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Durigan: “Oposição trazer Milei e falar com Rubio é linha de desespero”

Dario Durigan, ministro da Fazenda/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta segunda-feira (27), que a oposição traz o presidente da Argentina Javier Milei, e fala com autoridades dos Estados Unidos porque não tem apoio interno. Ele repetiu que o tarifaço é uma interferência externa que tenta constranger as pessoas a votarem em Flávio Bolsonaro.

Você está prejudicando os setores em razão de uma falsidade, de um mero expediente que se criou nos Estados Unidos, para ter uma interferência no Brasil, para que as pessoas fiquem constrangidas e de repente queiram votar no Flávio Bolsonaro. Olha que absurdo o que nós estamos falando“, afirmou Durigan, em entrevista à Rádio Jornal.

Eu acho que a oposição no Brasil, ao trazer o Milei para cá, ao falar com o Marco Rubio, é um pouco essa linha de desespero. Como não tem apoio aqui, não está conseguindo apoio interno, vai buscar interferência externa”, completou.

No sábado (25), Milei discursou na Convenção Nacional do Partido Liberal ao lado de Flávio Bolsonaro. O argentino chamou o presidente Lula de “presidiário” e o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de “lixo careca”. Milei também disse que o Jair Bolsonaro foi preso “injustamente” e reclamou da decisão de Moraes de negar-lhe uma visita ao ex-presidente. Segundo Milei, isso demonstra o “caráter vingativo” do ministro do Supremo.

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Lula diz que Brasil ‘retomou presença na Ásia’ após reunião com presidente da Coreia do Sul

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva/Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira, 27, que o Brasil “retomou sua presença na Ásia” nos últimos três anos, durante o governo petista. “Restabelecemos diálogo de alto nível com as maiores economias da Ásia e aproximamos empresas e investidores“, afirmou em declaração à imprensa após se reunir com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-Myung, no Palácio do Alvorada.

Para Lula, o diálogo com a Ásia “significa se aproximar de uma das regiões que mais impulsionam o crescimento, a inovação e a transformação da economia global.”

Na declaração ao lado do presidente da Coreia do Sul, Lula disse que os dois estão construindo uma “parceria mais ambiciosa e preparada para desafios do mundo.”

Lula disse que o Brasil não recebia uma visita de estado do presidente da Coreia do Sul há 11 anos.

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HIV: dois novos casos de cura são anunciados; total chega a 13

Médicos anunciaram nesta segunda-feira (27) dois novos casos de possível cura do HIV. Os pacientes interromperam o uso de antirretrovirais e, desde então, o vírus não voltou a ser detectado nos exames.

Um deles, conhecido como paciente de Kansas City, cidade mais populosa do estado do Missouri (EUA), está há 14 meses sem os medicamentos.

O outro, que também tinha histórico de hepatite B, completou 12 meses sem tratamento contra o HIV e sem carga viral detectável.

ENTENDA: Uma carga viral detectável ocorre quando um exame encontra HIV no sangue em quantidade suficiente para ser medida. Já a carga viral indetectável significa que o vírus está em um nível tão baixo que o teste não consegue medi-lo. Quando esse resultado é mantido durante o tratamento, não há transmissão por relações sexuais.

Com os dois anúncios, sobe então de 11 para 13 o número de casos de cura ou remissão do HIV contabilizados pela Sociedade Internacional de Aids (IAS).

Os novos casos serão apresentados na 26ª Conferência Internacional sobre AIDS, evento da entidade que acontece nesta semana no Rio de Janeiro.

O paciente de Kansas City é um homem de 21 anos que recebeu o diagnóstico de HIV e de uma forma agressiva de leucemia em 2018. Antes de começar o tratamento, ele tinha mais de 2 milhões de cópias do vírus por mililitro de sangue e uma quantidade muito baixa de células de defesa.

Em outubro de 2020, ele recebeu células-tronco de uma doadora sem parentesco, mas totalmente compatível. A doadora tinha duas cópias de uma mutação rara chamada CCR5-delta32, que impede que as formas mais comuns do HIV usem uma das principais portas de entrada das células.

Após o transplante, o paciente teve complicações e precisou receber um reforço de células-tronco. Os antirretrovirais foram suspensos em fevereiro de 2025 e, 14 meses depois, os exames continuavam sem encontrar o vírus no sangue nem células com HIV capazes de reiniciar a infecção.

O segundo paciente recebeu células-tronco de um doador que também tinha duas cópias da mutação CCR5-delta32. O caso era considerado mais complexo porque a pessoa tinha diferentes formas do HIV, capazes de usar mais de uma porta para entrar nas células.

