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Presidente da Fifa responde críticas à Copa 2026: ‘Futebol não é política, é união’

 Gianni Infantino, presidente da FIFA/ AFP

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, decidiu responder às críticas que acompanharam a Copa do Mundo com uma defesa enfática do torneio e uma mensagem direta aos seus opositores. Em uma carta publicada nas redes sociais, o dirigente afirmou que o futebol deve servir como ponto de encontro entre diferentes povos e resumiu sua posição em uma frase: “Futebol não é política, é união.”

A manifestação foi divulgada após um Mundial marcado por questionamentos sobre a organização da competição, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México. Infantino acusou os críticos de estarem mais preocupados em atacar a entidade do que em reconhecer o impacto do torneio para milhões de torcedores.

A todos vocês que deixaram de ver crianças, bebês, avós e pais se reunirem em torno desse belo esporte, peço desculpas por os jogos já terem acabado e por vocês terem perdido toda essa alegria e união“, escreveu.

Em outro trecho, o presidente da Fifa endureceu o tom e afirmou que parte das críticas foi motivada por informações falsas.

Aos que, por trás de suas canetas e papéis, ou atrás de suas telas, espalham ódio e rumores falsos, quero dizer que, enquanto vocês permanecem aí, nós, na Fifa, estamos na linha de frente organizando, trabalhando arduamente e entregando o maior espetáculo do mundo“, afirmou.

Infantino também destacou a presença de seleções de países envolvidos em conflitos ou crises e usou esses exemplos para reforçar a ideia de que o futebol seria capaz de aproximar sociedades divididas. Na avaliação do dirigente, a participação dessas equipes demonstrou que o esporte pode ultrapassar barreiras políticas e diplomáticas.

A declaração ocorre em meio às críticas relacionadas às restrições de entrada nos Estados Unidos, que afetaram torcedores, integrantes de delegações e profissionais ligados ao torneio. O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, por exemplo, foi impedido de entrar no país apesar de possuir visto válido.

O dirigente, porém, citou o caso do Irã para defender a atuação da Fifa. “O Irã entrou nos Estados Unidos sem qualquer incidente ou conflito. A seleção iraniana recebeu vistos para entrar porque o futebol é sobre paz. Não é sobre política“, afirmou.

As questões disciplinares também apareceram entre os assuntos abordados por Infantino. Embora não tenha mencionado diretamente o caso de Folarin Balogun, o presidente da Fifa fez referência a decisões de arbitragem e punições que provocaram questionamentos durante a competição.

O atacante dos Estados Unidos havia recebido cartão vermelho e, inicialmente, seria suspenso automaticamente. A punição, no entanto, foi retirada antes da partida seguinte da seleção americana, após uma intervenção que gerou críticas e levantou suspeitas de influência política sobre a entidade.

Infantino argumentou que decisões controversas fazem parte do futebol e afirmou que situações semelhantes ocorrem em algumas das principais ligas do mundo. Para o dirigente, as críticas à Fifa não consideram que a entidade atua em um cenário muito mais amplo e complexo.

Ao defender o saldo da Copa, o presidente da Fifa afirmou ainda que o torneio transcorreu com segurança e destacou a participação de torcedores de diferentes nacionalidades. Segundo ele, o Mundial foi marcado por “alegria e felicidade”.

Sem Messi, seleção argentina é recebida com festa em Buenos Aires após vice na Copa de 2026

Seleção da Argentina em Buenos Aires ao retornar dos Estados Unidos/Luis ROBAYO / AFP

Um dia após a derrota para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, parte do elenco e da comissão técnica da seleção argentina desembarcou em Buenos Aires na noite desta segunda-feira (20) e foi recebida por milhares de torcedores em frente ao complexo da Associação do Futebol Argentino (AFA), em Ezeiza.

A delegação chegou ao Aeroporto Internacional de Ezeiza por volta das 18h20 (horário de Brasília). Entre os integrantes que retornaram ao país estavam o técnico Lionel Scaloni e os jogadores Otamendi, Mac Allister, Paredes, Tagliafico, Lisandro Martínez e Montiel.

Lionel Messi não viajou com o restante da delegação.

Do aeroporto, os atletas seguiram para o centro de treinamentos da AFA, onde eram aguardados por torcedores que prestaram homenagens à equipe.

Com bandeiras, cantos e mensagens de apoio, os argentinos fizeram questão de reconhecer a campanha que levou a seleção à segunda final consecutiva de Copa do Mundo.

Seleção da Espanha é recebida por multidão em Madri após título da Copa

Jogadores da Espanha celebram título da Copa em Madri

Os atletas campeões da Copa do Mundo pela Espanha foram recebidos por uma multidão de torcedores em Madri após conquistarem o bicampeonato mundial.

Nesta segunda-feira (20), os jogadores da Fúria desfilaram em um ônibus aberto pelas principais ruas da capital, celebrando o feito histórico.

