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Coreia do Norte e Rússia inauguram primeira ponte entre dois países

Coreia do Norte e Rússia inauguram primeira ponte rodoviária entre os dois  países, símbolo do estreitamento dos laços | Mundo | Valor Econômico

A Coreia do Norte e a Rússia inauguraram sua primeira ponte rodoviária nesta segunda-feira (7), segundo a agência de notícias estatal russa TASS; a estrutura atravessa o rio Tumen e é vista por ambos os lados como um marco importante em sua parceria estratégica.

A estrutura está localizada perto da já existente “Ponte da Amizade” inaugurada em 1959, após a Guerra da Coreia.

Já existem conexões aéreas e ferroviárias diretas entre Moscou e Pyongyang. O primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, afirmou que a ponte deve impulsionar o desenvolvimento entre os dois países em diversas áreas — incluindo o turismo — e criar novos empregos.

O governador regional, Oleg Kozhemyako, descreveu a inauguração da nova ponte como “um evento histórico”.

A ponte recebeu o nome do oficial do Exército Soviético Yakov Novichenko, que salvou a vida do fundador do Estado norte-coreano, Kim Il Sung.

Durante um comício em Pyongyang, em 1º de março de 1946, Novichenko protegeu Kim com o próprio corpo ao cobrir uma granada de mão lançada contra ele.

O oficial ficou gravemente ferido, mas sobreviveu.

A construção da nova ponte, discutida há anos, começou em abril do ano passado, após o projeto ter sido acordado durante uma visita do presidente Vladimir Putin à Coreia do Norte.

Os laços entre os dois países se fortaleceram desde o início da guerra na Ucrânia, em 2022, com Pyongyang enviando milhares de soldados para a região russa de Kursk para ajudar a repelir uma incursão ucraniana em 2024.

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Em meio à crise, ministros do STF evitam desfile do 7 de Setembro

Em meio a uma das maiores crises recentes do STF (Supremo Tribunal Federal), ministros da Corte evitaram comparecer ao desfile de 7 de Setembro na tribuna de honra do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Brasília.

Como é de praxe, os ministros do Supremo são convidados a integrar a tribuna presidencial durante a cerimônia. Neste ano, porém, apenas o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, compareceu.

O desfile ocorre menos de uma semana após o início de uma crise que colocou os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes em um embate público.

Na última terça-feira (1º), Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal que continha mais de 50 mensagens trocadas entre Moraes e Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os registros indicam que o empresário recorria ao ministro em busca de proteção diante de investigações da PF e da PGR.

Como reação, dois dias depois, Moraes pediu a investigação de Mendonça. Com base em relatórios de trabalho da PF, o ministro alegou que o colega teria cometido abuso de poder e direcionado as investigações sobre o Banco Master e o INSS de acordo com interesses próprios.

O caso agora está nas mãos de Fachin, que deverá decidir se os pedidos de investigação serão submetidos ao plenário do STF e quando isso poderá ocorrer.

O presidente Lula tenta se afastar da crise. Na semana passada, gravou um vídeo para as redes sociais e para o programa eleitoral em que comentou o episódio. Sem citar Moraes, o chefe do Executivo afirmou que todos devem ser investigados e cobrou da PGR e do STF uma solução para o caso envolvendo o Banco Master.

A ausência de ministros do STF no desfile de 7 de Setembro também ocorreu em 2025. Naquele ano, a tensão também era política: estava marcado para a mesma semana o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados por tentativa de golpe de Estado.

Na ocasião, o Supremo era alvo frequente da oposição, que tradicionalmente utiliza o 7 de Setembro para manifestações políticas e críticas à Corte.

Em 2024, porém, a presença de ministros na tribuna foi mais expressiva. Compareceram Alexandre de Moraes, o então presidente do STF, Luís Roberto Barroso, além de Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Edson Fachin.

Já em 2023, primeiro desfile de 7 de Setembro do terceiro mandato de Lula e ano marcado pelos ataques de 8 de Janeiro, a então presidente do STF, ministra Rosa Weber, também compareceu.

Naquele momento, a presença de Rosa foi interpretada como um símbolo da tentativa de “retorno à normalidade” após o 7 de Setembro ter sido palco de ataques ao Supremo durante o governo Jair Bolsonaro e de raramente contar com a presença de ministros da Corte.

