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Rei se chamará Charles III, anuncia primeira-ministra

A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, também se pronuncia agora sobre a morte da rainha Elizabeth II – pelos protocolos, o chefe do governo britânico é o primeiro a falar após o falecimento de um monarca.

“Nos próximos dias, nos reuniremos para celebrar sua extraordinária vida e seu legado”, disse. “Ela era amada e adorada ao redor do mundo. Agora o reinado passa para o rei Charles III.”

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Rainha era uma grande amiga da ONU, diz o secretário-geral

O secretário-geral da ONU, António Guterres, publicou um texto em homenagem à rainha. Ele disse que ela era muito admirada por sua graça e dedicação, que era uma presença reconfortante e que em décadas de mudanças, que incluíram a descolonização da África e da Ásia.

A rainha, disse ele, era uma grande amiga da ONU. Guterres agradeceu a dedicação da rainha em servir o povo dela e afirmou que será lembrada por muito tempo.

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Príncipe Charles: quem é o sucessor da rainha Elizabeth II

Charles Philip Arthur George, o príncipe Charles, assume o trono britânico após a morte da rainha Elizabeth II. Primogênito da monarca, ele ocupa o trono após o reinado mais longo da história do Reino Unido – Elizabeth permaneceu à frente por mais de sete décadas.

Charles tem 73 anos e é o monarca mais velho a iniciar um reinado. Ele já vinha assumindo aos poucos as funções da mãe, em meio ao avanço da idade da monarca.

Além de Charles, Elizabeth ll e o príncipe Philip – que morreu em abril de 2021, aos 99 anos – tiveram outros três filhos: a princesa Anne, o príncipe Andrew e o príncipe Edward.

Por ser o mais velho, Charles é o primeiro na linha de sucessão ao trono. Depois dele, está o seu primeiro filho, o príncipe William, e, na sequência, o filho mais velho de William, o príncipe George.

Agora, o novo rei deve participar de uma audiência com o primeiro-ministro e realizar um pronunciamento à nação, além de viajar pelo Reino Unido.

Príncipe de Gales
Charles tinha apenas 3 anos quando sua mãe assumiu o trono, após o falecimento do avô, o Rei George VI. Aos 9 anos, ele se tornou príncipe de Gales, título tradicional do herdeiro do trono britânico. Ele também herdou outros títulos de seus pais, como Duque da Cornualha e Duque de Edimburgo.

Charles foi o primeiro herdeiro de Elizabeth ll a ir para a escola e para a universidade. Entre as unidades de ensino, ele frequentou a Cheam School, nos arredores de Londres, Gordonstoun, no norte da Escócia, e Trinity College, em Cambridge.

Longa espera
O príncipe espera mais tempo do que qualquer um de seus antecessores para se tornar monarca. Em fevereiro de 2017, aos 90 anos, Elizabeth ll celebrou o Jubileu de Safira, tornando-se a soberana com o mais longo reinado da história britânica. Na ocasião, a rainha completava 65 anos de trono.

Agora, após os 70 anos da monarca à frente do trono britânico, Charles é o rei mais velho a iniciar um reinado.

Casamento conturbado com a princesa Diana
Charles se casou com Diana Spencer, a carismática princesa Diana, em 29 de julho de 1981. Cerca de 750 mil pessoas assistiram à cerimônia ao vivo pela televisão e outras 500 mil se aventuraram a acompanhar o evento presencialmente entre a Catedral de São Paulo e o Palácio de Buckingham.

Charles e Diana tiveram dois filhos: o príncipe William, nascido em 1982, e o príncipe Harry, em 1984.

Eles enfrentaram anos de problemas conjugais, que resultaram na separação em agosto de 1996. À época, Diana atribuiu o divórcio à recusa de Charles em terminar seu caso com a britânica Camilla Parker Bowles, considerada amante de longa data.

