/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/w/UBZCI1RAqIEKzjpA6sKQ/zema.jpg)
O candidato ao Palácio do Planalto Romeu Zema (Novo) disse nesta segunda-feira (27) que vai enquadrar todas as facções criminosas brasileiras como terroristas, se for eleito presidente do Brasil nas eleições deste ano.
A declaração foi feita durante a convenção que aclamou Zema como presidenciável e ocorre depois de os Estados Unidos passarem a tratar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.
“Quero que o Brasil retome a soberania que estamos perdendo. Tem gente falando que [o Brasil] está perdendo soberania porque os Estados Unidos enquadraram facções como terroristas. O Brasil é que já deveria ter feito isso há muito tempo“, disse.
O ex-governador de Minas Gerais também afirmou que, se for eleito, construirá um “superpresídio”. Ele declarou que a unidade prisional será, de preferência em lugar remoto no meio da Amazônia. O local serviria para abrigar líderes [das organizações criminosas]. “Vão mofar [lá] por pelo menos 25 anos”, completou.
Esta será a terceira eleição disputada por Zema. Empresário, ele foi eleito para dois mandatos como governador de Minas, em 2018 e 2022. Como postulante ao Planalto, o ex-governador tem se posicionado como uma “terceira via”, uma alternativa à polarização entre PL e PT.

