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Quaest: Lula tem 44% e Flávio, 39% das intenções de voto no 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, segundo a pesquisa Genial/Quaest nesta quarta-feira (5).

O chefe do Executivo tem 44% das intenções de voto, enquanto o senador pontua 39%. Brancos, nulos e não vão votar somam 13% dos eleitores e indecisos, 4%.

No último levantamento, o petista tinha 45% das intenções de voto, ante 37% de Flávio.

Lula x Zema

Lula também aparece à frente em um eventual segundo turno com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). O chefe do Executivo tem 46% das intenções de voto, ante 34% de Zema.

Brancos, nulos e não vão votar somam 16% dos eleitores e indecisos, 4%.

Em julho, Lula tinha 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Zema, que acumulava 35% na ocasião.

Lula x Caiado

Contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula também lidera na disputa presidencial com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno, enquanto o goiano registra 37%. Brancos, nulos e não vão votar são 14% e indecisos, 4%.

Na aferição anterior, o atual chefe do Executivo também pontuou 45%, enquanto Caiado teve 36%.

Lula x Renan

Lula tem 45% em um eventual segundo turno com Renan Santos (Missão), presidente da sigla, que registra 35% das intenções de voto na pesquisa. Brancos, nulos e não vão votar são 16% e indecisos, 4%.

No mês passado, Lula já marcava 45% em um eventual segundo turno contra Renan, que tinha 33% das intenções.

Metodologia

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06591/2026.

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Sandrinho vai inaugurar mais uma rua pavimentada em Afogados

Dando continuidade ao maior programa de pavimentação de ruas da história de Afogados da Ingazeira, o Prefeito Sandrinho Palmeira inaugura nesta quarta (05), a partir das 16h30, a pavimentação da Rua José Leite de Siqueira, no bairro São Brás.

A Prefeitura investiu 295 mil Reais na obra, pavimentando 2.229 metros quadrados da via, que liga a parte alta do São Brás à Rua Diomedes Gomes.

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CNJ condena juíza substituta de Moro a dois anos de afastamento

CNJ afasta por dois anos juíza substituta de Moro na Lava-Jato | Política |  Valor Econômico

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu nesta terça-feira (4) afastar a juíza Gabriela Hardt de suas funções. A magistrada atuou como substituta de Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba durante a Operação Lava Jato.

Por maioria, os conselheiros fixaram a duração da punição em dois anos, conforme o voto do relator. Parte do colegiado defendia que a magistrada permanecesse afastada por um ano. Durante a disponibilidade, a juíza continuará recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço.

A punição foi aplicada no julgamento do processo administrativo disciplinar (PAD) que apurou a participação da magistrada na tentativa de criação de uma fundação privada com cerca de R$ 2,5 bilhões recuperados pela Lava Jato.

Segundo as investigações, a 13ª Vara Federal de Curitiba classificou a Petrobras como “vítima” dos crimes investigados para justificar o repasse de recursos de acordos de leniência e de colaboração premiada à fundação, que seria administrada por integrantes da própria força-tarefa da Lava Jato.

Hardt foi investigada principalmente por ter homologado o chamado “acordo de assunção de compromissos”, que permitiria a criação dessa fundação.

Os relatórios apontam que a juíza discutiu previamente os termos do acordo com procuradores da Lava Jato, entre eles Deltan Dallagnol, por meio de mensagens de WhatsApp, antes mesmo de o pedido ser apresentado oficialmente à Justiça.

Também foi questionada a rapidez com que o acordo foi homologado, além de não ter havido a participação da União, apontada como a verdadeira titular dos recursos.

Ao votar pela condenação, o conselheiro relator Rodrigo Badaró afirmou que a homologação do acordo deveria ter sido precedida de “diligências institucionais mínimas”.

Ele disse concordar com os argumentos da defesa de que não há provas de que Hardt tenha buscado enriquecimento próprio, mas afirmou que isso não afasta sua responsabilidade funcional.

Segundo o relator, a magistrada recebeu informações antecipadas de uma das partes, teve acesso à minuta do acordo por um canal informal e baseou sua decisão na justificativa de urgência apresentada pelos interessados, sem ouvir os demais envolvidos nem consultar os órgãos competentes. Com isso, o conselheiro considerou o PAD procedente e concluiu que Gabriela Hardt cometeu “grave violação dos deveres do cargo”.

