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Ygor Coelho perde para japonês em estreia no badminton

Ygor Coelho competindo na fase de grupos do badminton dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 — Foto: REUTERS/Ann Wang

Ygor Coelho estreou com derrota no badminton. O brasileiro perdeu para o japonês número cinco do ranking mundial Kodai Naraoka por 2 sets a 0, com parciais de 21/16 e 21/19. Na próxima terça-feira (30), Ygor enfrentará o sul-coreano Jeon Hyuk-jin pela segunda rodada do grupo J na Arena Porte de La Chapelle.

Ygor parece ter sentido a pressão da estreia no início do primeiro set, quando cometeu cinco erros não forçados e acabou se complicando no placar. O brasileiro ainda chegou a encostar no japonês, mas foi derrotado por 21 a 16. Já no segundo set, Ygor aumentou seu volume de jogo, ficou com a vantagem durante todo o tempo, mas sofreu a virada nos pontos finais e acabou derrotado por 21 a 19.

Ygor retorna às quadras da Arena Porte de la Chapelle na próxima terça-feira (30), diante do sul-coreano Jeon Hyuk-jin pela segunda rodada do grupo J.

Em vídeo gravado durante sua infância, Ygor já havia dito que seu sonho era disputar os Jogos Olímpicos. Na sua terceira edição, o brasileiro tenta avançar de fase pela primeira vez. Em 2016, perdeu os dois jogos que fez, mas levantou a torcida na primeira participação da história do badminton nacional. Em Tóquio, o brasileiro conseguiu uma vitória e uma derrota, parando na primeira fase.

Ana Patrícia e Duda batem egípcias em estreia nas Olimpíadas

1º set: Duda faz mais um ace para o Brasil 16/8

A dupla número 1 do mundo Ana Patrícia/Duda começou as Olimpíadas com uma vitória por 2 sets a 0 sobre a dupla egípcia Marwa/Elghobashy. Parciais de 21 a 14 e 21 a 19

O primeiro set foi de absoluto domínio da dupla brasileira. Duda e Ana começaram impondo o ritmo e rapidamente abriram vantagem de seis pontos. As egípcias até ameaçaram uma reação após um tempo técnico, mas acabaram derrotadas por sete em 21 a 14.

A etapa complementar parecia que teria o mesmo roteiro, mas após abrir vantagem as brasileiras cederam uma sequência de mais de quatro pontos seguidos às rivais, que chegaram a ter vantagem na reta final do set. Mas na hora de fechar Duda e Ana mostraram porque são as melhores e garantiram a vitória por 21 a 19.

Ciclista francesa sofre queda, fica desacordada e é retirada de maca; imagens fortes

Loana Lecomte sofre queda no mountain bike — Foto: Reprodução

A ciclista francesa Loana Lecomte sofreu uma queda forte na prova de mountain bike neste domingo. Após 46 minutos de percurso, ela se chocou com uma atleta à sua frente, caiu no terreno e chegou a ficar desacordada por alguns segundos.

Lecomte foi retirada de maca pelos médicos do evento. Os torcedores presentes gritaram em apoio à ciclista. Ainda não há informações sobre o estado da atleta.

Lecomte estava na briga pela medalha de bronze no momento da queda. Aos 24 anos, ela foi campeã europeia de mountain bike em 2022. Em 2023, foi vice-campeã no mundial da categoria.

Organização erra, e estreia do Sudão do Sul no basquete tem hino do Sudão

Jogadores do Sudão do Sul na hora do hino do país na estreia no basquete masculino das Olimpíadas de Paris 2024, contra Porto Rico — Foto: REUTERS/Brian Snyder

Um deslize da organização das Olimpíadas de Paris 2024 chamou atenção na estreia da seleção de basquete masculino do Sudão do Sul em Jogos Olímpicos. Perfilados em quadra, os jogadores se surpreenderam com o hino do Sudão a tocar no Estádio Pierre Mauroy, em Villeneuve-d’Ascq, antes do jogo deste domingo contra Porto Rico. Após vaias e um silêncio diante da gafe, a torcida começou a aplaudir os atletas, que se mantiveram com as mãos no peito. Só então o hino correto foi tocado.

