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Vítimas de Covid no Brasil passa de 687 mil; média móvel de mortes mantém alta pelo 8º dia

O Brasil registrou nesta terça-feira (11) 88 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 687.016 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 69. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 51%, indicando tendência de alta pelo oitavo dia seguido.

Brasil, 11 de outubro
Total de mortes: 687.016
Registro de mortes em 24 horas: 88
Média de mortes nos últimos 7 dias: 69 (variação em 14 dias: +51%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.773.515
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 7.311
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 5.425 (variação em 14 dias: -16%)

No total, o país registrou 7.311 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.773.515 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 5.671. A variação foi de -9% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os estados do Acre e do Rio Grande do Norte não divulgaram atualização de casos e mortes até o fechamento deste boletim.

Em alta (8 estados): BA, SP, SC, AM, CE, GO, MG, RS
Em estabilidade (9 estados): AP, ES, MA, PB, AL, SE, RJ, RR, TO
Em queda (7 estados e o DF): MT, PA, PR, MS, PI, DF, RO, PE
Não divulgaram (2 estados): AC, RN

Sem Marília, PSB e PT convocam prefeitos para evento em favor de Lula e Alckmin

Prefeitos e lideranças do PT e PSB estarão reunidos na manhã desta terça-feira (11), às 11h30, no Hotel Canariu’s, em Gravatá, no Agreste pernambucano, como forma de apoio à candidatura de Lula (PT) e Alckmin (PSB) à Presidência. A candidata ao Governo do Estado Marília Arraes (Solidariedade) não estará presente no evento.

O ato contará com a presença de importantes nomes dos dois partidos no Estado, como o governador Paulo Câmara (PSB), o senador Humberto Costa (PT) e a senadora eleita Teresa Leitão (PT), além de outros nomes.

Vale lembrar que tanto o PT quanto o PSB anunciaram na semana passada o apoio ao nome de Marília ao Governo do Estado.

Japão reabre ao turismo após mais de dois anos fechado devido à pandemia

O Japão reabriu as portas ao turismo nesta terça-feira (11) após dois anos e meio de duras restrições devido à Covid-19, e as autoridades esperam a chegada de visitantes atraídos por um iene barato, o que ajudará a sustentar a economia.

Na madrugada desta terça-feira, chegaram turistas de Israel, França e Reino Unido.

“É um sonho muito, muito longo tornado realidade”, disse Adi Bromshtine, uma aposentada de 69 anos que chegou ao aeroporto de Haneda, em Tóquio, vindo de Israel. “Planejamos antes da covid e estávamos esperando”, disse ela à AFP.

Itay Galili, um estudante de 22 anos, disse que monitorou de perto as notícias para saber quando as fronteiras serão reabertas.

“Assim que soube que iam reabrir no dia 11, comecei a planejar. As passagens eram caras (…) mas nenhum preço é muito alto”, disse à AFP.

O Japão fechou suas fronteiras no início da pandemia e impediu inclusive o retorno de residentes estrangeiros. A partir desta terça, a entrada sem visto para visitantes de 68 países e territórios foi retomada.

Entre as exigências que ainda vigoram está a obrigatoriedade de estar vacinado ou apresentar teste negativo de coronavírus três dias antes de viajar.

O Japão recebeu um recorde de 31,9 milhões de visitantes estrangeiros em 2019, mas o número caiu para 250.000 em 2021.

Uma novidade para os turistas estrangeiros será a desvalorização da moeda local, o iene, avaliado em cerca de 145 por dólar, patamar não visto em duas décadas.

O governo já interveio uma vez para fortalecer a moeda, e o primeiro-ministro Fumio Kishida citou a fraqueza do iene como um fator que ele espera que ajude a atrair turistas.

Professora é demitida após fazer saudação nazista em sala de aula no Paraná

Uma professora fez a saudação nazista em sala de aula no Paraná. O gesto faz referência ao período em que Adolf Hitler governou a Alemanha, perseguindo e matando ao menos 6 milhões de judeus. A situação aconteceu em uma aula de redação na última sexta-feira (7), com alunos do terceiro ano do Ensino Médio do Colégio Sagrada Família de Ponta Grossa. A escola demitiu a professora pelo ato.