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Ataque russo a Sumy faz três mortos, incluindo duas crianças

Imagem ilustra bombardeio ucraniano/ Foto por IRYNA RYBAKOVA / THE 93RD KHOLODNYI YAR SEPARATE MECHANIZED BRIGADE / AFP

O ataque russo lançado durante a noite de segunda-feira (03) contra a cidade ucraniana de Sumy causou três mortos. Entre as vítimas estão duas meninas, de 5 e 10 anos, cujos corpos foram encontrados hoje sob os escombros da casa onde viviam, e uma mulher idosa.

Segundo o chefe da administração militar da região, Oleh Hryhorov, seis bombas aéreas guiadas atingiram várias infraestruturas civis da cidade, enquanto outras duas foram interceptadas pela defesa antiaérea antes de chegarem a zonas residenciais.

Na região ucraniana de Donetsk, os bombardeios russos também provocaram a morte de duas pessoas além de deixar 30 feridos, incluindo um adolescente de 16 anos. De acordo com as autoridades locais, as forças russas atacaram oito localidades da região, tendo danificado 22 infraestruturas civis, incluindo 14 casas. O jornal francês Le Monde publicou que a polícia e os serviços de segurança da Ucrânia recolhem provas para as investigações sobre alegados crimes de guerra.

Além disso, há cortes de eletricidade em sete regiões da Ucrânia depois das ofensivas russas contra infraestruturas energéticas. Milhares de pessoas estão sem luz em Dnipropetrovsk, Donetsk, Zaporizhzhya, Mykolaiv, Sumy, Kharkiv e Tchernihiv.

Por outro lado, um ataque ucraniano com drones provocou hoje cinco mortos e seis feridos na região de Moscou.
“Esta manhã, as forças de defesa aérea russas repeliram um ataque com drones contra a região de Moscou”, disse o governador local, Andrey Vorobyov, acrescentando que vários incêndios também foram deflagrados após a ofensiva na zona industrial de Novoselki, que atingiu um armazém.

As forças da Ucrânia têm mirado centros logísticos e armazéns em território russo ligados ao suporte militar. Kiev lançou uma campanha de ataques contra a Wildberries nas últimas semanas, acusando a chamada “Amazon russa” de vender equipamento militar.

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Miguel Coelho declara apoio a Mendonça Filho para o Senado

Mendonça recebe apoio de Miguel Coelho/Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) anunciou, nesta terça-feira (4), o apoio à candidatura de Mendonça Filho (PL) para o Senado Federal. A aliança, anunciada no mesmo dia da convenção estadual do PL que oficializou o nome de Mendonça para o pleito, acontece em meio a um cenário turbulento nos bastidores da Federação União Progressista.

A reunião aconteceu no escritório da família Coelho, no Recife, e contou com a presença dos irmãos, o deputado estadual Antonio Coelho e o deputado federal Fernando Filho, além de prefeitos e parlamentares aliados.

“Tenha a certeza que onde a gente estiver, no Sertão, no Agreste, na Mata e na Metropolitana, onde tiver alguém vinculado ao nosso grupo, ou quem confiou na minha pessoa, quem confiou nas nossas propostas, que a gente aqui apoia, endossa e tem certeza que Mendonça tem tudo para ser o novo senador da República a partir do próximo ano”, afirmou Miguel.

Na avaliação de Coelho, o apoio a Mendonça se deu pela ausência de um nome para representar o seu campo político. “Apareceu um vácuo para um representante de centro-direita. O PL entendeu a mesma coisa, que existem espaço e viabilidade. Mas não é só isso. É questão de história e de personalidade”, declarou.

A Federação União Progressista, da qual o partido de Miguel faz parte, realiza a sua convenção partidária nesta quarta-feira (5). O grupo político definiu o nome do deputado Eduardo da Fonte (PP) para disputar uma vaga na Casa Alta, integrando a chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), após um embate acirrado com Coelho nos bastidores.

