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Dino cita suspeita de elo de investigado com PCC em decisão

Em decisão envolvendo a investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse, o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), citou que há indícios de “um só sistema delitivo, alimentado inclusive por emendas parlamentares federais” e “menção a atos interligados até com a facção criminosa PCC, o que pode significar uma dimensão interestadual”. Diante disso, o magistrado recomendou a atuação da PF (Polícia Federal) na investigação.

Dino menciona o nome de Alex Leandro Bispo dos Santos, ex-sócio da Favela Conectada Serviço e Tecnologia Ltda, que teria recebido repasses do ICB (Instituto Conhecer Brasil) no projeto “Wifi Livre SP”. O ICB pertence à Karina Gama, que também é dona produtora do filme Dark Horse.

No documento divulgado na tarde desta quinta-feira (10), o ministro do STF ressalta que notícias amplamente divulgadas apontam que, “segundo órgãos de inteligência da polícia, o empresário é membro relevante da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no estado” de São Paulo. O homem estaria preso desde fevereiro deste ano em virtude de acusação de feminicídio, vindo a ser solto somente em agosto.

A decisão teve o sigilo retirado após a PF cumprir 49 mandados de busca e apreensão contra nomes ligados ao financiamento da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Karina Gama e o deputado Mario Frias (PL-SP) foram alvos.

Segundo a PF, as investigações apontam a existência de uma “organização criminosa formada por agentes públicos e privados“, que é suspeita de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.

De acordo com a corporação, levantamentos financeiros identificaram movimentação de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado. A operação investiga crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

A Prefeitura de São Paulo disse, em nota enviada à CNN Brasil, que “repudia qualquer tentativa de criar relações entre projetos e programas do Município e a produção cinematográfica do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A administração municipal reitera que a obra não recebeu recursos municipais. A assinatura e execução do termo de colaboração firmado com o Instituto Conhecer Brasil (ICB) não têm qualquer irregularidade identificada. O Programa Wifi Livre segue em pleno funcionamento na cidade com 3.200 pontos instalados e mais de 760 milhões de acessos registrados“, afirma.

Atualmente, o custo de manutenção de cada ponto de Wi-Fi é de R$ 1.280,80, valor menor do que os praticados na gestão Haddad, quando cada ponto chegou a custar R$ 8.899,13. Vale destacar que o Tribunal de Contas do Município (TCM-SP) julgou irregular a execução do contrato de 2014 por falhas de autenticação, monitoramento e qualidade do serviço. Em relação à parceria com o ICB, a Controladoria Geral do Município (CGM) acompanha as investigações desde as primeiras denúncias e instaurou procedimento em maio de 2026, que segue andamento“, conclui.

A CNN Brasil também tenta contato com Mario Frias, a produtora Karina Gama e com o PL (Partido Liberal) para um posicionamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Operação Make Up

A PF cumpriu 49 mandados de busca e apreensão contra nomes ligados ao financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Karina Gama, dona da produtora responsável pela produção do filme, e o deputado Mario Frias foram alvos.

A operação, autorizada por Flávio Dino, apura suposto desvio de emendas parlamentares repassadas a organização da sociedade civil.

Os mandados da operação Make Up, realizada em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União), foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.

O financiamento do filme “Dark Horse” é alvo de dois inquéritos no STF. Um deles é relatado pelo ministro André Mendonça e o outro, que mira o possível direcionamento de emendas, tem Dino como relator.

Em março, Dino determinou que Mario Frias prestasse esclarecimentos sobre uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões destinada ao Instituto Conhecer Brasil, ONG ligada à produtora do filme “Dark Horse”. Dino mandou o deputado prestar informações sobre “possíveis irregularidades” na execução dos recursos.

O parlamentar é produtor executivo do longa e ex-secretário de Cultura na gestão Bolsonaro. Em manifestação enviada ao Supremo, em maio, Frias negou irregularidades e afirmou que os recursos tiveram fim social.

Dino proíbe Mario Frias de sair do Brasil sem autorização

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que os 29 alvos de mandados de busca e apreensão na operação Meak Up, desta quinta-feira (10), não poderão sair do país sem autorização. A decisão do magistrado também proíbe que os investigados se comuniquem entre si.