Dentro de quadra, o Sudão do Sul fez bonito. A equipe levou a melhor por 90 a 79 e conseguiu a vitória logo na primeira partida em Olimpíadas. O armador Carlik Jones, de 26 anos, comandou a seleção, anotando 13 pontos. Ele é americano naturalizado sul-sudanês e ex-jogador de Dallas Mavericks, Denver Nuggets e Chicago Bulls, todos times da NBA – atualmente joga pelo Zhejiang Golden Bulls, da China.

Paris 2024 são as terceiras Olimpíadas do Sudão do Sul como país independente do Sudão. No basquete masculino, disputa pela primeira vez um torneio por equipes dos Jogos Olímpicos, como o país mais novo a se classificar para a competição da modalidade.

Simone Biles dá susto, mas encaminha vaga para cinco finais das Olimpíadas

Simone Biles nas qualificatórias da ginástica artística, Olimpíadas de Paris — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

Ver Simone Biles mancando e até engatinhando em uma competição é algo raro. Um susto marcou a abertura da participação da americana de 27 anos nas Olimpíadas de Paris. Neste domingo, a ginasta mais condecorada da história sentiu dores no pé direito, mesmo assim deu show. Tão acostumada com a precisão, só foi perfeita na trave, antes do susto, que parecia ser no tornozelo, mas a técnica Cecile Landi afirmou ser no pé. Ainda encaminhou vaga para cinco das seis finais da ginástica artística feminina nos Jogos Olímpicos, ficando fora apenas das barras assimétricas, seu ponto menos forte, nada é fraco em Simone Biles.

Carol e Bárbara dominam e vencem dupla japonesa na estreia

Brasil 2 x 0 Japão | melhores momentos | Vôlei de Praia | Jogos de Paris 2024

As brasileiras Bárbara Seixas e Carol Solberg venceram com tranquilidade a primeira partida do grupo E do torneio feminino de volêi de praia: 2 sets a 0, parciais de 21 x 12 e 21 x 19.

Carol e Bárbara iniciaram a caminhada nas Olimpíadas de Paris contra a, em tese, dupla mais fraca da chave. O primeiro set deixou clara a diferença técnica, com as brasileiras dominando do começo ao fim. Defendendo bem e aproveitando contra-ataques, abriram larga vantagem já no meio para fechar com nove pontos de frente em 21 a 12.

O segundo set já foi de mais emoção. Carol apareceu bem em bloqueios no começo do período, mas depois sofreu parando em Akiko duas vezes seguidas. As japonesas chegaram a assustar na reta final ao virar a parcial, mas dupla do Brasil freou a reação, abriu vantagem e aproveitou o 3ª match point para fechar em 21 a 19.

A vitória coloca Bárbara Seixas e Carol Solberg na liderança do Grupo E com dois pontos somados. A outra partida entre as holandesas Stam/Schoon e as lituanas Paulikiene/Raupelyte ainda será realizada.

Brasil sofre gol no último lance e perde de virada para Hungria no handebol feminino

Gabi, goleira da seleção feminina do handebol, em ação contra a Hungria nas Olimpíadas de Paris — Foto: Luiza Moraes / COB

O Brasil perdeu de virada para a Hungria por 25 a 24 neste domingo, no handebol feminino, após ficar à frente no placar durante quase todo o jogo. O gol da virada aconteceu faltando 5 segundos para o fim da partida, válida pela segunda rodada do Grupo B.

A seleção brasileira feminina de handebol parecia que tinha a vitória encaminhada, mas acabou perdendo forças na reta final do jogo. Depois de estar com cinco gols de vantagem no meio do segundo tempo, o Brasil não matou o jogo e sofreu a derrota sendo vazado faltando cinco segundos para o fim da partida.

Após a derrota, a goleira Gabi falou em frustração com o resultado e afirmou que a Hungria errou menos que o Brasil, que não soube aproveitas as oportunidades quando estava com folga no placar.