Charles disse ter permanecido fiel ao casamento “até que ele se desfez”. Em comunicado oficial, o Palácio de Buckingham anunciou que o divórcio foi totalmente amigável.

Um ano depois, em 31 de agosto de 1997, Diana morreu vítima de um acidente de carro, em Paris, na França, enquanto fugia de um paparazzi.

De pilar da separação a ‘rainha consorte’
Charles se casou com Camilla quase oito anos após a morte de Diana, em 2005. Ela se tornou, então, duquesa da Cornualha. Agora, vai se tornar “rainha consorte” – título que a rainha Elizabeth ll disse esperar que seja reconhecido.

Isso porque, considerada pilar da separação entre Charles e Diana, Camilla não era querida pelo público – mas viu seu índice de aprovação crescer graças a seus numerosos compromissos junto à família real.

O título de “rainha consorte” é dado à esposa de um monarca reinante. O conceito é diferente do título de rainha – caso de Elizabeth ll –, destinado a quem já nasce na família real e está automaticamente na linha de sucessão.

Na prática, uma rainha consorte tem a mesma posição social e o status do cônjuge. Historicamente, no entanto, não possui os mesmos poderes políticos.

Defesa do meio ambiente
Charles é um ambientalista de longa data e busca chamar atenção para o tema. Recentemente, ele disse que um de seus carros, da marca Aston Martin, foi modificado para funcionar à base de “queijo” e “vinho”.

Em entrevista à rede BBC, o então príncipe afirmou que modificou o automóvel para poder abastecê-lo com combustíveis de origem renovável.

O carro, que possui há mais de 50 anos, funciona com 85% de bioetanol, e 15% de gasolina sem chumbo. Na mistura, vai o excedente da produção local de vinho e o soro da fabricação de queijo.

Em 2021, ele disse entender a frustração de jovens ativistas ambientais, como a sueca Greta Thunberg, em relação à passividade de políticos diante da emergência climática.

“Todos esses jovens acham que nada acontece, então é claro que ficam frustrados”, afirmou o príncipe, de 72 anos.

Transição
O príncipe Charles já vinha assumindo as funções da mãe, em meio ao avanço da idade dela. Em maio deste ano, por exemplo, foi a primeira vez na história do reinado de Elizabeth que o príncipe substituiu a monarca na abertura do Parlamento Britânico. Ela não compareceu ao Palácio de Westminster por problemas de mobilidade. –

Em 70 anos de mandato, Elizabeth II só havia faltado duas vezes ao discurso, nos anos em que ela estava grávida dos seus filhos Andrews e Edward.

Nome real
Ao assumir o trono do Reino Unido, o herdeiro poderá escolher como ser chamado. Segundo os ritos oficiais, Charles tem duas opções. A primeira é seguir o caminho tradicional e assumir o título de rei Charles III.

Ele também pode adotar um “novo” nome real. Charles Philip Arthur George pode optar por um dos nomes do meio, como, por exemplo, rei George VII ou rei Philip.

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Operação ‘London Bridge’: o que acontece após a morte da rainha Elizabeth II

A Inglaterra já tem um plano há anos que determinará o que acontece após a morte da rainha Elizabeth II.

O roteiro detalha ações a serem tomadas em minutos, horas e dias após o falecimento. Em 2007, o jornal “The Guardian” publicou alguns trechos —provavelmente houve mudanças, porque esse plano foi revisto duas a três vezes por ano por funcionários do governo e do palácio, pela polícia, pelo exército e pelas emissoras de TV.

O plano é conhecido como “Ponte de Londres”. De acordo com o que se sabe desse roteiro, o que ocorrerá será o seguinte:

O primeiro-ministro será alertado sobre a morte da rainha, que vão dizer “a Ponte de Londres está inoperante”;
Será colocado um aviso nos portões da residência oficial da monarca, o Palácio de Buckingham, e logo em seguida o mesmo texto será publicado no site da família real e nas contas de redes sociais.