Entre os atingidos pela medida estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), assessores ligados a seu gabinete e a empresária Karina Gama, responsável pela produção do filme “Dark Horse” sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A CGU (Controladoria-Geral da União) identificou indícios de irregularidade na destinação de R$ 2 milhões em repasse por emenda parlamentar de Mario Frias.

A PF investiga se uma parcela do valor total não teria comprovação de utilização, por meio de nota fiscal, pela produtora do filme “Dark Horse”. Essa suspeita foi o que levou à autorização do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), da operação de busca e apreensão contra o parlamentar nesta manhã.

A força policial cumpre 49 mandados de busca e apreensão contra nomes ligados ao financiamento do filme. Os mandados da operação estão sendo cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.

As investigações apontam a existência de uma “organização criminosa formada por agentes públicos e privados”, que é suspeita de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.

O financiamento do filme “Dark Horse” é alvo de dois inquéritos no STF. Um deles é relatado pelo ministro André Mendonça e o outro, que mira o possível direcionamento de emendas, tem Dino como relator.

Em março, Dino determinou que Mario Frias prestasse esclarecimentos sobre uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões destinada ao Instituto Conhecer Brasil, ONG ligada à produtora do filme “Dark Horse”. Dino mandou o deputado prestar informações sobre “possíveis irregularidades” na execução dos recursos.

O parlamentar é produtor executivo do longa e ex-secretário de Cultura na gestão Bolsonaro. Em manifestação enviada ao Supremo, em maio, Frias negou irregularidades e afirmou que os recursos tiveram fim social.

A Polícia Civil de São Paulo também realizou, em junho, operação contra a produtora do filme “Dark Horse”, a Go UP Entertainment. A ação da Polícia Civil mirou suspeitas de fraudes e desvios de recursos públicos. Após determinação de Dino, a Polícia Civil compartilhou com o STF os dados obtidos na operação.

A CNN procurou a assessoria de Mario Frias sobre a operação da PF realizada nesta quinta e aguarda resposta. A reportagem também tenta contato com Karina Gama.

Gastos com filme ‘Dark Horse’ coincidem com envio de emendas de Mario Frias para produtora, aponta PF

A Polícia Federal apontou uma coincidência entre movimentações financeiras envolvendo a Go Up Entertainment, empresa responsável pelo filme “Dark Horse” — cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro —, e o envio de recursos de emendas parlamentares pelo deputado federal Mario Frias (PL-RJ) a ONGs chefiadas por Karina Ferreira da Gama, produtora do filme.

O Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina, recebeu R$ 2 milhões em recursos de duas emendas parlamentares de autoria do parlamentar. O relatório da PF, que teve o sigilo retirado nesta quinta-feira (10), trata de suspeitas de desvios desses recursos.

A TV Globo entrou em contato com Mario Frias e com a defesa de Karina Gama, mas ainda não obteve resposta.

No relatório, investigadores destacam a natureza das despesas custeadas pela produtora no período do repasse do dinheiro. Apontam suspeitas de que verbas públicas podem ter sido usadas para custear hospedagem em hotel de alto padrão, refeições e pagamentos a outras produtoras ligadas ao filme (entenda mais abaixo).

O relatório da PF faz parte da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou uma operação nesta quinta para o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra Frias, Karina e outros investigados.

Entre as organizações alvos de mandados estão o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC), ambos presididos por Karina Gama. Ela também é dona da produtora Go Up Entertainment, responsável pela produção da cinebiografia “Dark Horse”.

O filme “Dark Horse” (termo em inglês para “azarão”) passou a ser alvo de investigações após reportagens revelarem que a produção teria sido financiada por Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. Ele está preso em Brasília.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) admitiu ter intermediado as negociações e cobrado pagamentos de Vorcaro — que chegou a repassar cerca de R$ 61 milhões ao projeto antes de ser preso.

Movimentações financeiras

A PF analisou as movimentações financeiras da produtora e identificou que a Go Up Entertainment, responsável pelo filme, movimentou R$ 19.033.071 entre 10 de novembro e 30 de dezembro de 2025, segundo a investigação.