Em ônibus com a frase “Reyes Del Mundo (Reis do Mundo)”, os atletas da Espanha tiveram contato com os torcedores nas principais vias de Madri, capital do país.

Com o atacante Borja Iglesias como DJ, a festa da Fúria atraiu uma multidão de fãs da seleção.

O desfile dos campeões mundiais começou no bairro de Moncloa-Aravaca e seguirá até a Praça de Cibeles, um dos principais pontos turísticos de Madri, onde um palco com atrações musicais foi montado à espera da seleção da Espanha.

A Fúria desembarcou no país com a taça da Copa do Mundo na manhã desta segunda-feira (20). Após aterrissar no aeroporto de Barajas, a equipe cumpriu agenda com lideranças políticas da Espanha.

Espanha é a primeira campeã a sofrer apenas um gol em uma Copa do Mundo

Equipe da Espanha levantando a taça da Copa do Mundo de 2026

A Espanha conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo neste último domingo (19), contra a Argentina, no MetLife Stadium. A equipe conquistou o título com gol de Ferran Torres, aos 10 minutos do primeiro tempo da prorrogação. Além da conquista, a seleção de Luis de la Fuente quebrou um recorde.

A Espanha foi a primeira campeã a sofrer apenas um gol em uma Copa do Mundo. A Bélgica foi a única seleção que conseguiu balançar as redes da seleção espanhola. O autor do gol foi De Keteleare, que marcou nas quartas de final.

A Espanha encerrou o Mundial 2026 com sete vitórias em oito jogos.

Veja o retrospecto na Copa

Espanha 0 x 0 Cabo Verde
Espanha 4 x 0 Arábia Saudita
Uruguai 0 x 1 Espanha
Espanha 3 x 0 Áustria (Oitavas de final)
Portugal 0 x 1 Espanha (Oitavas de final)
Espanha 2 x 1 Bélgica (Quartas de final)
França 0 x 2 Espanha (Semifinais)
Espanha 1 x 0 Argentina (Final)

Unai Simón também fez história nesta Copa do Mundo. O goleiro espanhol atingiu a marca de 650 minutos sem sofrer gols, incluindo o Mundial do Catar de 2022.

Como foi a final

Com o empate em 0 a 0 permanecendo no placar, a final do Mundial seguiu para a disputa da prorrogação. Aos três minutos, Nico desviou de cabeça e Dibu voou para salvar os argentinos. Já aos seis, o atacante espanhol empurrou a bola para as redes, mas a arbitragem anulou o gol espanhol.

O árbitro Slavko Vincic apontou um pisão do meio-campista Mikel Merino no defensor adversário.

Aos 10 minutos, Yamal tentou da entrada da área e isolou. Pouco depois, Nico cruzou e Merino cabeceou para fora. No início do segundo tempo, o lateral Pedro Porro fez o cruzamento na segunda e Williams ajeitou de cabeça para trás. Ferran Torres apareceu livre e bateu firme para tirar o zero do placar.

“‘Eles foram melhores”, admite Scaloni após derrota da Argentina na final da Copa do Mundo

Argentina perdeu para a Espanha /AFP

O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, reconheceu a superioridade da Espanha neste domingo (19), após a derrota por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo de 2026, embora tenha elogiado o esforço de seus jogadores e incentivado a todos a valorizarem a trajetória até o vice-campeonato.

Eles foram melhores, essa é a verdade, mas guardarei com carinho a lembrança deles, do que conquistaram e da importância de chegar até aqui. Precisamos valorizar imensamente isso, pois exige muito esforço“, declarou o treinador na coletiva de imprensa pós-jogo.

Scaloni sustentou que sua equipe deve aceitar a derrota com a mesma dignidade demonstrada ao celebrar conquistas recentes.

Sabemos ser dignos na vitória e devemos ser dignos na derrota. Hoje, mostramos que sabemos perder. Perdemos a partida e aceitamos isso, mas isso não significa que vamos parar de viver ou esquecer tudo o que fizemos para chegar aqui”, observou.

O técnico agradeceu aos torcedores pelo apoio e destacou o comprometimento de seus jogadores ao longo do torneio.

“Aos torcedores, aos meus jogadores e ao país: quero dizer que demos tudo de nós. Chegamos aqui encarando a realidade, mas quando os jogadores se entregam totalmente, como fizeram hoje, isso serve de grande exemplo para o nosso povo e para o nosso país. Precisamos nos reerguer. Não há outro caminho”, afirmou.

Scaloni também ressaltou o valor de chegar a uma final de Copa do Mundo, mesmo não tendo conseguido manter o título conquistado no Catar em 2022.