No vídeo, usando a bandeira do Brasil presa ao corpo, a professora de redação Josete Biral faz continência e, em seguida, o gesto nazista em sala de aula.

No Brasil, a saudação é proibida por lei e se categoriza como incitação ao ódio. A legislação brasileira prevê pena de até três anos de prisão para quem “aprovar, glorificar ou justificar” o regime nazista.

O colégio informou que não compactua com a atitude da professora, que atuava há quase duas décadas no local. Confira a nota:

“Em respeito a nossa comunidade escolar, Pais, Alunos e a todos que interesse tiverem sobre o ocorrido com uma de nossas professoras da 3ª Série do Ensino Médio, afirmamos que não compactuamos e não concordamos com a postura da Professora e também repudiamos qualquer manifestação alusiva ao teor do vídeo.”

O Colégio Sagrada Família em Ponta Grossa – PR tem uma história pautada pela lisura em suas ações e respeito à comunidade, por isso repudia ações que venham a ferir os valores da vida, da moral e da ética.

Bem como, em relação à funcionária envolvida nos fatos, por se tratar de questão “interna corporis”, foram tomadas as medidas cabíveis ao caso.”

Em suas redes sociais, o Instituto Brasil-Israel comentou o caso:

“Vemos com imensa preocupação o caso da professora que reproduziu a saudação nazista em uma escola em Ponta Grossa, no Paraná. O caso exemplifica os alertas de que as ocorrência neonazistas têm crescido no Brasil nos últimos anos, seja contra judeus ou outros grupos, como negros e pessoas LGBTQIA+.

Não podemos normalizar situações como essa, mesmo que sejam exceções, o processo de aceitação, sem qualquer punição, faz com que mais pessoas se sintam à vontade para cometer o crime de apologia ao nazismo.

No caso da escola, a diretoria sequer expôs qual seria a punição da professora, apenas disse não compactuar com a atitude. É preciso tomar medidas mais duras para frear a ascensão do neonazismo.”

Ipec: 3 em cada 4 eleitores admitem votar em um candidato para o adversário não ganhar a Presidência da República

Dados da pesquisa Ipec, contratada pela Globo, divulgados nesta terça-feira (11) indicam que três em cada quatro eleitores dizem ser grandes as chances de votar em um candidato para que o adversário não ganhe a eleição para a Presidência da República.

Para 46% do eleitorado brasileiro, é muito alta a probabilidade de votar no ex-presidente Lula (PT) para que o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), não seja reeleito. A taxa dos que dizem ser alta a probabilidade de votar no atual mandatário para evitar uma vitória petista é de 33%.

Entre os que dizem que a probabilidade de votar em Lula é alta, 32% dizem que é muito alta e 14% dizem que é alta. Os que afirmam votar em Bolsonaro 29% dizem que a probabilidade é muito alta e 12% dizem que é alta.

A taxa dos que dizem ser muito alta a probabilidade de votar no petista para evitar a vitória de Bolsonaro cresce entre moradores do Nordeste (44%), pessoas com renda familiar de até um salário mínimo (39%), católicos (38%) e pretos e pardos (36%).

O percentual dos que dizem ser muito alta a probabilidade de votar em Bolsonaro para que o ex-presidente não volte ao Palácio do Planalto é maior entre os mais ricos, com renda familiar de mais de cinco salários mínimos (46%), evangélicos (43%), moradores da região Sul (38%) e pessoas com ensino superior (37%).

Pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 8 e 10 de outubro em 130 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o código Nº 02853/2022.

IPCA fica em -0,29% em setembro, terceira deflação seguida, aponta IBGE

O Brasil registrou deflação pelo terceiro mês consecutivo, algo que não era visto no país há 24 anos. Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em % -0,29%, conforme divulgado nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, desde 1998 o país não registrava três meses seguidos de deflação. “Naquele, foi no mesmo trimestre, de julho, agosto e setembro”, destacou. Todavia, a deste ano é a maior deflação acumulada da série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 1980.

