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Com 2 gols de Mbappé, França vence Senegal em sua estreia na Copa 2026

Seleção da França na Copa do Mundo 2026/CHARLY TRIBALLEAU / AFP

Com dois gols de um endiabrado Kylian Mbappé, a França derrotou o Senegal por 3 a 1 nesta terça-feira (16), na partida de estreia das duas seleções na Copa do Mundo de 2026, na América do Norte.

O astro do Real Madrid superou Olivier Giroud e se tornou o maior artilheiro da história dos ‘Bleus’ ao marcar duas vezes (66′ e 90’+6), sendo que o segundo gol foi um chute espetacular de fora da área, ficando a apenas dois gols de igualar o alemão Miroslav Klose (16 gols) como o maior artilheiro de todos os tempos em Mundiais.

Bradley Barcola (82′) marcou o outro gol da seleção bicampeã mundial na estreia no Grupo I, no estádio MetLife, em East Rutherford (nos arredores de Nova York), enquanto os ‘Leões de Teranga’ descontaram com Ibrahim Mbaye (90+5′).

Mbappé, que agora tem 58 gols pela seleção, salvou a França, que enfrentava dificuldades para superar a defesa da finalista da última Copa Africana de Nações, bem protegida por um seguro Édouard Mendy.

Depois de superar um adversário que teve chances de levar perigo no primeiro tempo, os ‘Bleus’ do técnico Didier Deschamps agora se preparam para enfrentar o Iraque na segunda-feira, na Filadélfia.

Já a seleção do Senegal, liderada pelo astro Sadio Mané, disputará uma partida decisiva contra a Noruega de Erling Haaland no mesmo dia, em East Rutherford, palco da grande final de 19 de julho.

Escalações:

França: Mike Maignan – Jules Koundé, William Saliba, Dayot Upamecano, Theo Hernandez – Aurélien Tchouameni, Adrien Rabiot – Michael Olise, Ousmane Dembélé (Bradley Barcola 80′), Désiré Doué (Ryan Cherki 87′) – Kylian Mbappé (cap). Técnico: Didier Deschamps.

Senegal: Edouard Mendy – Krépin Diatta, Kalidou Koulibaly (cap), Moussa Niakhaté, Malick Diouf – Ismaïla Sarr (Ibrahim Mbaye 75′), Idrissa Gana Gueye (Pathé Ciss 88′) – Lamine Camara (Habib Diarra 76′), Pape Gueye (Iliman Ndiaye 83′), Sadio Mané – Nicolas Jackson (Ahmadou Dieng 83′). Técnico: Pape Thiaw.

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Segunda Turma do STF mantém prisões de pai e primo de Vorcaro

Henrique Vorcaro, pai do dono do Master, foi preso em uma das fases da operação/Reprodução/Redes Sociais

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (16) manter as prisões do pai do banqueiro Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, e do primo dele, Felipe Vorcaro.

De acordo com as investigações, Henrique e Felipe auxiliavam Vorcaro na ocultação de recursos do esquema de fraudes no sistema financeiro por meio do Banco Master.

Por 3 votos a 1, a turma referendou a decisão individual do ministro André Mendonça, relator do caso, que determinou as prisões.

Além de Mendonça, os votos pela manutenção das prisões foram proferidos pelos ministros Luiz Fux e Nunes Marques. Gilmar Mendes ficou vencido e votou pela concessão de prisão domiciliar ao pai de Vorcaro.

Dias Toffoli se declarou impedido e não participou do julgamento. No início deste ano, o ministro assumiu que é sócio do Resort Tayayá, que foi comprado por um fundo de investimento controlado pelo Banco Master.

No dia 14 de maio, os dois acusados foram alvo da sexta fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF). A defesa dos acusados afirmou que a prisão é desnecessária.

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Lula debate com líderes europeus sobre vetos a produtos brasileiros

Presidente Lula se reuniu com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa/Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a produtos brasileiros, incluindo carne e materiais siderúrgicos.

O encontro ocorreu em Évian, na França, onde o presidente do Brasil participa como convidado da Cúpula do G7, grupo formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e União Europeia.