Os medicamentos foram suspensos pouco mais de quatro anos após o transplante. Depois de 12 meses, o HIV continuava indetectável, e os pesquisadores não encontraram vírus capaz de se multiplicar nem material genético completo do HIV em amostras do intestino.

A interrupção dos remédios, porém, fez a hepatite B voltar a se multiplicar em apenas 25 dias, já que parte dos antirretrovirais também controlava esse vírus.

Dá para dizer que uma pessoa foi curada do HIV?

Os dois novos casos ainda são tratados como possíveis curas porque o tempo sem medicamentos é relativamente curto. Os pesquisadores precisam acompanhar os pacientes por mais tempo para verificar se o HIV realmente não voltará.

O termo mais adequado, segundo Ricardo Diaz, infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é “remissão sustentada do HIV sem antirretrovirais”.

Isso quer dizer que você tira o tratamento e o vírus não volta. Em algumas pessoas, a gente tem evidências muito fortes de que realmente o vírus não existe mais”, explica.

Não há, porém, um único exame capaz de verificar todas as partes do corpo e garantir que nenhuma célula infectada permaneceu escondida. Por isso, mesmo nos casos mais antigos, os pacientes continuam sendo acompanhados.

Diaz afirma que é preciso esperar pelo menos dois anos sem medicamentos para que as evidências de remissão fiquem mais fortes. A interrupção dos antirretrovirais não deve ser tentada fora de estudos, porque, na maioria das pessoas, o HIV volta a se multiplicar rapidamente.

Como foram os outros casos de “cura”?

Antes dos dois novos anúncios, a IAS contabilizava 11 casos após transplantes de células-tronco. Veja detalhes de cada caso abaixo:

Paciente de Berlim, 2009: esse foi o primeiro caso reconhecido de cura do HIV. Timothy Ray Brown tinha 40 anos quando fez o transplante para tratar uma leucemia e permaneceu sem os remédios e sem o retorno do vírus.
Paciente de Londres, 2019: dez anos depois, Adam Castillejo, de 37 anos, tornou-se o segundo caso confirmado. Ele passou por um transplante para tratar um linfoma e continuou sem o HIV após suspender o tratamento.
Paciente de Düsseldorf, 2023: Marc Franke, de 53 anos, fez um transplante por causa de uma leucemia. Anos depois, interrompeu os antirretrovirais e o vírus não voltou a ser detectado.
Paciente de Nova York, 2023: uma mulher com leucemia foi a primeira a alcançar remissão do HIV após um transplante que usou sangue de cordão umbilical e células de um doador adulto.
Paciente City of Hope, 2023: Paul Edmonds tinha 63 anos e vivia com HIV havia mais de três décadas quando fez o transplante. O caso mostrou que a remissão também pode ocorrer em pacientes mais velhos.
Paciente de Genebra, 2024: um homem de 53 anos que entrou em remissão mesmo após receber células de um doador sem a mutação que costuma dificultar a infecção pelo HIV.
Segundo paciente de Berlim, 2024: nesse caso, o paciente e o doador tinham apenas uma cópia da mutação de proteção. Ainda assim, o HIV não voltou após a suspensão dos medicamentos.
Paciente de Marselha, 2024: uma mulher na faixa dos 50 anos alcançou remissão depois de um transplante feito para tratar uma leucemia.
Paciente de Oslo, 2025: um homem de 58 anos recebeu células do próprio irmão para tratar uma doença grave do sangue. Depois, suspendeu os antirretrovirais e continuou sem carga viral detectável.
Paciente de Chicago, 2025: nesse registro, um homem de 67 anos voltou a apresentar carga viral detectável após interromper o tratamento pela primeira vez. Os remédios foram retomados e, depois de uma nova suspensão, o vírus não voltou a se multiplicar.
Paciente de Toronto, 2026: um homem de 62 anos fez um transplante para tratar uma leucemia. Quando o caso foi apresentado em congresso, ele estava havia dez meses sem antirretrovirais e sem carga viral detectável.

Todos esses receberam os transplantes para tratar leucemias, linfomas ou outras doenças graves do sangue. Os procedimentos não foram feitos como tratamento contra o HIV, mas acabaram substituindo grande parte das células de defesa dos pacientes por células do doador.

Na maioria dos casos, os doadores tinham duas cópias da mutação CCR5-delta32, uma característica que torna as novas células resistentes às formas mais comuns do HIV e reduz a possibilidade de o vírus voltar a se espalhar.

A mutação, porém, não explica tudo. O paciente de Genebra alcançou a remissão mesmo recebendo células sem essa proteção. Já no segundo caso de Berlim, o doador tinha apenas uma cópia da alteração genética.

Segundo Sharon Lewin, infectologista e ex-presidente da IAS, provavelmente há vários mecanismos atuando ao mesmo tempo nesses casos.