Certamente valorizo o vice-campeonato, pois é muito difícil chegar até aqui, e acho que isso merece enorme reconhecimento. Naturalmente, gostaríamos de ter vencido, mas, no fim das contas, sinto gratidão. Essa é a única palavra que tenho, além da tristeza, é claro. Mas, quando você deixa tudo em campo dessa maneira, independentemente de jogar bem ou mal, é muito difícil encontrar qualquer defeito“, concluiu.

Donald Trump quer levar mais uma Copa aos EUA: “Nunca vi nada parecido”

Presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, em 26 de junho de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou o desejo de que a Copa do Mundo retorne ao país. Ele solicitou diretamente a Gianni Infantino, presidente da Fifa, uma nova realização do torneio na América do Norte, após o sucesso da edição de 2026, sediada em conjunto com México e Canadá.

O pedido foi feito pouco antes da final entre Espanha e Argentina no MetLife Stadium, em Nova York. Trump afirmou que os EUA são “um país do futebol”, destacando a alta lotação dos estádios durante a competição como prova do crescente interesse e sucesso do esporte no país.

Tive uma ótima ideia para o Gianni [Infantino]. Eu disse: ‘anuncie a gente de novo na próxima vez, e anuncie outro país depois disso, isso vai amenizar um pouco a raiva e o choque. Com base nos números, vamos pedir novamente imediatamente. Mas eu disse que, para evitar o choque, você poderia nos anunciar e talvez depois pedir outro, e até mais um. Mas temos que fazer isso de novo, e temos que fazer enquanto eu estiver por perto. Entendeu, Gianni?’. Acho que nunca houve nada parecido com o que aconteceu com toda a Copa do Mundo. Foi lindo. É lindo de se ver e eu realmente dou todo o crédito ao Gianni”, disse.

Contudo, o calendário das próximas edições da Copa do Mundo já está definido. O Mundial de 2030 terá como sedes principais Espanha, Portugal e Marrocos. Os primeiros três jogos, em celebração ao centenário do torneio, acontecerão na Argentina, Uruguai e Paraguai.

Próximas edições da Copa do Mundo

Em 2034, a Copa do Mundo retornará à Ásia, com a Arábia Saudita confirmada como país-sede. Diante deste cenário, a próxima janela de oportunidade para uma nova candidatura dos Estados Unidos seria para a edição de 2038, cuja decisão está prevista para os próximos cinco anos.

Histórico dos EUA como sede

Os Estados Unidos já sediaram a Copa do Mundo em duas ocasiões. A primeira foi em 1994, quando o país foi palco da competição que viu o Brasil conquistar seu tetracampeonato. A vitória brasileira ocorreu nos pênaltis contra a Itália, em uma final emocionante no Rose Bowl, em Los Angeles.

Trump e chefe da Fifa são vaiados antes da entrega da taça da Copa do Mundo

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o troféu durante a cerimônia de entrega da taça da Copa do Mundo 2026

Vaias foram ouvidas das arquibancadas quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Fifa, Gianni Infantino, entraram em campo para a cerimônia de entrega do troféu da Copa do Mundo no estádio de Nova York/Nova Jersey, neste domingo (19).

As vaias haviam cessado quando os dois líderes entregaram as medalhas aos jogadores e técnicos.

Infantino já havia anunciado que Trump entregaria o troféu aos vencedores da final da Copa do Mundo.

A Espanha ganhou da então campeã Argentina por 1 a 0 e conquistou o título.

Com a conquista, a Espanha chegou ao bicampeonato mundial. Na primeira vez, em 2010, o país europeu bateu a Holanda por 1 a 0 na prorrogação, com gol marcado por Andrés Iniesta.

Copa: Messi vai às lágrimas ao receber medalha de prata após vice

Messi vai às lagrimas ao receber medalha de prata da Copa do Mundo | Rádio  Itatiaia

Lionel Messi não conteve a emoção com a derrota da Argentina por 1 a 0 para a Espanha, na final da Copa do Mundo de 2026. No MetLife Stadium, em Nova Jersey, o craque foi às lágrimas ao receber a medalha de prata depois do vice-campeonato.

Ao término do jogo, o camisa 10 se jogou no chão, onde permaneceu por alguns minutos antes de parabenizar os rivais e saudar os torcedores argentinos.

Logo após descer do pódio, onde os jogadores da Argentina receberam suas premiações, Messi começou a chorar. Na sequência, todo o estádio aplaudiu e gritou o nome do ídolo.

Despedida e legado em Copas

Além do vice-campeonato, a derrota na final representa a última imagem de Lionel Messi em um Mundial. Aos 39 anos, o jogador já afirmou que não deve participar do próximo ciclo da Argentina para a edição de 2030.

Com isso, ele encerra sua história na Copa do Mundo com um título, conquistado em 2022, e dois vices, em 2014 e 2026.

O argentino chegou a liderar o ranking histórico de artilheiros com 21 gols, mas foi superado por Kylian Mbappé, que alcançou 22 tentos após a decisão do terceiro lugar contra a Inglaterra.