Nesse período, a empresa recebeu valores de diferentes remetentes, entre eles o próprio deputado federal Mario Frias.

Segundo a PF, o filme foi gravado em São Paulo entre 20 de outubro e 7 de dezembro de 2025. O período coincide, em parte, com as movimentações financeiras analisadas pelos investigadores, realizadas entre 10 de novembro e 30 de dezembro de 2025.

Nesse sentido, segundo fontes abertas, o filme foi gravado justamente em São Paulo, entre 20 de outubro e 07 de dezembro de 2025. Assim, chama a atenção a coincidência temporal das gravações com o período da referida comunicação (10/11/2025 a 30/12/2025), bem como a natureza das despesas, que envolvem hotel de alto padrão e refeições, além de despesas com produtoras“, diz o relatório da PF.

A movimentação financeira também chamou a atenção dos investigadores porque, no mesmo período, uma empresa identificada como NTT Brasil, de Heric Dias, transferiu R$ 750 mil para a Go Up Entertainment.

O valor é próximo dos R$ 700 mil recebidos pela Dinâmica Editora e pelo Instituto Super Poder Educacional, empresas do mesmo grupo empresarial, por meio do Instituto Conhecer Brasil (ICB), que receberam recursos de emendas parlamentares.

Com isso, a PF aponta indícios de que recursos originalmente destinados a contratos executados pelo ICB tenham sido repassados, por meio de contratações com indícios de fraude, a empresas ligadas ao grupo de Heric Dias. Posteriormente, segundo os investigadores, esses valores podem ter chegado à Go Up Entertainment por meio de uma transferência feita pela NTT Brasil.

Pagamentos feitos por Mario Frias

Outro ponto destacado pela investigação é uma transferência de R$ 645,4 mil feita pelo próprio deputado Mario Frias para a Go Up Entertainment. No entanto, a PF aponta que os rendimentos mensais do parlamentar são de R$ 44.008,52.

Destaca-se, ainda, o envio de R$ 645.400,00 para a Go Up pelo próprio Deputado Federal Mário Frias, cujos rendimentos mensais alcançam a monta de R$ 44.008,52, colocando em questão o lastro financeiro para dar suporte às transferências feitas para a pessoa jurídica de Karina Gama no curto espaço de menos de sessenta dias“.

Ou seja, a PF questiona se o deputado teria recursos suficientes para justificar as transferências feitas para empresas ligadas a Karina Gama em um período de menos de 60 dias.

O ex-marqueteiro do candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, enviou um repasse de R$ 1 milhão para a Go Up Entertainment.

O relatório do Coaf reproduzido na decisão do ministro Flávio Dino afirma que a empresa movimentou R$ 19 milhões no período analisado, sendo R$ 8,9 milhões a crédito e R$ 10 milhões a débito. Entre os principais repasses estão Marcello e o deputado Mario Frias.

Lopes atuava nos bastidores da pré-campanha. Ele deixou a equipe em meio às críticas à reação da campanha após a divulgação de mensagens e notícias sobre um encontro de Flávio com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio aumentou a pressão sobre a equipe de comunicação.

Outras emendas

A Polícia Federal (PF) aponta que, além do deputado federal Mario Frias, os parlamentares Marcos Pollon (PL-MS) e Bia Kicis (PL-DF) também assinaram emendas parlamentares para uma organização presidida por Karina Ferreira da Gama, dona da produtora do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A Academia Nacional de Cultura (ANC), outra organização também presidida por Karina Gama, foi indicada como beneficiária de R$ 1 milhão em emendas destinadas por Marcos Pollon; e R$ 150 mil destinadas por Bia Kicis. Esses valores, porém, não foram efetivamente pagos.

A PF destaca que Marcos Pollon é eleito pelo Mato Grosso do Sul, e Bia Kicis pelo Distrito Federal. As emendas analisadas, porém, foram destinadas ao estado de São Paulo.

Essa diferença entre o estado pelo qual os parlamentares foram eleitos e o local que recebeu os recursos, segundo os investigadores, pode indicar descumprimento das regras que exigem uma relação entre a origem da emenda e o estado beneficiado.