Mais uma vez, a redução no preço dos combustíveis foi o que mais contribuiu para conter a alta de preços no país.

“A gasolina é o item que, individualmente, mais vem impactado no IPCA negativo nestes últimos três meses. Ela é o item individual que mais pesa na composição do indicador”, enfatizou Kislanov.

A taxa de setembro, no entanto, foi a menos intensa destes três meses de queda do indicador: em julho, ficou em -0,68%, e em agosto ela foi de -0,36%.

O indicador prévio, (IPCA-15), divulgado há duas semanas, já indicava que a taxa mensal viria no campo negativo – ele ficou em -0,37%.

Expectativas
Os economistas do mercado financeiro reduziram, nesta segunda-feira (10), de 5,74% para 5,71% a estimativa de inflação para este ano. Esta foi a 15ª queda seguida da estimativa para a inflação de 2022.

Quanto maior é a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso porque os preços dos produtos aumentam sem que o salário necessariamente acompanhe esse crescimento.

O Banco Central vê chance grande de estouro da meta em 2022, assim como aconteceu no ano passado.

g1, TV Globo e GloboNews divulgam nesta terça-feira 2ª pesquisa Ipec do 2º turno da disputa pelo governo de PE e SP

O g1 e a GloboNews publicam, a partir das 18h desta terça-feira (11), o resultado da segunda pesquisa de intenção de voto do Ipec sobre o segundo turno da disputa pelo governo de São Paulo, entre Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O segundo turno acontece em 30 de outubro. No primeiro, realizado no último domingo (2), Tarcísio obteve 42,32% dos votos e Haddad, 35,70%.

Também será divulgada a pesquisa sobre o segundo turno em Pernambuco.

Datafolha: 10% decidiram em quem votar no final de semana da eleição

Um décimo dos eleitores brasileiros escolheu em quem votar para presidente da República no dia da eleição ou na véspera, segundo pesquisa do instituto Datafolha. O percentual é menor do que em 2018, e mostra uma definição alta para os padrões brasileiros. No último pleito presidencial, 18% escolheram nos dois últimos dias.

A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pela “Folha de S.Paulo”, mostra que 7% dizem ter escolhido candidato a presidente no dia da eleição e 3%, no dia anterior. Em 2018, 12% se definiram no dia e 6%, na véspera, segundo pesquisa do mesmo instituto.

A pesquisa foi publicada pela “Folha” e pelo G1. O levantamento mostra ainda que o percentual de eleitores decididos pelo menos um mês antes do primeiro turno foi de 81%, mostrando uma eleição muito mais definida do que há quatro anos, quando apenas 63% tinham um candidato escolhido a pelo menos um mês da eleição.

Os que decidiram de última hora são 25% dos que votaram em Simone Tebet (MDB) e 18% dos que escolheram Ciro Gomes (PDT), segundo a pesquisa. Entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Jair Bolsonaro (PL), o percentual é menor. Apenas 8% escolheram votar em Lula no final de semana da eleição, e 7%, em Bolsonaro.

Para os demais candidatos, havia menos definição. A pesquisa indica que 63% dizem ter escolhido o candidato a governador com um mês de antecedência e 17% no final de semana da eleição. Para o Senado e a Câmara dos Deputados, 50% estavam decididos a ao menos um mês do dia do pleito, e 25%, nos últimos dois dias.

Nas Assembleias estaduais, o momento da decisão foi semelhante. Entre os eleitores, 49% diz ter decidido o voto em um candidato a deputado estadual a pelo menos um mês da eleição e 26%, na véspera ou no próprio dia de ir às urnas.

A pesquisa foi realizada de quarta-feira a sexta, 5 a 7 de outubro, e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em pesquisa divulgada neste sábado, o Datafolha perguntou também a eleitores que temas eles consideram mais importantes para a decisão de voto a presidente no segundo turno. As respostas foram corrupção (85%), crime (85%), direitos trabalhistas (83%), democracia (82%) e emprego (82%) como os mais citados.

