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Alckmin diz que Milei presta desserviço à Argentina

Milei ofendeu, no último sábado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com e o Ministro do Supremo, Alexandre de Moraes/PAULO PINTO/AGÊNCIA BRASIL

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, repudiou nesta terça-feira (28) as ofensas contra o Brasil proferidas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, durante a convenção partidária do Partido Liberal (PL), no último sábado.

A convenção oficializou a candidatura à Presidência da República do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado, entre outros delitos.

Em entrevista após evento na capital paulista, Alckmin ressaltou que o líder argentino cometeu uma “intromissão em assuntos internos do Brasil” de maneira “absolutamente grosseira”.

É lamentável que o presidente de um país vizinho amigo, que compõe até o Mercosul, preste um desserviço ao seu país. Porque vem ao Brasil, numa [época de] eleição, [e] não deve presidente se envolver em eleição de outro país”, disse o vice-presidente.

Alckmin não respondeu diretamente se a postura de Milei poderá afetar as relações comerciais entre os dois países, mas destacou que o Brasil é o país que mais compra produtos argentinos e o maior parceiro comercial do país vizinho.

No último sábado, em São Paulo, o presidente da Argentina ofendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com, entre outros termos, “presidiário”. Além disso, chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator da trama golpista, de “lixo careca”.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, convocou, no último domingo (26), o embaixador da Argentina no país, Daniel Raimondi, e transmitiu ao diplomata estrangeiro a repulsa do governo brasileiro à fala do presidente argentino.

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Lula diz que sistema financeiro brasileiro está habituado a emprestar ‘só para rico’

Presidente Luís Inácio Lula da Silva/ Ricardo Stuckert/Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (28), que o sistema financeiro do País “está habituado a emprestar dinheiro só para rico.” A declaração foi feita em visita ao Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro.

A gente dá o salário como garantia, a gente cria fundo garantidor, e mesmo assim o pobre é tratado como se não prestasse“, disse o presidente. Lula também ressaltou que não fala como candidato até o próximo domingo (2), quando deve ser realizada a convenção que vai oficializá-lo como candidato à reeleição.

O presidente ainda criticou a gestão dos hospitais federais do Rio durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e disse que eles estavam “sucateados.” “Não funcionava mais a UTI, as cozinhas, não tinha mais médicos, não tinha quase nada, até o estacionamento dos hospitais federais os funcionários tinham que pagar para colocar o carro lá dentro, porque isso era administrado pela família Bolsonaro“, acusou.

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Remédio injetável que previne HIV pode entrar no SUS até o fim o ano

Ministro Alexandre Padilha afirmou que o governo está negociando com a farmacêutica GSK, produtora do cabontegravir/FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

O Sistema Único de Saúde (SUS) pode começar a oferecer ainda este ano uma nova forma de profilaxia pré-exposição (PreP), aplicada por injeção, para a prevenção do HIV. Trata-se do medicamento cabotegravir, que impede a replicação do vírus de forma prolongada e pode ser tomado a cada dois meses.

O pedido de inclusão vai ser encaminhado pelo Ministério da Saúde à Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias no SUS (Conitec) na semana que vem. A Conitec é um colegiado independente que precisa avaliar aspectos como o custo-benefício da oferta de novos tratamentos pelos serviços públicos, antes que eles sejam incluídos no rol do SUS.

A comissão pode recomendar ou não a inclusão, mas a decisão final cabe ao Ministério. De acordo com o Ministro da Saúde Alexandre Padilha, o governo ainda está negociando com a farmacêutica GSK, produtora do cabontegravir, o custo final do medicamento e quantas doses serão compradas, mas a empresa fez uma oferta com “preço adequado”.

Nós vemos com muita esperança as novas tecnologias de proteção prolongada, mas exigimos que elas sejam oferecidas, sobretudo aos sistemas nacionais de saúde, com os preços adequados, não preços estratosféricos”, declarou o ministro em uma coletiva de imprensa antes da abertura do 26ª Conferência Internacional de Aids, no Rio de Janeiro.

Lenacapavir

Ainda segundo Padilha, esse custo foi determinante para escolha da PreP injetável que o governo pretende oferecer. Um outro medicamento, chamado lenacapavir, concede proteção ainda mais prolongada, por seis meses, mas foi ofertado por um valor inviável, disse o ministro.

Mesmo o Brasil se dispondo a pagar até 10 vezes o valor que foi oferecido a países similares ao nosso, como Indonésia e Tailândia, a indústria ainda disse que não pode oferecer para o sistema nacional público com esse valor. Então nós não pagaremos. Não vamos drenar o recurso dos impostos dos cidadãos brasileiros pelo interesse de lucro de uma empresa

Apesar de ter sido um dos países onde o medicamento foi testado, o Brasil ficou de fora do acordo de licenciamento voluntário assinado pela farmacêutica Gilead, que autorizou seis empresas a produzirem versões genéricas do lenacapavir para distribuição em 120 países.