Segundo Lula, em postagem nas redes sociais, o Itamaraty vai trabalhar em conjunto com funcionários da Comissão Europeia “para identificar as dificuldades” em relação aos produtos.

“Nos comprometemos a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço, bem como os legítimos interesses exportadores do Brasil, em consonância com o acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente.

Veto a partir de setembro

A União Europeia decidiu proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil no último dia 6. O veto entraria em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

A decisão foi anunciada em maio, depois da entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias do bloco, especialmente a de não utilizar, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

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Salão de baile da Casa Branca pode chegar a custar perto de R$ 3 bilhões

Ala Leste da Casa Branca começou a ser demolida para construção do salão de baile/Brendan Smialowski/AFP

O salão de baile da Casa Branca, um projeto especialmente feito pelo presidente Donald Trump, custará até US$ 600 milhões (aproximadamente R$ 3 bilhões), dos quais mais da metade sairão do bolso dos contribuintes, publicou o jornal The Washington Post nesta terça-feira (16).

Inicialmente, Trump apresentou o projeto no ano passado como uma iniciativa totalmente privada, financiada com seus recursos próprios e por outros doadores por um valor que não passaria dos US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão).

O atual ocupante da Casa Branca autorizou em seguida a demolição da Ala Leste da residência presidencial americana para realizar o projeto, o que provocou reclamações de associações de preservação do patrimônio, que conseguiu bloquear parcialmente a obra.

O jornal reproduziu uma estimativa específica de custos preparada para o governo Trump pela Clark Construction, a empreiteira responsável por construir o salão de baile. Em 31 de março, Trump anunciou aos jornalistas o orçamento do projeto: até US$ 400 milhões (aproximadamente R$ 2 bilhões), “livres de impostos para os contribuintes”.

Mas um relatório elaborado três semanas antes de estimar o custo total em US$ 600 milhões (cerca de R$ 3 bilhões), mais da metade proveniente de cofres públicos, destacou o Post. No entanto, a Casa Branca insistiu, nesta terça-feira, em um comunicado enviado à AFP, que Trump e os doadores estavam assumindo a maior parte dos custos.

“O presidente Trump e os patriotas americanos generosos estão financiando o salão de baile por um montante de aproximadamente 400 milhões de dólares, o que será um lugar seguro e protegido para presidentes durante gerações”, disse a porta-voz Davis Ingle.

Um suposto complô de ataque à Casa Branca no último domingo, durante uma luta de artes marciais erradas à qual assistiram Trump e outros altos funcionários “demonstraram exatamente porque o projeto de modernização da Ala Leste é extremamente necessário para eventos de grande escala“, destacou. Ingle acrescentou que o projeto do salão de baile estava “ligado indissoluvelmente” à segurança presidencial.

Após as sentenças de um juiz que ordenaram a paralisação da obra, Trump convocou os jornalistas, em maio, diante da construção, onde apresentou um projeto consideravelmente mais ambicioso: salas no subsolo, incluindo um pequeno hospital, e uma pista para drones na cobertura.

Enquanto isso, o Congresso destinou US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) para a segurança da Casa Branca, o que foi duramente criticado pela oposição democrata.

A empresa construtora disse que os detalhes do projeto são espaçosos. Trump insiste que a Casa Branca precisa de um salão de baile para receber os convidados de honra com segurança. O tradicional jantar de correspondência da Casa Branca, em abril, em um hotel de Washington, foi suspenso após um homem tentar entrar atirando.

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STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação em processo sobre trama golpista

A Primeira Turma do STF condenou o deputado cassado Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo ao tentar interferir no julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro (PL).

A Procuradoria acusou Eduardo de articular ações com o governo dos EUA com o objetivo de ameaçar ministros do STF e evitar a condenação do pai.

O relator Alexandre de Moraes rejeitou a tese da defesa de imunidade parlamentar.

A acusação apresentou postagens em redes sociais, entrevistas e mensagens trocadas entre pai e filho. As provas revelam tentativas de constranger a cúpula do Judiciário.

A Defensoria Pública da União pediu a absolvição alegando que as declarações do ex-deputado estavam protegidas pela liberdade de expressão.