Entre os fatores que menos pesam na decisão de voto, segundo os itens escolhidos para a questão estimulada, estão a orientação de um líder religioso (54%) e a manutenção do Auxílio Brasil a R$ 600 (65%).

Kiev, capital da Ucrânia, volta a ser alvo de ataques da Rússia

Depois de mais de três meses sem ataques, Kiev voltou a ser fortemente bombardeada pela Rússia nesta segunda-feira (10). Em uma das piores investidas contra a capital ucraniana desde o início da guerra no país, dez civis morreram e 60 ficaram feridos. Moscou atacou ainda outras cidades grandes do país, indicando uma nova fase de escalada da guerra que já dura sete meses e meio.

O presidente russo, Vladimir Putin, falou que os mísseis lançados nesta segunda-feira fazem parte de uma “forte resposta” que suas tropas farão ao bombardeio, no sábado (8), de uma ponte na Crimeia, a península ucraniana anexada pela Rússia em 2014. Putin acusou a Ucrânia pela autoria da explosão e ameaçou mais investidas.

Já o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, negou e acusou a Rússia de querer causar pânico e caos em seu país.

Segundoa a polícia de Kiev, dez pessoas morreram por conta do bombardeio, que atingiu principalmente Shevchenkivskyi, o distrito central de Kiev. Centenas de pessoas passavam no momento no local, que vive em relativa normalidade desde o início do ano, quando, depois de um diálogo de paz entre as duas partes, as tropas russas se retiraram da capital ucraniana.

Outras cidades importantes do país e que eram poupadas dos ataques russos havia meses, como Lviv, que fica perto da fronteira com a Polônia, também foram atingidas por mísseis nesta segunda-feira. Líderes da União Europeia já se pronunciaram, e prometeram retaliação.

Imagens gravadas no centro de Kiev mostram ruas atingidas pelos mísseis, carros pegando fogo, civis mortos e muita fumaça. Segundo o Ministério da Defesa da Ucrânia, a Rússia disparou ao menos 83 mísseis contra Kiev, Lviv e Zaporizhzhia. Kiev diz ter interceptado e abatido 40 deles.

O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse no Telegram que as explosões ocorreram do “coração da cidade” e os alvos eram a infraestrutura da cidade. Ele pediu aos moradores para ficar em abrigos e evitarem a região central da capital.

Segundo o governo, os ucranianos já estavam se preparando para a possibilidade de retaliação de Vladimir Putin, após uma explosão destruir a ponte que ligava a Rússia à Crimeia, no sábado (8), cortando rota importante de suprimentos dos russos. Sirenes alertaram ataques aéreos em todo o país.

Civis lotaram a estação de metrô Vystavkovyi Tsentr, no centro de Kiev. Um forte cheiro de gás se espalhou.

Esse é o primeiro ataque a capital ucraniana após meses de confrontos.

Kiev sofreu intensos bombardeios ​​no início da guerra, mas viveu relativa calmaria por meses, até os ataques desta segunda-feira. A Rússia abandonou um avanço em Kiev por causa da forte resistência ucraniana impulsionada pelo recebimento armas ocidentais.

Desde então, Moscou e seus representantes se concentraram no sul do país e na região do Donbass, um território oriental composto por Luhansk e Donetsk.

A agência de notícias ucraniana Uniam também informou que vários mísseis atingiram Dnipro, um importante centro industrial na região da capital do país, e as cidades de Zhytomyr, Ternopil e Khmelnytskyi.

No domingo (9), um ataque com mísseis russos na cidade de Zaporizhzhia atingiu um prédio de apartamentos e várias casas particulares, matando pelo menos 13 pessoas e ferindo 60, disseram autoridades ucranianas.

Brinquedo parte ao meio e deixa feridos em parque de diversão no Ceará

Um brinquedo conhecido popularmente como “barca” partiu ao meio durante o funcionamento e deixou, pelo menos, duas pessoas feridas em um parque de diversão montado na Avenida Raimundo Alcoforado, em Canindé, interior do Ceará, na noite deste domingo (9).