O tratamento aplicado antes do transplante elimina parte das células infectadas, as novas células podem atacar as que restaram e, quando carregam a mutação, ficam mais resistentes ao HIV.

Quando as células do doador não têm o CCR5, isso funciona como um impulso adicional para aumentar a possibilidade de cura”, afirmou Lewin ao g1.

O que são os “controladores de elite” do HIV e qual a diferença entre os casos de cura?

Os controladores de elite são pessoas que conseguem manter o HIV em níveis muito baixos sem tomar antirretrovirais. Nelas, o próprio sistema de defesa controla a multiplicação do vírus e evita a perda das células responsáveis pela imunidade.

Isso não significa necessariamente que o HIV foi eliminado. O vírus pode continuar escondido em algumas células, mas não consegue se multiplicar em quantidade suficiente para aparecer nos exames comuns ou prejudicar a saúde.

Nos casos de remissão após transplantes, o processo é diferente. Os pacientes passaram por um tratamento intenso que destruiu parte das células antigas e reconstruiu o sistema de defesa com células de outra pessoa.

As evidências indicam que isso reduziu drasticamente os esconderijos do HIV no organismo.

Por que o HIV é tão difícil de curar?

O HIV consegue inserir seu material genético dentro das células de defesa. Algumas dessas células ficam adormecidas e podem permanecer assim durante anos, sem produzir novas partículas do vírus.

Os antirretrovirais impedem que o HIV se multiplique, mas não conseguem retirar o material viral que já está escondido dentro dessas células. Esse conjunto de células infectadas é chamado de reservatório viral.

Quando o tratamento é interrompido, uma dessas células pode voltar a produzir o vírus e reiniciar a infecção. Em geral, isso ocorre em poucas semanas.

A dificuldade aumenta porque o HIV não fica apenas no sangue. Ele também pode permanecer escondido nos gânglios, no intestino, no sistema nervoso e em outros tecidos, que são mais difíceis de examinar.

Quando teremos uma cura acessível para grande parte da população?

Os transplantes provam que é possível alcançar a remissão, mas não podem ser oferecidos como tratamento comum contra o HIV. Eles podem causar infecções graves, rejeição das células, danos a órgãos e até a morte.

Por isso, o procedimento só é indicado para pessoas que precisam dele para combater doenças graves do sangue. Para quem vive com HIV e responde bem aos antirretrovirais, os riscos seriam muito maiores do que qualquer possível benefício.

Os cientistas tentam agora reproduzir os efeitos positivos dos transplantes de forma mais segura. Entre as estratégias estudadas estão anticorpos, medicamentos que reforçam o sistema de defesa e terapias genéticas capazes de tornar as células resistentes ao HIV.

Lewin acredita que uma cura sem transplante será possível. Estudos com anticorpos e medicamentos que estimulam a imunidade já permitiram que alguns participantes mantivessem o vírus controlado após suspender os antirretrovirais.

Precisamos fazer com que mais pessoas respondam e que esse controle seja melhor e mais duradouro”, afirma.

As terapias genéticas também apresentam resultados promissores, mas ainda principalmente em animais.

Não existe uma previsão segura de quando uma cura simples, de baixo risco e disponível em larga escala chegará à população. Até lá, os antirretrovirais continuam sendo a forma comprovada de manter o HIV indetectável e impedir a transmissão sexual.

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Em convenção, Zema diz que enquadrará facções criminosas como terroristas

Zema critica PT, diz ver 'Brasil real' e quer prisão amazônica | G1

O candidato ao Palácio do Planalto Romeu Zema (Novo) disse nesta segunda-feira (27) que vai enquadrar todas as facções criminosas brasileiras como terroristas, se for eleito presidente do Brasil nas eleições deste ano.

A declaração foi feita durante a convenção que aclamou Zema como presidenciável e ocorre depois de os Estados Unidos passarem a tratar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.

Quero que o Brasil retome a soberania que estamos perdendo. Tem gente falando que [o Brasil] está perdendo soberania porque os Estados Unidos enquadraram facções como terroristas. O Brasil é que já deveria ter feito isso há muito tempo“, disse.

O ex-governador de Minas Gerais também afirmou que, se for eleito, construirá um “superpresídio”. Ele declarou que a unidade prisional será, de preferência em lugar remoto no meio da Amazônia. O local serviria para abrigar líderes [das organizações criminosas]. “Vão mofar [lá] por pelo menos 25 anos”, completou.

Esta será a terceira eleição disputada por Zema. Empresário, ele foi eleito para dois mandatos como governador de Minas, em 2018 e 2022. Como postulante ao Planalto, o ex-governador tem se posicionado como uma “terceira via”, uma alternativa à polarização entre PL e PT.