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PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação no STF

Eduardo Bolsonaro em Plenário

O subprocurador-geral da República Antônio Edílio defendeu nesta terça-feira (16), no julgamento da Primeira Turma do STF, a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo.

A PGR descartou a preliminar de que o julgamento não poderia prosseguir em razão da ausência do réu nos Estados Unidos, argumentando que Eduardo Bolsonaro tem pleno conhecimento da ação penal movida contra ele.

No mérito, o subprocurador sustentou que as ameaças do ex-parlamentar saíram do papel. Como exemplos, citou a suspensão de vistos internacionais de oito dos onze ministros do STF pela Secretaria de Estado americana, em 18 de julho de 2025, e a imposição de sobretaxas dos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Edílio apontou ainda a aplicação, em 30 de julho de 2025, de sanções previstas na Lei Magnitsky ao relator da ação penal, medida que Eduardo Bolsonaro havia antecipado publicamente e celebrado nas redes sociais.

Segundo o subprocurador, o próprio denunciado reivindicou a autoria das articulações que resultaram nas sanções, em postagens nas redes sociais.

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Ao lado de Trump no G7, Lula critica protecionismo e defende soberania

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião ampliada do G7 sobre o tema “Firmar novas parcerias e reconstruir a solidariedade internacional”, em Évian-les-Bains - França.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas indiretas às políticas do governo dos Estados Unidos na sua primeira participação na Cúpula do G7, em Evian-les-Bains, na França, nesta terça-feira (16).

Falando praticamente frente a frente com Donald Trump, que estava sentado no lado oposto de uma grande mesa oval, Lula criticou o protecionismo e o unilateralismo e defendeu o respeito à soberania dos Estados na luta contra o crime transnacional.

Foram referências às decisões recentes do governo dos EUA de ameaçar o Brasil e outros países com a imposição de novas tarifas comerciais e de classificar, unilateralmente, o Comando Vermelho e o PCC como entidades terroristas.

Em nenhum momento Lula citou diretamente os Estados Unidos ou Trump.

“O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e a crise política que hoje assolam as democracias. Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas falaciosas para a complexidade dos nossos problemas”, disse Lula ao defender maior cooperação entre os países para ajudar no desenvolvimento dos países do chamado Sul Global.

Na sequência, o presidente brasileiro aproveitou para criticar a desigualdade e o que classificou como falta de vontade política para diminuí-la.

“Nos últimos anos, a desigualdade entre países ricos e pobres tem aumentado. O primeiro trilionário do mundo é mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial. A extrema concentração de riqueza decorre de décadas de políticas pró-bilionários”, disse ele.

O líder brasileiro também afirmou que o combate aos crimes transnacionais e ao narcotráfico “devem fazer parte da agenda de desenvolvimento”.

Neste trecho do discurso, Lula fez a segunda crítica indireta a Trump e sua decisão de classificar os grupos criminosos brasileiros como terroristas, uma decisão que contou com a oposição do governo brasileiro justamente por ignorar as leis do país sobre isso.

Lula afirmou que esse combate deve ser feito por meio de mais cooperação internacional, inclusive com ações da Interpol.

Pouco antes do discurso, Lula e Trump participaram da sessão de fotos com os líderes do G7. Na ocasião, os dois conversaram rapidamente com outros líderes e não se cumprimentaram.

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Vorcaro bancou viagens de Ciro a Paris, NY, Lisboa e Courchevel, diz PF

A Polícia Federal afirmou, em relatório enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) teve um “benefício econômico direto” de ao menos R$ 468 mil em viagens e jantares em quatro países pagos pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O documento foi enviado ao ministro André Mendonça, relator da investigação sobre as fraudes de Vorcaro e do Banco Master, no dia 20 de março deste ano. O senador foi alvo de busca e apreensão pela PF no início de maio.

A informação foi tornada pública nesta terça-feira (16) pelo ministro André Mendonça, pouco depois de o ministro Gilmar Mendes marcar o julgamento sobre a prisão de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo de Daniel, respectivamente. Gilmar havia pedido vista e, quando a análise do caso foi iniciada, Mendonça mantinha a íntegra da apuração sob sigilo.