A medida foi criticada por outros participantes da Conferência, incluindo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), porque o lenacapavir é considerado peça central para o fim da epidemia de Aids, e as organizações envolvidas com o tema defendem que o acesso ao medicamento seja ampliado em todo o mundo.

A farmacêutica declarou em nota que compartilha a urgência de ampliar o acesso ao lenacapavir em toda a América Latina e o Caribe, mas que “para os países fora do território de licenciamento voluntário, como o Brasil, continua buscando caminhos sustentáveis de acesso de longo prazo, alinhados às condições do mercado local e às prioridades de saúde pública”

Ainda de acordo com a nota divulgada pela Gilead após as declarações dadas no evento, “o Brasil é uma das prioridades entre os países avaliados como potenciais parceiros de Fabricação”. Por isso a farmacêutica assinou um memorando de entendimento com a Fundação Oswaldo Cruz, “para explorar potenciais oportunidades de transferência de tecnologia que possam apoiar o acesso no Brasil e em toda a região.”

PreP oral

O Sistema Único de Saúde já oferece a PreP, mas em versão oral, sob a forma de comprimidos que precisam ser tomados diariamente. Mais de 350 mil pessoas já tiveram acesso ao medicamento que também tem eficácia comprovada.

A principal vantagem da Prep injetável sobre a versão oral é a adesão ao tratamento, já que os comprimidos precisam ser tomados todos os dias para garantir seu efeito. Estudo da Fiocruz, feito com 1,4 mil pessoas, em seis cidades brasileiras, mostrou que 83% delas preferiram a injeção.

Além disso, 94% dos participantes compareceram ao serviço de saúde para tomar as injeções no prazo correto, o que garantiu que elas permanecessem protegidas ao longo do tratamento. Nenhum deles foi infectado pelo vírus.

Outro estudo de vida real divulgado pelas farmacêuticas ViiV Healthcare e GSK, que desenvolveram o medicamento, demonstrou alta eficácia, com taxa anual de infecção pelo HIV de apenas 0,1%.

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João Campos: “Presidente Lula será muito importante nesta campanha”

João Campos e Lula/Ricardo Stuckert/Divulgação

O pré-candidato do governo do estado, João Campos (PSB), avaliou o cenário político de Pernambuco como uma disputa “em completo equilíbrio” após a divulgação da pesquisa Genial/Quaest, em que aparece em desvantagem em relação à governadora Raquel Lyra nas intenções de voto no estado.

O alinhamento com o Lula foi tratado pelo pré-candidato como eixo central da estratégia eleitoral. Campos afirmou que a parceria não se restringe a Pernambuco, mas abrange todo o país. “O presidente Lula será muito importante nessa campanha“, resumiu Campos durante entrevista ao programa Ponto de Vista, da Veja, na manhã desta terça-feira (28).

Mantendo o tom otimista, João Campos apontou que o levantamento mostra que mais de 50% do eleitorado pernambucano ainda desconhece a aliança entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para ele, os dados da pesquisa revelam um potencial significativo de crescimento à medida que a campanha avançar para além da Região Metropolitana do Recife (RMR).

A eleição em Pernambuco mostra um cenário em completo equilíbrio, um equilíbrio da disputa que é algo previsível. Afinal de contas, a gente tem uma eleição disputando contra a reeleição de uma candidatura. Eu estou muito animado; eu vi meu pai sair de 3% das intenções de voto em uma pesquisa para o governo do estado, vencer uma eleição e ser o maior governador da história de Pernambuco.”

Histórico como prefeito

Ex-prefeito do Recife, Campos usou o histórico de sua gestão da capital pernambucana e, mirando a ampliação de sua base no interior do estado, enfatizou que a corrida eleitoral representa o momento definitivo para apresentar entregas, debater o futuro e consolidar sua identidade política.

Campos reconheceu que sua atuação política esteve centrada no Recife, em que, segundo ele, obteve índices expressivos de aprovação. O pré-candidato destacou que o período de campanha permitirá intensificar as visitas em outras áreas do território pernambucano.

Até o mês de abril, eu estava como prefeito do Recife. Então, grande parte da minha agenda, ou quase sua totalidade, era na cidade. A gente começa agora a andar por todo o estado, podendo falar do futuro, podendo apresentar o que a gente acredita e, principalmente, mostrar a nossa identidade no campo político.