Possível candidatura à Câmara

Com a desistência de buscar uma vaga no Senado, Miguel Coelho deixou em aberto a possibilidade de se candidatar a deputado federal no pleito atual. Questionado sobre as perspectivas futuras, o ex-prefeito exaltou as candidaturas existentes, mas deixou o nome à disposição.

“Tenho recebido vários apelos para poder disputar, mas eu deixei isso muito claro: eu só sou candidato se for para somar e fazer o União Brasil sair melhor. Temos duas candidaturas muito bem colocadas, uma do deputado federal Fernando Filho, que vai para a reeleição, e uma outra da ex-prefeita e futura deputada do agreste, Juliana Chaparral”, disse.

“Se a gente entender que cabe para poder fazer mais deputados para o União Brasil, entendemos que sim. Mas não pode ser uma vontade minha apenas”, concluiu Miguel.

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Planalto critica revogação de visto e fala em “escalada deliberada” dos EUA

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse repudiar a decisão dos Estados Unidos, desta terça-feira (4), de revogar o visto da embaixadora brasileira nos EUA, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Em nota, o Palácio do Planalto disse que a ação “faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas”.

No comunicado, a Presidência afirmou que as justificativas apresentadas pelos EUA para a revogação do documento “são falsas” e que “fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”.

“A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo”, afirmou o Planalto.

De acordo com o Departamento de Estado, a medida foi tomada em resposta a uma suposta demora das autoridades brasileiras em aprovar o aval diplomático para que Daniel Perez assumisse a embaixada dos EUA no Brasil.

Segundo o governo brasileiro, “o processo de concessão de agrément é confidencial e o nome designado só deveria vir a público depois de concedida a anuência, conforme estipula o artigo 4 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas”.

“Agrément” é uma consulta que se faz ao país onde o embaixador será nomeado. No meio diplomático, os governos costumam fazer uma consulta formal e confidencial sobre o nome que desejam indicar para comandar a embaixada para anunciar o escolhido para ocupar o cargo de embaixador.

“O Brasil segue estritamente o direito internacional. Não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para a concessão do agrément. O pedido norte-americano ainda se encontra em análise”, disse a Presidência.

Segundo apurou a CNN, a decisão dos EUA foi vista por diplomatas brasileiros como uma forma de “chantagem” do governo Trump para pressionar pela aprovação de Perez.

A revogação do documento da embaixadora brasileira ocorre 10 dias após o Itamaraty negar pedidos de visto a dois funcionários do governo Trump que visitariam o Brasil.

Reportagem publicada pelo jornal americano “The Washington Post” revelou que o secretário-assistente para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho do Departamento de Estado, Riley Barnes, e o subsecretário-assistente, Samuel Samson, tinham planos de preparar um ataque à confiabilidade das urnas e do sistema eleitoral. Ambos respondem diretamente ao secretário de Estado, Marco Rubio, tido como um dos principais aliados da família Bolsonaro em Washington.

Na ocasião, fontes do governo avaliaram, reservadamente, que a viagem buscaria reforçar a campanha de desinformação contra o sistema eletrônico de votação brasileiro.

Leia a íntegra da nota:
O Governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo Departamento de Estado dos EUA de alterar o visto da embaixadora do Brasil em Washington. As duas justificativas apresentadas são falsas.

O processo de concessão de agrément é confidencial e o nome designado só deveria vir a público depois de concedida a anuência, conforme estipula o artigo 4 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.

O governo dos Estados Unidos anunciou publicamente o nome de seu candidato antes de apresentar o pedido formal de agrément ao governo brasileiro.

O Brasil segue estritamente o direito internacional. Não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para a concessão do agrément. O pedido norte-americano ainda se encontra em análise.

Os dois funcionários do governo norte-americano que tiveram seus vistos de entrada no Brasil negados planejavam visitar o país para colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro, em tentativa inaceitável de interferir no processo político nacional.

Vale recordar que seguem em vigor sanções individuais sobre autoridades brasileiras, notadamente o cancelamento de vistos para os EUA, com base na alegação infundada de perseguição política ao ex-presidente Bolsonaro. Entre essas autoridades estão ministros da Suprema Corte e funcionários de primeiro escalão do Poder Executivo.

O governo brasileiro não poupou esforços para resolver essas diferenças. O próprio presidente Lula, em sua visita a Washington em maio último, entre outros assuntos, solicitou ao presidente Trump o levantamento das sanções individuais.