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“Minha bandeira é estar contra o PT”, diz Zema em convenção

O candidato ao Palácio do Planalto Romeu Zema (Novo) disse que a sua “bandeira é estar contra o PT” na disputa eleitoral à Presidência do país. O ex-governador de Minas Gerais também afirmou que “viu o PT destruir seu estado”.

A declaração é uma menção à crise fiscal que o estado enfrentou durante a gestão petista e ocorreu na convenção que lançou seu nome à corrida presidencial nesta segunda-feira (27).

Ninguém aguenta mais quatro anos de Lula e de PT. Ninguém. No passado, foi Mensalão, Petrolão, mala de dinheiro, Lava Jato e agora estamos aí, Banco Master e desconto dos velhinhos. Um governo que não tem plano de futuro, só pensa em eleição“, completou.

De acordo com Zema, a gestão do PT no país foi um fator decisivo para levá-lo para a política e a vida pública. Ele declarou que o Brasil tem todas as condições para “dar certo”, mas não atinge seu potencial por causa da corrupção. “Problema não é que falta recurso, problema é que sobra ladrão. E nós vamos acabar com isso“, disse.

Em seu discurso, Zema voltou a dizer que é um nome “de fora” da política tradicional, apesar de já ter exercido quase oito ano de mandato como governador.

Na campanha, a intenção do ex-governador é reproduzir o discurso de eleições anteriores em que se apresentou como um “outsider” e nome de perfil anti-establishment. A estratégia é se colocar como alternativa à polarização entre PT e PL.

Zema apoiou as candidaturas de Jair Bolsonaro (PL) em eleições anteriores. Neste ano, tem optado por manter certo distanciamento de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também candidato ao Planalto. A postura se intensificou após desgastes na campanha do senador envolvendo o caso do Bando Master.

Questionado por jornalistas, Zema evitou falar diretamente sobre Flávio e poupou o rival de críticas. “O que eu tinha para falar sobre o candidato [Flávio] eu já disse, já me manifestei“, afirmou.

A postura é diferente de outros candidatos, que se apresentam como nomes da “terceira via”. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), também postulantes ao Planalto, têm optado por fazer críticas tanto a Lula quanto a Flávio, que são os dois nomes que têm recebido maior apoio em pesquisas eleitorais.

Ele disse, no entanto, que eleições são imprevisíveis e minimizou o seu baixo desempenho em pesquisas. Levantamento Nexus/BTG divulgado nesta segunda mostrou o candidato numericamente em quinto colocado com 3% das intenções de voto. De acordo com ele, os brasileiros costumam se envolver mais nas eleições na véspera do pleito.

Vice na chapa

O candidato ao Planalto ainda não definiu quem ocupará o cargo de vice-presidência na chapa. Ele disse que a definição vai ocorrer até 5 de agosto, o prazo legal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Zema, no entanto, deve se reunir na próxima semana, no Rio de Janeiro, com Joaquim Barbosa (DC), ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal).

Fontes relataram à CNN que o DC procurou o Novo no último fim de semana. Dirigentes sondaram sobre a possibilidade de apresentar Barbosa como vice na chapa de Zema à Presidência da República.

O ministro aposentado do STF e o ex-governador também conversaram por cerca de cinco minutos por telefone. Interlocutores relataram a conversa como “positiva” e “animadora”. No entanto, ainda há dúvidas se Barbosa aceitaria sair como vice.

Esta será a terceira eleição disputada por Zema. Empresário, ele foi eleito para dois mandatos como governador de Minas, em 2018 e 2022. Como postulante ao Planalto, o ex-governador tem se posicionado como uma “terceira via”, uma alternativa à polarização entre PL e PT.

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Múltipla espontânea: Raquel tem 26% e João, 17%

O Instituto Múltipla também aferiu o voto espontâneo para o Governo de Pernambuco, modalidade em que os entrevistados respondem em quem pretendem votar sem que sejam apresentadas opções de candidatos.

Nesse cenário, a governadora Raquel Lyra aparece com 26% das intenções de voto, enquanto o candidato do PSB registra 17%. Os indecisos somam 27%, 22% dos entrevistados não opinaram e 8% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo.

Os números são muito semelhantes aos da pesquisa realizada em maio. Naquele levantamento, Raquel Lyra tinha 27% das intenções de voto, contra 18% do candidato do PSB. Os indecisos representavam 28%, 21% não opinaram, 5% declararam voto em branco ou nulo e 1% citou outros nomes.

Dados da pesquisa

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00028/2026. O levantamento foi contratado pelo blog, realizado entre os dias 24 e 26 de julho, com 900 entrevistas. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

As informações são do blog de Nill Júnior.