Messi também é o jogador com mais partidas em Copas, somando 34 jogos. Ele ainda ultrapassou Pelé como o atleta com mais contribuições a gols em jogos de mata-mata: 15, em sete tentos e oito assistências, contra 12 do brasileiro.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Pendurado durante a final, Paredes é expulso por confusão após o jogo

Scaloni e Paredes envolvidos na confusão entre argentinos e espanhóis na final da Copa

Em campo por 80 minutos, Leandro Paredes esteve longe de brilhar na derrota da Argentina para a Espanha por 1 a 0 na final da Copa do Mundo. Mas o auge do jogo para esquecer aconteceu depois do apito final.

Paredes fez um jogo, quase que violento, e atuou por quase todo o tempo pendurado com um cartão amarelo. Após o árbitro encerrar a partida, ele partir pra cima de Gavi e se envolveu em uma confusão com Eric García já durante a comemoração espanhola.

Os ânimos foram rapidamente acalmados, com a participação de jogadores das duas equipes e do técnico Lionel Scaloni. Em outro momento, o zagueiro Nicolás Otamendi protagonizou uma discussão mais acalorada com o volante Rodri.

O jogo

A Espanha se sagrou campeã da Copa do Mundo de 2026 neste domingo (19), ao derrotar a Argentina por 1 a 0 no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Depois de dominar o confronto do início ao fim, os espanhóis só abriram o placar na prorrogação. Nico Williams ajeitou de cabeça e Ferran Torres finalizou forte para sacramentar o título a favor da equipe do técnico Luis de la Fuente.

Com a conquista, a Espanha chegou ao bicampeonato mundial. Na primeira vez, em 2010, o país europeu bateu a Holanda por 1 a 0 na prorrogação, com gol marcado por Andrés Iniesta.

Já a Argentina, chegou ao seu quarto vice em sete finais disputadas. O confronto também marcou a despedida de Lionel Messi na história das Copas, que encerra sua carreira com um título e dois segundo lugares.

Em jogo de dez gols, Inglaterra vence França e fica com o 3º lugar da Copa

A Inglaterra conquistou o terceiro lugar da Copa do Mundo pela primeira vez em sua história ao vencer a França por 6 a 4 neste sábado (18), no Hard Rock Stadium, em Miami. Os ingleses construíram uma ampla vantagem no primeiro tempo, mas viram os franceses reagirem na etapa final e pressionarem até o fim.

Saka marcou três vezes, enquanto Declan Rice, Konsa e Jude Bellingham completaram o placar da vitória inglesa. Pela França, Mbappé (2x), Barcola e Dembélé balançaram as redes.

A partida

Primeiro tempo e domínio inglês

A Inglaterra precisou de apenas dois minutos para abrir o placar. Após erro de passe de Doué, Declan Rice arrancou pela esquerda, trouxe para o meio e finalizou da entrada da área, com precisão, para colocar os ingleses em vantagem.

O gol cedo deu confiança à equipe, que quase ampliou na sequência. Rashford recebeu pela esquerda e finalizou, mas a bola desviou em Gusto e saiu para fora.

A França tentou reagir e criou sua primeira oportunidade aos 10 minutos. Cherki recebeu em velocidade e finalizou com perigo, mas parou em boa defesa de Henderson.

Apesar da resposta francesa, a Inglaterra seguiu pressionando e chegou a balançar as redes novamente. Após lançamento para a ponta direita, Saka invadiu a área e marcou um golaço com um chute cruzado, mas o lance acabou anulado por impedimento.

A pressão inglesa, porém, surtiu efeito aos 18 minutos. Em cobrança de escanteio, Declan Rice colocou a bola na segunda trave, e Ezri Konsa subiu mais que a defesa francesa para cabecear firme e ampliar o placar.

Depois da parada para hidratação, aos 32 minutos, a Inglaterra voltou a assustar. Rashford deu uma caneta em Zaire-Emery e soltou uma bomba, mas Maignan fez excelente defesa.

Na marca dos 36 minutos, no entanto, o goleiro francês não conseguiu evitar mais um gol da Inglaterra. Após jogada criada em contra-ataque, a equipe tentou colocar a bola no fundo das redes duas vezes, até que Saka aproveitou a terceira oportunidade para marcar.

O quarto gol da Inglaterra saiu novamente após um erro na troca de passes da França. Eze recuperou a posse na intermediária e lançou Saka no meio. O atacante ganhou da defesa, avançou e bateu cruzado.

Com a vantagem construída rapidamente, a Inglaterra praticamente controlou as ações e dominou a primeira etapa, fechando-a em 4 a 0.

Segundo tempo e reação francesa

Para o segundo tempo, o técnico Didier Deschamps promoveu alterações na equipe francesa. E uma delas teve participação direta no primeiro gol da França. Upamecano, que havia acabado de entrar, desarmou Watkins e iniciou a jogada ao acionar Olisé. O camisa 11 lançou Mbappé na área, e o atacante finalizou no canto do goleiro para marcar o primeiro gol francês.