Críticas à gestão Raquel Lyra

Ainda na entrevista, João Campos direcionou críticas à segurança pública e à capacidade de resposta do atual governo estadual, apontando o crescimento alarmante dos índices de violência e dos casos de feminicídio. Segundo ele, a criação de delegacias especializadas e a gestão dos territórios exigem eficiência institucional que, em sua visão, tem faltado à gestão de Raquel Lyra.

No setor de serviços públicos, Campos contrapôs as diferenças na saúde pública com as entregas realizadas durante sua gestão na capital, em que, de acordo com o ex-prefeito, expandiu a rede municipal de atendimento e buscou soluções administrativas para reverter crises na prestação de serviços essenciais à população.

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Terremoto no Japão provoca desabamento de shopping e de muralha de castelo

Parte da muralha do Castelo de Kumamoto desabou após o terremoto, na cidade de Kumamoto/Jiji Press/AFP

Um terremoto atingiu o sul do Japão no fim da tarde desta terça-feira (28), pelo horário local, e provocou o desabamento de um shopping, deixando dezenas de pessoas presas, além da queda da uma muralha de um castelo com mais de 400 anos.

Um vídeo aéreo registrou os danos provocados no Aeon Mall, em Kashima, na província de Kumamoto, na região central da ilha de Kyushu. Partes das paredes do edifício desabaram, deixando estruturas metálicas expostas.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Kumamoto, várias pessoas ficaram presas no shopping após uma explosão que causou o desabamento do segundo andar. Pelo menos dois feridos já foram resgatados.

As emissoras TBS e Fuji informaram que há mortos e feridos no local, mas o número total de vítimas ainda não foi confirmado. Segundo a emissora pública NHK, entre 20 e 30 trabalhadores estão desaparecidos. A operação de resgate segue em andamento.

O Aeon Mall ficou fechado temporariamente em 2016, após Kumamoto ser atingida por dois terremotos devastadores em apenas dois dias. O primeiro, de magnitude 6,5, foi registrado em 14 de abril, e o segundo, de magnitude 7,3, em 16 de abril. Os tremores deixaram 273 mortos e mais de 2,8 mil feridos.

Outro vídeo mostra o momento em que parte da muralha do Castelo de Kumamoto, localizado na capital da província, desaba. A fortaleza foi construída pelo general Kato Kiyomasa entre 1601 e 1607 e é um dos três castelos mais famosos do Japão.

Nas imagens, é possível ver rochas rolando pelo chão e uma nuvem de poeira. O monumento é especialmente conhecido pelo Cerco ao Castelo de Kumamoto, durante a Rebelião de Satsuma, em 1877. De dentro do castelo, 3,5 mil soldados resistiram a 13 mil integrantes do Exército de Satsuma, segundo o site do castelo. “O Castelo de Kumamoto demonstrou, em nome e na realidade, que era uma fortaleza inexpugnável.”

A agência de notícias Kyodo News afirmou que uma pessoa morreu após uma casa desabar, sem dar mais detalhes sobre onde ocorreu o desabamento. A NHK informou que pelo menos 50 pessoas foram levadas a hospitais na cidade de Hikawa com ferimentos e que ao menos 12 imóveis desabaram. A emissora acrescentou ainda que havia pessoas presas em quatro prédios.

A NHK informou ainda que pode haver desaparecidos na fábrica de papel Nippon Paper, localizada em Yatsushiro, após a chaminé do imóvel desabar. A Agência de Gestão de Incêndios e Desastres do Japão (FDMA, na sigla em inglês) afirmou que o Corpo de Bombeiros de Yatsushiro foi acionado para resgatar nove pessoas no local.

O terremoto ocorreu às 16h27 no horário local (04h27 em Brasília), na ilha de Kyushu. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou inicialmente que o tremor teve magnitude 7,1, mas revisou posteriormente o dado para 6,8.

Após o terremoto, ocorreram mais de 60 réplicas com magnitudes variando de 1 a 4, segundo a Agência Meteorológica do Japão (JMA na sigla em inglês).

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou em uma publicação no X que criou uma força-tarefa para coletar informações, avaliar os possíveis danos e se preparar para operações de resgate, caso necessário.

Sanae disse a repórteres que cerca de 3,6 mil militares foram enviados a Kumamoto para auxiliar nos trabalhos de resgate. “Já foram confirmados danos extensos“, afirmou. “Expresso minhas mais sinceras condolências a todos os afetados por este desastre.

O secretário-chefe do Gabinete, Minoru Kihara, afirmou em uma entrevista coletiva que as Forças Armadas do Japão estão realizando operações de resgate emergencial em Kumamoto.

A JMA chegou a emitir um alerta de tsunami após o sismo para os mares de Ariake e Yatsushiro, mas o suspendeu cerca de duas horas depois.