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Múltipla: Raquel tem 44% e João Campos, 40%. Ivan Moraes, 1%

A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera as intenções de voto para o Governo de Pernambuco, segundo pesquisa do Instituto Múltipla, contratada com exclusividade pelo blog do Nill Júnior.

Na pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Raquel Lyra aparece com 44% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo pelo PSB, João Campos, registra 40%.

Ivan Moraes (PSOL) tem 1% das intenções de voto. Outros 1% dos entrevistados não opinaram, 7% se declararam indecisos e 8% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

Considerando a margem de erro de 3,3 pontos percentuais, para mais ou para menos, o cenário é de empate técnico. Raquel Lyra oscila entre 40,7% e 47,3%, enquanto João Campos varia entre 36,7% e 43,3%.

Na pesquisa divulgada em fevereiro, João Campos aparecia com 42% das intenções de voto, contra 29% de Raquel Lyra. Em maio, Raquel passou a 43%, enquanto João tinha 39%. Já em junho, João Campos registrou 43% e Raquel Lyra, 38%.

Na comparação com os levantamentos anteriores, os números indicam estabilidade na disputa. Considerando a margem de erro, o cenário é semelhante ao registrado em maio, mantendo o equilíbrio entre os principais pré-candidatos, com uma ligeira vantagem numérica para Raquel Lyra.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra aparece com 45% das intenções de voto, enquanto João Campos registra 41%. Outros 6% dos entrevistados se declararam indecisos, 7% afirmaram votar em branco ou nulo e 1% não opinou. Considerando a margem de erro, o cenário também configura empate técnico.

Rejeição

No levantamento sobre rejeição, Raquel Lyra apresenta índice superior ao de João Campos. Segundo a pesquisa, 33% dos entrevistados afirmam que não votariam na governadora de jeito nenhum, enquanto 29% dizem o mesmo em relação ao pré-candidato do PSB.

Entre os que conhecem os candidatos e afirmam que poderiam votar neles, Raquel Lyra registra 24%, contra 28% de João Campos. Já entre os que declaram voto certo, a governadora aparece com 41%, enquanto João Campos soma 37%.

Dados da pesquisa

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00028/2026. O levantamento foi contratado pelo blog e realizado entre os dias 24 e 26 de julho, com 900 entrevistas. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Incêndios na França recuam antes de nova onda de calor

Bombeiros realizam operações de rescaldo, extinguindo focos de calor remanescentes e áreas em brasa, em uma floresta próxima a Bordeaux / AFP

O grande incêndio nas imediações de Bordeaux, sudoeste da França, registrou nesta segunda-feira (27) “menos focos ativos”, mas o presidente Emmanuel Macron convocou uma reunião de crise devido ao temor de que uma nova onda de calor agrave a situação.

Incêndios gigantescos devastaram dezenas de milhares de hectares na Europa e obrigaram 325.000 pessoas a abandonarem suas casas na França e na Espanha. As chamas na região de Madri reduziram o avanço, mas ainda não são considerado estabilizados.

Na França, Macron convocou uma reunião de crise do governo. O país enfrenta vários incêndios ativos, mas o foco mais preocupante é o declarado ao noroeste de Bordeaux, que já destruiu 42.000 hectares e obrigou a fuga de 220.000 pessoas.

Diante da magnitude do incêndio, os moradores também se mobilizaram: agricultores ajudam os bombeiros com seus tratores no combate às chamas e desconhecidos recebem os desabrigados em suas casas.

“Menos focos ativos”

Após vários dias de avanço ininterrupto, “a situação permaneceu globalmente estável durante a noite, sem mudanças importantes a destacar“, anunciou a Prefeitura na manhã de segunda-feira.

Temos menos focos ativos do que ontem (domingo). As condições meteorológicas são favoráveis, com menos vento“, declarou à AFP Wilfried Schneider, porta-voz do serviço departamental de incêndios e emergências Sdis 33.

Mas não podemos dizer que o incêndio está estabilizado“, acrescentou. “Estabilizamos uma situação que era completamente instável, mas ainda não temos o fogo sob controle“, destacou.

O retorno de uma chuva leve e o orvalho da manhã deram um pouco de fôlego aos bombeiros, mas eles não podem baixar a guarda diante da onda de calor prevista a partir de terça-feira, com máximas de até 40ºC e vento seco.

Estão reunidas todas as condições para uma reativação do incêndio“, disse à AFP Philippe de Gonneville, prefeito de Lège-Cap Ferret, cujo município foi atingido desde o início do incêndio.

Na rodovia que liga a cidade a Saint-Jean-d’Illac, dezenas de quilômetros de floresta foram destruídos.