– A gente fica frustrada pelo resultado. Hoje no final não deu. Estou até impactada porque a gente merecia a vitória. Mas o esporte é assim. Cada jogo é um jogo. Mesmo tendo ganhado bem da Espanha, isso poderia acontecer. Todos são de alto nível. Estávamos esperando a vitória. A Hungria talvez errou menos e mereceu a vitória hoje.

Neste momento, o Brasil está com 2 pontos em um grupo B que promete ficar embolado. As leoas voltam à quadra nesta terça, às 11h (de Brasília), contra Angola. Confira a tabela do torneio olímpico do handebol feminino.

O torneio de handebol tem duas chaves, com seis times cada. Os quatro melhores colocados avançam às quartas de final. A seleção brasileira feminina, campeã do mundo em 2013, disputa as Olimpíadas pela sétima vez e busca a primeira medalha. Em Tóquio 2020, caiu ainda na fase de grupos. Anos antes, na Rio 2016, alcançou o quinto lugar, melhor campanha em uma edição dos Jogos até hoje.

Willian Lima chega à semifinal do judô; Larissa Pimenta perde e vai para a repescagem nas Olimpíadas

Willian Lima vence mongol e vai às semifinais do judô nas Olimpíadas de Paris — Foto: REUTERS/Kim Kyung-Hoon

Willian Lima conquistou uma vaga na semifinal do judô na categoria até 66kg. Com um Ippon no golden score, Willian conquistou uma vitória emocionante na manhã deste domingo. O brasileiro tem chance de alcançar o pódio ainda neste domingo. Larissa Pimenta não conseguiu vencer no feminino e entrará na repescagem brigando por um bronze.

O judoca venceu o Baskhuu Yondonperenlei, da Mongólia. A luta foi amarrada em boa parte do tempo, com duas punições para cada. No golden score, Willian conseguiu parar o tempo apontando um sangramento no rosto do adversário. Neste momento, o brasileiro sofria com a pressão de Yondonperenlei. Na volta, ele conseguiu um ippon, vencendo a luta.

Agora, Willian vai enfrentar Gusman Kyrgyzbaeyv, do Cazaquistão. A competição retorna neste domingo, às 11h.

Larissa na repescagem
Larissa Pimenta chegou às quartas de final no judô feminino, na categoria até 66kg. A luta contra a francesa Amandine Buchard foi amarrada, indo para o golden score. As duas tiveram punição, o que deixou a luta ainda mais complexa para as atletas. Na reta final da luta, Buchard conseguiu imobilizar a brasileira, segurou por 10 segundo e venceu, conquistando a vaga para as semifinais.

Com a derrota, Larissa volta ao tatame buscando o bronze. A judoca pode chegar a fazer duas lutas na repescagem. Caso vença esses confrontos, que ainda não foram definidos, a brasileira vai brigar por uma medalha em Paris. As lutas da categoria feminina também vão retornar às 11h.

Nadadora do Brasil é desligada por deixar Vila Olímpica sem autorização à noite

Dois atletas de natação do Brasil foram punidos pelo Comitê Olímpico Brasileiro por ato de indisciplina. Em nota oficial, o COB afirmou que Ana Carolina Vieira e Gabriel Santos deixaram a Vila Olímpica sem autorização na noite da última sexta-feira. Ana Carolina foi desligada após contestar de “forma desrespeitosa e agressiva” a decisão de punição da comissão técnica.

Segundo a nota do COB, Ana Carolina Vieira retornará ao Brasil de forma imediata. Gabriel foi punido com uma advertência.

Ana Carolina participou da prova de revezamento dos 4x100m livre feminino no último sábado. O Brasil ficou em sétimo lugar na bateria. Ela também participaria do 4x100m medley misto. Gabriel Santos fez parte do time brasileiro que disputou o 4x100m livre, eliminado ainda na classificatória.