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Lula, Alcolumbre e Fachin mostram descontração durante desfile do 7/9

O tradicional desfile de 7 de Setembro em Brasília ficou marcado por conversas “ao pé do ouvido” entre autoridades dos Três Poderes, em meio à crise no STF (Supremo Tribunal Federal).

Lula e Alcolumbre conversaram em tom descontraído uma série de vezes ao longo da cerimônia. Logo após o mandatário autorizar o início do desfile, por exemplo, falaram “ao pé do ouvido” e trocaram risadas.

Apesar disso, durante parte da cerimônia, a plateia presente gritou em favor da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do fim da escala 6×1 no Senado Federal. O texto foi aprovado na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), mas ainda precisa passar pelo plenário.

Uma das presenças mais marcantes da cerimônia foi a de Edson Fachin, presidente do STF — que tenta tomar as rédeas de crise que atinge a instituição. Todos os ministros da Corte foram convidados, mas ele foi o único presente.

Fachin circulou na tribuna de honra, trocou palavras rapidamente com Alcolumbre e conversou também com o advogado-geral da União, Jorge Messias.

Messias, que vem sendo cobrado pela PF (Polícia Federal) após não atender pedidos da corporação no âmbito do caso Master, também conversou “ao pé do ouvido” com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.

A reunião de autoridades acontece enquanto o STF é palco de uma disputa entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Lula atuou pelas presenças de Alcolumbre e Fachin por uma demonstração de alinhamento institucional.

A cerimônia institucional teve, além da tradicional apresentação das Forças Armadas, um desfile em três eixos: soberania nacional, proteção à mulheres e Copa do Mundo Feminina. Parte dos temas abordados são também bandeiras do presidente Lula em sua campanha à reeleição, contudo.

Confira abaixo a lista de presentes

Chefia de Poderes
Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB);
Presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Senador Davi Alcolumbre (União-AP);
Presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Hugo Motta (Republicanos-PB);
Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Edson Fachin.
Ministras e Ministros de Estado
Casa Civil da Presidência da República, Miriam Belchior;
Defesa, José Mucio Monteiro;
Relações Exteriores, substituta, Embaixadora Maria Laura;
Fazenda, Dario Durigan;
Transportes, George Santoro;
Portos e Aeroportos, Tomé Franca;
Educação, Leonardo Barchini;
Trabalho e Emprego, Luiz Marinho;
Previdência Social, Wolney Queiroz;
Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias;
Saúde, Alexandre Padilha;
Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa;
Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Pereira;
Minas e Energia, Alexandre Silveira;
Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck;
Comunicações, Frederico de Siqueira Filho;
Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos;
Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco;
Esporte, Paulo Henrique Cordeiro;
Turismo, Gustavo Feliciano;
Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiavelli;
Cidades, Vladimir Lima;
Pesca e Aquicultura substituto, Lázaro Medeiros;
Mulheres, Márcia Helena Lopes;
Igualdade Racial, Rachel Barros;
Povos Indígenas, Luiz Henrique Eloy;
Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, General Marcos Amaro;
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira;
Advocacia-Geral da União, Jorge Messias.
Outras autoridades
Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal, Antônio Fernando Souza;
Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues;
Presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros;
Presidente da Caixa, Carlos Vieira.

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Corrige teu povo, Senhor!


És justo, em verdade, Senhor,

Corretos são teus julgamentos.
Segundo o teu grande amor,
Olhando p’ros teus mandamentos,
Pedimos que guarde a teu povo,
Corrija-o em seus andamentos.

Escuta, ó filho, o que diz o Senhor,
Corrige, dizendo ao irmão que pecou:

É feliz aquele homem
Sem pecado em sua via,
Que, na lei do Deus Eterno,
Faz avanços todo dia.
Que observa os seus preceitos
E o procura co’alegria.

Escuta, ó filho, o que diz o Senhor,
Corrige, dizendo ao irmão que pecou:

É feliz o homem santo,
Que vai longe da maldade
Mas, na estrada do Senhor,
Segue com integridade.
Deus nos deu seus mandamentos
Para andarmos na verdade.

Escuta, ó filho, o que diz o Senhor,
Corrige, dizendo ao irmão que pecou:

Como é firme e bela a vida
De quem cumpre seus preceitos,
De quem canta um canto novo
Que, sincero, vem do peito.
Guarda, pois, a lei do Eterno
P’ra que sejas, tu, perfeito.


