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Trump reitera crítica à Itália por não apoiar guerra contra o Irã

Presidente dos EUA, Donald Trump/ MANDEL NGAN / AFP

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar a Itália por não se envolver na guerra contra o Irã. “Depois de gastarmos trilhões de dólares com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a Itália e a sua primeira-ministra sequer consideraram o envolvimento com a República Islâmica do Irã e sua ameaça nuclear”, escreveu, em publicação na rede social Truth Social neste domingo, 21. “Por décadas, nós os defendemos, mas, quando testados, eles não estavam lá para nos defender e ao resto do mundo. Nada bom!”

O comentário de Trump acontece em meio a trocas de farpas com a premiê italiana, Giorgia Meloni. Na semana passada, o republicano insinuou que a conservadora teria “implorado” por uma foto ao lado dele na cúpula do G7 e que teria concordado com o registro “por pena”, declarações negadas por Meloni como “completamente inventadas”.

O mal-estar diplomático levou ao cancelamento da viagem do ministro de Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, aos Estados Unidos.

No sábado, Trump rebateu a aliada italiana ao alegar que o objetivo da primeira-ministra era “ampliar sua popularidade em baixa” e fez críticas a ausência de ajuda da Itália no Oriente médio, apesar das “centenas de bilhões de dólares” gastos pelos EUA por ano com a Otan.

No X, Meloni o acusou de promover “ataques injustificados e absurdos”.

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Copa 2026: Kevin Pina marca de falta e faz o primeiro gol de Cabo Verde em Mundiais

Kevin Pina marcou o primeiro gol de Cabo Verde em Copas do Mundo/PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

Cabo Verde segue fazendo história na Copa do Mundo de 2026. Neste domingo (21), diante do Uruguai, em Miami, a seleção africana marcou o primeiro gol em Mundiais. O responsável pelo feito foi Kevin Pina, que balançou as redes em cobrança de falta.

Estreante em Copas do Mundo, Cabo Verde já havia conquistado um resultado marcante ao segurar a favorita Espanha em um empate sem gols na rodada de abertura.

Aos 20 minutos do primeiro tempo, da intermediária, o meio-campista Kevin Pina encheu o pé em uma cobrança de falta. A bola passou pelo meio da barreira uruguaia, e o goleiro Muslera não conseguiu espalmar. Cabo Verde abriu o placar da partida válida pela segunda rodada da Copa do Mundo, pelo Grupo H.

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Trump ameaça Irã com ataques se país não impedir “problemas” no Líbano

Presidente dos EUA, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (21) que o Irã deve parar imediatamente com os problemas no Líbano causados por aliados. Caso contrário, o americano diz que as forças americanas vão realizar novos ataques contra o Irã.

“O Irã deve impedir imediatamente que seus agentes bem pagos no Líbano causem problemas. Se não o fizerem, atacaremos o Irã com muita força novamente, assim como fizemos na semana passada, só que com mais força“, disse Trump em uma publicação na rede social Truth Social.

Os aliados de Teerã citado por Trump seriam o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã que troca ataques com Israel.

A fala acontece no momento em que o vice-presidente americano, JD Vance, está na Suíça para negociações com Teerã. As conversas serão mediadas pelo Catar e pelo Paquistão.

Segundo Vance, os americanos estão dispostos a “transformar fundamentalmente” suas relações com Teerã.

“O que o presidente nos pediu foi que virássemos a página para transformar nosso relacionamento com o povo do Irã e estendêssemos uma mão amiga, dizendo ao povo iraniano que, se sua liderança estiver disposta a deixar de ser um fator de instabilidade regional, se estiver disposta a abandonar as ambições de desenvolver armas nucleares a longo prazo, então os Estados Unidos estão dispostos a transformar fundamentalmente nosso relacionamento com esse país”, acrescentou. “Esse é certamente o nosso objetivo.”

Entre os tópicos que devem ser abordados na conversa estão os confrontos entre Israel e Hezbollah no Líbano e a navegação de navios pelo Estreito de Ormuz.

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Colômbia vai às urnas neste domingo eleger presidente para 2026-2030

Candidatos à presidência da Colômbia/ LUIS ACOSTA / AFP

Os 41 milhões de eleitores colombianos aptos a votar poderão ir às urnas, neste domingo (21), para escolher o presidente que governará o país de agosto de 2026 a agosto de 2030, sem direito a reeleição.

A vaga é disputada entre os candidatos Iván Cepeda, de esquerda e aliado do atual presidente, Gustavo Petro, e Abelardo De La Espriella, de extrema-direita e apoiado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump.

No primeiro turno, em 31 de maio, Espriella saiu na frente, com 43,7% do eleitorado, enquanto Cepeda recebeu 40,9% uma diferença de 673 mil votos. O comparecimento às urnas no 1º turno na Colômbia, onde o voto não é obrigatório, foi de 57% do total de pessoas aptas a votar.