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Flávio Bolsonaro apresenta esclarecimentos por escrito em inquérito e nega calúnia contra Lula

Flávio Bolsonaro atribuiu ao presidente Lula a responsabilidade pela decisão da Comissão Europeia de vetar a importação de carne brasileira/Saulo Cruz/Agência Senado

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), decidiu não prestar depoimento à Polícia Federal (PF) em inquérito sobre suspeita de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e enviou esclarecimentos por escrito ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O caso envolve uma publicação de Flávio em rede social na qual o senador comentava uma notícia sobre eventual delação premiada do ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro e fazia relação do tema com o presidente brasileiro. “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas“, escreveu Flávio. O depoimento estava previsto para esta terça-feira (28).

Na petição apresentada ao STF, sua defesa negou o cometimento de crimes e disse que a segunda parte da frase se referia a Maduro, não a Lula. Sobre a declaração de que o petista seria deletado, a defesa de Flávio afirmou que isso não poderia ser considerado crime. “Dizer que alguém ‘será delatado’ significa, tão somente, afirmar que essa pessoa será mencionada por um colaborador no âmbito de seu depoimento. Nada além disto. E ser mencionado por um colaborador em seu depoimento não significa ter contra si uma imputação criminosa ou ter a atribuição de uma prática ilícita em seu desfavor“, diz a petição.

Afinal, nem tudo o que um colaborador diz envolve um fato criminoso, bem como nem toda pessoa por ele mencionada é infratora. Logo, alguém pode sim ser delatado (ou seja: estar mencionado em uma colaboração) sem ter praticado qualquer crime ou sem ser objeto de uma imputação. Afinal, é inerente ao procedimento de colaboração narrar não apenas delitos, mas também contextos, relações e circunstâncias, mencionando pessoas cujas condutas não necessariamente são criminosas“, acrescenta.

O inquérito tramita no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes para apurar se houve crime contra a honra do presidente Lula.

Os advogados sustentam que as manifestações atribuídas ao senador se inserem no contexto do debate político e dizem respeito a posicionamentos públicos e afinidades políticas amplamente discutidos no cenário nacional e internacional. Argumentam, assim, que estabelecer comparações entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o venezuelano Nicolás Maduro, no âmbito da crítica política, não configura calúnia“, afirma por nota a defesa, representada pelos advogados Tracy Reinaldet, Matteus Macedo e Leonardo Castegnaro.

Para a defesa, a liberdade de expressão constitui um dos pilares do Estado Democrático de Direito e protege, por sua própria natureza, manifestações contundentes, críticas severas e discursos de natureza política, especialmente quando dirigidos a agentes públicos e autoridades“, diz.

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Caiado propõe confisco de bens de condenados por feminicídio

Senador Ronaldo Caiado se posicionou quanto à decisão do juiz federal Sérgio Moro. Foto: YouTube/Reprodução/YouTube/Reprodução

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta terça-feira (28), durante sabatina promovida pelo Correio Braziliense, que o combate ao feminicídio exige uma atuação integrada entre diferentes áreas do poder público e não pode ser tratado exclusivamente como um problema de segurança pública.

O ex-governador de Goiás defendeu a ampliação da responsabilidade de órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública, assistência social e saúde na prevenção dos crimes contra mulheres. Propôs ainda que os bens de condenados por feminicídio sejam confiscados.

Ao comentar os índices de violência de gênero, Caiado argumentou que a maioria dos casos ocorre dentro do ambiente familiar, o que, segundo ele, dificulta a atuação exclusiva das forças policiais.

O candidato afirmou que agentes comunitários de saúde, equipes da assistência social, associações de bairro e demais instituições que acompanham o cotidiano das famílias devem compartilhar informações para permitir uma intervenção preventiva antes que os casos evoluam para a violência letal.

Segundo o presidenciável, sua experiência à frente do governo de Goiás demonstrou a necessidade de integrar diferentes setores da administração pública para enfrentar o problema. Caiado criticou o entendimento de que episódios de violência doméstica dizem respeito apenas ao âmbito privado e afirmou que o Estado deve agir de forma antecipada para impedir a escalada das agressões.

Confisco

Entre as propostas apresentadas, o candidato anunciou que pretende encaminhar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para permitir o confisco dos bens de condenados por feminicídio.

Pela medida defendida por Caiado, o patrimônio do agressor seria transferido à família da vítima como forma de reparação. Na avaliação dele, muitos autores de violência doméstica utilizam a dependência financeira como instrumento de controle sobre as mulheres.

O presidenciável argumentou que a Constituição já prevê hipóteses de expropriação de bens em outras situações e defendeu a ampliação desse mecanismo para os casos de feminicídio.