No plano, a data da morte representa o “Dia D”, os seguintes são D+1, D+2, e assim por diante.

Dia D
O Centro de Resposta Global (FCDO) enviará a notícia para os 15 governos fora do Reino Unido onde a rainha é Chefe de Estado, e para os outros 38 países da Commonwealth, onde ela é respeitada.
Os ministros são imediatamente informados por e-mail do falecimento da rainha. Após isso, as bandeiras em Whitehall são abaixadas a meio mastro (em 10 minutos a partir do momento do anúncio)
Primeira-ministra Liz Truss fará pronunciamento oficial e programará evento com o novo Rei.

Dia D+1
O Conselho de Adesão deve se reunir com Charles para proclamá-lo rei;
Todos os trabalhos parlamentares serão suspensos por 10 dias;
Reunião entre a primeira-ministra, governo e o novo rei.

Dia D+2
O caixão da rainha retornará ao Palácio de Buckingham pelo trem real ou de avião.

Dia D+3
O rei Charles receberá a moção de condolências no Westminster Hall;
Em seguida, embarcará numa viagem de luto pelo Reino Unido, começando pela Escócia. Ele receberá uma moção de condolências no Parlamento escocês e participará de um serviço na Catedral de St Giles, em Edimburgo.

Dia D+4
Charles chegará à Irlanda do Norte, onde receberá outra moção de condolências no Castelo de Hillsborough e participará de um serviço na Catedral de St Anne em Belfast;
Haverá um ensaio para o transporte do caixão entre o Palácio de Buckingham e o Palácio de Westminster

Dia D+5
O caixão da rainha será transferido do Palácio de Buckingham para o Palácio de Westminster através de uma rota cerimonial por Londres. Quando chegar, haverá um serviço memorial no Westminster Hall.

Dia D+6
O corpo da rainha ficará no Palácio de Westminster por 3 dias recebendo visitas. Os ingressos começarão a ser comercializados;
Será realizado um ensaio para o cortejo do funeral de Estado.

Dia D+7
Charles viajará para o País de Gales, para receber uma moção do Parlamento galês e assistir a um serviço na Catedral de Liandaff em Cardiff.

Dia D+8 e +9
Milhares de pessoas devem prestar suas homenagens à monarca mais longeva da história do Reino Unido

Dia D+10
Este dia será proclamado Dia de Luto Nacional;
Funeral de Estado será realizado na Abadia de Westminster;
Haverá 2 minutos de silêncio ao meio-dia em todo o país;
Serão 2 procissões, em Londres e Windsor;
A Rainha será sepultada no Castelo de Windsor, na Capela Memorial do Rei George VI (ao lado de seu pai).

Depois deste processo, o retrato da rainha ficará pendurado com uma fita preta em todas as prefeituras por um mês (o período de luto), até de ser transferido para um “local adequado” e trocado por um retrato do novo rei.

Todas as flores colocadas dentro e ao redor de palácios reais e prefeituras públicas serão removidas após o funeral de estado.

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Charles já é considerado rei

Filho mais velho de Elizabeth II, Charles já oficialmente considerado rei do Reino Unido.

Segundo o jornal britânico “Guardian”, ele será oficialmente declarado rei no palácio de Saint James, em Londres, ainda sem data definida.

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Rainha Elizabeth II morre aos 96 anos

A Rainha Elizabeth II morreu nesta quinta-feira (8) aos 96 anos no castelo de Balmoral, na Escócia.

Os quatro filhos da rainha, Charles, Anne, Andrew e Edward, foram até a Escócia quando foi anunciado que a rainha estava sob supervisão médica. Seu neto, o príncipe William, também foi até o castelo de Balmoral.

Com a morte da monarca, seu filho mais velho, o príncipe Charles, deve assumir o trono de rei do Reino Unido e de outros 14 países sob chefia do monarca britânico, como Austrália e Canadá.