Segundo a Prefeitura, o incêndio destruiu 240 residências. As chamas não provocaram vítimas civis, mas 84 bombeiros ficaram feridos.

Apesar de mais controlado, os bombeiros não conseguiram estabilizar outro incêndio ao sul de Bordeaux, na altura de Biscarrosse, que devastou 3.600 hectares e forçou a fuga de 30.000 pessoas, das quais 8.000 foram autorizadas a retornar para suas casas.

Os bombeiros franceses também lutam contra incêndios no departamento de Var, perto de Marselha, onde 2.000 pessoas abandonaram suas residências, assim como na turística ilha da Córsega e nos Alpes.

As florestas sofrem incêndios com mais facilidade porque a vegetação e os solos europeus estão muito secos há meses, um fenômeno agravado pela mudança climática e pelas recentes ondas de calor excepcionais.

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Presidente da Fifa responde críticas à Copa 2026: ‘Futebol não é política, é união’

 Gianni Infantino, presidente da FIFA/ AFP

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, decidiu responder às críticas que acompanharam a Copa do Mundo com uma defesa enfática do torneio e uma mensagem direta aos seus opositores. Em uma carta publicada nas redes sociais, o dirigente afirmou que o futebol deve servir como ponto de encontro entre diferentes povos e resumiu sua posição em uma frase: “Futebol não é política, é união.”

A manifestação foi divulgada após um Mundial marcado por questionamentos sobre a organização da competição, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México. Infantino acusou os críticos de estarem mais preocupados em atacar a entidade do que em reconhecer o impacto do torneio para milhões de torcedores.

A todos vocês que deixaram de ver crianças, bebês, avós e pais se reunirem em torno desse belo esporte, peço desculpas por os jogos já terem acabado e por vocês terem perdido toda essa alegria e união“, escreveu.

Em outro trecho, o presidente da Fifa endureceu o tom e afirmou que parte das críticas foi motivada por informações falsas.

Aos que, por trás de suas canetas e papéis, ou atrás de suas telas, espalham ódio e rumores falsos, quero dizer que, enquanto vocês permanecem aí, nós, na Fifa, estamos na linha de frente organizando, trabalhando arduamente e entregando o maior espetáculo do mundo“, afirmou.

Infantino também destacou a presença de seleções de países envolvidos em conflitos ou crises e usou esses exemplos para reforçar a ideia de que o futebol seria capaz de aproximar sociedades divididas. Na avaliação do dirigente, a participação dessas equipes demonstrou que o esporte pode ultrapassar barreiras políticas e diplomáticas.

A declaração ocorre em meio às críticas relacionadas às restrições de entrada nos Estados Unidos, que afetaram torcedores, integrantes de delegações e profissionais ligados ao torneio. O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, por exemplo, foi impedido de entrar no país apesar de possuir visto válido.

O dirigente, porém, citou o caso do Irã para defender a atuação da Fifa. “O Irã entrou nos Estados Unidos sem qualquer incidente ou conflito. A seleção iraniana recebeu vistos para entrar porque o futebol é sobre paz. Não é sobre política“, afirmou.

As questões disciplinares também apareceram entre os assuntos abordados por Infantino. Embora não tenha mencionado diretamente o caso de Folarin Balogun, o presidente da Fifa fez referência a decisões de arbitragem e punições que provocaram questionamentos durante a competição.

O atacante dos Estados Unidos havia recebido cartão vermelho e, inicialmente, seria suspenso automaticamente. A punição, no entanto, foi retirada antes da partida seguinte da seleção americana, após uma intervenção que gerou críticas e levantou suspeitas de influência política sobre a entidade.

Infantino argumentou que decisões controversas fazem parte do futebol e afirmou que situações semelhantes ocorrem em algumas das principais ligas do mundo. Para o dirigente, as críticas à Fifa não consideram que a entidade atua em um cenário muito mais amplo e complexo.

Ao defender o saldo da Copa, o presidente da Fifa afirmou ainda que o torneio transcorreu com segurança e destacou a participação de torcedores de diferentes nacionalidades. Segundo ele, o Mundial foi marcado por “alegria e felicidade”.

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Ministro da Fazenda diz que Brasil está melhor que a Argentina e chama Milei de ‘palhaço’

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que a economia brasileira está melhor do que a Argentina e classificou o presidente do país vizinho, Javier Milei, de “palhaço”.

Durante entrevista para a Rádio Jornal, de Pernambuco, o ministro afirmou que o risco país brasileiro está melhor do que o argentino, e que o Brasil está com mínima de desemprego, de inflação, e recordes na balança comercial, assim como safra expressiva e desmatamento em queda.