Lucas Teixeira dos Santos Filho
Instagram: @liturgia.em.verso
Músico da paróquia Nossa Senhora dos Remédios – Tabira/PE

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Tremor de terra de magnitude 3,7 é registrado na região sul do Tocantins

Registro foi feito no dia 4 — Foto: Reprodução/Centro de Sismologia USP

Um tremor de terra de magnitude 3,7 foi registrado em Sandolândia nesta quinta-feira (4). O abalo foi detectado pelo Centro de Sismologia da USP.

Alguns moradores perceberam o leve tremor na região. Segundo o sismólogo José Alexandre Nogueira, tremores dessa magnitude não oferecem riscos para a população.

A região registrou um tremor de magnitude 2,8 em Gurupi em maio deste ano. O especialista explicou que esses tremores têm taxa de recorrência obscura.

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Datafolha: 46% se dizem mais preocupados com eleição que em 2022

Datafolha: 46% afirmam estar mais preocupados que em 2022, e maioria se diz  decidida a ir votar

(Folhapress) A mais recente pesquisa Datafolha mostra que 46% dos eleitores se dizem mais preocupados do que em 2022 em relação ao resultado da eleição presidencial. Outros 28% afirmam estar tão preocupados quanto naquele ano e 24%, menos preocupados. Não souberam responder 2% dos entrevistados.

O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 125 cidades na terça-feira (1º) e quarta (2). A pesquisa, contratada pela TV Globo e pela Folha, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o código BR-03669/2026. A margem de erro geral do levantamento é de dois pontos para mais ou menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Entre os segmentos pesquisados, eleitores que declaram voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) citam mais preocupação, com 63% deles afirmando que estão mais apreensivos do que em 2022. Estão empatados na margem de erro com os eleitores de Renan Santos (59%), do Missão, de Ronaldo Caiado (56%), do PSD, de Augusto Cury (55%), do Avante, e de Romeu Zema (52%), do Novo.

O eleitor que declara voto no presidente Lula (PT) registra o menor índice no quesito: 30% dizem estar mais preocupados do que em 2022, 33%, menos e 35%, igualmente preocupados.

A maioria dos eleitores (57%) neste ano também se diz mais decidida a votar nas eleições presidenciais do que em 2022. Outros 32% afirmam estar igualmente decididos e 11%, menos. Não soube responder 1% dos entrevistados.

Eleitores de Flávio e Lula estão empatados tecnicamente neste item —68% dos que declaram voto no senador se dizem mais decididos, em comparação com 61% entre os que afirmam que votarão no presidente. A margem de erro nesses recortes é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Já entre a parcela de eleitores não alinhada nem ao petismo nem ao bolsonarismo, 40% estão mais decididos a votar do que em 2022, no mesmo patamar dos que se dizem igualmente decididos (41%). Outros 18% afirmam estar menos decididos.

Cerca de um terço dos eleitores (32%) diz estar menos engajado em fazer campanha para algum candidato, em comparação a 2022. Outros 45% afirmam estar igualmente engajados e 18%, mais. Não souberam responder 5% dos entrevistados.

Eleitores de Flávio e de Lula também estão tecnicamente empatados nessa pergunta. Entre os que declaram voto no senador, 26% afirmam estar mais engajados, 25%, menos e 44%, igualmente engajados. No caso dos que dizem que votarão em Lula, 20% afirmam estar mais engajados, 27%, menos e 48%, igualmente.

Na eleição de 2022, Lula venceu Jair Bolsonaro (PL) pela menor diferença desde a redemocratização: teve 50,9% dos votos válidos no segundo turno, ante 49,1% do rival.

A nova pesquisa do Datafolha apontou que Lula tem 38% das intenções de voto no primeiro turno, ante 33% de Flávio Bolsonaro. Ela também confirmou a ascensão de Augusto Cury (Avante), que subiu seis pontos e atingiu 8%.

Com isso, a diferença entre o presidente e o filho de Jair Bolsonaro está em cinco pontos.

Depois vêm Ronaldo Caiado, com 4%, Renan Santos, com 3%, e Romeu Zema, com 2%. Samara (UP), Edmilson Costa (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1%. Os demais não pontuaram. Declaram voto branco ou nulo 6%, e 3% se dizem indecisos.