Operação ‘Make Up’

O ministro Flávio Dino autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Make Up, realizada conjuntamente pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU).

A ação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.

Dino é o responsável por autorizar esse tipo de ação porque ele é o relator de processos no Supremo que investigam irregularidades no repasse desses recursos públicos, enviados por parlamentares para suas bases eleitorais.

Além do cumprimento de mandados de busca e apreensão, o ministro também determinou a aplicação de medidas cautelares contra o deputado federal Mario Frias, proibindo o parlamentar de deixar o país e de manter qualquer contato com os demais investigados no inquérito que apura desvios de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares.

Sandrinho reúne militância em Afogados e reforça apoio a Lula e João Campos

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, reuniu apoiadores na noite desta quarta-feira (9), em um encontro político realizado no espaço Beto das Bicicletas, no bairro Costa. O ato teve como foco o apoio às candidaturas de João Campos ao Governo de Pernambuco e do presidente Lula à reeleição, além dos demais nomes apoiados pelo gestor municipal.

Segundo a organização, o espaço ficou lotado e parte do público acompanhou a movimentação do lado de fora.

Participaram do encontro o vice-prefeito Daniel Valadares, o presidente da Câmara de Vereadores, Vicentinho Zuza, além dos vereadores Raimundo Lima, Reinaldo Lima, Agnaldo Rodrigues, Cícero Miguel, Douglas Eletricista e Mário Martins, e das vereadoras Gal Mariano, Simone da Feira e Lucineide Cordeiro. O vereador César Tenório justificou a ausência devido a um compromisso anteriormente agendado no Recife.

Durante o discurso, Sandrinho destacou a importância que atribui à eleição deste ano e defendeu as candidaturas de Lula e João Campos.

Essa eleição é a mais importante da história do Brasil. Precisamos ajudar a eleger Lula e João, que eles saiam vitoriosos das urnas. E isso terá um impacto muito importante na continuidade do nosso trabalho em Afogados, com ainda mais investimentos e mais trabalho em parceria governo estadual, governo federal e Prefeitura de Afogados. Essa eleição será um marco para a sobrevivência da nossa democracia”, afirmou Sandrinho.

O prefeito também pediu apoio às candidaturas de Marília Arraes e Humberto Costa ao Senado e de Pedro Campos e Maria Arraes para a Câmara dos Deputados.

Quero contar com vocês para conseguirmos eleger nossos candidatos e fazê-los majoritários em Afogados da Ingazeira”, declarou.

Ao final do encontro, Sandrinho convidou os apoiadores para uma caminhada pelas ruas de Afogados da Ingazeira no próximo sábado (12). A concentração está marcada para as 8h, na Praça dos Correios.

Greve na Caixa Econômica começa nesta quinta (10); saiba como ficam atendimentos

Fachada da Caixa Econômica Federal /Marcelo Camargo/Agência Brasil

Funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) deflagraram greve nacional por tempo indeterminado na manhã desta quinta-feira (10). Apesar do movimento, a instituição financeira mantém os canais digitais de atendimento em operação. De acordo com o Sindicato dos Bancários, as negociações continuam, e o banco se comprometeu a apresentar uma nova proposta ainda nesta quinta-feira (10).

A principal reivindicação da categoria gira em torno do plano de saúde. Os empregados da Caixa cobram o fim do teto de custeio por parte do patrocinador, atualmente fixado em 6,5% da folha de pagamento. O sindicato pede o retorno do modelo anterior, que previa 70% de cobertura das despesas pela CEF e 30% pelos trabalhadores.

O resultado das assembleias realizadas no Brasil inteiro, com mais de 90% de rejeição nas bases sindicais, demonstrou, de forma clara, a insatisfação dos empregados com a proposta apresentada pela Caixa. Isso foi fundamental para forçar o retorno das negociações”, afirmou a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.

De acordo com informações do portal Metrópoles, o Banco do Brasil (BB) também pode ter paralisações parciais nesta quinta-feira (10).