A PF estima, com base na análise de mensagens, invoices e registros de conversão cambial, que Ciro Nogueira teria recebido ao menos R$ 468.721,78 em viagens e jantares pagos por Vorcaro em quatro países:

  • No restaurante GIGI, em Paris, em 13 de abril de 2024, o desembolso registrado foi de USD 1.981,12, convertido para R$ 10.175,82;
    Em Nova York, em maio de 2024, a PF identificou pagamento de seis diárias no Hotel Park Hyatt New York, de 12 a 18 de maio, com valor unitário de US$ 4.791,24 (R$ 24.583,37) e valor total de US$ 47.779,80 (R$ 245.153,37);
  • Em Lisboa, em junho de 2024, a reserva de cinco diárias em JR. SUITE atribuída a Ciro Nogueira no Hotel Four Seasons totalizou R$ 91.280,59, correspondendo a um custo diário aproximado de R$ 18.256,12.
  • Em Courchevel, nos Alpes franceses, nos dias 21 e 22 de janeiro de 2025, as despesas identificadas em restaurantes somaram R$ 122.112,00, sendo R$ 63.600,00 no La Soucoupe e R$ 58.512,00 no Le Tremplin

De acordo com os investigadores, o valor total não leva em consideração gastos com voos privados, realizados em ao menos três oportunidades em deslocamentos internacionais de entrada e saída do Brasil, bem como em duas ocasiões em voos internos nos Estados Unidos.

Os investigadores afirmam ainda terem identificado registros em listas de pagamentos e diálogos que fazem referência a destinatário identificado como Ciro, “em valores vultosos”.

A PF diz que, embora demandem cautela adicional em razão da existência de homônimo, os registros “reforçam o cenário de circulação financeira associada ao investigado” Ciro Nogueira.

A CNN Brasil procurou Ciro Nogueira e ainda obteve resposta. O espaço segue aberto.

“Relação instrumental”

A PF elenca as despesas de Ciro Nogueira pagas por Daniel Vorcaro para reforçar a tese da corporação de que existia uma “relação pessoal estreita, contínua e marcada por elevado grau de intimidade entre o empresário e o senador”.

“Tal vínculo de amizade transcende a mera relação pessoal, revelando-se, na verdade, uma relação funcional e instrumental, estruturada a partir da convergência de interesses ilícitos e orientada pelo benefício mútuo extraído por cada um dos envolvidos“, sustentam os investigadores.

“A análise revelou indícios robustos, convergentes e reiterados da concessão de vantagens patrimoniais e financeiras indevidas em favor do senador Ciro Nogueira, concedidas direta ou indiretamente por Daniel Bueno Vorcaro e por pessoas e empresas a ele vinculadas, configurando um padrão contínuo de benefícios incompatível com relações pessoais ou negociais regulares“, diz a PF.

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Irmã de Sicário disse que poderia “acabar com a família” de Vorcaro

Irmã de Sicário enviou recados a pai de Vorcaro: 'Tenho material para acabar  com a família inteira' - Estadão

A PF (Polícia Federal) afirma que Joana Mourão, irmã de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, ameaçou “acabar com a família” de Daniel Vorcaro e que aliados do ex-banqueiro atuaram para comprar seu silêncio.

A PF identificou conversas em celulares de investigados e, em uma delas, Joana diz que poderia revelar documentos que acabariam com Vorcaro e sua família. A informação está em documento elaborado pela polícia e encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal).

A corte julgará nesta terça-feira (16) se mantém a prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel. O relator, ministro André Mendonça, retirou o sigilo do caso e tornou público o relatório da PF.

A polícia afirma que Manoel Mendes Rodrigues, conhecido como Manolo e que seria braço direito de Henrique Vorcaro, atuou para comprar o silêncio de Joana.

A irmã de Sicário cobrou pessoas próximas a Vorcaro por estar passando dificuldades financeiras e disse que estava “desesperada”.

Juntamente com sua mãe, Joana chegou a se encontrar em 26 de abril com Manolo, que relatou a Henrique o encontro.