A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo.

Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente.

Em linha com sua tradição diplomática, o governo brasileiro se opõe à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais.

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EUA revogam visto da embaixadora do Brasil

Os Estados Unidos revogaram o visto da embaixadora do Brasil em Washington em meio a um impasse diplomático entre os dois países, informou nesta terça-feira (4) uma alta autoridade do Departamento de Estado americano. A informação foi divulgada pela Reuters e confirmada pelo Palácio da Itamaraty à CNN.

Diplomatas brasileiros relataram à CNN que começaram a reunir informações junto à Embaixada do Brasil em Washignton para entender as motivações do cancelamento do visto.

Em julho, o Ministério das Relações Exteriores negou o pedido de visto a dois funcionários do governo de Donald Trump que visitariam o Brasil.

Reportagem publicada pelo jornal americano The Washington Post revelou que o secretário-assistente para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho do Departamento de Estado, Riley Barnes, e o subsecretário-assistente, Samuel Samson, tinham planos de preparar um ataque à confiabilidade das urnas e do sistema eleitoral.

Ambos respondem diretamente ao secretário de Estado, Marco Rubio, tido como um dos principais aliados da família Bolsonaro em Washington.

Dias antes, conforme noticiou a CNN, o governo Lula segurou o aval diplomático do político republicano Daniel Perez como novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, em meio à crise entre os dois países provocada pelo tarifaço.

Designado por Trump no começo de junho, Perez é deputado estadual pela Flórida e muito próximo de Rubio, que anteriormente chegou a acusar Lula de ter colocado “o ego à frente” de um possível acordo comercial entre os EUA e o Brasil.

Ainda na última sexta-feira (31), durante a convenção do PT no Ceará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aludiu à ideia de que Trump queria ajudar a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Na véspera, ele também já tinha mencionado na convenção do PDT a crise diplomática entre Brasil e EUA: “O Trump, às vezes, ele fica querendo brigar comigo. Eu não quero briga com ele… Eu não sou bobo”.

Em atualização.

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Eduardo Girão, do Novo, será candidato a vice-presidente com Zema

Romeu Zema (esquerda) participa do lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão ao Governo do Ceará — Foto: Reprodução

A assessoria da campanha de Romeu Zema (Novo) anunciou nesta terça que o vice será o senador Eduardo Girão (Novo-CE). A decisão foi tomada após uma série de conversas entre os dois e integrantes da direção nacional do partido.

Com o anúncio, Girão deverá desistir da candidatura ao governo do Ceará, lançada no início de julho.

A escolha forma uma chapa inteiramente composta por integrantes do Novo.

Antes da escolha de Girão, outros nomes foram avaliados para a chapa. Tiago Mitraud (Novo) chegou a ser cogitado, mas foi escolhido para disputar o governo de Minas Gerais como vice de Mateus Simões (PSD). O empresário Geraldo Rufino (Podemos), citado publicamente por Zema, optou por concorrer ao Senado por São Paulo.

A aproximação entre Girão e Zema começou antes da campanha presidencial. Eleito senador em 2018 pelo Pros, Girão ingressou no Podemos no início do mandato e permaneceu na sigla até fevereiro de 2023, quando se filiou ao Novo e se tornou o primeiro senador do partido.

Ao anunciar a mudança, elogiou a gestão de Zema e lembrou que havia votado em Felipe d’Avila, candidato do Novo à Presidência em 2022.

“Eu, me encaminhando para o encerramento, quero colocar que nós temos uma outra grande referência no partido Novo, que é o Governador Zema, que tem feito uma administração em Minas Gerais que já o colocou seguramente como um dos melhores Governadores do Brasil, com muita austeridade, com uma capacidade de gestão, transparência daquilo que é público”, afirmou Girão na ocasião.

Desde então, Girão passou a defender Zema como uma das principais lideranças nacionais do Novo. Em 2023, saiu em defesa do então governador após a repercussão de declarações sobre o consórcio de estados do Sul e do Sudeste.