PoderData/Aya: Lula tem 38% no 1º turno; Flávio, 36%; e Cury, 10%

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (10) aponta o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente na corrida para o Palácio do Planalto, registrando 38% das intenções de voto no cenário de primeiro turno.

Logo na sequência, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36% da preferência do eleitorado. Como a margem de erro é de 1,8 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão empatados tecnicamente.

Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira colocação, com 10% das intenções de voto.

Os demais candidatos apresentam índices abaixo de 10%. Renan Santos (Missão) tem 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) e Pablo Marçal (PRTB) aparecem com 2% cada.

O bloco seguinte é composto por Hertz Dias (PSTU), Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB), que marcam 1% dos votos cada.

Clariana Barão (DC), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram nesta rodada.

O levantamento indica também que os votos em branco e nulos somam 3%, enquanto 1% não sabe.

Metodologia

A pesquisa PoderData/Aya entrevistou 3.000 eleitores em 623 municípios nas 27 unidades da federação, entre os dias 6 e 9 de setembro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro é de 1,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04914/2026.

PoderData/Aya: Flávio tem 47% no 2º turno; Lula, 45%

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (10) aponta igualdade entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno na disputa ao Palácio do Planalto.

Flávio tem 47% e Lula, 45%. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há empate técnico entre os dois.

Em comparação ao último levantamento, Flávio oscilou dois pontos percentuais para cima e Lula, um.

Augusto Cury

O instituto também testou o desempenho do atual presidente contra Augusto Cury (Avante).

Cury tem 44% e Lula, 43%. Eles também estão em empáte técnico. Os votos brancos e nulos são 11%, e os indecisos, 2%.

Já contra Flávio, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 43% e o escritor, 36%. Brancos e nulos ficam em 20%. Os que não sabem somam 2%.

Metodologia

Foram ouvidas 3.000 pessoas em 623 municipios nas 27 unidades da Federação entre os dias 6 e 9 de setembro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04914/2026.

Moraes cancela pronunciamento que havia marcado para hoje

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e André Mendonça durante sessão plenária na Cote, em 17 de outubro de 2024

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), cancelou o pronunciamento previsto para às 11h desta quinta-feira (10) cerca de uma hora após anunciar que faria a declaração. Segundo a assessoria do Supremo, uma nova data será marcada.

O ministro não informou o que seria anunciado, nem o motivo do cancelamento.

A fala se daria um dia após o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, anunciar sessão plenária para discutir a eventual abertura de investigação contra Moraes por sua relação com Daniel Vorcaro, do Banco Master, e retirar o ministro da relatoria do Inquérito das Fake News.

O julgamento em plenário está marcado para o próximo dia 15 de setembro, às 10h, e deve reunir todos os magistrados do STF. Eles deverão analisar se o relatório da Polícia Federal que traz mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro apresenta indícios suficientes de irregularidades para justificar a abertura de um inquérito contra o ministro.

As mensagens indicam que o banqueiro pedia a Moraes que atuasse junto ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para conter o avanço das investigações sobre o banco.

Ainda na quarta-feira (10), Fachin também retirou Moraes da relatoria do Inquérito das Fake News e assumiu as investigações. A decisão preserva os atos praticados por Moraes durante o período em que esteve à frente do caso, mas tranfere todas as investigações em curso para o presidente do STF. Ações penais ligadas ao inquérito que já tiveram denúncia recebida, porém, continuam com Moraes.

O STF possui sessão plenária de julgamentos às 14h desta quinta-feira (10). Até o momento, ela está mantida.

PF encontra sete armas em endereço ligado a advogado de Mario Frias

A PF (Polícia Federal) encontrou sete armas de fogo em endereço ligado ao advogado do deputado federal Mario Frias (PL-SP). Ao todo, na operação da Polícia Federal desta quinta-feira (10), foram identificadas cinco pistolas, uma espingarda e um fuzil. Investigadores ainda apuram em nome de quem as armas estão registradas.

Mario Frias está proibido de deixar o Brasil por ordem judicial. A CGU (Controladoria-Geral da União) identificou indícios de irregularidade na destinação de R$ 2 milhões em repasse por emenda parlamentar pelo deputado federal.