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Flávio Bolsonaro relembra facada do pai e convoca apoiadores para atos do 7 de Setembro

Oito anos após a facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha eleitoral de 2018, alguns de seus filhos relembraram o episódio nas redes sociais neste domingo (6). Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e candidato à Presidência pela legenda, afirmou que a data permanece como um marco para a família. “Foi um dia muito difícil”, disse.

Em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que a agressão ocorrida em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro de 2018, foi “um dia muito marcante para toda a minha família”. Ele relembrou os momentos vividos no hospital após o ataque e disse que, no dia seguinte à facada, não teve oportunidade de participar das manifestações de 7 de Setembro.

“Hoje faz 8 anos da facada do meu pai, que aconteceu lá em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro de 2018. Foi um dia muito difícil” afirmou. O presidenciável também mostrou a camisa que usava em homenagem ao pai e disse que era semelhante à vestida por Bolsonaro quando ele foi atingido.

Ao recordar o período, Flávio Bolsonaro relacionou o episódio à defesa da liberdade e da Independência do País. “No 7 de setembro de 2018, um dia depois de o meu pai tomar a facada, eu estava dentro do hospital. Eu não tive nenhuma oportunidade de ir para a rua, de defender a independência do meu Brasil, de defender a liberdade do nosso País”, afirmou.

Flávio convoca apoiadores para atos durante o 7 de setembro

Na transmissão, o senador também pediu a participação de apoiadores nas manifestações previstas para 7 de setembro. Segundo ele, o ato em São Paulo está previsto para começar às 15 horas, na Avenida Paulista. Flávio Bolsonaro afirmou ainda que estará em Juiz de Fora no dia 9 de setembro, ao lado de aliados e candidatos do PL.

O candidato à Presidência também relatou que recebe pedidos de pessoas para enviar abraços a Bolsonaro e disse esperar reencontrá-lo. “Muita gente que pede para, manda um abraço no seu pai, ou dar um beijo no seu pai por mim”, relatou. Em seguida, disse: “Assim que eu puder reencontrá-lo, pode ter certeza que eu vou dar esse abraço”.

Carlos Bolsonaro, candidato ao Senado por Santa Catarina e filho do ex-presidente, também publicou em suas redes sociais um vídeo sobre o episódio. “6 de setembro ainda dói. Para muita gente, é apenas mais uma data no calendário. Para mim e para minha família, nunca mais foi”, disse na publicação.

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Acidente em Cabo Verde: ônibus com estudantes cai em barranco e deixa 25 mortos

Pelo menos 25 pessoas, a maioria crianças e adolescentes, morreram após um ônibus cair em um barranco na Ilha do Fogo, no sul do arquipélago de Cabo Verde, localizado na costa noroeste da África. O grupo retornava de uma excursão ao Pico do Fogo, um vulcão localizado na ilha, na noite de sábado (5).

O veículo transportava 32 pessoas e seguia de volta para São Filipe após uma atividade realizada anualmente para estudantes antes do retorno às aulas, segundo autoridades locais. Outras pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave.

De acordo com testemunhas, um dos pneus do ônibus estourou, fazendo com que o motorista perdesse o controle do veículo. O ônibus derrapou e caiu em um barranco de cerca de 30 metros de profundidade, em uma região de difícil acesso.

As autoridades ainda investigam as circunstâncias do acidente. O presidente de Cabo Verde, José Maria Pereira Neves, classificou o episódio como uma “grande catástrofe”.

Segundo a imprensa local, sete corpos precisaram ser enterrados imediatamente devido ao estado em que se encontravam. Neves e outras autoridades devem visitar a Ilha do Fogo neste domingo (6).

Cabo Verde é um arquipélago de cerca de 550 mil habitantes de língua portuguesa localizado no Oceano Atlântico, a oeste da costa do Senegal.

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Mendonça libera para plenário do STF caso de mensagens entre Moraes e Vorcaro; decisão cabe a Fachin

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, liberou neste domingo (6) para o plenário da Corte a investigação sobre o caso das trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Agora, cabe ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, decidir o que fazer.

Fachin deve aguardar até sexta-feira (11) para se pronunciar, data em que vence o prazo dado por ele para que os ministros do tribunal André Mendonça e Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se manifestem sobre os acontecimentos que causaram uma crise no STF.