Segundo Caiado, além do cumprimento da pena criminal, o condenado deveria perder seu patrimônio em favor dos familiares da vítima, medida que, segundo ele, teria caráter punitivo e também de proteção às pessoas atingidas pelo crime.

Endurecimento das penas

Caiado afirmou ainda que pretende endurecer a legislação relacionada à violência contra as mulheres caso seja eleito presidente.

Para ele, o aumento do rigor nas punições e a responsabilização conjunta de diferentes órgãos públicos são medidas necessárias para reduzir os índices de feminicídio no país. O candidato disse que pretende promover mudanças constitucionais para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e impedir que mulheres continuem sendo vítimas desse tipo de crime.

A sabatina com os presidenciáveis deste ano tem o apoio da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), da Federação Nacional de Auditores Fiscais Tributário (Fenat), da Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais(Febrafite) e da Unafisco Nacional.

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Trump e Zelensky se reuniram para discutir sobre cooperação estratégica

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, se reuniram hoje na Casa Branca. / HANDOUT / UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, se reuniram hoje na Casa Branca. “A nossa prioridade número um é a defesa antimíssil balística e a cooperação estratégica com os Estados Unidos. Precisamos avançar para alcançar a paz“, adiantou Zelensky antes do encontro.

Após a reunião, Zelensky agradeceu nas redes sociais a Trump pelos esforços conjuntos entre Kiev e Washington na guerra contra a Rússia. “Uma boa reunião com o presidente Trump no Salão Oval. Obrigado por tudo o que fazemos em conjunto para proteger as vidas dos ucranianos e promover a paz“, publicou.

O presidente da Ucrânia revelou alguns dos assuntos que foram abordados. “Discutimos as licenças para a produção dos mísseis interceptores Patriot e várias outras ideias que poderão ajudar. Também falamos sobre diplomacia, é importante que o processo diplomático seja revitalizado“, disse.

Por outro lado, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou na segunda-feira (27), que o país está aberto para considerar novas ideias e propostas relacionadas com o processo de paz na guerra contra a Ucrânia. Zakharova fez estas declarações apos vazar na imprensa notícias de que autoridades norte-americanas e ucranianas haviam discutido sobre uma proposta de um cessar-fogo aéreo, com o objetivo de apresentá-la aos representantes russos numa nova rondada de conversações de paz.

Mas, Moscou afirmou recentemente que ainda não tinha recebido qualquer informação específica sobre novas propostas de paz.

Enquanto isso, um grupo bipartidário de senadores norte-americanos anunciou nesta terça-feira (28) que alcançaram um acordo sobre um projeto de lei para alargar as sanções contra a Rússia e o Irã, autorizando o presidente dos EUA a impor restrições adicionais.

Já Volodymyr Zelensky disse que também planeja participar do funeral do falecido senador Lindsey Graham e também deverá ser reunir hoje à noite com todos os membros do Senado dos EUA.

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Padre Júlio Lancellotti não participará da Caravana da Democracia em Afogados da Ingazeira

O padre Júlio Lancellotti não participará da programação da Caravana da Democracia em Afogados da Ingazeira. A informação foi confirmada pelo jornalista Alyson Nascimento durante o programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

De acordo com a confirmação, o sacerdote não poderá cumprir a agenda por questões de saúde. Apesar da ausência, a programação da Caravana da Democracia está mantida e seguirá conforme o cronograma previsto pelos organizadores.

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Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos!

Cor Litúrgica: Verde

17ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira


Naquele tempo, 36 Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” 37 Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38 O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39 O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. 40 Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41 o Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42 e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. 43 Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”. (Mt 13,36-43).

Estimados leitores, mais uma vez a Palavra de Jesus nos ilumina na caminhada cristã. Os discípulos pedem a Jesus que lhes dê o significado das parábolas. Entreguemos ao Senhor a nossa vida e as nossas interrogações e confiemos que Ele nos dará a luz e a sabedoria para compreender seus ensinamentos.

Peçamos: Vem, Espírito Santo. Faze-nos amar as Escrituras, para reconhecermos a voz viva de Jesus. Torna-nos humildes e simples, a fim de compreendermos os mistérios do Reino de Deus.

É preciso estarmos vigilantes em relação ao que cresce em nosso coração. Há um confronto entre Deus e o diabo. Naturalmente não estão em pé de igualdade. O diabo é um perdedor, mas procura sabotar as coisas de Deus. Ninguém está isento do perigo. No Pai-Nosso pedimos: “Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.”

Qual apelo o Senhor nos dirige por meio deste evangelho? Quais são os limites que me impedem de acolher e viver os ensinamentos de Jesus? Como eu convivo em sociedade? Alguém nos deu o direito de julgar quem é joio e quem é trigo?