“‘Henrique boa noite, estamos conversando com a mãe aqui (…) vamos passar os contratos dos ativos pertinentes ao nosso amigo, no nome dela mãe, para resolver a questão, amanhã dr André já entrará em contato com o dr Thiago para alinhar isso”, diz.

Ela, porém, continuou com as ameaças. Segundo a investigação, em 7 de maio, ela enviou a Manolo uma notícia sobre a prisão do primo do ex-banqueiro, Felipe Vorcaro.

‘”Já foi o filho, o genro, hoje o sobrinho, no que depender de mim, HV será o próximo. Domingo já coloco tudo no Fantástico e no Cabrini dessa família’ maldita!!!“, diz Joana. A mensagem foi interceptada pela PF, que entende que HV seria uma referência a Henrique Vorcaro.

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Alexandre de Moraes dá 24 horas para Bolsonaro explicar arma apreendida em blitz

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (16) que a defesa do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro preste esclarecimentos, no prazo de 24 horas, sobre uma arma de fogo de propriedade de Bolsonaro apreendida em uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na noite da última segunda-feira (15).

O ex-presidente está em prisão domiciliar desde o dia 24 de março, quando deixou o Hospital DF Star, em Brasília, após ser internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.

De acordo com a decisão de Moraes, a arma foi apreendida às 23h30 da segunda (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.

Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de realizar o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.

O que Moraes pede na decisão?

Na decisão, Moraes pede que a defesa de Bolsonaro esclareça a razão pela qual o ex-presidente mantinha uma arma de fogo em casa, com carregador sobressalente, e porque, às vésperas do encerramento do período de 90 dias concedido à título de prisão domiciliar humanitária, o condenado solicitou a realização de reparo no armamento.

O ministro pede ainda que o tenente-coronel Allenson Nascimento Lopes, comandante do 19º Batalhão da PMDF e responsável pelas medidas de segurança do regime domiciliar humanitário, esclareça se a ordem judicial de revista nos carros que saem da residência de Bolsonaro – inclusive em veículos oficiais que fazem a segurança do ex-presidente – está sendo cumprida integralmente.

Antes da decisão que autorizou a prisão domiciliar, Bolsonaro cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.

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Neymar volta aos treinos no gramado, mas segue afastado do elenco da Seleção

Vídeo: Neymar volta aos treinos no gramado, mas segue afastado do elenco da Seleção/Foto: Rafael Ribeiro / CBF

No processo de recuperação de uma lesão na panturrilha, Neymar voltou aos gramados para um treino, mas ainda não jogou com bola ou com o grupo dos convocados da Seleção Brasileira.

Após a polêmica na convocação devido à falta de esclarecimentos de que o camisa 10 estava machucado, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tem sido cautelosa com as informações sobre o retorno do atacante.

Nesta quarta-feira (17), completa-se um mês da lesão sofrida por Neymar em uma partida disputada pelo Santos contra o Coritiba — que aconteceu um dia antes da convocação de Carlo Ancelotti.

Logo após a apresentação do camisa 10 à comissão da Amarelinha, em 27 de maio, o médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, informou que uma ressonância magnética “identificou uma lesão muscular de grau dois“, uma ruptura parcial de fibras.

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Lasmar destacou que a lesão deveria afastar o atacante por um período de duas a três semanas. À época, o médico afirmou que o jogador estava em “tratamento intensivo” e teria sua evolução “avaliada diariamente“.

Como ainda não treinou com o grupo de jogadores, Neymar não deve ser reforço para Carlo Ancelotti na partida contra o Haiti, na próxima sexta-feira (19), válida pelo segundo jogo da fase de grupos da Copa de 2026.

O atacante só deve estar disponível para o treinador italiano no último confronto desta primeira fase, contra a Escócia, em 24 de junho.

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Prefeito Luciano Torres participa de ato político em Gravatá ao lado de João Campos e reafirma apoio ao projeto para Pernambuco

O prefeito de Ingazeira Luciano Torres participou ontem dia 15, em Gravatá-PE, de um ato político ao lado de João Campos e reforçou publicamente seu apoio ao projeto que, segundo ele, representa desenvolvimento, diálogo e mais oportunidades para Pernambuco.