A França voltou a diminuir a desvantagem aos 8 minutos do segundo tempo. Mbappé deu um passe em profundidade para Barcola pelo lado esquerdo. O atacante, que também havia acabado de sair do banco de reservas, carregou a bola, trouxe para o meio e finalizou sem chances para Henderson.

Após o tento, a seleção francesa passou a crescer na partida e, aos 11 minutos, quase marcou mais um. Dembélé recebeu em boa posição e finalizou com perigo, mas Henderson espalmou e evitou o gol. A pressão, no entanto, surtiu efeito aos 21 minutos.

Dembélé iniciou a jogada do terceiro gol francês ao acionar Mbappé, que tabelou com Olisé. O camisa 10 recebeu de volta após o corta-luz do companheiro e finalizou de pé esquerdo, marcando um golaço sem chances para Henderson.

Aos 35 minutos, a França criou nova oportunidade em uma bela jogada coletiva envolvendo Mbappé, Dembélé e Olisé. O camisa 11 recebeu com liberdade dentro da área, mas finalizou para fora e desperdiçou a chance.

Apesar de ter reduzido o ritmo no segundo tempo, a Inglaterra voltou a balançar as redes aos 40 minutos. O árbitro marcou pênalti após Spence ser derrubado por Gusto dentro da área. Na cobrança, Saka bateu com tranquilidade, no canto, marcou seu terceiro gol na partida e ampliou a vantagem inglesa para 5 a 3.

Nos acréscimos, a partida ganhou ainda mais emoção. Aos 50 minutos, Dembélé marcou mais um para a França em contra-ataque, recolocando os franceses no jogo. Pouco depois, Jude Bellingham apareceu para confirmar a vitória inglesa e fechar o placar em 6 a 4.

Com o resultado, a Inglaterra conquistou o terceiro lugar da Copa do Mundo pela primeira vez em sua história, enquanto a França terminou o Mundial na quarta colocação.

De la Fuente aposta em “mentalidade de Rocky Balboa” por título da Espanha na Copa 2026

Luis de la Fuente, técnico da Espanha, e Lamine Yamal/Paul ELLIS / AFP

Do desemprego ao topo do futebol mundial, a vida de Luis de la Fuente, de 65 anos, passou por muitas reviravoltas até este domingo (19). Agora, ele está a apenas uma partida de se tornar campeão mundial com a Espanha, mantendo-se fiel a dois princípios norteadores: habilidade na gestão de pessoas e uma mentalidade ao estilo ‘Rocky Balboa’.

Eu pertenço à geração Rocky Balboa: você pode me bater e bater, e talvez eu acabe caindo. Mas eu me levanto e continuo, continuo, continuo…“, escreveu o técnico em sua biografia, ‘La vida se entrena todos los días’ (‘A vida exige treinos diários’ em tradução livre), publicada antes da Copa do Mundo de 2026.

Vida de rico em Bilbao

Após se destacar como uma jovem promessa em sua cidade natal, Haro, De la Fuente foi descoberto pelo Athletic Bilbao, que o recrutou para as categorias de base aos 16 anos.

Ele progrediu até integrar o elenco histórico que conquistou dois títulos do campeonato espanhol (1983 e 1984), uma Copa do Rei e uma Supercopa da Espanha sob o comando do técnico Javier Clemente.

Eu era jovem, tinha uma BMW, um cartão American Express Gold… Levava uma vida privilegiada, e aqueles luxos poderiam ter subido à minha cabeça“, relembra o técnico sobre aqueles dias de glória.

Maturidade em Sevilha

Aos 27 anos, De la Fuente finalmente saiu de sua zona de conforto e assinou com o Sevilla, tendo ficado na mira de Real Madrid, Barcelona e Atlético, como ele conta em sua autobiografia.

Cheguei no dia 12 de julho e, já em 1º de setembro, estava dançando sevilhanas. Sério. Achei que isso fosse importante para a integração, então me matriculei em uma escola de dança logo depois de chegar“, escreve ele sobre sua rápida adaptação.

O lateral-esquerdo deu um novo rumo à sua vida. Encontrou um ambiente mais profissional e se estabilizou. Conheceu sua esposa, Charo, e teve mais dois filhos, que se juntaram ao primogênito, nascido quando ele tinha 24 anos.

Ex-coroinha, redescobriu a fé católica, que havia deixado de lado no início de sua carreira profissional, e a mantém firme desde então: “Sou um fiel convicto”.

Designer de moda frustrado

Após quatro temporadas em Sevilha (1987–1991) e um retorno ao Athletic Bilbao (1991–1993), De la Fuente pendurou as chuteiras em 1994, enquanto defendia o Alavés na Segunda B (terceira divisão do futebol espanhol).