Vídeos gravados momentos após o acidente mostram a correria no local e desespero das pessoas que estavam no brinquedo. Outros visitantes do parque ajudaram a retirar os ocupantes da “barca” antes da chegada do socorro.

Conforme o Corpo de Bombeiros, uma guarnição foi acionada ao local para ajudar no socorro as vítimas. Após o acidente, os agentes realizaram uma vistoria no local e interditaram o parque por falta do alvará da corporação.

Ainda segundo os bombeiros, o responsável pelo parque deu entrada na documentação, porém o processo ainda não estava concluído, e o alvará não foi expedido.

Equipes da Polícia Militar também estiveram no local. Um homem e uma mulher foram socorridos ao Hospital São Francisco.

Covid-19: Brasil registra 482 novos casos e 9 mortes em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 482 novos casos de covid-19 em 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas 39 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada neste domingo (9). As informações não foram atualizadas por Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins. Distrito Federal, Bahia, Maranhão e Minas Gerais e Mato Grosso do Sul não atualizaram o número de óbitos.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia soma 34.719.507

O número de casos em acompanhamento está em 116.328. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 686.851 desde o início da pandemia. Ainda há 3.189 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 33.916.328 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 97,7% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (175.121), Rio de Janeiro (75.750), Minas Gerais (63.814), Paraná (45.369) e Rio Grande do Sul (41.123).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.029), Amapá (2.163), Roraima (2.173), Tocantins (4.205) e Sergipe (6.439).

Minas Gerais tem segunda morte por varíola dos macacos confirmada

A Prefeitura de Pouso Alegre (MG) confirmou, neste domingo (9), a morte de uma pessoa por varíola dos macacos. Segundo comunicado, a vítima é um rapaz de 21 anos, com comorbidades, que estava internado desde 11 de setembro.

Atualmente, no município, há 4 casos confirmados (sendo um deles o paciente que foi a óbito e os demais que passaram pelo isolamento domiciliar), 1 em análise e 45 descartados.

Doença no Brasil
De acordo com boletim divulgado pelo Ministério da Saúde na sexta-feira (7), até o momento, há 8.340 casos confirmados de varíola dos macacos no Brasil. Outros 4.586 estão em acompanhamento. O estado de São Paulo reúne o maior número de casos (3.843), seguido por Rio de Janeiro (1.120) e Minas Gerais (514). Com a morte informada neste domingo, o país já registra dois óbitos em Minhas Gerais e outros dois no Rio de Janeiro.

Transmissão
Conhecida internacionalmente como monkeypox, a varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo ou íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.

Vacina
Segundo o Ministério da Saúde, já está no Brasil o primeiro lote importado de vacinas contra a monkeypox. A remessa de 9,8 mil doses desembarcou na terça-feira passada (4) no Aeroporto de Guarulhos (SP).

Cerca de 50 mil doses foram compradas pelo governo via fundo rotatório da Organização Pan-americana da Saúde (Opas). Os próximos lotes estão previstos para serem entregues até o fim de 2022.

Polícia prende traficante com 45 kg de maconha em Serra Talhada

Por Blog do Nill Júnior

A Polícia Militar prendeu neste sábado (08) um homem transportando 45 kg de maconha pronta para o consumo em um veículo modelo Fiat Toro, de cor branca, na PE-380, município de Serra Talhada.

O efetivo do 14°BPM realizava um bloqueio na via quando avistou o veiculo em atitude suspeita. Foi dada voz de parada ao motorista, mas ele não obedeceu e tentou fugir, sendo feito o acompanhamento e interceptação do mesmo.

A ser realizada a abordagem os militares encontraram a droga escondida na carroceria do veiculo. Ao ser indagado, o motorista relatou que estava indo para a cidade de Gravatá, onde venderia o entorpecente pelo valor de R$ 1.500,00 cada quilo.

O motorista foi detido e conduzido juntamente com o material apreendido até a Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada para medidas julgadas cabíveis.