A suspeita é de que parcela do valor total não teria comprovação de utilização, por meio de nota fiscal, pela produtora do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A operação desta terça-feira (10) contra Frias e outras 28 pessoas foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Dark Horse: CGU apura irregularidade em repasse de R$ 2 milhões

A CGU (Controladoria-Geral da União) identificou indícios de irregularidade na destinação de R$ 2 milhões em repasse por emenda parlamentar pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP).

A suspeita é de que parcela do valor total não teria comprovação de utilização, por meio de nota fiscal, pela produtora do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A suspeita foi o que levou à autorização do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), da operação de busca e apreensão contra o parlamentar nesta quinta-feira (10).

A força policial cumpre nesta manhã 49 mandados de busca e apreensão contra nomes ligados ao financiamento do filme, entre eles Karina Gama, dona da produtora responsável pela produção do filme.

Os mandados da operação Make Up, realizada em parceria com a CGU, estão sendo cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.

As investigações apontam a existência de uma “organização criminosa formada por agentes públicos e privados”, que é suspeita de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.

O financiamento do filme “Dark Horse” é alvo de dois inquéritos no STF. Um deles é relatado pelo ministro André Mendonça e o outro, que mira o possível direcionamento de emendas, tem Dino como relator.

Em março, Dino determinou que Mario Frias prestasse esclarecimentos sobre uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões destinada ao Instituto Conhecer Brasil, ONG ligada à produtora do filme “Dark Horse”. Dino mandou o deputado prestar informações sobre “possíveis irregularidades” na execução dos recursos.

O parlamentar é produtor executivo do longa e ex-secretário de Cultura na gestão Bolsonaro. Em manifestação enviada ao Supremo, em maio, Frias negou irregularidades e afirmou que os recursos tiveram fim social.

A Polícia Civil de São Paulo também realizou, em junho, operação contra a produtora do filme “Dark Horse”, a Go UP Entertainment. A ação da Polícia Civil mirou suspeitas de fraudes e desvios de recursos públicos. Após determinação de Dino, a Polícia Civil compartilhou com o STF os dados obtidos na operação.

A CNN procurou a assessoria de Mario Frias sobre a operação da PF realizada nesta quinta e aguarda resposta. A reportagem também tenta contato com Karina Gama.

Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!

Cor Litúrgica: Verde

23ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 27 “A vós que me escutais, eu digo: Amai os vossos inimigos e fazei o bem aos que vos odeiam, 28 bendizei os que vos amaldiçoam, e rezai por aqueles que vos caluniam. 29 Se alguém te der uma bofetada numa face, oferece também a outra. Se alguém te tomar o manto, deixa-o levar também a túnica. 30 Dá a quem te pedir e, se alguém tirar o que é teu, não peças que o devolva. 31 O que vós desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles. 32 Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam aqueles que os amam. 33 E se fazeis o bem somente aos que vos fazem o bem, que recompensa tereis? Até os pecadores fazem assim. 34 E se emprestais somente àqueles de quem esperais receber, que recompensa tereis? Até os pecadores emprestam aos pecadores, para receber de volta a mesma quantia. 35 Ao contrário, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Então, a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque Deus é bondoso também para com os ingratos e os maus. 36 Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. 37 Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. 38 Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”. (Lc 6,27-38).

Hoje, o Evangelho nos apresenta um modo de vida diferente do pensar humano: “Amai os vossos inimigos.” Isso contrapõe-se à tendência natural de revidar na mesma moeda.

Nós só amamos os que também nos amam, apenas retribuímos o que recebemos. Jesus nos ensina o contrário: amar também os que nos odeiam, porque amar quem gosta da gente é fácil. Agora, amar quem nos faz o mal, isso requer fé e entrega aos ensinamentos de Cristo.

Para nós, humanos, isso é muito difícil. Precisamos rezar, pedir sabedoria e discernimento a Deus para abrandar nossos corações.

Assim como Deus nos ama e perdoa, somos chamados a experimentar esse amor misericordioso de um Deus que nos ama com todas as nossas falhas e nos perdoa. Façamos a experiência de vivermos o AMOR DE DEUS.