“Completamente fora do contexto, foi feita uma insinuação de que esse movimento seria contra o Nordeste, o meu Nordeste, o nosso Nordeste”, disse. “Eu converso muito com o governador Zema, estamos no mesmo partido, e eu vejo o profundo respeito que ele tem pelo Nordeste”, acrescentou.

Em julho de 2026, Zema participou do lançamento da pré-candidatura de Girão ao governo do Ceará. Os dois criticaram o PT e o apoio de parte do PL cearense a Ciro Gomes (PSDB) e defenderam mudanças na gestão pública.

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TSE mantém multas por doação eleitoral acima do limite e propaganda irregular em templo

Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF)/ Rosinei Coutinho/SCO/STF

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter duas punições aplicadas por tribunais regionais em processos relacionados às eleições de 2022 e de 2024. Em sessão extraordinária realizada na segunda-feira (3), os ministros acompanharam o voto do relator, ministro Dias Toffoli, e confirmaram multas por doação eleitoral acima do limite permitido e por propaganda irregular em bem de uso comum.

Um dos casos analisados envolveu uma doação para as eleições gerais de 2022 considerada superior ao teto estabelecido pela legislação eleitoral. O TSE confirmou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que determinou o pagamento de multa de R$ 17.144,03 por Fernanda Marçal Nunes Hourneaux de Moura, além do registro da irregularidade em seu cadastro eleitoral.

Ao votar, Dias Toffoli destacou que o entendimento consolidado da Corte é de que a anotação da infração no cadastro eleitoral possui caráter meramente informativo. Segundo o ministro, a medida não gera inelegibilidade nem impede a emissão da certidão de quitação eleitoral.

Em outro julgamento, os ministros mantiveram decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que condenou a então candidata à Câmara Municipal de Londrina, Fernanda Leite Carvalhaes, ao pagamento de multa de R$ 2 mil.

A penalidade foi aplicada após a divulgação de propaganda eleitoral em um templo religioso, considerado bem de uso comum pela legislação, material que posteriormente também foi publicado nas redes sociais da candidata.

Na avaliação do relator, a utilização de espaços religiosos para promover candidaturas compromete a igualdade de oportunidades entre os concorrentes, ainda que a divulgação ocorra fora do horário destinado aos cultos.

Para Toffoli, a exposição em templos pode conferir vantagem indevida ao candidato ao ampliar sua visibilidade perante o eleitorado, justificando a aplicação da sanção prevista na legislação eleitoral.

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PF aponta que mulher de Weverton Rocha recebeu mais de R$ 11 mi de advogado

Documentos da operação realizada nesta terça-feira (4) pela PF (Polícia Federal) mostram supostos pagamentos do escritório do advogado Willer Tomaz à Samya Lorene de Oliveira Bernardes Rocha, esposa do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

A decisão emitida pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou a ação desta terça, aponta um esquema desde 2023 para “ocultar ou dissimular” a origem e titularidade de direitos e valores provenientes de “infrações penais antecedentes”.

Os investigadores apontam que uma conta pessoal de Samya teria sido utilizada como alternativa para os repasses de valores elevados. Conforme trechos de conversas encontradas em um celular atribuído a Weverton, o senador cobra a transferência de R$ 500 mil a Fayla Zulmira Menezes, identificada no contato como “Finaceiro WT” — referência a Willer Tomaz.

Com as cobranças do senador, Fayla informa uma conversa com Willer e sinaliza que uma transferência entre pessoas jurídicas seria mais rápida. Porém, no trecho final da conversa, é informado que “o valor já se encontra na conta PF da Dra Samya”.

Ainda de acordo com a informação policial, SAMYA teria recebido valores superiores a R$ 11.000.000,00 de empresas relacionadas a WILLER TOMAZ no período examinado“, completa o relatório.

Além dos repasses, a investigação também aponta um imóvel localizado em Brasília, considerado a casa de Weverton, dentre os bens utilizados no esquema de ocultação. Segundo a PF, o parlamentar teria participado de negociações, com visitas à compra, com um sinal de R$ 4 milhões e um saldo restante de R$ 2 milhões.

Apesar das tratativas de interesse de compra pelo senador, quem de fato teria consolidado a negociação pelo valor total de R$ 6 milhões seria a empresa WT Administração de Imóveis e Bens S/A, que pertence a Willer Tomaz. Tal ação entre a moradia de Weverton e propriedade pela WT teria chamado a atenção dos agentes.