O palhaço do presidente da Argentina veio ao Brasil ontem e falou de Brasil, quando o risco país da Argentina é muito mais alto, a divida pública é muito mais alta, a inflação é muito mais alta“, declarou o ministro da Fazenda.

O presidente argentino Javier Milei veio ao Brasil neste fim de semana para participar do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro, oponente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas eleições para presidente da República.

Em um discurso inflamado de quase meia hora no sábado (25) em São Paulo, Milei chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “lixo careca” e criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e as suas políticas sociais, ao mencioná-lo como “presidiário”.

No fim de 2023, o presidente argentino Javier Milei lançou um rígido plano de austeridade que pôs fim ao déficit fiscal crônico do país e reduziu em cerca de um terço a inflação, que havia atingido patamares de três dígitos. A economia cresceu 4,4% em 2025 e deve se aproximar de 3% neste ano.

Segundo dados de 2025, a inflação somou 31,5% na Argentina em 2025, a mais baixa desde 2017, enquanto o crescimento econômico avançou para 4,4%. No Brasil, a inflação foi de 4,26% no ano passado, com a crescimento desacelerando para uma alta de 2,3% em um cenário de juros altos.

Política de juros

Dario Durigan afirmou que “Não dá pra entrar na onda dessas pessoas que dizem que vai virar apocalipse”.

Não estou dizendo que está tudo resolvido. Juros [altos] que afetam todo mundo, agricultores, família empresas. Eu tenho que pagar juros altos pra rolar a divida, me incomoda muito“, acrescentou.

O ministro avaliou, ainda, que para reduzir os juros brasileiros, é preciso diminuir os gastos obrigatórios, manter a regra para as contas públicas vigente (o chamado “arcabouço fiscal”), ou até mesmo “endurecer um pouco mais” a norma, além de modernizar o Estado.

Ele afastou a possibilidade de recessão na economia brasileira em 2027. “Se fala em recessão porque, como o juro está alto, tende a desacelerar. Nossa projeção é de 2% [de alta do PIB em 2027], mas tem gente falando em 1% [de crescimento]. Não é recessão. Taxa de juros altos tem esse papel, desaquecer economia. Economia vai desacelerar, mas falar em recessão é um exagero“, concluiu.

Javier Milei no Brasil

Durante o lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência neste sábado (27), o presidente argentino Javier Milei fez um discurso em espanhol que durou quase meia hora.

Ele chamou Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de “lixo careca” por ter negado pedido de visita a Jair Bolsonaro.

Milei, que tenta se posicionar como o líder da direita na América Latina, associou a candidatura de Flávio a uma “transformação política em curso” na região.

Segundo ele, países da América Latina estão se alinhando à direita e abandonando a esquerda, movimento ao qual o Brasil pode se juntar com a eventual eleição de Flávio.

A vinda do presidente argentino ao Brasil ocorre em meio à sua baixa popularidade, catapultada por um escândalo recente de corrupção em seu governo e pelas dificuldades econômicas vividas em seu país.

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Nexus/BTG: 50% rejeitam votar em Flávio; 48%, em Lula

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 50% de rejeição dos eleitores, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%, segundo o levantamento Nexus/BTG divulgado nesta segunda-feira (27).

Entre os entrevistados, 25% disseram que Flávio é o único em quem votariam, enquanto 21% afirmaram que poderiam votar nele, mas também em outro nome. Foram 3% os que disseram não conhecer o parlamentar, enquanto 1% não sabem ou não responderam.

No caso de Lula, 37% afirmaram que ele é o único em quem votariam, enquanto 13% disseram que poderiam votar nele, mas também em outro. Do total de entrevistados, 1% afirmou não conhecer o presidente, enquanto outros 1% disseram não saber ou não responderam.

Metodologia

A Nexus/BTG entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 24 e 26 de julho, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01489/2026.

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Nexus/BTG: 49% desaprovam governo Lula; outros 47% aprovam

Lula

A pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (27) aponta que 47% dos eleitores aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto outros 49% desaprovam a gestão. Os que não sabem ou não responderam representam 4%.

Os dados mostram que a percepção sobre o governo sofreu uma oscilação em relação ao levantamento anterior, divulgado em meados de julho. Naquela rodada da pesquisa, a aprovação e desaprovação de Lula marcava 47%.

Metodologia

A Nexus/BTG entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 24 e 26 de julho, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01489/2026.

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Nexus/BTG: Lula empata com Flávio, Caiado e Zema no 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está em empate técnico em um eventual segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto contra três pré-candidatos da direita: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD); e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), segundo a pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (27).