Senador no terceiro mandado, Ivan Cepeda é filósofo, defensor dos direitos humanos e filho do também ex-senador colombiano de esquerda Manuel Cepeda Vargas, assassinado em 1994 em um dos sucessivos ciclos de violência política do país.

Candidato governista, Cepeda daria continuidade ao projeto do Pacto Histórico, coalizão de legendas que formaram o primeiro governo de esquerda da história da Colômbia, liderado pelo presidente Gustavo Petro.

Já Abelardo de La Espriella, que recebeu apoio aberto de Trump nesta disputa, promete uma aproximação maior com a Casa Branca e com Israel. Admirador de Javier Milei na Argentina, Espriella é um advogado multimilionário que se apresenta como outsider da política por nunca ter disputado um cargo.

Antes de se candidatar, vivia na Itália, já tendo advogado para figuras controversas, como Jorge Visbal, ligado aos paramilitares na Colômbia, e também para o empresário Alex Saab, que trabalhou para o governo de Nicolas Maduro, na Venezuela.

Afetada por conflitos armados ativos há mais de cinco décadas, a Colômbia chega nessa votação em meio aos sucessivos casos de violência política e confrontos com grupos armados que o projeto de “Paz Total” do atual governo não conseguiu resolver.

Por outro lado, o país de 53 milhões de habitantes, segundo mais populoso da América do Sul, mantém índices econômicos positivos, como crescimento salarial. Nos últimos anos, o governo aprovou reformas, como a trabalhista e a da previdência, que ampliaram direitos para empregados e aposentados.

Geopolítica da Colômbia

O resultado deste domingo influencia a correlação de forças políticas na América do Sul, em meio à pressão do governo de Donald Trump por um alinhamento dos países da região à política da Casa Branca.

O colombiano Sebástian Granda Henao, professor de Fronteiras e Direitos Humanos na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), explicou à Agência Brasil que a vitória de Espriella aumenta a influência de Trump na América do Sul.

“Vai ser mais uma ficha no tabuleiro desse modo imperial de Trump governar, se colocando para o mundo cobrando obediência. Diria que alguns processos em curso devem parar, como alianças contra a desigualdade ou por transição energética e preservação ambiental”, comentou.

Por outro lado, Sebástian pondera que a vitória de Cepeda representaria a manutenção de certa aliança na América Latina entre Colômbia, Brasil e México, que têm expressado posicionamentos comuns nas relações internacionais nos últimos anos.

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Japão goleia Tunísia e acirra briga pela 1ª colocação do Grupo F com a Holanda

Domínio absoluto do Japão em Monterrey/Julio Cesar AGUILAR / AFP

Com domínio absoluto em campo do início ao fim, o Japão goleou a Tunísia por 4 x 0, na madrugada deste domingo (21), e com esta segunda derrota consecutiva, a seleção do país do norte da África foi eliminada da Copa do Mundo de 2026, juntando-se assim à Turquia e ao Haiti.

A vitória dos ‘Samurais azuis’ no Estádio de Monterrey, no México, contou com dois gols espetaculares do técnico Ayase Ueda, que abriu o placar com um chute de fora da área (31′) e depois com uma cabeçada (83′). Os outros dois gols foram marcados por Keito Nakamura (4′) e Junya Ito (69′).

Após esta partida, a milésima da história da Copa do Mundo, o Japão está empatado com a seleção holandesa na liderança do Grupo F.

Ambos têm quatro pontos e o mesmo saldo de gols, embora os europeus estejam na frente por terem marcado um gol a mais após derrotarem a Suécia por 5 x 1 no sábado.

O Japão impõe o ritmo logo de início. Aos quatro minutos, uma bela jogada coletiva terminou com Keito Nakamura, posicionado na esquerda da área tunisiana, passando a bola para Daichi Kamada, que aguardava bem em frente ao gol.

Passando por entre uma barreira de defensores africanos, Kamada lançou uma bola para o fundo da rede.

Enquanto a Tunísia tentava, sem sucesso, se reorganizar, um passe de Itakura no meio-campo encontrou o perigoso Ueda. Da ponta direita da área, o atacante do Feyenoord disparou um chute cruzado que o goleiro Dahmen não conseguiu alcançar.

O terceiro gol, que praticamente garantiu a vitória, surgiu de um bom passe de Ueda, finalizado com categoria por Junya Ito. Ele deixou dois defensores para trás e chutou na saída do goleiro tunisiano.

Na reta final, Ueda encobriu dois defensores e a bola foi parar no fundo da rede.

Para a seleção tunisiana, que havia começado sua campanha com uma humilhante goleada de 5 a 1 sofrida diante da Suécia, nem mesmo as substituições do técnico francês Sabri Lamouchi por seu compatriota Hervé Renard se mostraram eficazes.

Sem conseguir ameaçar o gol adversário e incapaz de reagir contra a dinâmica e disciplinada equipe japonesa, a equipe do norte da África deixou claros os motivos de sua eliminação precoce.

Na terceira e última rodada, o Japão vai enfrentar a Suécia na quinta-feira, às 20h, enquanto tunisianos e holandeses duelam no mesmo horário.