Um dos eixos patrimoniais investigados refere-se ao imóvel situado na SHIS QI 09, Conjunto 19, Casa 05, Lago Sul, Brasília/DF, apontado como residência de WEVERTON. O parlamentar teria participado das tratativas com vistas à sua aquisição, em contexto no qual foram mencionados os valores de R$ 4.000.000,00 a título de sinal e R$ 2.000.000,00 de saldo. Nada obstante, a efetiva aquisição do imóvel foi formalizada, em abril de 2023, pela WT ADMINISTRAÇÃO DE IMÓVEIS E BENS S/A, sociedade vinculada a WILLER TOMAZ, pelo valor total de R$ 6.000.000,00. A dissociação entre a titularidade registral e o alegado domínio econômico constitui um dos pontos centrais da apuração“, destaca.

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Milei diz esperar mudança de rumo nas eleições do Brasil e ataca Lula

Milei diz esperar mudança de rumo nas eleições do Brasil e ataca Lula | CNN  Brasil

O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou nesta terça-feira (4) que espera uma mudança de rumo nas eleições no Brasil. Ele também voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O líder argentino foi questionado durante entrevista ao programa El Pelado, do canal de streaming La Casa, sobre a fala durante convenção do Partido Liberal, na qual chamou Lula de presidiário.

Milei então perguntou se mentiu ao dizer que “Lula é um ladrão, que é um corrupto, que esteve preso, que o soltaram por um argumento administrativo“.

O apresentador citou o caso do triplex no Guarujá e a posterior soltura do petista, ao que Milei respondeu: “E então?…”.

Em seguida, o apresentador perguntou se “isso pode mudar o rumo das eleições no Brasil”.

A princípio… esperemos que sim. Esperemos que o Brasil também se pinte de azul pelo bem dos brasileiros. Tirar os corruptos, ladrões, das costas sempre é bom. Tirar os esquerdistas das costas sempre é bom“, comentou Milei.

Na sequência, o presidente da Argentina lembrou que Lula foi “uma das poucas pessoas” que não o parabenizaram quando venceu as eleições.

Na ocasião, Lula parabenizou as instituições argentinas e a população, desejando “boa sorte e êxito ao novo governo”, sem citar o nome de Milei.

Imagino que tenha a ver com isso de que interveio ativamente para que o outro candidato ganhasse as eleições”, acusou o líder argentino.

Javier Milei também alegou que um “grupo de assessores brasileiros do Lula” também “armou” uma campanha negativa contra ele.

Conforme apurou a CNN à época, uma equipe de marqueteiros do PT (Partido dos Trabalhadores) atuou na campanha do então candidato governista Sergio Massa na reta final das eleições presidenciais da Argentina, em 2023.

O grupo de 20 publicitários brasileiros era ligado a Sidônio Palmeira, atual ministro-chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social) do Brasil, que foi sondado pelo próprio presidente Lula para ajudar na campanha de Massa. A equipe atuou junto ao time de argentinos no desenvolvimento de estratégias de comunicação e marketing.

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CNJ altera regimento e exclui aposentadoria compulsória como punição máxima

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) alterou o regimento interno nesta terça-feira (4) e excluiu a aposentadoria compulsória como opção de punição máxima a magistrados que cometerem infrações.

Os conselheiros decidiram que a sanção mais grave passará a ser a “disponibilidade com proposta de perda do cargo“.

A nova regra segue o seguinte trâmite: quando o PAD (Processo Administrativo Disciplinar) resultar na punição máxima, o magistrado será afastado imediatamente da função e continuará recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço.

Quando a decisão for tomada por tribunais ou conselhos de instância inferior, ela deverá passar por um “reexame” do CNJ, que deverá confirmar a penalidade.

Se confirmada a punição, o processo será encaminhado à AGU (Advocacia-Geral da União), que deverá apresentar uma ação civil de perda do cargo ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Somente após o STF decidir de forma definitiva pela perda do cargo (ou seja, quando não couber mais recursos) o magistrado deixará de receber remuneração.