Com isso, de comum acordo com os membros da Comissão Técnica da modalidade, com o Chefe da Equipe e com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o COB decidiu punir os dois atletas por terem deixado a Vila Olímpica sem autorização durante a noite da última sexta-feira.
Além desse fato, a atleta Ana Carolina, de forma desrespeitosa e agressiva, contestou decisão técnica tomada pela comissão da Seleção Brasileira de Natação.
Assim, o atleta Gabriel Santos foi punido com a pena de advertência e a atleta Ana Carolina Vieira, com a pena de desligamento da delegação. Ela retornará ao Brasil imediatamente.”

Medina e Chianca avançam às oitavas nos Jogos Olímpicos; Toledo cai para a repescagem

Filipe Toledo na primeira bateria dos Jogos Olímpicos — Foto: REUTERS/Carlos Barria

A 15 mil km de Paris, local de quase todas as competições das Olimpíadas, seis brasileiros brigam pela medalha de ouro do surfe. Em Teahupoo, na Polinésia Francesa, uma das ondas mais perigosas e espetaculares do mundo, Gabriel Medina, Filipe Toledo, João Chianca, Tatiana Weston-Webb, Luana Silva e Tainá Hinckel representam o Brasil nos Jogos Olímpicos no único esporte disputado fora da França. Logo no primeiro dia da janela, Filipinho foi o primeiro brasileiro a entrar na água, mas caiu para a repescagem. Logo em seguida, Medina e Chumbinho mostraram sintonia com o mar e avançaram direto às oitavas de final.

Dos 21 países representados no surfe dentro dos Jogos Olímpicos, o Brasil chega com a maior delegação. Único país com seis competidores em Teahupoo, o Brasil vai em busca do segundo título. Italo Ferreira foi o primeiro e único medalhista de ouro na história do surfe, esporte que é disputado pela segunda vez nas Olimpíadas. Nesta edição dos Jogos, o Comitê Olímpico Internacional escolheu não colocar as disputas do surfe na França pela má qualidade das ondas nesta época do ano.

O primeiro round do campeonato conta com oito baterias de três surfistas, sendo que o primeiro lugar avança direto ao round 3 (oitavas) e os outros dois caem para a repescagem (round 2). O dia começou com as disputas masculinas na água e vai fechar com Tatiana Weston Webb, Luana Silva e Tainá Hinckel competindo no primeiro round feminino. Pela previsão do mar, as repescagens do masculino e do feminino deve acontecer neste domingo.

Filipe Toledo cai para a repescagem

Filipe Toledo tirou um ano sabático do Circuito Mundial de Surfe no início desta temporada. O paulista resolveu dar um tempo das competições oficiais da WSL para cuidar da saúde mental. Enquanto estava fora dos torneios, o atual bicampeão mundial se preparou para representar o Brasil nos Jogos de Paris, disputados em Teahupoo.

Neste sábado, o brasileiro entrou na terceira bateria do primeiro round nos Jogos Olímpicos contra o japonês Kanoa Igarashi, algoz de Medina nas Olimpíadas de Tóquio, e o peruano Alonso Correa. Filipinho teve uma oportunidade no início da disputa, mas caiu dentro do tubo e pontuou apenas 0.93. Enquanto isso, o peruano pegou uma onda espetacular, faz 8.50 e assumiu a liderança da bateria.

Faltando dez minutos de bateria, Alonso ainda seguia em primeiro lugar e Kanoa em segundo com uma nota 4.17. Até então em terceiro, Filipinho entrou em uma boa onda e pegou um tubo profundo. Brasileiro tirou 6.23 e passou para a segunda colocação. Como o peruano tinha uma combinação de notas altas, Toledo e Kanoa caíram para o round 2, repescagem da competição.

Exatamente. Os primeiros cinco, dez minutos da bateria foram cruciais ali. Eu tive um erro na primeira onda que eu fui da série achando que ia ser uma onda boa, a onda acabou espremendo um pouco, isso me deixou sem a prioridade para as ondas que vieram que o Alonso pegou. Um erro ali que a gente não pode cometer, né? A gente viu o quanto é importante começar a bateria bem – disse Filipe Toledo.