Concluo com a oração ao Espírito Santo, do papa Paulo VI: “Ó Espírito Santo! Dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora; fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da Santa Igreja. Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao Coração do Senhor Jesus. Um coração grande e forte, para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos. Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda ofensa, toda desilusão. Um coração grande e forte e constante até o sacrifício, quando for necessário. Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir humilde e fielmente a vontade do Pai. Amém.”

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

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Governo Lula vê crise diplomática com Argentina a maior em mais de 40 anos

O governo considera a crise envolvendo Brasil e Argentina a maior em mais de 40 anos.

É a maior (crise) desde a redemocratização“, disse à CNN o assessor de assuntos internacionais do Palácio do Planalto, Celso Amorim.

A visão é compartilhada também por interlocutores do chanceler Mauro Vieira e pelo embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli.

Na reunião que tiveram na tarde desta segunda-feira (27) em Brasília, ambos consideraram a crise “muito grave” segundo uma fonte relatou à CNN.

A leitura é de que a última grande crise entre os dois países foi em 1973, quando o Brasil assinou o Tratado de Itaipu com o Paraguai. Na época, os argentinos manifestaram contrariedade com a exploração das águas transfronteiriças da bacia onde os dois países fazem fronteira, o que gerou embate entre os governos.

A Argentina tentou conter o acordo com a ideia da construção de uma usina com o Paraguai, batizada de Corpus. Ela seria feita a 250 km de Itaipu. O projeto nunca saiu do papel.

Desde então, o entendimento é que os governos mantiveram relações com diálogo bilateral até o rompimento entre os então presidentes Jair Bolsonaro e Alberto Fernández, considerada uma gênese menor do problema atual.

A ideia hoje é manter Bitelli no Brasil e aguardar as movimentações na Argentina antes de tomar qualquer decisão.

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Flávio deve cumprir agenda de rua em PE

Flávio Bolsonaro deve vir a Pernambuco com agenda em formato novo, segundo o presidente do PL Anderson Ferreira/Beto Barata/ PL

Os atos de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, que se dariam, originalmente, em ambiente fechado, no início do mês, mas acabaram adiados, ainda não foram remarcados. O detalhe é que, a partir de agora, uma coisa é certa: a próxima visita do presidenciável ao Estado se dará em agenda de rua.

Indagado sobre a programação, o presidente do PL-PE, Anderson Ferreira, define como “muito mais eficaz” trazer o presidenciável para agenda de campanha aberta. Anderson acabou de retornar da convenção do PL que formalizou, no último sábado (25), o nome de Flávio para concorrer ao Palácio do Planalto.

Foi dada a largada. Bora buscar voto no corpo a corpo. O eleitorado de direita gosta desse perfil”, assinala Anderson à coluna, adiantando que deve organizar já uma mobilização de rua para Flávio Bolsonaro. Mas ainda não definiu exatamente o formato. “Quem gosta de ambiente fechado é o PT, porque não tem capacidade de reunir”, alfineta Anderson.

Inicialmente, a agenda de Flávio no Recife se daria no dia 9 deste mês. Ele teria encontro com pastores no Mar Hotel à tarde, e seguiria para o lançamento da pré-candidatura de Silvio Nascimento no Recife Expo Center com a militância. Os eventos foram cancelados porque Flávio se encontrava nos Estados Unidos.

O presidenciável chegou a gravar vídeo, se desculpando pela ausência e afirmando o seguinte: “Vou ter que ficar para defender o Brasil desse tarifaço, para tentar convencer o governo americano de que as tarifas são muito ruins para o Brasil. Estou aqui protegendo o Brasil das tarifas e do Lula”.

Menos de 10 dias depois, a sobretaxa acabou confirmada. A candidatura de Silvio Nascimento ao Senado, por sua vez, ficou para ser homologada na convenção estadual.

Pá de cal

Novas exonerações de cargos de indicação dos Ferreira na gestão de Mano Medeiros ganharam eco, nas coxias, nesta segunda (27). Indagado, Anderson Ferreira devolveu: “Vai terminar ele (Mano) tirando ele mesmo, só falta tirar ele”. O prefeito era aliado do conjunto, rompeu e, desde então, uma série de nomes ligados a Anderson e a André Ferreira passaram a ser desligados.

Tira e bota

No início do mês, a governadora Raquel Lyra nomeou 15 cargos do PL. Nas hostes do Partido Liberal, o movimento foi definido como uma “reposição”, considerando que Mano Medeiros, ao romper com os Ferreira, filiou-se ao PSD da governadora, assim como também sua esposa, Andréa Medeiros, que concorre à Alepe pelo partido da gestora estadual. Os dois configuraram as maiores baixas no grupo dos Ferreira.