A alteração é válida para processos e revisões disciplinares em curso ou abertos futuramente, ou seja, ela não permite a reabertura de processos encerrados para mudar a punição de magistrados já aposentados compulsóriamente.

Como punições mais brandas, o texto mantém as seguintes sanções: advertência; censura, remoção compulsória, disponibilidade (sem perda do cargo) e a demissão de juízes não vitalícios, que não precisam passar pelo reexame do CNJ nem pela ação judicial no STF.

Apesar da unanimidade, durante a votação, os conselheiros levantaram críticas e ressalvas a respeito da competência exclusiva do STF para julgar as propostas de perda de cargo. Segundo alguns votos, a Corte deveria buscar se manter em seu dever constitucional. Além disso, de acordo com eles, a medida ampliará ainda mais o acervo de processos na Corte, que já é sobrecarregada.

No entanto, a exigência de que as ações fossem julgadas no STF veio da própria Suprema Corte. Por isso, os conselheiros afirmaram que cabe a eles apenas aplicar a determinação.

Discussão no STF

A atualização do regimento se deu para que as normas internas do CNJ fossem adaptadas à decisao do STF que proibiu a aplicação da aposentadoria compulsória como punição máxima.

Apelidada por críticos de “punição-prêmio”, a aposentadoria compulsória afastava o magistrado de suas funções em caso de desvios de conduta, mas garantia a ele o recebimento de proventos proporcionais ao tempo de serviço.

Ao debater o assunto em sessão da Primeira Turma do STF neste ano, o ministro Flávio Dino afirmou que a aposentadoria compulsória “é uma punição que não pune” e disse que a sanção transfere ao contribuinte o custo da penalidade aplicada ao magistrado.

A análise sobre o fim da aposentadoria compulsória ocorre em meio a uma pressão mais ampla sobre o Judiciário para endurecer mecanismos de controle e reforçar a confiança pública na magistratura.

Nos últimos anos, investigações sobre supostas vendas de sentenças e episódios polêmicos envolvendo magistrados, como a acusação de importunação sexual contra o ministro do STJ Marco Buzzi, intensificaram o debate sobre a efetividade das punições aplicadas a juízes.

Ao mesmo tempo, o STF tem sido palco de discussões, muitas vezes divergentes, sobre a adoção de um código de ética para ministros, tema impulsionado pelo desenrolar das investigações relacionadas ao Banco Master.

Além das questões disciplinares, o Judiciário também vem sendo pressionado a rever regras sobre remuneração de magistrados, diante das críticas aos supersalários e aos chamados “penduricalhos”. Em março, o STF aprovou uma tese para unificar o teto salarial do funcionalismo e restringir pagamentos extras à magistratura e ao Ministério Público.

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Dino autoriza nova investigação contra Lulinha

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou nesta terça-feira (4) a terceira investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta terça-feira (4) a terceira investigação contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Dino também autorizou um outro inquérito para apurar vazamentos ilegais de dados sigilosos em investigações. A medida era uma reivindicação da defesa de Lulinha, que solicitou formalmente a apuração ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A autorização do ministro marca a terceira frente de apuração da PF contra o filho do presidente. Outras duas investigações foram abertas pelos delegados após autorização do ministro André Mendonça.

As três apurações miram suspeitas de tráfico de influência do filho do presidente em órgãos do governo federal, no Ministério da Saúde e junto ao Dataprev.

A defesa de Lulinha afirma que a abertura de uma terceira frente de investigação comprova que não há nada que pese contra o empresário no inquérito que apura INSS.

O que está acontecendo é uma instrumentalização de setores da PF para atingir as eleições. (…) Setores não estão usando independência e autonomia com a responsabildiade necessária”, afirma a defesa do empresário.

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PL prepara pedido de investigação ao STF sobre ex-chefe de gabinete de Lula

O PL prepara uma representação para ser apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal), pedindo que seja instaurada uma apuração sobre o ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

O partido quer saber se o governo Lula recebeu informações de que a investigação da PF (Polícia Federal) chegou até ele. Marcola recebia pagamentos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.

O PL também defende a quebra de sigilo de Marcola, um dos mais próximos do presidente Lula. Ele ficou no cargo de chefe de gabinete durante todo o atual mandato de Lula e deixou o posto no dia 21 de julho deste ano.