Escalações:

Tunísia: Aymen Dahmen – Omar Rekik, Montassar Talbi, Dylan Bronn (Mohamed Amine Ben Hamida 46′) – Yan Valery, Ellyes Skhiri (boné) (Rani Khedira 90+1′), Anis Ben Slimane, Ali Abdy (Elias Achouri 90+1′) – Elias Saad (Ismaël Gharbi 46′) – Hannibal Mejbri, Sebastian Tounekti (Firas Chaouat 64′). Técnico: Hervé Renard.

Japão: Zion Suzuki – Takehiro Tomiyasu (Ayumu Seko 79′), Kou Itakura (cap), Hiroki Ito – Ritsu Doan (Yukinari Sugawara 74), Kaishu Sano, Ao Tanaka, Keito Nakamura (Yuito Suzuki 79′) – Junya Ito, Ayase Ueda (Keisuke Goto 85′) – Daichi Kamada (Junnosuke Suzuki 74′). Técnico: Hajime Moriyasu.

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Copa 2026: veja horários e onde assistir aos jogos deste domingo (21/06)

Seguindo a intensa maratona da primeira fase, a Copa do Mundo de 2026 contará com mais quatro jogos neste domingo (21). O primeiro acontece às 13h, com o dia de futebol sendo encerrado às 22h. Os confrontos serão válidos pela 2ª rodada dos Grupos G e H.

O primeiro duelo do dia marca o retorno da Espanha aos gramados após o tropeço surpreendente contra Cabo Verde. A seleção espanhola encara a Arábia Saudita, às 13h, em Atlanta. Ainda pelo Grupo H, Uruguai e Cabo Verde se enfrentam às 19h, em Miami.

Já pelo Grupo G, a 2ª rodada será aberta com o jogo entre Bélgica e Irã, às 16h, em Los Angeles. Para concluir o dia no grupo, Nova Zelândia e Egito se encontram às 22h, em Vancouver, no Canadá.

Agenda do dia de Copa do Mundo:

13h: Espanha x Arábia Saudita (Atlanta, EUA) – CazéTV
16h: Bélgica x Irã (Los Angeles, EUA) – CazéTV
19h: Uruguai x Cabo Verde (Miami, EUA) – CazéTV, TV Globo, GE TV, Sportv, N Sports e SBT
22h: Nova Zelândia x Egito (Vancouver, Canadá) – CazéTV, TV Globo e Sportv.

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Seleção Brasileira: Neymar treina com o grupo e vive expectativa de retorno contra a Escócia

Neymar, camisa 10 da Seleção Brasileira/Nelson Terme / CBF

O retorno de Neymar à Seleção Brasileira está cada vez mais próximo de se concretizar. Em treinamento neste domingo (21), no CT de Columbia Park, o camisa 10 participou normalmente das atividades com o restante do elenco. Esta foi a primeira vez que o jogador realizou trabalhos sem restrição com o grupo.

A expectativa é de que o jogador siga participando dos treinos durante a semana, que terão maior grau de intensidade nos próximos dias. Caso evolua fisicamente e tecnicamente, Neymar deve ser relacionado para o jogo contra a Escócia, que acontece na quarta-feira (24), em Miami, válido pela 3ª rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.

Ainda em entrevista coletiva após a vitória contra o Haiti, o técnico Carlo Ancelotti já havia confirmado a expectativa pelo retorno do camisa 10. O comandante da Amarelinha garantiu que Neymar “vai estar preparado” para enfrentar os escoceses.

Ainda no treino deste domingo, a principal ausência ficou por conta de Raphinha. O jogador do Barcelona sofreu uma lesão muscular na posterior da coxa no duelo de sexta-feira (19) contra o Haiti e iniciou tratamento intensivo junto à equipe médica da Seleção Brasileira.

Novela Neymar

Neymar vem se recuperando há mais de um mês de uma lesão na panturrilha sofrida no jogo do Santos contra o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro.

Logo após a apresentação do camisa 10 à comissão da Amarelinha, em 27 de maio, o médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, informou que uma ressonância magnética “identificou uma lesão muscular de grau dois”, uma ruptura parcial de fibras.

Lasmar destacou que a lesão deveria afastar o atacante por um período de duas a três semanas. À época, o médico afirmou que o jogador estava em “tratamento intensivo” e que sua evolução seria avaliada diariamente.

A previsão inicial era de que Neymar pudesse ganhar os primeiros minutos contra o Haiti, o que não se concretizou na prática. A CBF vem utilizando cautela durante toda a recuperação do atacante, devido ao seu histórico físico e à sua importância técnica para a sequência da Copa do Mundo.

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Atendei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor!

Cor Litúrgica: Verde

12º Domingo do Tempo Comum | Domingo


Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26 Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27 O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28 Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29 Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30 Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. 31 Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32 Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33 Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus. (Mt 10,26-33).