Missão…

Fontes ligadas ao Palácio das Princesas definem a construção conduzida por Raquel Lyra junto ao PL como “muito competente”. À coluna, André Ferreira, sobre as nomeações, já havia declarado: “Isso não tem nada a ver com declarar apoio a Raquel. A gente não tem compromisso com ela”. Governistas sublinham, no entanto, que o movimento impediu uma candidatura desse conjunto ao Governo do Estado.

…cumprida

A ideia era inibir uma candidatura de governador e isso poderia esticar para um 2º turno. Ela pactuou abrindo espaço no governo e foi muito competente nisso”, avalia uma aliado da governadora à coluna em reserva.

Nem sabia

Fontes da Frente Popular, à coluna, sublinham que o ministro Wolney Queiroz não chegou a ser consultado sobre eventuais indicações de José Queiroz ou Thania Queiroz para suplência de Marília Arraes. Destacam que não haveria entraves para isso junto a Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, uma vez que Wolney continua representando Lupi e o PDT no Ministério da Previdência Social.

Tinha uma pedra

À coluna, fontes que acompanham as articulações em torno da suplência de Marília Arraes realçaram que o fato de José Queiroz e Thania terem ingressado no MDB esbarraria em ruídos junto a Carlos Lupi, motivo que teria inviabilizado tais alternativas.

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Quaest em Pernambuco: Marília Arraes e Humberto Costa aparecem à frente na disputa pelo Senado

Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) — Foto: Montagem/g1

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. Serão duas vagas em disputa nas eleições de outubro. No cenário 1, Marília Arraes (PDT) aparece em primeiro lugar, com 19% da intenção de votos, seguida por Humberto Costa (PT), que tem 12%.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 26 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-09649/2026.

Veja os resultados:

Cenário 1

Marília Arraes (PDT): 19%
Humberto Costa (PT): 12%
Mendonça Filho (PL): 8%
Eduardo da Fonte (PP): 6%
Miguel Coelho (União): 6%
Túlio Gadelha (PSD): 4%
Silvio Nascimento (PL): 2%
Carlos Sant’Anna (Novo): 0%
Fernando Dueire (PSD): 0%
Paulo Rubem Santiago (Rede): 0%
Indecisos: 18%
Branco/Nulo/Não vai votar: 25%

Cenário 2

Marília Arraes (PDT): 20%
Humberto Costa (PT): 13%
Mendonça Filho (PL): 8%
Eduardo da Fonte (PP): 6%
Miguel Coelho (União): 6%
Túlio Gadelha (PSD): 4%
Silvio Nascimento (PL): 2%
Carlos Sant’Anna (Novo): 0%
Fernando Dueire (PSD): não pontuou
Paulo Rubem Santiago (Rede): 0%
Indecisos: 17%
Branco/Nulo/Não vai votar: 24%

Cenário 3

Marília Arraes (PDT): 21%
Humberto Costa (PT): 14%
Mendonça Filho (PL): não pontuou
Eduardo da Fonte (PP): 6%
Miguel Coelho (União): 6%
Túlio Gadelha (PSD): 4%
Silvio Nascimento (PL): 3%
Carlos Sant’Anna (Novo): 1%
Fernando Dueire (PSD): 0%
Paulo Rubem Santiago (Rede): 1%
Indecisos: 22%
Branco/Nulo/Não vai votar: 22%

Cenário 4

Marília Arraes (PDT): 21%
Humberto Costa (PT): 14%
Mendonça Filho (PL): não pontuou
Eduardo da Fonte (PP): 6%
Miguel Coelho (União): 6%
Túlio Gadelha (PSD): 4%
Silvio Nascimento (PL): 2%
Carlos Sant’Anna (Novo): 1%
Fernando Dueire (PSD): não pontuou
Paulo Rubem Santiago (Rede): 0%
Indecisos: 24%
Branco/Nulo/Não vai votar: 22%

Índice de conhecimento e rejeição dos candidatos

A Quaest perguntou aos eleitores se eles conheciam os candidatos ao Senado e se votariam ou não neles. Veja os números:

Candidatos mais conhecidos (conhece e vota)

Marília Arraes (PDT): 43%
Humberto Costa (PT): 33%
Mendonça Filho (PL): 24%
Eduardo da Fonte (PP): 22%
Miguel Coelho (União): 18%
Túlio Gadelha (PSD): 13%
Silvio Nascimento (PL): 4%
Carlos Santa’Anna (Novo): 3%
Fernando Dueire (PSD): 2%
Paulo Rubem Santiago (Rede): 2%