A saúde da monarca é motivo de crescente preocupação desde outubro do ano passado, quando foi revelado que ela passou uma noite hospitalizada para ser submetida a “exames” médicos que nunca foram detalhados. Desde então, ela reduziu consideravelmente sua agenda, com aparições em público cada vez mais raras e sendo observada caminhando com dificuldade, com o auxílio de uma bengala.

O evento preocupante mais recente foi a cerimônia de nomeação da nova primeira-ministra britânica, Liz Truss, na terça-feira (6). Na ocasião, Elizabeth II transferiu, pela primeira vez na história, a cerimônia para o Palácio de Balmoral, onde ela estava. Até então, todos os premiês anteriores haviam sido nomeados no Palácio de Buckingham, em Londres.

Uma foto do encontro divulgada pelo Palácio de Buckingham, que mostra a rainha cumprimentando Truss, provocou inquietação porque, segundo analistas, a mão da rainha parecia muito arroxeada.

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Naufrágio em Belém: 14 mortes são confirmadas e 26 pessoas estão desaparecidas; embarcação saiu de porto clandestino, diz Arcon

A lancha carregada de passageiros que naufragou nesta quinta-feira (8) na região de Belém não possuía autorização para transporte intermunicipal de passageiros e saiu de um porto clandestino, segundo a Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Estado do Pará (Arcon-Pa).

A Secretaria de Segurança Pública (Segup) e a Marinha confirmaram 14 mortes. Havia 70 pessoas no barco e 30 delas foram resgatadas ou conseguiram se salvar, segundo a Segup.

Os bombeiros procuram por 26 desaparecidos com apoio de mergulhadores. Ao menos nove embarcações e um helicóptero também são usados nas buscas.

Imagens que circulam em redes sociais e gravadas por um passageiro mostram quando a água começa a entrar no barco. A Marinha vai investigar o naufrágio.

A embarcação fazia o trajeto entre a localidade de Camará, na cidade de Cachoeira do Arari, no arquipélago de Marajó, para Belém. O naufrágio ocorreu próximo à praia da Saudade na Ilha de Cotijuba, por volta de 9h30.

A lancha Santa Lourdes é da empresa M. Souza Navegação, que já havia sido notificada pela Arcon por operar sem autorização. O g1 procurou a empresa e aguarda retorno. A causa do naufrágio não foi informada pelas autoridades.

Embarcação naufraga em Belém e deixa mortos e desaparecidos.

“A Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Estado do Pará (Arcon-Pa) informa que já havia notificado a empresa responsável pela embarcação e comunicou a Capitania dos Portos sobre a irregularidade do transporte aquaviário que estava sendo realizado. A embarcação não possui autorização para realizar transporte intermunicipal aquaviário de passageiros junto ao órgão estadual e realizou a viagem partindo de um porto clandestino na localidade de Camará, Marajó”, informou a agência em nota.

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Capa da ‘The Economist’ compara Bolsonaro a Trump e diz que o presidente prepara sua ‘grande mentira’ sobre as eleições

A revista inglesa “The Economist”, uma das publicações de política e economia com maior repercussão no mundo, faz na capa da edição desta semana uma comparação entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente dos Estados Donald Trump. A revista diz que Bolsonaro prepara a “grande mentira” sobre as eleições.

A imagem da capa mostra Bolsonaro de perfil e, ao fundo, a sombra de Trump sobre a bandeira do Brasil. O título diz: “O homem que seria Trump”. Logo abaixo, uma frase: “Bolsonaro prepara sua Grande Mentira no Brasil”.

Trump perdeu as eleições em 2020 nos Estados Unidos, mas desde então segue dizendo que houve fraude nos votos e não aceita o resultado. Seus apoiadores invadiram o Capitólio, sede do Congresso norte-americano, em 6 de janeiro de 2021, numa tentativa de reverter a derrota. O episódio se tornou um dos mais ameaçadores para a democracia norte-americana na história.