Estimados leitores, em que situação Jesus está nos convidando a confiar mais nEle e a deixar o medo de lado? No evangelho desde domingo, Jesus hoje nos diz: “ Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido.” Ele sabe que, às vezes, sentimos medo de errar, de sermos rejeitados ou de falar da nossa fé.

Mas Jesus nos lembra que Deus nos conhece profundamente e cuida de nós com amor. Se até os cabelos da nossa cabeça são contados, quanto mais a nossa vida é preciosa para Ele.

Muitos de nós, cremos em Jesus, mas temos medo das consequências do testemunho, consequências, que não são poucas, pois o testemunho de quem segue Jesus, contraria o interesse de muitos.

“… Temei aquele que pode destruir a alma…” Com essas palavras, Jesus nos alerta, quanto ao perigo de cairmos nas armadilhas do inimigo disfarçado de amigo, destes, nós devemos temer, pois eles podem nos levar a pecar. Estes, apesar de não serem nossos inimigos declarados, são nossos piores inimigos, se não ficarmos atentos, eles podem nos tirar a vida, ao nos afastar de Deus.

“…Quanto a vós, até os fios de cabelos da vossa cabeça estão contados…” Com essas palavras, Jesus garante total segurança a todos os que se entregam à missão, afirmando, que nada será tirado dele, sem o consentimento de Deus.
Confiar em Deus é descansar no cuidado dEle, mesmo quando não entendemos o caminho.

Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

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Flávio Bolsonaro diz querer acabar com “perseguição, altos impostos, corrupção e violência”

Flávio disse que honraria o seu pai em um eventual mandato como presidente/Foto.: Beto Barata/ PL

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou neste sábado, 20, que sua candidatura busca acabar com a “perseguição, altos impostos, corrupção e violência”. A fala ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura do deputado estadual André do Prado (PL-SP) ao Senado.

Flávio disse que honraria o seu pai e ex-presidente da República Jair Bolsonaro, em um eventual mandato como presidente do País, e também citou o seu irmão e ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro.

Após a exibição de um vídeo com Eduardo Bolsonaro, Flávio disse que era difícil ver o irmão em uma exibição porque ele deveria estar no evento. “Supostamente em nome da democracia destruíram todos os pilares da democracia.”

Eduardo foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime semiaberto na terça-feira, 16.

Para os ministros, Eduardo tentou coagi-los e atrapalhar o julgamento de Jair Bolsonaro por golpe de Estado, articulando sanções dos Estados Unidos contra o Brasil.

Tarcísio fala em grande responsabilidade em eleger Flávio Bolsonaro

Também presente no evento, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que há grande responsabilidade em eleger Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Tarcísio perguntou aos apoiadores do partido se eles tinham redes sociais. Em seguida, disse que é preciso fazer um grande trabalho para eleger as candidaturas do PL.

“A gente tem que convencer os colegas de trabalho, quem não está conectado. A gente tem que convencer os vizinhos, as pessoas próximas”, afirmou o governador de São Paulo.

Ele também falou sobre sua gestão no Estado de São Paulo. De acordo com ele, houve um ajuste nas contas.

“Fizemos o maior programa habitacional da história. Criamos o SUS Paulista. Nunca se inaugurou tanto hospital, nunca se abriu tanto leito. Nunca se investiu tanto em infraestrutura“, afirmou Tarcísio.

Ele falou ainda sobre os índices criminais no Estado, sobre os quais afirmou que são os “menores da história”, indicando que houve diminuição nos casos de latrocínio, homicídio e roubo de carros.

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Estudo aponta que 85% dos brasileiros vão participar de festas juninas

Recife, PE, 20/06/2025 - SÃO JOÃO ROUPAS E FOGOS - Imagens de roupas e fogos para festas juninas./Rafael Vieira

Pesquisa do Instituto Locomotiva sobre os festejos juninos apontou que 85% dos brasileiros maiores de 18 anos pretendem participar das comemorações de São João neste ano. O número é superior aos 81% de adultos interessados em ir a uma festa junina em 2025, mas próximo da margem de erro do levantamento, que é de 3%.

O estudo seguiu os parâmetros da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) e foi realizado entre 29 de abril e 6 de maio.

A pesquisa também investigou qual é o tipo de festa preferido do público. As festas juninas de rua e gratuitas lideram e foram mencionadas por 44% dos brasileiros. Os arraiais na casa de amigos ou familiares serão o destino de 39% dos entrevistados, enquanto as festas em igrejas ou quermesses são destino para 37%. Os entrevistados poderiam mencionar mais de um tipo de evento que pretendem participar.

“Festa junina é uma das expressões mais bonitas de como o Brasil transforma cultura em encontro. A pesquisa mostra que essa celebração atravessa o país de jeitos diferentes, muda conforme a região, o território e a forma de viver de cada comunidade, mas preserva uma força comum: reunir pessoas em torno da tradição, da comida, da música e do pertencimento”, comentou Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Entre as regiões, a população do Nordeste aparece como a mais apaixonada pelo São João que acontece em eventos públicos. Cerca de 51% dos entrevistados pretendem ir a festas juninas de rua e gratuitas, o maior índice entre as regiões. No Sudeste, esse percentual chega a 44%, enquanto no Norte é de 43%. Já no Sul, a principal intenção é participar de festas na casa de amigos ou familiares, mencionada por 43%. No Centro-Oeste, as festas em igrejas ou quermesses aparecem como principal atividade, com 42%.