Ele tinha apenas 32 anos e, inicialmente, não tinha vontade de continuar ligado ao futebol. Sua família administrava uma loja de roupas, e ele sempre havia se sentido atraído pela moda.

Eu costumava ir aos treinos vestindo camisas amarelas, rosas e verdes, e todo mundo me perguntava: ‘Onde diabos você compra essas camisas?‘”, lembra ele.

Malhação diária

Até que um telefonema de um ex-companheiro de equipe o trouxe de volta ao futebol como treinador das categorias de base. Isso marcou o início de uma longa carreira à beira do campo.

Nesse percurso, houve uma transformação física impressionante. Após passar por uma cirurgia no joelho depois de pendurar as chuteiras, ele se recuperou na academia e começou a levantar pesos quase por acaso. Desde então, não parou mais.

Não nego que gosto de ser forte por vaidade, mas o que realmente importa é a satisfação que obtenho com o esforço… Vou à academia todos os dias, aconteça o que acontecer“, garante ele.

Anúncio de jornal

Após ser demitido do cargo de técnico do Alavés (Segunda B) em outubro de 2011, De la Fuente passou por uma fase difícil que acabou sendo um ponto de virada em sua trajetória.

Fiquei sem time, desempregado, por mais de um ano e sem receber salário durante vários meses. Foi um período muito complicado: eu tinha esposa e filhos, e precisava de uma fonte de renda”.

Certo dia, ele viu um anúncio de jornal no qual a Federação Espanhola de Futebol buscava treinadores para as seleções de base. Ele ligou para Iñaki Sáez, ex-técnico da seleção principal, com quem mantinha uma “relação fantástica”, e foi contratado em maio de 2013.

Ele comandou as equipes de base por quase uma década, período em que conquistou a medalha de prata olímpica nos Jogos de Tóquio, em 2021.

Finalmente, em 8 de dezembro de 2022, foi anunciado como sucessor de Luis Enrique, depois que a Espanha foi eliminada pelo Marrocos nos pênaltis, nas oitavas de final da Copa do Mundo do Catar.

De la Fuente construiu “uma família” e começou a colher sucessos. Após a Liga das Nações de 2023 e a Eurocopa de 2024, ele está agora a um passo de alcançar a maior das consagrações em Nova York.

França e Inglaterra disputam terceiro lugar em jogo que ninguém quer jogar

França e Inglaterra vão disputar neste sábado (18), em Miami, o jogo que ninguém quer jogar. Um duelo pelo terceiro lugar da Copa do Mundo, no qual terão que deixar de lado a decepção pela derrota nas semifinais e a ansiedade pelas férias para se despedirem de um torneio cujo objetivo de ambos era o título.

Uma tarefa difícil para as duas comissões técnicas. Como motivar jogadores que queriam estar na final em Nova Jersey?

A Inglaterra chegou perto do objetivo. Vencia a Argentina por 1 a 0 a cinco minutos do fim, antes de Enzo Fernández e Lautaro Martínez virarem o placar e colocarem a ‘Albiceleste’ na decisão de domingo contra a Espanha.

Mais um milagre argentino e mais uma decepção para os ‘Three Lions’, que não conquistam um grande título desde a sua primeira e única Copa do Mundo, em 1966.

Em entrevista coletiva, o técnico Thomas Tuchel, que foi duramente criticado na Inglaterra por sua postura defensiva depois de construir a vantagem, resumiu o ânimo do elenco para sábado: “Nenhum desses jogadores, nenhum dos jogadores franceses, quer disputar este jogo”.

Lidar com a frustração

Didier Deschamps também terá que encontrar as palavras certas para motivar seus comandados.

Não é o jogo que queríamos (…), mas existe um dever quando se veste esta camisa”, disse o treinador francês nesta sexta-feira (17), na sua coletiva de imprensa em Miami.

Existe uma responsabilidade (…) para com os milhões de franceses que nos apoiam, que vibraram de emoção e que também viveram a decepção”, acrescentou Deschamps na véspera de sua última partida no comando dos ‘Bleus’.

A eliminação foi dura para a França, apontada pela maioria da imprensa e dos analistas como grande favorita ao título mundial.

Confiantes, os franceses chegaram à semifinal contra a Espanha após derrotarem facilmente o Marrocos nas quartas de final (2 a 0) e depois de uma campanha com várias atuações brilhantes.

A equipe também contava com um quarteto ofensivo invejável e temível, formado por Kylian Mbappé, o Bola de Ouro Ousmane Dembélé, Michael Olise e Bradley Barcola.

O resultado? Uma derrota por 2 a 0 para a seleção espanhola, que tomou a posse de bola da França.

Em Miami, diante do desafio do calor e da umidade, resta saber se os treinadores manterão os titulares ou aproveitarão a oportunidade para dar tempo de jogo aos jogadores que pouco atuaram durante o torneio.