⚖️ No caso de optar pelo plenário, Fachin ainda precisa definir se será uma sessão aberta ou fechada. Os ministros decidirão então se abrem investigação ou se arquivam as apurações que implicam Moraes.

⚖️ Fachin pode decidir ainda por uma reunião reservada, como ocorreu em fevereiro, quando outro relatório da PF mostrou troca de mensagens entre o ministro Dias Toffoli e o ex-dono do Banco Master.

⚖️ Há ainda a possibilidade de o ministro Fachin decidir de forma individual se abre ou arquiva o relatório. Essa alternativa é considerada, por pessoas ouvidas pela reportagem, mais remota.

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Morre aos 77 anos Heleno da Silveira, poeta e apresentador do Encontro com a Poesia da Rádio Pajeú

Faleceu neste domingo (6), no Recife, aos 77 anos, Heleno Belarmino, conhecido como Heleno da Silveira. Poeta e comunicador, ele tinha uma história de mais de quatro décadas ligada à Rádio Pajeú, especialmente através do tradicional programa Encontro com a Poesia.

Heleno estava internado há alguns dias na capital pernambucana. A informação sobre seu falecimento foi comunicada pela família e recebida com pesar pela emissora na manhã deste domingo.

Um dos pioneiros do Encontro com a Poesia, Heleno ajudou a construir a história de um dos espaços mais tradicionais da programação da Rádio Pajeú, dedicado à poesia, aos poetas, repentistas e à valorização da cultura popular do Sertão. Nos últimos anos, seguia participando ativamente da atração e era o titular da edição apresentada às quartas-feiras.

A ligação de Heleno com a Pajeú ultrapassava o trabalho diante dos microfones. Segundo sua filha, Cida Freitas, a emissora esteve presente em sua vida até os últimos momentos.

“Ele falava muito em você. Até o último suspiro dele ele ouvia a Rádio Pajeú. Ali era a vida dele. Ele amava muito a rádio”, relatou.

Em comunicado, a família informou que Heleno faleceu cercado pelo carinho e respeito dos familiares. A nota destaca ainda o legado de honestidade, generosidade e dedicação à família deixado por ele.

O corpo chega na noite deste domingo à Casa de Velórios do BM, em Afogados da Ingazeira. O sepultamento será realizado nesta segunda-feira (7), às 16h, em Afogados da Ingazeira.

A Rádio Pajeú fará homenagens ao poeta e comunicador durante sua programação.

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Não fecheis o coração; ouvi hoje a voz de Deus!

Cor Litúrgica: Verde

23º Domingo do Tempo Comum | Domingo


Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15 “Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16 Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17 Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18 Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19 De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. 20 Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”. (Mt 18,15-20).

Estimados leitores,

Diz o Senhor Jesus: “Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo.”

Neste domingo, Dia do Senhor, o Evangelho nos convida a olhar para os nossos relacionamentos com misericórdia e responsabilidade. Jesus não nos ensina a julgar ou condenar quem erra, mas a buscar o diálogo, a reconciliação e a restauração da fraternidade.

Quando alguém nos magoa, é fácil guardar ressentimento, falar pelas costas ou simplesmente se afastar. Jesus, porém, nos mostra outro caminho: ir ao encontro do irmão e conversar com sinceridade, respeito e amor. O objetivo não é vencer uma discussão, provar que temos razão ou aumentar as feridas, mas ganhar o irmão e reconstruir aquilo que foi ferido.

Essa Palavra também nos leva a refletir sobre a maneira como convivemos em nossas famílias, comunidades e grupos. A correção fraterna nasce do amor. Por isso, deve ser feita com humildade, discrição e o verdadeiro desejo de ajudar, nunca para humilhar ou expor o outro.

E Jesus nos deixa uma promessa muito bonita: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles.”

Que, neste Dia do Senhor, possamos abrir o coração para perdoar, pedir perdão e reconstruir os laços que foram quebrados. Que nossas famílias e comunidades sejam lugares onde o diálogo vença a mágoa, a reconciliação supere as diferenças e o amor vença toda divisão.

Senhor, ensina-nos a corrigir com amor, a perdoar com humildade e a nunca desistir de nossos irmãos. Que a tua presença esteja sempre no meio de nós e nos ajude a viver como verdadeiros irmãos e irmãs.

Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

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Com material eleitoral na Marcha para Jesus, Cleiton Collins diz: “Não cabe bandeira política”

Pastor Cleiton Collins durante a Marcha para Jesus/Foto: Karol Rodrigues/DP Foto

Enquanto era feita a distribuição de santinhos, adesivos e panfletos de candidatos durante a Marcha para Jesus, no Recife, o deputado estadual e candidato à reeleição Cleiton Collins (PP) afirmou que o evento religioso não deveria ser utilizado para manifestações eleitorais. Segundo ele, mesmo que algumas pessoas aproveitem a concentração de fiéis para fazer divulgação política, a Marcha deveria ser dedicada à fé.

O nosso intuito de vir aqui sempre foi adorar Jesus, trazer a bandeira de Jesus. Por isso, algumas pessoas pegam essa oportunidade para tentar fazer isso. Mas o importante mesmo é adorar o nosso Deus, é adorar Jesus”, afirmou.

Questionado especificamente sobre a presença de material político no evento, o candidato disse não acreditar que essa seja a intenção da Marcha. “Eu não acredito que tenha essa intenção. Eu participo da Marcha já há 27 anos. Eu acho que aqui não cabe bandeira política.

Santinhos, adesivos e panfletos de candidatos circularam entre os participantes, incluindo materiais de nomes que disputam vagas para deputado estadual, deputado federal e Senado em Pernambuco.

Entre os políticos associados à mobilização estavam nomes como Clarissa Tércio (PP), Júnior Tércio (PP), Mendonça Filho (PL), Gilson Machado (Podemos), Gilson Machado Filho (Podemos), Anderson Ferreira (PL) e André Ferreira (PL), além do próprio Cleiton Collins. Também foram distribuídos materiais de conteúdo político e ideológico contra a esquerda e o comunismo, entre eles o “Manual Cristão de Alerta ao Comunismo”, que apresenta argumentos religiosos contra a ideologia e utiliza passagens bíblicas para defender posições como a propriedade privada, o trabalho individual e a família tradicional.

A candidata a deputada federal Michelle Collins (PP) que acompanha a participação do marido no evento, também destacou o caráter religioso da Marcha e afirmou que a principal finalidade da mobilização é reunir diferentes igrejas.

Já participamos há 27 anos e é sempre muito bom poder encontrar, poder ver as igrejas, povo de Deus adorando a Deus. A oportunidade [é] única que a gente tem na Marcha para Jesus, está todo mundo junto e é muito bom”, disse.

Michelle afirmou ainda que, embora algumas pessoas se aproximem dos políticos durante o evento, o objetivo central é outro. “Algumas pessoas, quando nos veem, vêm dar um abraço, mas o objetivo principal aqui é unir como igreja e adorar a Deus.

Mendonça destaca proximidade com o eleitorado evangélico

Candidato ao Senado pelo PL, Mendonça Filho também participou da Marcha e reconheceu a proximidade entre sua trajetória política e a comunidade evangélica. Diferentemente de Collins, que enfatizou a separação entre o evento religioso e a política eleitoral, Mendonça afirmou que sua presença na Marcha faz parte de sua relação histórica com esse segmento.

Na verdade, a Marcha para Jesus é um evento que eu sempre participo. Eu tenho muita proximidade histórica com a comunidade evangélica. Então, para mim, é algo que faz parte muito do meu calendário, da minha agenda normal.

“Eu tenho muita identificação com a comunidade evangélica e cristã. Eu sou um cara muito ligado aos valores da família, valores mais conservadores. Isso é algo que é um diálogo natural”, declarou.

André Ferreira destaca relação histórica com a Marcha

Candidato a deputado estadual pelo PL, André Ferreira também destacou a relação de longa data com a Marcha para Jesus e afirmou que sua participação no evento ocorre independentemente do calendário eleitoral.

A Marcha para Jesus é um evento que existe há muitos anos. Quando fui vereador, fui autor da lei que instituiu a Marcha para Jesus no Recife e, como deputado, também trabalhei para instituí-la em Pernambuco. Então, a nossa relação com a Marcha é de muitos anos.

De acordo com ele, a mobilização também representa uma oportunidade de demonstrar a força do segmento evangélico. “Um evento como esse fortalece cada vez mais o vínculo com o cristão e mostra que a gente pode participar, nas ruas, de um evento tão bonito como esse, sem bagunça, sem briga, sem nada.”