Teve uma segunda onda também que eu caí, ela foi um pouco menor, mas foi até mais longa assim. Eu acabei caindo, de repente seria uma outra nota boa. E aí fiz o meu 6, e meio que voltei para a bateria, pensando que ia ser uma onda só. Mas o mar completamente parou, não veio mais nenhuma onda, mas é isso. Vamos manter a energia lá em cima, damos mais uma chance aí e vamos concluir – concluiu.

Filipe Toledo vai enfrentar o neozelandês Billy Stairmand na repescagem da competição em Teahupoo.

Medina avança às oitavas

O retrospecto de Gabriel Medina em Teahupoo é impressionante. Desde 2014, o pior resultado do tricampeão mundial nas ondas perigosas do Taiti foi um 3º lugar. Com dois títulos na onda pelo Circuito Mundial de Surfe (2014 e 2018), o paulista entra na competição como um dos favoritos à medalha de ouro.

Medina entrou na quarta bateria do primeiro round dos Jogos Olímpicos, logo depois da disputa de Toledo. Com poucas ondas nos primeiros minutos, a bateria começou com notas baixas, mas o brasileiro mostrou seu vasto conhecimento das ondas de Teahupoo e logo alcançou a liderança com duas notas boas (7.17 e 6.33). O japonês Connor O`Leary e o salvadorenho Bryan Perez não conseguiram achar duas notas altas e caíram para a repescagem. O tricampeão mundial da WSL avançou direto ao round 3 das Olimpíadas.

Tive que usa a estratégia de prioridade. Consegui duas ondas boas no começa e fui mais controlando a bateria. O surfe também é feito disso. Fico feliz de ter passado a bateria e vamos para o próximo round. Eu trouxe o meu padrasto, o Charlão. Fico feliz de ter trazido ele depois de alguns anos que a gente não estava junto trabalhando. É uma oportunidade muito grande e eu quero deixar ele orgulhoso – comemorou Gabriel Medina.

“A gente venceu uma etapa difícil da vida e estamos todos muito emocionados”. Antes de João Chianca entrar na água, a mãe do atleta estava apreensiva para o início da disputado e se emocionou com a participação do filho nos Jogos. Chumbinho sofreu um acidente grave em Pipeline, no Havaí, em dezembro do ano passado e passou por uma recuperação longa e difícil. Ficou uma semana para mexer os pés depois da queda, mas mostrou resiliência e voltou a competir a tempo para os Jogos Olímpicos.
O que eu tenho feito para me acalmar e me concentrar ao máximo para chegar lá e conseguir explorar todo o meu potencial. Todos nós somos favoritos e temos grandes condições tanto competitivas e quanto de habilidades dentro dessa onda. Mas acredito que somente alguns conseguem aproveitar aqueles 30 minutos para dar o seu melhor e atingir o máximo do seu potencial e da sua performance. Eu espero que eu faça ser esse evento bem longo explorando o meu potencial nas baterias – disse Chianca após a classificação.
A quinta bateria do dia começou bem devagar nas notas. Os surfistas não encontrar boas ondas no início da disputa, até João Chianca surfar dois tubos medianos, mas que colocaram o brasileiro na liderança faltando dez minutos. O neozelandês Billy Stairmand não se achou no mar, e o marroquino Ramzi Boukhiam chegou perto de virar a bateria, mas ficou em segundo. Chumbinho terminou em primeiro e avançou às oitavas de final.
Resultados do primeiro round masculino
  • Ethan Ewing (AUS) 9.90 x Tim Elter (ALE) 4.00 x Jordy Smith (AFS) 7.60
  • Joan Duru (FRA) 13.84 x Jack Robinson (AUS) 13.36 x Matthew McGillivray (AFS) 5.26
  • Alonso Correa (PER) 14.83 x Filipe Toledo (BRA) 7.63 x Kanoa Igarashi (JAP) 4.17
  • Gabriel Medina (BRA) 13.50 x Connor O’Leary (JAP) 9.93 x Bryan Perez (ELS) 7.53
  • Ramzi Boukhiam (MAR) 9.76 x Billy Stairmand (NZL) 5.53 x João Chianca (BRA) 10.07
  • Andy Criere (ESP) 12.00 x John John Florence (EUA) 17.33 x Alan Cleland (MEX) 14.34
  • Kauli Vaast (FRA) 13.63 x Lucca Messinas (PER) 11.10 x Griffin Colapinto (EUA) 17.03
  • Rio Waida (IND) 5.74 x Leonardo Fioravanti (ITA) 8.87 x Reo Inaba (JAP) 12.76

Paris 2024: Brasil garante primeira final na ginástica artística

Diogo Soares garantiu final do individual geral de ginástica artística em Paris

Diogo Soares garantiu a primeira vaga do Time Brasil em uma final de ginástica artística na Olimpíada de Paris, neste sábado (27), no individual geral masculino.

O ginasta paulista ficou com a 19ª maior nota da classificatória. No total, 24 ginastas avançaram na luta por medalhas, com a final marcada para a próxima quarta-feira (31), a partir de 12h30 (de Brasília).

Veja as notas de Diogo Soares por aparelho:

  • Argolas: 13,033
  • Salto sobre a mesa: 14,200
  • Barras paralelas: 13,933
  • Barra fixa: 14,133
  • Solo: 13,100
  • Cavalo com alças: 13,600

Arthur Nory deu “adeus” precoce em Paris

Candidato a medalha na barra fixa, Arthur Nory já está fora dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Especialista no aparelho, ele cometeu um erro nas eliminatórias disputadas na manhã deste sábado e foi eliminado. A barra fixa era o único aparelho ao qual Nory havia se classificado.

Neste domingo (28), a equipe feminina de ginástica artística fará sua estreia na Olimpíada. Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Júlia Soares, Lorrane Oliveira e Rebeca Andrade participam do classificatório, a partir das 16h10 (de Brasília).

Guilherme Costa “Cachorrão” termina em quinto na natação

Guilherme Costa nos Jogos de Paris 2024

Guilherme Costa, o Cachorrão, não conseguiu a primeira medalha do Brasil. Neste sábado, o brasileiro ficou em quinto lugar nos 400m livre masculino na natação, com tempo de 3:42.76.

Apesar de ficar de fora do pódio, a marca garantiu o recorde sul-americano para Cachorrão. Com o tempo, inclusive, ele teria sido medalha de ouro na Olimpíada de Tóquio, em 2021, o que mostra a força da prova.

O ouro ficou com o alemão Lukas Maertens, o australiano Elijah Winnington ficou em segundo lugar, enquanto o sul-coreano Kim Woomin fechou o pódio.

Pela manhã, Cachorrão tinha conseguido o segundo melhor tempo na fase classificatória, ele completou a prova com 3:44.23, por isso, teve a vantagem de nadar em raia central, com maior noção da colocação dos adversários.

O brasileiro ainda vai competir em outras três provas nos Jogos Olímpicos: 200m, 800m e 4x200m livre.

Brasileira passa mal na Olimpíada, é eliminada e revela tumor nas costas

Nathalie Moellhausen nos Jogos Olímpicos

A esgrimista Nathalie Moellhausen preocupou a todos neste sábado (27), em sua estreia nos Jogos Olímpicos de Paris. A brasileira passou mal na eliminação para a canadense Ruien Xiao e precisou de atendimento médico.

No fim do duelo, a comissão da atleta divulgou que ela tem sofrido com dores causadas por um tumor benigno na região do cóccix.

Moellhausen descobriu o problema ainda em fevereiro deste ano, segundo divulgou o ge. Pelo fato de o tumor ser benigno, a atleta foi liberada pela comissão brasileira para disputar a Olimpíada. A esgrimista tem cirurgia marcada para o dia 31 deste mês, mas o procedimento poderá ser adiantado em caso de agravamento do caso.

Nos últimos dias, Moellhausen compartilhou nas redes sociais fotos de momentos em que sentia fortes dores na região das costas. A atleta precisou até mesmo tomar morfina para aliviar o incômodo. Ela foi liberada do hospital dias antes do início dos Jogos Olímpicos de Paris.

Com a derrota, a atleta de 38 anos está eliminada da competição. Moellhausen passou mal no terceiro tempo, foi atendida pela comissão médica, mas acabou por perder para Ruien Xiao por 15×11. A canadense é uma jovem promessa da modalidade, de apenas 16 anos.

Paris 2024: técnico sofre parada cardíaca e morre na Vila Olímpica

Técnico Lionel Elika Fatupaito

Em meio às celebrações com o início dos Jogos Olímpicos de Paris, o esporte amanheceu de luto neste sábado (27). Aos 60 anos, o técnico Lionel Elika Fatupaito, da equipe de boxe de Samoa, sofreu parada cardíaca e morreu na Vila Olímpica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público da Comuna de Bobigny, na França.

“Nós, da International Boxing Association (IBA), estendemos nossas sinceras condolências à família, amigos e colegas de Lionel Elika Fatupaito, o treinador nacional de boxe de Samoa, que faleceu tragicamente durante o Paris 2024”, escreveu a Federação Internacional de Boxe (IBA) em comunicado.

“A dedicação e a paixão de Lionel pelo esporte deixaram uma marca indelével na comunidade do boxe. Seu legado continuará a inspirar as gerações futuras. Nossos pensamentos e orações estão com a equipe de Samoa e todos aqueles afetados por esta perda profunda”, finalizou a federação.

O treinador sofreu uma parada cardíaca enquanto estava no quarto, por volta das 10h20 no horário local (5h20 de Brasília), indicou a polícia francesa à AFP. Lionel Elika Fatupaito estava acompanhado de um atleta no momento do ocorrido.

O treinador chegou a ser atendido pelos serviços de emergência, mas não resistiu. A morte foi declarada “por causas naturais”, informou o Ministério Público. Ainda assim, o caso será investigado pela Polícia Judiciária do departamento de Seine-Saint-Denis, de Paris.

“A dedicação e a paixão de Lionel pelo esporte deixaram uma marca indelével na comunidade do boxe. Seu legado continuará a inspirar as gerações futuras. Nossos pensamentos e orações estão com a equipe de Samoa e todos aqueles afetados por esta perda profunda”, finalizou a federação.

O treinador sofreu uma parada cardíaca enquanto estava no quarto, por volta das 10h20 no horário local (5h20 de Brasília), indicou a polícia francesa à AFP. Lionel Elika Fatupaito estava acompanhado de um atleta no momento do ocorrido.

O treinador chegou a ser atendido pelos serviços de emergência, mas não resistiu. A morte foi declarada “por causas naturais”, informou o Ministério Público. Ainda assim, o caso será investigado pela Polícia Judiciária do departamento de Seine-Saint-Denis, de Paris.

Treinadora de hipismo é acusada de denunciar britânica por maus-tratos a cavalo

Charlotte Dujardin no Mundial de Hipismo da FEI, em 2023 — Foto: Bradley Collyer/PA Images via Getty Images

Alicia Dickinson, treinadora equestre que leciona em aulas particulares no Reino Unido, é suspeita de ser a responsável por vazar um vídeo que revelou maus tratos a um cavalo pela campeã olímpica Charlotte Dujardin. A instrutora australiana já trabalhou com Dujardin, mas nega que tenha sido a denunciante do caso – embora seu advogado tenha confirmado ao tabloide britânico “The Sun” que ela foi a autora da denúncia.

– Não fui eu a informante, eu não gravei aquilo. Nossa relação profissional terminou logo depois da aula gravada naquele vídeo. Charlotte tem muitos inimigos, pode ter sido qualquer um, menos eu – enfatizou Dickinson, defendendo-se.

Fontes próximas da instrutora confirmaram ter reconhecido a voz da australiana na gravação, que teria sido registrada quatro anos mas só foi divulgada nesta segunda-feira.