Deschamps adiantou que fará alterações para enfrentar a Inglaterra, pois alguns de seus jogadores não estão à disposição, além de outros motivos que ele não quis revelar.

Apesar da decepção e do cansaço após cinco semanas de competição, permanece a esperança de que os jogadores queiram encerrar a participação de cabeça erguida e oferecer um bom espetáculo aos torcedores antes de um merecido descanso.

A favor desse cenário, há o fato de que ambas as equipes contam com competidores natos como Mbappé e Dembélé (campeões mundiais em 2018 e finalistas em 2022) e Harry Kane e Jude Bellingham (vitoriosos em seus clubes, apesar de não terem conquistado títulos com a seleção inglesa).

Frustrado após a derrota para a Espanha, Mbappé ainda pode conquistar a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo, disputando o prêmio com Lionel Messi. É um consolo modesto que não apagará a amarga decepção da derrota semifinal, mas pode servir como incentivo para um artilheiro voraz como ele.

Com oito gols cada um, o astro argentino supera atualmente o francês por ter dado mais assistências, quatro contra três.

Kane e Bellingham, que somam seis gols e uma assistência cada, ainda podem conquistar o prêmio de artilheiro. Uma tarefa difícil, mas não impossível.

“Ele prova que é o maior da história”, diz Yamal sobre seu ídolo e adversário Lionel Messi

Espanhol Lamine Yamal durante coletiva de imprensa /REPRODUÇÃO/VÍDEO

Em 2007, uma sessão de fotos beneficente reuniu um jovem e promissor jogador do Barça e um bebê a quem ele dava um banho. Dezenove anos depois, aquele jogador, o argentino Lionel Messi, vai enfrentar aquele garoto espanhol, Lamine Yamal, na final da Copa do Mundo.

Essa coincidência incrível reforça o vínculo entre as duas figuras. Os dois são talentos precoces revelados em La Masia, a academia do Barcelona, que alcançaram o estrelato com a camisa ‘blaugrana’ antes de liderarem suas respectivas seleções.

Eu cresci um pouquinho, e o Leo também. Espero enfrentar Lionel Messi na final, já que não tivemos essa chance na Finalíssima“, disse Lamine Yamal recentemente em uma entrevista à DAZN, na qual lhe mostraram a famosa foto com o camisa 10 argentino.

O jovem ponta espanhol nunca escondeu sua admiração pelo jogador nascido em Rosário, a quem sempre viu como um modelo a seguir.

Em cada partida, ele prova que é o maior da história. Se alguém tem dúvidas, é porque está procurando por elas“, disse Yamal sobre ele durante a competição.

Aos 39 anos, Messi continua desafiando a lógica. Tendo conquistado todos os principais títulos, incluindo a última Copa do Mundo no Catar, em 2022, ele poderia estar desfrutando de um merecido descanso. Mas ele segue presente e pronto para disputar sua segunda final consecutiva do torneio.

Messi segue sendo o líder

E seu papel não é meramente o de um símbolo, um veterano que oferece sua vasta experiência, mas sim o de alguém que permanece sendo o que sempre foi: um jogador diferenciado, capaz de resolver situações impossíveis com algum lance de genialidade.

Em sua sexta Copa do Mundo, o capitão da ‘Albiceleste’ impulsiona sua equipe com estatísticas impressionantes. Seus oito gols e quatro assistências o colocam no topo da disputa pela Chuteira de Ouro do torneio. Ele está empatado em número de gols com o francês Kylian Mbappé, mas lidera a classificação por ter dado uma assistência a mais.

Seu talento se alia a uma fome de vitória inigualável. Um exemplo claro disso é a semifinal contra a Inglaterra, na qual ele deu as duas assistências que impulsionaram a virada da Argentina nos minutos finais (2-1).

Yamal, herdeiro da camisa 10 que Messi vestiu no Barça, não teve um desempenho tão brilhante no torneio. Ele marcou apenas um gol (na fase de grupos, contra a Arábia Saudita) e não deu nenhuma assistência em sua primeira Copa do Mundo.

Herdeiro?

No entanto, o ponta do Barça, que chegou à América del Norte gerando dúvidas sobre sua condição física após sofrer uma lesão no fim da temporada do Campeonato Espanhol, apresentou uma evolução constante ao longo do torneio.

Embora não tenha brilhado individualmente tanto quanto na Euro 2024 conquistada pela ‘Roja’, ele deu uma contribuição fundamental para o excelente jogo coletivo que permitiu à Espanha superar adversários difíceis como Portugal, Bélgica e França rumo à final em East Rutherford, nos arredores de Nova York.

Uma arrancada contra a França, a quem os espanhóis derrotaram por 2 a 0 em Dallas na última terça-feira, resultou no pênalti que abriu o placar. O lateral Lucas Digne tentou afastar a bola e acabou atingindo o jovem espanhol, que entrou rápido na área.