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Criticado por morosidade, Estado promete concluir plano para refugiados até fim de 2026

Venezuelano pede ajuda no Recife./Foto: Leandro de Santana/Acervo DP.

O Estado de Pernambuco ainda não tem um plano estadual de políticas de atenção a refugiados, migrantes e apátridas. Decreto de 2022 criou um comitê estadual, que tem entre suas competências a elaboração do plano, mas o documento segue sem implementação. Previsão atual do Governo de Pernambuco é que o documento seja finalizado até o final deste ano. A data 19 de junho marca o Dia Nacional do Migrante.

O plano busca estabelecer diretrizes e princípios para orientar a atuação da esfera estadual na formulação e implementação de políticas voltadas a esta população. Políticas estruturadas para acolhimento já existem no Distrito Federal, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Paraná.

A venezuelana Lérderis Sierra, de 35 anos, migrou ao Recife em 2019. Teóloga, ela ainda não conseguiu validar sua formação no país. “Eu não tenho um diploma de faculdade porque eu não consegui revalidar meu diploma de ensino médio”, ela explica.

Lérderis é confundadora do Núcleo Migrante Internacional de Recife e tem cadeira no Comitê Estadual de Políticas Públicas para Promoção dos Direitos dos Migrantes, Refugiados e Apátridas do Estado de Pernambuco (Cepmigra). Trabalha na área de migração e dá aulas de espanhol.

Apesar de comemorar a criação do Cepmigra em 2022, Sierra critica a morosidade e a rotatividade no conselho. “Eu acho que é muita desorganização, sabe? A gente como imigrante já propôs fazer um roteiro interno do conselho para que, cada vez que aconteçam essas mudanças, a gente não precise começar do início”, diz.

A professora Sofia Zanforlin, pesquisadora do núcleo de estudos interdisciplinares em Migrações da Universidade Federal de Pernambuco (Grupo Migra/UFPE), também critica as trocas na pasta estadual de Direitos Humanos, que atrasariam o desenvolvimento do plano. “Teve um dia, por exemplo, que eu disse que estava cansada de me apresentar para as pessoas“, ela conta. Na análise da pesquisadora, o Cepmigra está “patinando”.

“É muito comum a gente estar em um mês com tudo agendado e ter uma pessoa à frente disso, só que no mês seguinte ela não está mais lá”. A expectativa é que o plano promova articulação entre órgãos e parceiros; direitos e integrações entre comunidades; desenvolvimento e inserção socioeconômica; e proteção de direitos.

Para justificar a importância dessas políticas, a pesquisadora cita um caso que ocorreu recentemente na capital.

“Chegou aqui uma família iraniana deportada. Eles saíram de São Paulo, com destino à Espanha e, lá, foram deportados no primeiro avião, chegando aqui no Recife“, inicia a professora.

“Foi acionada a DPU [Defensoria Pública da União], a OIM [Organização Internacional para as Migrações], mas no dia seguinte não se sabia mais dessa família. Não se sabia o paradeiro, quem tinha atendido. Isso é claramente falta de um protocolo”, explica Zanforlin.

A pesquisadora reforça que o plano estadual deveria ser um compromisso de quem defende os direitos humanos. “A gente está em um momento de muita xenofobia, de criminalização das migrações. Se o governo quer jogar com o conservadorismo e com a extrema-direita, então faz sentido não dar bola para esta pauta. Agora, se você abraça essa política como uma coisa real, também vê os ganhos, porque em inúmeras pesquisas você vai ver que as sociedades que têm essa diversidade se enriquecem, não só culturalmente, mas economicamente também”.

Zanforlin sinaliza um possível motivo para a pauta do imigrante caminhar vagarosamente em todo o país: “Migrante não vota. Isso é, inclusive, uma das principais pautas migrantes. Eu duvido que, se eles fossem votantes, não estaria alguém fazendo um vídeo no TikTok com eles em algum momento”.

Lérderis Sierra, a imigrante Venezuelana, diz estar cada dia mais decepcionada com a forma como o tema de imigrantes e refugiados é tratado no país, mas também sai em defesa dos brasileiros.

“Eu sou muito agradecida ao Brasil pelo acolhimento, não só meu, mas de outras pessoas. E, falando de Pernambuco, eu defendo ‘a capa y espada’ como meu país também, porque o pessoal pernambucano é gente acolhedora”.

Indígenas venezuelanos

A chegada de refugiados venezuelanos a partir da crise de deslocamento naquele país em 2019 representa um marco na discussão sobre migração em Pernambuco. Especialistas avaliam que o Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife só passaram a dar atenção à pauta a partir da chegada dos indígenas warao.