Finalizo hoje com os versículos do Evangelho para nossa reflexão:

“Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados.”

Uma abençoada quinta-feira a todos!
Um abraço.


Marineide Alcântara

Ministra da Palavra da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira.

Atlas/Intel divulga primeira pesquisa de intenção de voto para Pernambuco nesta quinta-feira (10)

Governadora Raquel Lyra (PSD) e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB)/Foto: Maurício Ferry/DP Foto e Karol Rodrigues/DP Foto

O Instituto Atlas/Intel divulga, nesta quinta-feira (10), uma pesquisa sobre a disputa pelo governo de Pernambuco. É o primeiro levantamento da empresa sobre a eleição estadual.

Além da corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, que tem sido protagonizada pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), o levantamento avaliará a disputa pelo Senado e o cenário dos presidenciáveis no estado.

A pesquisa foi registrada e encomendada pela própria empresa, segundo o painel de consulta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento contará com as respostas de 1.800 eleitores, entrevistados entre os dias 4 e 9 de setembro, por meio de um questionário eletrônico.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo PE-06464/2026.

A Atlas chegou a registrar uma pesquisa prevista para ser divulgada no fim de agosto, mas suspendeu o estudo.

Quaest

A Quaest publicou uma pesquisa encomendada pela Globo nesta terça-feira (8). O levantamento apontou 43% das intenções de voto no primeiro turno para Raquel, enquanto João apareceu com 37%.

No mesmo cenário, Ivan Moraes (PSOL) soma 1%, enquanto Camila Falcão (UP) e Renan Hallais (Missão) têm 0% cada. Indecisos configuram 12%, e brancos, nulos ou pessoas que afirmam que não irão votar, 6%.

Foram ouvidos 1.302 eleitores entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número de identificação “PE-00285/2026”.

TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio em Barretos

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) na Festa de Peão de Barretos/Charles Vieira/Divulgação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou o prosseguimento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, e Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, candidato a vice-presidente, por suposto abuso de poder econômico durante a 71ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, em São Paulo.

A decisão considera que os fatos apresentados pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, de Lula e Geraldo Alckmin, podem, em tese, configurar irregularidade eleitoral e, por isso, devem ser apurados. O Estadão solicitou à campanha de Flávio e Gaspar uma manifestação sobre o tema. O espaço está aberto para o posicionamento.

A ação questiona a participação de Flávio no evento realizado em 22 de agosto. Segundo a coligação, o candidato teria utilizado o palco principal de shows, cuja estrutura seria custeada por empresas privadas, para fazer um discurso de caráter eleitoral diante de um público estimado em 60 mil pessoas. A representação afirma ainda que Flávio foi apresentado à plateia após ser chamado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e pelo locutor contratado para conduzir o evento.

Coligação liderada por Lula aponta possível financiamento indireto

Na ação, a coligação liderada por Lula sustenta que a utilização do palco, da estrutura técnica e da audiência do festival teria representado uma forma indireta de financiamento empresarial da campanha. O argumento é de que os candidatos teriam recebido uma estrutura de grande alcance sem uma contrapartida financeira equivalente, o que seria vedado pela legislação eleitoral.

A representação também questiona o fato de o discurso ter ocorrido em um estádio, apontado pela parte autora como bem de uso comum, e sustenta que a exposição alcançada no evento foi ampliada posteriormente pela repercussão nas redes sociais e na imprensa. A coligação pediu a produção de provas, incluindo vídeos, contratos de patrocínio, comprovantes de despesas e informações sobre o impacto digital das publicações relacionadas ao episódio.

TSE considera ação apta a prosseguir

Ao analisar a admissibilidade da ação, a Corregedoria-Geral Eleitoral entendeu que a petição apresenta fatos determinados, com indicação de data, local e possível benefício eleitoral obtido pelos investigados. A decisão destaca que a representação foi acompanhada de registros audiovisuais dos discursos, notícias sobre o episódio, informações sobre os patrocinadores do festival e indicação de testemunha.