Oficialmente, Marcola deixou o posto no Planalto para integrar a campanha à reeleição de Lula, mas fontes relataram à CNN que o real motivo foi a descoberta desses pagamentos.

Por isso, Marcola teria deixado o governo Lula como uma forma de proteger o Planalto diante dessa informação, já que é um dos mais próximos auxiliares do presidente.

Em nota, o ex-chefe de gabinete admitiu ter recebido recursos da empresária Roberta Luchsinger.

Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função”, afirmou em nota distribuída pelo PT.

A CNN procurou o secretário da Comunicação do Palácio do Planalto, Sidônio Palmeira, mas eles não se manifestaram.

A informação foi publicada inicialmente pelo portal Poder360 e confirmada pela CNN.

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Trump afirma que EUA e Irã negociam e alerta para ‘última oportunidade’

Donald Trump, presidente dos EUA/Mandel Ngan/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que os Estados Unidos negociam “neste momento” com o Irã, e que essas conversas são “a última oportunidade antes da decapitação” da república islâmica.

Washington e Teerã estão em guerra desde 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram de surpresa o Irã, mas tem havido períodos de relativa calma graças a esforços diplomáticos intermitentes.

Trump disse na Casa Branca que aceitou negociar “a pedido do Irã” e “com o apoio” de Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar e outros países. “Esta é a última oportunidade que têm para assinar um bom documento. Quero dar a eles até a última oportunidade antes da decapitação.”

Segundo Trump, os diálogos se concentram na reabertura do Estreito de Ormuz, o que, para ele, poderia ocorrer amanhã, e na desnuclearização do Irã, o que ele disse que “poderia demorar um pouco”.

Antes, o Ministério das Relações Exteriores iraniano negou que estivesse em contato com Washington, mas o presidente americano insistiu em que sim. Na rede Truth Social, ele criticou o que chamou de “hipocrisia incrível” dos líderes iranianos: “Pedem uma reunião, as conversas começam, outras são planejadas para um futuro próximo, e dizem publicamente, e com orgulho, que não estão em nenhuma negociação.”

No sexto mês de guerra, o Irã continua sendo capaz de lançar mísseis e drones contra alvos americanos e aliados dos Estados Unidos na região, e mantém suas reservas de urânio enriquecido.

No que se tornou um padrão recorrente, na semana passada o presidente americano ameaçou bombardear o Irã, antes de voltar atrás repentinamente e assegurar, ontem, que as negociações com Teerã seriam retomadas nesta segunda-feira.

Situação em Ormuz

A resposta do Irã veio por meio da sua chancelaria: “Não estamos negociando neste momento com os Estados Unidos. Estamos negociando com Omã, para garantir uma passagem segura pelo Estreito de Ormuz“, uma via que se tornou um grande obstáculo para o fim da guerra.

Desde que o cessar-fogo foi rompido, o Irã retomou o bloqueio desta via marítima, imposto pela primeira vez no início do conflito, obstruindo a passagem para as embarcações que tentavam cruzá-la e atirou contra navios comerciais.

A agência marítima britânica UKMTO informou na madrugada desta terça-feira (4) que um projétil de origem desconhecida havia atingido um navio de carga no Estreito, sem mencionar possíveis feridos ou danos.

A 1h GMT, o preço do barril do petróleo WTI subia 0,52%, aos 80,76 dólares, e o do Brent avançava 0,53%, aos 84,21 dólares.

‘Desnuclearização’

Trump afirmou hoje que o Estreito estava “sob o controle total” da Marinha de seu país, e alertou que o bloqueio americano aos portos iranianos só será levantado em caso de acordo ou “capitulação total”.

As potências ocidentais acusam o Irã de querer desenvolver a bomba atômica, embora Teerã insista em que seu programa nuclear tem um caráter totalmente civil. Trump reiterou hoje que “a desnuclearização do Irã tem que acontecer“.

Segundo a imprensa americana, Washington considerava realizar novos bombardeios em larga escala durante o fim de semana, principalmente contra a infraestrutura de energia. Trump disse ter desistido da nova ofensiva a pedido de Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar e do próprio Irã, o que Teerã chamou de “nova mentira” do presidente americano.

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