A Argentina está avisada: faria bem em não subestimar um jogador que é sempre uma ameaça, um driblador veloz, dotado de excelente visão de jogo e mentalidade vencedora.

Naquela que será, quase certamente, sua última partida em Copas do Mundo, Messi enfrentará a Espanha, o país onde foi revelado como jogador, em busca de consolidar ainda mais seu status de lenda.

Do outro lado do campo, seu adversário será Yamal: o mesmo menino a quem Messi deu um banho dezenove anos atrás e que agora sonha em seguir seus passos.

Pela primeira vez na história das copas, campeões do mundo receberão anéis comemorativos

Anel comemorativo pelo título da Copa do Mundo 2026/REPRODUÇÃO/VÍDEO/FIFA

Como parte do protocolo da Fifa, os jogadores da Espanha ou da Argentina levantarão a Taça Fifa e receberão as medalhas de ouro após a decisão da Copa do Mundo 2026, no domingo (19), no Estádio de Nova Iorque.

A novidade é que os campeões do mundo receberão, pela primeira vez, uma outra premiação, que faz parte da tradição esportiva dos Estados Unidos: anéis comemorativos exclusivos.

Os anéis fazem parte de uma edição limitada a 2026 peças, numeradas individualmente, em homenagem ao torneio. 30 delas serão destinados aos integrantes da seleção campeã.

As outras 1996 estarão disponíveis para torcedores de todo o mundo como um produto oficial licenciado da Copa do Mundo da FIFA 2026.

Um lado do anel exibe o Troféu da Copa do Mundo da FIFA, enquanto o outro será personalizado para refletir a identidade da seleção campeã.

Cada peça será numerada individualmente, confeccionada sob medida e acompanhada de um certificado de autenticidade.

O capitão e o técnico campeões receberão, em um primeiro momento, anéis provisórios, apenas para marcar o momento da conquista.

As 30 peças ofertada aos vencedores do mundial serão personalizados e entregues numa data posterior.

Emoção no apito: árbitro da final da Copa de 2026 chora ao receber anúncio da Fifa

 Slavko Vincic, árbitro da final da Copa /Mauro PIMENTEL / AFP

Apitar a final de uma Copa do Mundo é uma missão reservada a poucos. Além da responsabilidade de conduzir a partida mais importante do torneio, a escolha da Fifa simboliza o reconhecimento máximo ao desempenho de um árbitro. A Fifa definiu a equipe de arbitragem para a final da Copa do Mundo de 2026. O esloveno Slavko Vincic, de 46 anos, foi o escolhido para apitar o duelo decisivo entre Espanha e Argentina, que acontece neste domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

O anúncio oficial foi marcado pela forte emoção do juiz, que chorou e foi parabenizado pelos colegas de profissão em um vídeo que rapidamente repercutiu nos bastidores do Mundial.

Vincic, de 46 anos, trabalhará ao lado de seus compatriotas e auxiliares Tomaz Klancnik e Andraz Kovacic. A equipe de campo será completada pelo jordaniano Adham Makhadmeh, que atuará como quarto árbitro, enquanto a cabine do VAR (arbitragem de vídeo) ficará sob o comando do alemão Bastian Dankert.

Currículo de peso na Europa

No quadro da Fifa desde 2010, Vincic acumula larga experiência no futebol internacional de clubes e seleções. Recentemente, ele comandou o duelo de gigantes entre Bayern de Munique e Real Madrid, pelas quartas de final da Champions League 25/26. O esloveno também foi o árbitro principal da final da Champions de 23/24, quando o Real Madrid conquistou o título ao vencer o Borussia Dortmund.

Nesta edição da Copa do Mundo, Vincic carimbou seu passaporte na fase de grupos ao apitar o empate em 1 a 1 entre Brasil e Marrocos, partida na qual distribuiu cartões amarelos para os brasileiros Ibañez e Casemiro. Ele também esteve à frente dos confrontos Jordânia 1 a 2 Argélia e México 2 a 0 Equador.

Passado polêmico

Apesar do auge profissional, a trajetória de Slavko Vincic também ficou marcada por um episódio extracampo turbulento. Em maio de 2020, o árbitro foi detido temporariamente pela polícia da Bósnia e Herzegovina durante uma operação em Bijeljina, no nordeste do país.

O esloveno estava em uma festa privada que foi alvo de uma incursão policial contra uma rede de tráfico de drogas e prostituição. Na ocasião, as autoridades apreenderam dez pistolas, 14 pacotes de cocaína e mais de dez mil euros em espécie. Vincic e outras 34 pessoas foram levados para interrogatório, mas o árbitro acabou liberado após comprovar que não tinha envolvimento com as atividades ilícitas investigadas, sendo tratado pelas autoridades locais apenas como um frequentador circunstancial do local.