Rejeição (conhece e não vota)

Marília Arraes (PDT): 38%
Mendonça Filho (PL): 38%
Humberto Costa (PT): 36%
Eduardo da Fonte (PP): 34%
Miguel Coelho (União): 28%
Túlio Gadelha (PSD): 25%
Carlos Santa’Anna (Novo): 16%
Fernando Dueire (PSD): 11%
Paulo Rubem Santiago (Rede): 11%
Silvio Nascimento (PL): 4%

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Quaest em Pernambuco: Lula tem 55% e Flávio Bolsonaro, 21% das intenções de voto no estado no 1º turno

Lula e Flávio Bolsonaro vão disputar a presidência da República nas eleições de 2026 — Foto: Ricardo Stuckert e Raul Spinassé/Divulgação

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra as intenções de voto para a eleição presidencial em Pernambuco. Lula (PT) aparece à frente no estado, com 55%, contra 21% de Flávio Bolsonaro (PL).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 26 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-03810/2026.

O levantamento traz também quatro cenários de 2º turno. Veja os números:

Lula (PT): 55%
Flávio Bolsonaro (PL): 21%
Escritor Augusto Cury (Avante): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Romeu Zema (Novo): 1%
Ronaldo Caiado (PSD): 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 0%
Edmilson Costa (PCB): 0%
Samara Martins (UP): 0%
Hertz Dias (PSTU): Não pontuou
Leonardo Avalanche (PRTB): Não pontuou
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 10%

Cenários de 2º turno

Lula x Flávio Bolsonaro

Lula (PT): 58%
Flávio Bolsonaro (PL): 24%
Indecisos: 6%
Branco/nulo/não vai votar: 12%

Lula x Caiado

Lula (PT): 58%
Ronaldo Caiado (PSD): 16%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 18%

Lula x Zema

Lula (PT): 60%
Romeu Zema (Novo): 15%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 18%

Lula x Renan Santos

Lula (PT): 59%
Renan Santos (Missão): 15%
Indecisos: 7%
Branco/nulo/não vai votar: 19%

Aprovação do governo Lula no estado

Aprovam: 61%
Desaprovam: 34%
Não sabe/não respondeu: 5%

Avaliação do governo Lula no estado

Positiva: 47%
Negativa: 26%
Regular: 24%
Não sabe/não respondeu: 3%

Lula merece um novo mandato?

Sim, merece: 56%
Não merece: 40%
Não sabe/não respondeu: 4%

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João Campos assume compromisso de requalificar a PE-475 em Cedro

Pré-candidato ao Governo de Pernambuco participou de ato político no Sertão, ouviu as demandas da população e anunciou que, se eleito, realizará a requalificação da rodovia que dá acesso ao município

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), anunciou, neste domingo (26), durante ato político em Cedro, no Sertão do Estado, que, se eleito governador, irá realizar a requalificação da PE-475, principal via de acesso ao município. A agenda reuniu lideranças políticas e moradores para discutir as principais demandas da cidade.

Ao destacar os investimentos previstos para a região, João reafirmou o compromisso com a melhoria da infraestrutura de Cedro. “Nós vamos trabalhar para ajudar a infraestrutura, inclusive com a requalificação da PE-475, que é um sonho que nós vamos realizar”, afirmou.

Além do anúncio, o pré-candidato ouviu reivindicações da população e de lideranças locais voltadas ao fortalecimento da infraestrutura, à ampliação da segurança hídrica, à melhoria da saúde pública e ao avanço do saneamento básico.

Representando as lideranças locais, o ex-prefeito de Cedro, Neguinho de Zé Arlindo (MDB), destacou o legado de Eduardo Campos no município e afirmou confiar na capacidade de João de dar continuidade aos investimentos na cidade. “O nosso governador João Campos tem essa capacidade de pensar e construir um Pernambuco com o olhar voltado para os pernambucanos de hoje e do futuro, especialmente para o povo de Cedro”, afirmou.

Também presente no evento, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), declarou apoio ao projeto liderado por João Campos e ressaltou sua capacidade de ouvir a população. “Tenho certeza de que João vai estudar todas as necessidades. Quem governa precisa escutar o povo e, acima de tudo, ter capacidade de realizar o que a população pede. Cedro é um município forte, produtor, trabalhador e que precisa de oportunidades”, disse.

O ato contou ainda com a presença do ex-prefeito de Cedro, Antônio Leite; da ex-prefeita Marly Quental da Cruz (MDB); dos ex-prefeitos de Cabrobó, Edgar Caldas e Eudes Caldas; do pré-candidato a deputado estadual Dr. Bruno Marques (PSB); além de vereadores, ex-vereadores e outras lideranças políticas da região.

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