Na simulação contra Flávio, Lula aparece com 47% das intenções de voto contra 43% do senador. Brancos, nulos e os que não escolheriam nenhum dos nomes somam 9%, enquanto 1% dos eleitores não soube ou não respondeu. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Lula x Ronaldo Caiado

No cenário contra Caiado, o atual presidente soma 45% das intenções, ante 43% do ex-governador. Os que disseram votar em branco, nulo e os que não escolheriam nenhum dos nomes somam 10%, enquanto 2% dos eleitores não soube ou não respondeu.

Lula x Romeu Zema

Já em uma eventual disputa direta com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o atual presidente vai a 46% contra 42% de Zema.

Do total de entrevistados 11% disseram votar em branco, nulo ou em nenhuma das opções, enquanto 1% não souberam ou não responderam ao levantamento.

Lula x Renan Santos

Em uma última simulação apresentada, Lula pontua 47% contra o coordenador do MBL, Renan Santos (Missão), que aparece com 39%. O cenário representa vitória do petista fora da margem de erro.

Os eleitores que declaram voto em branco, nulo ou em nenhum dos nome representam 13% nesta hipótese. Aqueles que não souberam ou não responderam somam 2%.

Metodologia

A Nexus/BTG entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 24 e 26 de julho, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01489/2026.

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Mais de 400 pessoas fogem de barco de incêndio florestal no sul da Itália

Bombeiro combate incêndio florestal próximo a residências em La Mierla, perto de Guadalajara, ao Norte de Madri/Handout/Infocam/AFP

Centenas de pessoas foram retiradas por mar neste domingo (26), no sul da Itália, e espera-se que mais sejam transportadas em breve, devido a um incêndio florestal que assola partes da costa do Adriático, informou a Guarda Costeira.

“Mais de 400 turistas e banhistas foram evacuados por mar, a única rota de evacuação viável”, informou a agência em seu canal no WhatsApp, acrescentando que as operações continuam.

Os evacuados estavam sendo resgatados da área próxima à cidade de Peschici, na região sul da Puglia. Um porta-voz da Guarda Costeira disse à AFP que espera retirar aproximadamente mais 300 pessoas.

No total, seis embarcações da Guarda Costeira, três da polícia financeira italiana e cerca de 10 embarcações privadas participaram da operação, afirmou a organização. Imagens da televisão mostraram bombeiros e um avião anfíbio Canadair combatendo o incêndio, que no momento não representa uma ameaça imediata às residências da cidade.

Uma enorme coluna de fumaça podia ser vista a dezenas de quilômetros de distância. “A situação está sob controle neste momento”, declarou o prefeito de Peschici, Luigi d’Arenzo, segundo o jornal local Gazzetta del Mezzogiorno.

Incêndios florestais de grandes proporções também devastaram dezenas de milhares de hectares e forçaram a evacuação de 325 mil pessoas na França e na Espanha, com Bordeaux, na França, e Madri, na Espanha, sitiadas pelas chamas que reduziram casas e comércios a cinzas. Cerca de 75.000 pessoas foram desalojadas por incêndios nos arredores de Madri e em outras áreas residenciais, assim como na região de Valência.

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Caiado diz que, se eleito, vai dar indulto a Bolsonaro: ‘Quero pacificar o País’

Caiado já falou abertamente que tem vontade de se candidatar para Presidente em 2026/Créditos: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Ronaldo Caiado, oficializado como candidato à Presidência pelo Partido Social Democrático (PSD) neste domingo, 26, reafirmou que pretende dar um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro caso seja eleito. “Quando disse aquilo (promessa de anistia para Bolsonaro), disse e sustento. Vou sim tomar essa iniciativa no meu primeiro dia de governo, porque quero pacificar o País”, disse em entrevista à CNN.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão acusado de liderar uma organização criminosa voltada à tentativa de golpe de Estado e à subversão da ordem democrática.

O ex-governador de Goiás considera que o debate polarizado entre o governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o bolsonarismo não traz benefícios concretos à população. Caiado reiterou críticas que fez a Flávio Bolsonaro (PL) na oficialização da sua candidatura. Ele afirmou à CNN que a queda do adversário nas pesquisas é consequência de recentes denúncias. “Ele não tem dado respostas convincentes”.

Tentando colocar-se como alternativa, Caiado disse aos correligionários esta manhã que o Brasil “não pode optar por aqueles que são os maiores rejeitados da política nacional”.

Candidato à Presidência pela segunda vez

Caiado trocou o União Brasil pelo PSD no início do ano para ser candidato. Na nova sigla, enfrentou a concorrência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que era o favorito, mas acabou desistindo da candidatura, e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Deputado federal por cinco mandatos, senador e duas vezes governador de Goiás, Ronaldo Caiado volta a disputar a presidência da República. Na primeira tentativa, em 1989, teve menos de 1% dos votos.

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