Segundo as estatísticas mais recentes, os warao constituem a segunda etnia mais populosa da Venezuela, com cerca de 49 mil pessoas. Falam a língua warao, além de espanhol em diferentes níveis de fluência.

Quem costuma trafegar pelas ruas do centro e da Zona Norte do Recife já deve ter se deparado com indígenas warao pedindo dinheiro nas ruas. Os estudiosos apontam que a prática não significa mendicância e ocorre de forma sistemática desde o início da década de 1990.

“Trata-se de um trabalho e, na maioria das vezes, do único trabalho possível em contexto urbano – um trabalho, porém, predominantemente feminino. As mulheres teriam assumido, por iniciativa própria, a função de provedoras da família, já que os maridos não conseguem se inserir no mercado de trabalho“, diz trecho do estudo Os Warao no Brasil, publicado pela Agência da ONU para Refugiados (Acnur).

Segundo a professora Mariana Dantas, do Departamento de História da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), apesar de não se tratar de mendicância, a estratégia de sobrevivência dos indígenas simboliza falha das políticas públicas.

Ela, que coordenou um projeto que acompanhava os warao no Recife, avalia que houve avanços nas esferas municipal e estadual no acolhimento, mas sempre motivados por provocações do poder judiciário. “Nunca é uma atuação espontânea ou que já tenha uma estrutura para atender as necessidades dessa população”, diz. Para ela, o caso warao evidencia a emergência de se elaborar um plano de políticas públicas.

As primeiras famílias chegaram à Região Metropolitana do Recife entre outubro e novembro de 2019. Um núcleo foi atendido pela Prefeitura do Recife, enquanto outro pela Cáritas Arquidiocesana como mediadora dos recursos do Governo de Pernambuco.

“Algumas dessas pessoas, poucas, começaram a se empregar em trabalhos formais, mas a demanda sempre foi essa: um trabalho para os adultos que mantivesse alguma estabilidade e escola para as crianças“, explica a professora.

Com o avançar dos anos, o projeto da Cáritas com o Governo do Estado foi finalizado e os indígenas passaram a ter que pagar os próprios aluguéis, o que gerou uma reconfiguração na qual famílias passaram a viver em menos imóveis. Desse grupo, alguns seguem no Recife.

O aluguel da casa que era mantido pela Prefeitura do Recife também foi encerrado, sendo apresentada a proposta de pagamento de benefício do aluguel social, de cerca de R$ 300, considerado insustentável pelos venezuelanos.

“Dessas famílias que estavam nessa casa, apesar dos esforços, nenhum deles conseguiu emprego estável”, lembra Dantas. “Então o que essas famílias decidiram fazer foi sair do Recife e se reunir a parentes em outros estados”.

A pesquisadora conclui que a fixação das famílias no território está diretamente vinculada à garantia dos direitos e à manutenção das necessidades materiais básicas, através de emprego.

“As medidas eram sempre emergenciais, nunca de maneira estruturada a partir de um plano. Era coisa muito atabalhoada, tentando apagar os incêndios“, lamenta a professora.

Ela continua: “O que faltou, de maneira geral, foi a intervenção do Estado em estimular empresas a contratar essas pessoas ou a criação dessas vagas. A coisa poderia ter tido outro rumo se houvesse preocupação de fato em inseri-las no mercado de trabalho”.

Posicionamento

Em nota, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência, por meio da Secretaria Executiva de Direitos Humanos, informa que a construção do Plano Estadual voltado à população migrante, refugiada e apátrida é “prioridade da atual gestão“. A previsão é que ele seja concluído até o final deste ano.

A pasta destaca que o instrumento está sendo elaborado de forma participativa, “com diálogo permanente entre representantes da sociedade civil, organismos internacionais, instituições acadêmicas e, sobretudo, com as próprias pessoas migrantes”.

Recife também não tem plano municipal específico para esta população. Uma lei aprovada em 2021 previa a instituição de bases para elaboração da política municipal, mas cinco anos depois ainda não ganhou vida.

Questionada, a Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome do Recife (SAS) informa que lançou nesta sexta-feira (19) a consulta pública para construção do “Plano Municipal de Políticas Públicas para Pessoas em Situação de Migração e Refúgio“. O documento está sendo desenvolvido em parceria com a UFRPE.

“A consulta pública tem como objetivo ampliar a participação social na construção do plano, permitindo que migrantes, refugiados e apátridas residentes no Recife, além de organizações da sociedade civil, universidades, instituições e demais interessados, contribuam com sugestões para o aprimoramento da minuta do documento“, afirma a pasta municipal.

A proposta estará disponível para consulta até 11 de julho. Contribuições podem ser enviadas por formulário eletrônico.

Diagnóstico feito na capital identificou uma população diversa, formada por jovens, com cerca de 82% vivendo com renda de até meio salário mínimo e mais da metade dependendo de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

Atualmente, a política socioassistencial da Prefeitura do Recife acompanha 73 migrantes, distribuídos em 22 famílias.