Durante o encontro, Luciano destacou acreditar na capacidade de liderança de João Campos para conduzir o estado e construir um Pernambuco mais forte e preparado para os desafios futuros.

Na ocasião, o prefeito também reafirmou apoio ao deputado federal Lucas Ramos, destacando a parceria e o trabalho que vem sendo desenvolvido em benefício dos municípios pernambucanos.

Segundo Luciano Torres, o momento simboliza a união de forças em torno de um projeto político baseado no compromisso com as pessoas e no fortalecimento do desenvolvimento regional.

Acompanharam o prefeito o vice-prefeito Djalma Nunes, além dos vereadores Dorneles Alencar, Chico Bandeira, Djalminha Veras, Deorlanda Carvalho, Gustavo Veras e Lino Filho, que participaram do encontro representando o fortalecimento das ações e da construção coletiva por mais oportunidades para a população.

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Quem eram os sete jovens jogadores de basquete de Juazeiro do Norte que morreram em acidente de ônibus no Ceará

A tragédia que atingiu uma delegação de basquete de Juazeiro do Norte na madrugada desta segunda-feira, na CE-187, em Tauá, no interior do Ceará, interrompeu a trajetória de sete jovens ligados ao esporte e à educação da cidade. As vítimas tinham entre 15 e 22 anos e eram alunos ou ex-alunos de escolas estaduais da região, além de integrantes de equipes de base que, horas antes, haviam celebrado a conquista da Copa Sobral 2026.

Morreram no acidente os atletas Henrique Ferreira Bezerra, de 17 anos; João Paulo Sampaio de Alencar, de 18; Luiz José de Morais Neto, de 18; Cauã Rodrigues Fratta, de 16; Jonatas Samuel dos Santos Lopes, de 15; Matheus Henrique Ferreira Martins, de 15; e Marcos Miguel da Silva, de 22 anos, integrante da comissão técnica da equipe sub-19. Os jovens retornavam para Juazeiro do Norte após a competição disputada em Sobral, onde o time sub-19 conquistou o título da categoria.

Segundo a Secretaria da Educação do Ceará, as vítimas tinham vínculos com a EEMTI Presidente Geisel, a EEM Governador Adauto Bezerra, a EEMTI Amália Xavier, a EEMTI Dona Maria Amélia Bezerra, o 2º Colégio da Polícia Militar, a EEEP Professor Moreira de Sousa, a EEMTI Tiradentes e também com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Três dos mortos eram estudantes da rede estadual, enquanto outros dois haviam concluído os estudos recentemente na EEMTI Presidente Geisel.

Em meio à comoção, as escolas Presidente Geisel Polivalente e Governador Adauto Bezerra suspenderam as aulas nesta segunda-feira. Ao todo, dos 28 integrantes da delegação com vínculo à rede estadual, 21 são estudantes atualmente matriculados e sete são ex-alunos, informou a Secretaria da Educação.

A Prefeitura de Juazeiro do Norte decretou luto oficial e disponibilizou uma estrutura de apoio às famílias. Em nota, o município afirmou que a perda representa “sonhos, histórias e futuros que jamais serão esquecidos”. A gestão informou ainda que montou um ponto de acolhimento no Ginásio Poliesportivo, com atendimento psicológico, assistência social e suporte emergencial, além de disponibilizar ambulâncias e transporte para familiares que precisem se deslocar até Tauá.

O governador do Ceará, Elmano de Freitas, também se manifestou sobre a tragédia.

“Recebi com profunda tristeza a notícia do grave acidente envolvendo um ônibus na CE-187, entre Tauá e Quiterianópolis, que deixou mortos e feridos. Entre os passageiros, estavam jovens integrantes da delegação de basquete. Manifesto toda minha solidariedade às famílias e amigos das vítimas”, declarou.

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Trump critica Netanyahu e diz que ele deve ser “responsável” com o Líbano

Trump revela que chamou o líder israelense Netanyahu de "louco"; entenda impactos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou clara sua frustração com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, dizendo a repórteres nesta terça-feira (16) que ele precisava ser “mais responsável em relação ao Líbano”.