Ai ser questionado sobre o apoio que recebe em um evento como a Marcha, André disse que conta com a aprovação dos evangélicos. “Esse evento é de várias igrejas. A gente tem o apoio do segmento evangélico e, como representante desse segmento, participa todo ano, independentemente de política ou não, porque a gente tem uma relação com a Marcha para Jesus”.

A 28ª Marcha para Jesus reúne fiéis neste sábado (5), em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A programação religiosa teve concentração e caminhada até o Parque Dona Lindu. A organização estima público de aproximadamente 60 mil pessoas.

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Marcha para Jesus vira espaço para distribuição de materiais eleitorais da direita no Recife

A 28ª edição da Marcha para Jesus, realizada neste sábado (5), no Recife, ganhou também contornos eleitorais com a presença de apoiadores e grupos ligados a candidaturas de direita que disputam as eleições de 2026 em Pernambuco. Ao longo da concentração e do percurso em Boa Viagem, pessoas distribuíram santinhos, adesivos e panfletos de candidatos a deputado estadual, deputado federal e senador.

Entre os nomes que aparecem nos materiais distribuídos estão Clarissa Tércio (PP), candidata à reeleição para deputada federal; Júnior Tércio (PP), candidato a deputado estadual; Mendonça Filho (PL), candidato ao Senado; Gilson Machado (Podemos), candidato a deputado federal; Gilson Machado Filho (Podemos), candidato a deputado estadual; Anderson Ferreira (PL), candidato a deputado federal; André Ferreira (PL), candidato a deputado estadual; Polly do Amor (Podemos), candidata a deputada federal; e Miguel Coelho (UB), candidato a deputado federal.

Os candidatos ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) não marcaram presença.

A movimentação transformou o evento religioso em um espaço de aproximação de candidatos com um público considerado estratégico para a direita pernambucana, uma vez que a maioria dos presentes no evento são evangélicos.

Além do material com nomes e imagens de candidatos, também foram distribuídos panfletos de conteúdo político e ideológico com críticas à esquerda e ao comunismo. A circulação dessas mensagens deixa mais forte, ao longo da Marcha, a associação entre a mobilização religiosa e pautas defendidas por setores conservadores do espectro político.

No entanto, a Marcha para Jesus mantém oficialmente o caráter religioso e a organização apresenta o evento como uma celebração pública de fé, com participação de diferentes denominações cristãs, música, oração e adoração. A concentração ocorreu na Avenida Boa Viagem, com percurso até o Parque Dona Lindu.

O movimento também aponta a disputa da direita por espaços de visibilidade junto ao eleitorado cristão, principalmente em uma eleição na qual o campo conservador busca fortalecer sua presença em Pernambuco.

Panfleto prega alerta ao comunismo

Além dos materiais com nomes de candidatos, um dos panfletos distribuídos durante a Marcha para Jesus traz o título “Manual Cristão de Alerta ao Comunismo” e apresenta uma série de argumentos de caráter político e religioso contra a ideologia comunista.

Logo na introdução, o material define o comunismo como uma ideologia política e econômica criada por Karl Marx e Friedrich Engels e afirma que sua proposta seria acabar com a propriedade privada e estabelecer uma sociedade baseada na igualdade. O texto sustenta, ainda, que o comunismo negaria a fé em Deus, colocaria o Estado no centro da vida humana e substituiria a moral cristã por uma “moral política e materialista”.

O panfleto também associa experiências históricas de regimes comunistas à perseguição de cristãos, fechamento de igrejas e destruição de valores familiares. A partir dessa argumentação, classifica o comunismo como uma ideologia “anticristã” que buscaria retirar Deus da sociedade.

Na segunda parte, intitulada “Refutação Bíblica ao Comunismo”, o material utiliza passagens da Bíblia para sustentar argumentos contrários à ideologia. Entre os temas abordados estão a soberania de Deus, a defesa da propriedade privada, o trabalho como responsabilidade individual, a importância da família e a liberdade religiosa.

O conteúdo é organizado em dez questões, apresentadas como pontos de contraposição entre princípios cristãos e ideias atribuídas ao comunismo. O texto questiona, por exemplo, a existência de Deus, a relação entre religião e política, a propriedade privada, a distribuição de renda, o papel do trabalho, a estrutura familiar, a educação, a ideia de justiça social e a chamada luta de classes.