O tribunal ressaltou, porém, que a análise nesta etapa é apenas de admissibilidade. A decisão sobre a produção das demais provas será tomada depois que os investigados apresentarem suas defesas quando estará delimitado o conjunto de questões que ainda precisam ser esclarecidas. Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar foram citados e terão cinco dias para apresentar defesa. Depois disso, o processo volta para análise da Corregedoria-Geral Eleitoral.

A coligação liderada por Lula pede, ao final, que, caso seja comprovado o abuso de poder econômico e reconhecida a gravidade exigida pela legislação, sejam cassados os registros de candidatura dos dois e declarada a inelegibilidade por oito anos.

Renúncias e indeferimentos tiram mais de mil candidatos das eleições 2026

Fachada de prédio do TSE à noite/Reila Silva/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já indeferiu 474 candidaturas nas eleições de 2026. A resposta negativa significa que faltou algum documento, requisito ou fundamento legal para o direito de participar na eleição.

O partido Democracia Cristã (DC) foi o que mais teve candidaturas indeferidas, chegando a 64 ou 13,5% do total de indeferimentos. Ele é seguido pelo Democrata, com 46 ou 9,7% do total, e o Mobiliza, com 43 ou 9,07%.

Os partidos com o menor número de candidatos indeferidos são o PCdoB, com apenas um, o Cidadania com dois, e o Progressistas com três.

A maior parte dos indeferimentos foi para candidatos que pretendiam disputar o cargo de Deputado Estadual, somando 218. Em seguida, foram indeferidas 187 candidaturas para Deputado Federal.

Também constam na base de dados do TSE 545 candidatos que renunciaram às suas candidaturas. Os partidos com mais renunciantes foram PSBD, Podemos e MDB com respectivamente 41, 37 e 36 candidatos cada.

A acachapante maioria de desistências foi de ex-candidatos à Deputado Federal, com 264 renúncias, ou Estadual, com 208 renúncias.

Do total, quatro foram renúncias à candidaturas ao Senado, e três à disputa de algum governo estadual. No caso dos governadores, os que renunciaram são Pedro Brito (Novo-CE), José Moita (Democrata-PA) e José Cleber Barros Rabelo (PSTU-PA).

Já no Senado, foram Gustavo Galassi (PSDB-MG), Willem da Silva (DC-PA), André Monteiro (Democrata-RJ) e Paulinho da União (DC-SE).

Falha técnica provoca cancelamento de mais de 2 mil voos no Reino Unido

Passageiros afetados por atrasos aguardam e formam filas no Terminal 3 do aeroporto de Heathrow, em Londres/Henry Nicholls/AFP

As operações aéreas seguiam afetadas nesta quarta-feira (9) no Reino Unido, com centenas de atrasos e cancelamentos, após uma falha técnica que atingiu na terça o órgão responsável pelo controle do tráfego aéreo, que por enquanto descarta a hipótese de um ciberataque.

Segundo a empresa especializada em dados de aviação Cirium, 1.746 voos tiveram de ser cancelados na terça-feira (8) por causa do incidente. Nesta quarta, outras 399 operações já haviam sido canceladas, a maioria no aeroporto londrino de Heathrow, elevando o total de interrupções para mais de 2.100.

Mais de 330 mil passageiros foram afetados ao longo dos dois dias. Cerca de 155 mil pessoas tiveram seus voos cancelados, enquanto aproximadamente 180 mil enfrentaram atrasos, informou a associação do setor Airlines UK.

A falha “criou dificuldades para toda a rede aérea, e a recuperação levará tempo“, escreveu na rede social X o órgão de controle aéreo NATS, que presta serviços a 15 aeroportos.

Além de Heathrow, os aeroportos de Liverpool, Birmingham e Edimburgo, assim como o de Dublin, na Irlanda, também foram afetados.

O NATS afirmou ter “resolvido” a falha que provocou as interrupções e disse estar trabalhando “o mais intensamente possível para reduzir o atraso acumulado nos voos”.

“Não acreditamos que se trate de um ciberataque”, declarou na manhã desta quarta) à rádio BBC 4 o diretor-executivo do NATS, Martin Rolfe, que prometeu uma investigação profunda.