Trump entrou em conflito com Netanyahu diversas vezes nos últimos meses, acreditando que o líder israelense e seu governo estavam dificultando um acordo entre os EUA e o Irã ao atacar o Hezbollah no Líbano.

O Irã insiste que qualquer acordo de cessar-fogo deve incluir o Líbano.

“Sem mim, não haveria Israel, porque nenhum outro presidente estaria disposto a fazer o que eu fiz”, disse Trump em resposta a uma pergunta sobre se ele estava frustrado com Netanyahu.

“Tive um ótimo relacionamento com Bibi, mas agora Bibi precisa ser mais responsável em relação ao Líbano”, continuou ele, referindo-se ao primeiro-ministro israelense por seu apelido.

Netanyahu tem evitado confrontos públicos com Trump. Falando sobre o acordo EUA-Irã na segunda-feira (15), ele disse: “Há casos em que o presidente Trump e eu não concordamos. […] Sou responsável pelos interesses de segurança de Israel, e isso precisa ser feito com sabedoria.”

Uma fonte israelense informou que o primeiro-ministro está tentando organizar um encontro após o retorno do americano da Cúpula do G7 na Europa.

Trump repreendeu duramente Israel no domingo (14), após as Forças de Defesa israelenses atacarem Beirute em resposta a disparos do Hezbollah contra o norte de Israel, afirmando que o ataque à capital libanesa “não deveria ter acontecido”. Ele também classificou o ataque do Hezbollah como “muito pequeno e sem significado”.

A troca pública de críticas contrasta fortemente com a frente unificada que os dois líderes demonstraram no início da guerra envolvendo o Irã e representa o mais recente episódio de uma série de divergências visíveis à medida que Trump tenta encerrar as hostilidades.

O presidente americano já havia limitado a liberdade de ação militar de Israel no Líbano; na semana passada, ordenou que Netanyahu cancelasse planos de ataque contra o Irã depois que Teerã lançou mísseis contra Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo de abril.

De acordo com a fonte israelense, Netanyahu busca uma reunião com o presidente dos Estados Unidos após seu retorno do G7 para esclarecer e apresentar as posições de Israel nas negociações.

Israel está particularmente preocupado em preservar sua liberdade de atuação contra o Hezbollah no Líbano, enquanto o Irã pressiona pela retirada israelense, afirmou a fonte.

O governo israelense também teme que o acordo em negociação entre Washington e Teerã reduza a pressão econômica sobre o Irã sem abordar a questão nuclear, um resultado que poderia estabilizar o regime iraniano justamente em um momento em que Israel busca enfraquecê-lo ainda mais.

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Jogos de hoje da Copa de 2026: onde assistir e horários desta terça (16/06)

A Copa do Mundo de 2026 segue nesta terça (16) e madrugada de quarta (17) com mais quatro partidas válidas pela primeira rodada da fase de grupos. Os destaques do dia ficam para a estreia da atual campeã mundial Argentina, liderada por Lionel Messi, diante da Argélia, além do confronto entre França e Senegal, reedição de um duelo marcante da Copa de 2002 com duas fortes seleções.

A programação ainda conta com Iraque x Noruega, seleção que disputa seu primeiro Mundial desde 1998 e aposta no poder de fogo de Erling Haaland, e Áustria x Jordânia, partida que fecha a programação já na madrugada.

Os torcedores terão opções para acompanhar os jogos pela TV aberta, canal fechado, streaming e YouTube.

Jogos desta terça-feira (16/06), horários e onde assistir:

França x Senegal, às 16h (de Brasília), pelo Grupo I: TV Globo (TV aberta), SBT (TV aberta), SporTV (TV fechada), Globoplay (streaming) e CazéTV (YouTube).

Iraque x Noruega, às 19h (de Brasília), pelo Grupo I: CazéTV (YouTube).

Argentina x Argélia, às 22h (de Brasília), pelo Grupo J: CazéTV (YouTube).

Áustria x Jordânia, às 1h (de Brasília), pelo Grupo J: TV Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada), Globoplay (streaming) e CazéTV (YouTube).*

Partida disputada na madrugada de quarta-feira (17), no horário de Brasília.

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