/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/Q/Q/AxJ6A1TeeqqMoIfK0jZA/2023-09-22t222835z-1604953797-rc2vd3axu07a-rtrmadp-3-ukraine-crisis-canada-zelenskiy.jpg)
Na sexta-feira (22) houve uma sessão na Câmara de Deputados do Canadá para receber o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Durante a sessão, os parlamentares, o primeiro-ministro Justin Trudeau, do Canadá, e os convidados aplaudiram um homem nascido na Ucrânia que lutou em uma unidade nazista na Segunda Guerra Mundial.
O homem, Yaroslav Hunka, hoje com 98 anos, estava na galeria do Parlamento.
O presidente do Parlamento, Anthony Rota, sem saber que Hunka tinha servido em uma unidade nazista durante a Segunda Guerra, afirmou que se tratava de “um herói ucraniano e um herói canadense, e nós agradecemos a ele pelo serviço”.
As pessoas que estavam no recinto então aplaudiram de pé o homem que lutou pelos nazistas.
De acordo com a rede BBC, durante a Segunda Guerra, milhares de ucranianos lutaram pelos nazistas, mas uma quantidade muito maior aderiu ao Exército Vermelho, liderado pela União Soviética, que era o principal exército dos Aliados.
O Cija, um grupo organizado de judeus canadenses, afirmou que é muito problemático que um nazista tenha sido homenageado.
A Rússia também criticou o convite feito a Hunka.
Anthony Rota, o presidente do Parlamento, pediu desculpas pelo incidente. Ele afirmou que depois da homenagem ele soube do passado de Hunka e se arrepende de sua decisão.
Trudeau, o primeiro-ministro, afirmou nesta segunda-feira (25) que a história é muito constrangedora