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Governo do PR diz que alerta falso da Defesa Civil fere Lei Antiterrorismo

O governo do Paraná disse neste sábado (20) que o alerta falso enviado pela Defesa Civil pode ser enquadrado na Lei Antiterrorismo. Em nota, o Palácio Iguaçu disse que o disparo do alerta a partir da invasão ao sistema fere um artigo da norma que classifica as ações terroristas no país.

Para o poder estadual, a ação entra no artigo que classifica os atos terroristas como “sabotagem ao funcionamento ou apoderar-se, servindo-se de mecanismos cibernéticos, do controle total ou parcial, ainda que de modo temporário, de meio de comunicação, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo a paz pública ou a incolumidade pública”.

A lei prevê uma pena de prisão de 12 a 30 anos para quem infringir esse artigo.

O governo paranaense também pediu investigações da Polícia Federal para encontrar os responsáveis pelo ato. A corporação avalia o pedido do governo Lula para instaurar um inquérito para investigar o suposto ataque hacker.

“Ante o impacto negativo causado no âmbito do estado do Paraná, e a disposição legal do art. 11 da Lei Antiterrorismo que considera, para todos os efeitos legais, que os crimes previstos nesta Lei são praticados contra o interesse da União, cabendo à Polícia Federal a investigação criminal, em sede de inquérito policial, e à Justiça Federal o seu processamento e julgamento, a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, aguarda com a certeza de que todas as medidas legalmente cabíveis serão tomadas”, afirmou o governo paranaense.

O governo federal suspendeu as contas de usuários envolvidas no incidente de segurança cibernética que disparou alertas falsos no sistema da Defesa Civil. Todos os acessos externos à Interface de Divulgação de Alertas Públicos também foram bloqueados.

O levantamento técnico inicial identificou 10 alertas indevidos. Nove alertas foram disparados pelo sistema Cell Broadcast e um foi enviado via SMS. Não há, até o momento, evidência de dano estrutural ao sistema usado pela Defesa Civil. Eles foram enviados por volta da 1h30 da manhã deste sábado.

O alerta falso continha a palavra “misantropi4” — que significa ódio à humanidade. A Defesa Civil avalia que provavelmente se trata de um ataque hacker.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionaram a Polícia Federal para investigar o caso.

A ferramenta Cell Broadcast foi desenvolvida para exibir mensagens de texto em formato pop-up diretamente na tela do celular para o envio de alertas de emergência.

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Rope jump: Outros três suspeitos são presos por morte de jovem em SP

Outras três pessoas foram presas neste sábado (20) por envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A jovem morreu após ser lançada sem corda de segurança durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo. A informação das prisões foi confirmada pela SSP (Secretaria de Segurança Pública).

Segundo a pasta, os presos são uma mulher de 29 anos, no Rio de Janeiro (RJ), e dois homens, de 25 e 27 anos, localizados em Limeira (SP) e Indaiatuba (SP), respectivamente. Inicialmente, três homens já haviam sido detidos um dia após o caso.

Medidas além das prisões

Além das prisões temporárias, a Justiça também autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados, com a apreensão de aparelhos celulares, equipamentos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.

As investigações apontam que os três presos integravam a equipe responsável pela organização e execução da atividade.

Também foram identificados indícios de que conteúdos digitais potencialmente relevantes à elucidação do caso teriam sido excluídos após a ocorrência, circunstâncias que fundamentaram os pedidos cautelares apresentados pela Polícia Civil e acolhidos pelo Poder Judiciário.

A investigação apura, em tese, a prática de crimes dolosos contra a vida, na modalidade de dolo eventual, além de possível fraude processual.

“A Polícia Civil prossegue com as diligências para esclarecer integralmente a dinâmica dos fatos, identificar todas as responsabilidades criminais e localizar a câmera utilizada pela vítima no momento do salto, considerada elemento importante para a reconstrução do ocorrido“, completou a SSP.

Investigações

Segundo as investigações, a jovem contratou a companhia para realizar a atividade esportiva, mas foi lançada pelos funcionários de uma altura de aproximadamente 40 metros sem estar presa aos equipamentos de segurança.

Em depoimento à polícia, os três primeiros presos não conseguiram explicar como ocorreu a falha. A Justiça de São Paulo classificou o caso como negligência e converteu as prisões deles em preventivas.

Relembre o caso

Maria Eduarda Rodrigues de Farias procurou a empresa para realizar um salto de rope jump, mas morreu após ser lançada da ponte. No momento do salto, ela não estava presa à corda de proteção.

Testemunhas gravaram o momento do acidente. Nas imagens, é possível ouvir pessoas gritando ao perceberem que ela não estava presa ao sistema de segurança.

Após o ocorrido, manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) foram realizadas por pessoas que estavam no local até a chegada de equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). No entanto, Maria Eduarda morreu ainda no local em decorrência de politraumatismo.

A jovem foi velada no dia seguinte ao acidente, no Cemitério Municipal de Jandira, na Grande São Paulo.