Novas regras para rótulos de alimentos valem a partir deste domingo (9)

As novas regras para rótulos de alimentos no Brasil entram em vigor a partir deste domingo (9). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de mudanças na tabela de informação nutricional, a novidade é a adoção de alertas, na parte frontal da embalagem, sobre alguns nutrientes.

Informação nutricional
Uma das mudanças é que a tabela de informação nutricional passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo, segundo a Anvisa, é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade.

Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Passa a ser obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 gramas ou 100 mililitros, para ajudar na comparação de produtos.

O número de porções por embalagem também passa a ser obrigatório.

A tabela deve estar localizada próximo à lista de ingredientes e em superfície contínua, sem divisão. Ela não pode ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização, exceto em produtos de embalagem pequena (área de rotulagem inferior a 100 centímetros quadrados).

Rotulagem nutricional
Considerada a maior inovação das novas regras, a rotulagem nutricional frontal passa a ser considerada um símbolo informativo que deve constar no painel da frente da embalagem. A ideia, de acordo com a agência, é esclarecer, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes com relevância para a saúde.

“Para tal, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar”, destacou a Anvisa.

Alegações nutricionais
As alegações nutricionais continuam sendo voluntárias. Em relação aos critérios para o uso dessas alegações, foram propostas, segundo a agência, alterações com o objetivo de evitar contradições com a rotulagem nutricional frontal.

Aumento do consumo de energia solar traz projeções otimistas ao setor

O setor de energia solar tem comemorado o aumento da adesão aos sistemas de produção de energia fotovoltaica no Brasil. O país ultrapassou a marca de 19 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica. Desse total, 13 GW são de potência instalada em telhados, fachadas e pequenos terrenos e o restante corresponde às usinas de grande porte. É um número considerado histórico pelo setor. A título de comparação, a Usina Hidrelétrica de Itaipu gera 14 GW de potência instalada.

O número consolida a fonte solar como a terceira maior geradora de energia no país, atrás apenas das fontes hidrelétricas e eólica. A captação de luz solar por placas fotovoltaicas e a transformação dessa luz em energia representa, hoje, 9,6% da matriz elétrica do país. De janeiro a setembro, houve aumento de 46,1%, com crescimento médio de 1 GW por mês nos últimos 120 dias.

Os dados são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Com base neles, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a capacidade instalada poderá dobrar até o início de 2023. O incentivo, em forma de desconto na tarifa, para consumidores instalarem o sistema em suas casas é uma das razões para a projeção.

De acordo com a Lei 14.300/2022, que institui o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, os consumidores que instalarem sistema solar em suas residências e empresas até 2023 pagarão mais barato pela tarifa até 2045. A tarifa será calculada apenas sobre a diferença positiva entre o montante consumido e a soma da energia elétrica injetada no referido mês.

A energia gerada por luz solar é uma energia limpa, que não produz resíduo ou poluição. Segundo a Absolar, esse tipo de energia evitou a emissão de 27,8 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. O custo de instalação, no entanto, não é baixo. Para residências, o preço médio de instalação é de R$ 25 mil; para indústrias, R$ 200 mil.

O preço vem caindo. De acordo com a Solstar, empresa do setor, os custos caíram cerca de 44% nos últimos seis anos. Existe ainda um incentivo fiscal, a isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na venda do kit completo (inversor + módulos). A Solstar destaca ainda a abertura de linhas de crédito para compra de sistemas fotovoltaicos.

Sustentabilidade
Para a CNI, as empresas brasileiras têm buscado adotar a agenda sustentável, indo ao encontro do compromisso firmado pelo Brasil para redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) estabelecidas no Acordo de Paris. O compromisso do país é reduzir 37% até 2025 e 50% até 2030.

“Muitas empresas têm investido em projetos de eficiência energética. Isso significa usar menos energia para obter o mesmo resultado, e esse resultado pode ser alcançado por meio de melhorias tecnológicas ou de mudanças na gestão energética das empresas”, afirmou o gerente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo.