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Arthur Nory foi às lágrimas depois das classificatórias da ginástica artística masculina. A falha de perder o embalo na sua acrobacia mais difícil lhe tirou qualquer chance de avançar à final da barra fixa nas Olimpíadas de Paris. Assim como em Tóquio, o campeão mundial de 2019 viu escapar das mãos o sonho de ir a uma final olímpica do aparelho em que é especialista. O ginasta de 30 anos chorou e desabafou, se antecipando às críticas.
– É difícil. É tristeza, é felicidade de saber que consegui chegar aqui. Foi muito difícil o processo. Acho que as lágrimas já falam muito por mim. A gente tem um propósito. O pior não é o que pensam ou falam de mim. Eu sei o que é. O pior é como me sinto. Eu me sinto muito mal. Isso é pior do que qualquer coisa que venham me criticar. Eu já sabia quando falhei ali que isso me machuca muito mais. É por a cabeça no lugar. É só o tempo. Sei a força que tenho para me levantar. Quanto mais apanho, mais dá vontade de me levantar. A gente tem um propósito. Vou levantar e dar a cara para bater. Não vou perder meu brilho, minha felicidade e minha paixão por esse esporte – disse Nory.
Medalhista olímpico do solo na Rio 2016, o ginasta de 30 anos afirmou que pretende seguir na modalidade e tentar a classificação para Los Angeles 2028, quando vai ter 34 anos. Quer ajudar o Brasil a ter uma equipe completa, como nos Jogos do Rio e de Tóquio.
– Já estava pensando nisso desde antes. Eu vou continuar. Não vou deitar. Até o fim. Estou muito chateado, mas não acabou. Sei que a cada ciclo fica mais difícil, sei o que já passei. Todo mundo que acompanha o esporte sabe o quanto eu sou martelado, uma expectativa muito grande, mas nada vai apagar a história que a gente fez e que continuo fazendo com muito orgulho de representar o país. Não acabou. Sei o quão forte somos para buscar esse objetivo que é uma final olímpica de barra.




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