Em um dos trechos, o panfleto afirma que o comunismo defenderia que todos recebessem o mesmo independentemente do esforço individual. Em outro, sustenta que a ideologia representaria uma ameaça à família tradicional por considerar a estrutura familiar um obstáculo ao domínio do Estado.

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Zé Negão explica rompimento com Danilo Simões e mudança de apoio para Fernando Monteiro

O vereador Zé Negão explicou os motivos que levaram seu grupo político, em Afogados da Ingazeira, a deixar o apoio à candidatura de Danilo Simões para deputado federal e anunciar adesão a Fernando Monteiro.

Em entrevista à jornalista Juliana Lima, Zé afirmou que a decisão foi resultado de um processo de desgaste interno e atribuiu a Danilo falta de diálogo e distanciamento das lideranças que vinham participando da articulação política do grupo.

Segundo o vereador, ele havia retirado sua própria candidatura há dois anos para apoiar Danilo e permaneceu ao lado dele durante o processo eleitoral seguinte. A relação, porém, teria começado a se desgastar após divergências envolvendo integrantes da oposição local.

Zé citou um episódio envolvendo Edson Henrique e um assessor de Romero Sales. Após a divergência, segundo ele, parte do grupo decidiu não acompanhar Romero, enquanto Danilo manteve sua relação política com o candidato.

Danilo se distanciou do nosso grupo. Tem gente aqui do grupo e, se você quiser, eu trago cem lideranças para dizer que foi abandonado”, afirmou.

O vereador disse que procurou Danilo em diferentes momentos para alertá-lo sobre a insatisfação entre aliados.

Eu conversei com ele várias vezes: ‘Danilo, vamos ver tudo isso aí, porque as lideranças já estão insatisfeitas, isso não vai dar certo’”, relatou.

Segundo Zé Negão, atividades realizadas na zona rural também passaram a ocorrer sem a participação de integrantes que anteriormente atuavam em conjunto com Danilo. Na avaliação do vereador, a forma como a campanha estava sendo conduzida contribuiu para novos afastamentos.

“Ele não teve a preocupação de unir o grupo. Faltou diálogo, faltou procurar”, declarou.

Zé afirmou ainda que defendia uma atuação mais intensa da candidatura nas ruas e maior aproximação com as lideranças locais.

Eu disse: ‘Danilo, a campanha tem que ir para a rua, a campanha tem que ser trabalhada’. […] Eu disse: ‘se não arrumar a casa, vai começar a esfacelar’. E começou”, afirmou.

O vereador também relatou episódios envolvendo a organização de atividades de campanha que, segundo sua versão, ampliaram a insatisfação de integrantes do grupo.

O processo culminou na decisão de Zé Negão e seus aliados de deixar a candidatura de Danilo Simões e anunciar apoio ao deputado federal Fernando Monteiro.

As declarações representam a versão apresentada por Zé Negão sobre o rompimento e os fatores que, segundo ele, motivaram a mudança de apoio político.

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Em giro no Agreste, Raquel Lyra visita Feira de Caruaru: “Estamos melhorando os espaços”

Raquel Lyra em Caruaru/Janaína Pepeu

A governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, visitou, na manhã deste sábado (5), a Feira de Caruaru, no Parque 18 de Maio. Na ocasião, conversou com feirantes, comerciantes e consumidores e falou de investimentos no município em que foi prefeita por dois mandatos.

Estamos melhorando os espaços aqui no Parque 18 de Maio para dar mais dignidade a quem comercializa os seus produtos e a quem vem comprar. Também estamos ajeitando as estradas, a exemplo da duplicação da PE-95, para que as pessoas possam vir para Caruaru com tranquilidade e segurança”, disse Raquel.

Neste sábado (5), Raquel também participou de caminhada em Garanhuns, ao lado da sua vice na chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP). À tarde, a governadora segue para Quipapá, onde tem agenda com concentração na Escola Tancredo de Almeida Neves.

A candidata retorna ao Agreste no fim da tarde. Às 18h, participa de uma caminhada em Feira Nova, com concentração na PE-50. Uma hora depois, às 19h, Raquel encerra a programação com outra caminhada, desta vez no Centro de Limoeiro.

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