonça, sustentando que o lacre de uma cópia de segurança não impede o compartilhamento com os demais julgadores, lembrando ainda que a própria defesa de Vorcaro já obteve acesso à integralidade do material. Moraes reforçou o pedido e afirmou que “não cabe ao relator escolher quais os documentos acessíveis ao colegiado”.
  • Com o novo documento enviado a Fachin, Gilmar Mendes consolidou a pressão sobre o relator para que o conteúdo seja destravado, seja por via do gabinete de Mendonça ou diretamente pela PF, antes da sessão de terça-feira.

Em outro ofício, o próprio Moraes reforçou o pedido de Zanin. “Não cabe ao ministro relator escolher quais os documentos acessíveis ao Colegiado para realizar seu julgamento“, declarou.

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Fachin nega julgar Moraes e Mendonça juntos e marca sessão do relator do Master para 23 de setembro

O presidente do STF, Edson Fachin, negou neste sábado (12) o pedido de Alexandre de Moraes para julgar conjuntamente investigações envolvendo ele e André Mendonça.

A sessão de terça-feira (15) analisará mensagens de Daniel Vorcaro a Moraes. O caso sobre Mendonça foi agendado para 23 de setembro.

Moraes apontou “risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual”. Ele alegou que as pautas deveriam ser unificadas.

Ele também acusou Mendonça de fazer uma “escolha seletiva” na divulgação de dados. Segundo Moraes, foram ocultados cerca de 180 arquivos do tribunal.

Fachin justificou que as ações estão em fases distintas. As investigações envolvem supostas fraudes no Banco Master e financiamento de filme sobre Jair Bolsonaro.

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Datafolha: governo Lula é desaprovado por 50% dos eleitores; 47% aprovam

O presidente Lula (PT)

A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que 50% dos eleitores desaprovam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 47% aprovam.

O instituto também questionou aos eleitores sobre suas avaliações do atual mandato, ao que 42% avaliaram o governo do presidente Lula negativamente (como “ruim” ou “péssimo”). Já aqueles que veem a gestão do petista de forma positiva (“boa” ou “ótima”) formam 32%.

Outros 25% dos entrevistados avaliam o terceiro mandato de Lula como “regular”, enquanto 1% dos eleitores está indeciso.

Metodologia

A pesquisa Datafolha entrevistou 1.610 eleitores de São Paulo entre os dias 18 e 21 de agosto, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e Grupo Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-01806/2026.

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Datafolha: 75% estão decididos sobre voto para presidente e 25% ainda podem mudar

Datafolha: 1 em cada 4 eleitores diz que pode mudar o voto para presidente  – CartaCapital

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que 75% dos brasileiros se consideram totalmente decididos sobre seu voto para a Presidência da República, enquanto 25% admitem que ainda podem mudar. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

  • Entre os eleitores de Lula (PT), 84% dizem estar totalmente decididos. No grupo que declara voto em Flávio Bolsonaro (PL), esse índice é de 81%. São os eleitores mais convictos.
  • Em seguida, entre os eleitores de Renan Santos (Missão), 58% se dizem decididos. Em comparação com a última pesquisa, quando apenas 35% estavam totalmente decididos, o candidato teve uma recuperação nos apoiadores fidelizados.
  • Entre os eleitores de Ronaldo Caiado, 49% estão decididos e 51% ainda podem mudar. No caso de Augusto Cury (Avante), 43% estão decididos e 57% avaliam que ainda podem mudar de voto.

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.

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