Fuga, desaparecimento de câmera e falta de autorização

Durante a perícia, a polícia constatou que Maria Eduarda não estava mais com a câmera utilizada para registrar a atividade. Na avaliação do juiz responsável pelo caso, o desaparecimento do equipamento pode indicar uma tentativa de ocultação de provas.

Além disso, segundo os autos, quando um dos policiais se afastou para prestar apoio ao resgate, os três funcionários da empresa fugiram em direção a uma área de vegetação próxima.

O magistrado também destacou que os suspeitos tentaram deixar o local após o acidente, comportamento que, segundo ele, demonstra risco de obstrução das investigações.

Outro fator considerado pela Justiça foi o fato de os investigados exercerem a atividade de forma habitual, o que poderia representar risco de novos casos se eles permanecessem em liberdade.

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), informou ainda que a empresa responsável pela atividade não possuía autorização para realizar operações esportivas na Ponte do Esqueleto.

Após a tragédia, o Governo Federal passou a estudar a possibilidade de demolir a estrutura. Em reunião com representantes do MGI, a prefeita de Cordeirópolis e o prefeito de Limeira afirmaram que os municípios já adotam medidas para restringir o acesso à ponte e manifestaram apoio à demolição da estrutura.

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João Campos conquista apoio do grupo de Duíla do Alazão e firma palanque em Terra Nova

A passagem de João Campos (PSB) por Parnamirim, neste sábado (20), resultou em alianças políticas construídas também em outros municípios do Sertão Central. O pré-candidato a governador recebeu o apoio de Duíla do Alazão, principal nome da oposição em Terra Nova, firmando mais um palanque para a Frente Popular de Pernambuco na região.

Duíla do Alazão foi o vereador mais votado nas eleições de 2016 e candidato a prefeito de Terra Nova pelo União Brasil em 2024. Também se reuniram com João Campos e com o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) para declarar apoio o ex-candidato a vice-prefeito pelo Podemos Pedro Callou e o vereador Bado David (União Brasil).

“Satisfação enorme estar aqui com Duíla do Alazão, Pedro Callou e o vereador Bado dizendo que a gente está junto com o povo de Terra Nova. O Sertão Central é uma região que tem o nosso carinho e que vai poder contar com a gente no cuidado, na atenção e no compromisso”, declarou João.

Foto: Edson Holanda

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João Campos ganha força em Parnamirim com a união de diferentes grupos de oposição

Pré-candidato a governador foi recebido por lideranças, ouviu demandas e firmou compromissos

PARNAMIRIM – Depois de passar pelo Araripe, João Campos (PSB) seguiu, neste sábado (20), para Parnamirim, no Sertão Central. O município se soma ao rol de localidades em que o pré-candidato a governador consegue juntar em torno de si diversos grupos de oposição, garantindo um palanque forte na região. O ex-prefeito do Recife concedeu entrevista a uma rádio local, participou de um almoço com lideranças políticas e firmou compromissos.

A recepção contou com a participação do ex-prefeito Tácio Pontes, do ex-vice-prefeito Rennê Alencar, da pré-candidata a deputada federal Kelly Alencar, dos vereadores Galego Carvalho (MDB), Subira (MDB) e Nego Aurélio (MDB), dos suplentes de vereador e lideranças Genário da Saúde (MDB), Mariano Cruz (MDB), Regi Sampaio (PSD), Siylvinha Cabral (PSD), Neuzinha Freire (PP), Elizomar Januário e Valdir Jorge, além dos presidentes municipais do MDB e do PDT, respectivamente, Darlan Sampaio e Wilson Januário.

“A gente vê essa unidade política da oposição aqui para garantir uma vitória que é do povo de Parnamirim. O dever de casa passa pela organização na política, e nós estamos fazendo isso aqui. Podem ter certeza de que, a partir de 2027, vocês vão ter um amigo governador”, declarou João Campos, agradecendo o apoio.

Entre as demandas apresentadas pela população local está a necessidade de articulação entre a futura gestão estadual e o Governo Federal para viabilizar o Ramal de Entremontes, obra que deve captar água do projeto de transposição do Rio São Francisco e dar segurança hídrica à população local. Durante a conversa com as lideranças, João Campos disse que necessidades como essa mostram que Pernambuco precisa recuperar a capacidade de tirar grandes sonhos do papel.

“É preciso que a gente possa voltar a ter sonho grande e a capacidade de fazer. A sensação que tenho é que, nesses últimos anos, Pernambuco perdeu a capacidade de ter sonhos grandes e realizar. Por isso que a gente vê coisas muito menores do dia a dia sendo discutidas, e o estado perdendo protagonismo. O que está fazendo falta não é discutir o presente, mas sonhar com o futuro. Vamos voltar a sonhar grande”, discursou.

Também acompanharam a passagem do líder da Frente Popular por Parnamirim o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), o deputado estadual Fabrizio Ferraz (Podemos) e o prefeito de São José do Belmonte, Vinicius Marques (PSB).

Fotos: Edson Holanda

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