A reportagem da “The Economist” que explora o assunto da capa tem como título a frase: “Ganhe ou perca, Jair Bolsonaro representa uma ameaça para a democracia no Brasil“. Em seguida, o texto diz: “Todos os sinais são de que ele vai perder a eleição e vai dizer que não”.

Logo nos primeiros parágragos, a reportagem da “The Economist” lembra que Bolsonaro aparece em segundo lugar nas pesquisas e afirma que é provável que ele perca a disputa.

A revista também cita que Bolsonaro vem repetindo que aceitará o resultado se a eleição for “limpa e transparente”. A “The Economist” afirma que as eleições no Brasil são limpas e transparentes, que o sistema é segura e “difícil de adulterar”.

“Aqui está o ponto: Bolsonaro continua dizendo que as pesquisas estão erradas e que ele está a caminho de vencer. Ele continua insinuando, também, que a eleição pode de alguma forma ser manipulada contra ele. Ele não oferece nenhuma evidência confiável, mas muitos de seus apoiadores acreditam nele. Ele parece estar lançando as bases retóricas para denunciar fraude eleitoral e negar o veredicto dos eleitores”, afirmou a revista na reportagem.

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Biden e outros líderes mundiais expressam preocupação com rainha

Líderes mundiais expressaram nesta quinta-feira (8) preocupação com a saúde da rainha Elizabeth 2ª, depois que seus médicos divulgaram um alerta e a família real foi chamada para ficar com ela na Escócia.

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse por meio do porta-voz da Casa Branca que foi informado sobre a situação de saúde de Elizabeth e que seus pensamentos estão com ela e sua família. “Os pensamentos dele e da primeira-dama estão solidamente e diretamente com a rainha e sua família hoje”, disse John Kirby a repórteres.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, também se manifestou, dizendo que seus pensamentos “e os de canadenses em todo o país estão com Sua Majestade a rainha Elizabeth 2ª neste momento”. “Desejamos a ela tudo de bom e enviamos nosso melhor para a família real”, completou.

Para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a rainha “representa toda a história da Europa “. “Ela sempre nos deu estabilidade e confiança, mostrou uma imensa coragem e é uma lenda, aos meus olhos”, declarou.

Por meio de seu porta-voz, o secretário-geral da ONU, António Guterres, também afirmou que seus pensamentos estão com a rainha, sua família e o povo do Reino Unido neste momento.

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Andrew e Edward, filhos da rainha, chegam a Castelo de Balmoral

Um carro dirigido pelo príncipe William chegou há poucos minutos ao Castelo de Balmoral, na Escócia. No veículo conduzido pelo neto da Elizabeth 2ª estavam também os príncipes Andrew e Edward, filhos da rainha.

A família real se dirigiu à propriedade de verão da monarquia britânica depois de um comunicado oficial informar que médicos expressaram preocupação com o estado da soberana de 96 anos e recomendaram que ela permaneça sob supervisão médica.

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Meghan Markle não viaja à Escócia para visitar a rainha junto com Harry

Meghan Markle, a duquesa de Sussex, não foi junto com o marido, o príncipe Harry, para a Escócia visitar a rainha Elizabeth 2ª, que está com saúde debilitada e sob cuidados médicos.

O casal mora nos EUA, mas está na Inglaterra para eventos de caridade.

Segundo o jornal The Guardian, Meghan permanecerá em Londres, mas não irá a um evento social que estava previsto em sua agenda anteriormente. Ela deve se juntar a Harry na Escócia em outro momento.

Inicialmente, a imprensa noticiou que Meghan acompanharia o marido, neto da rainha, para ficar com ela junto com os demais familiares, mas a BBC e outros meios de comunicação depois afirmaram que ela optou por permanecer em Windsor.

A mulher do príncipe William, Kate Middleton, também ficou em Londres com os filhos George, Charlotte e Louis.

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Troca da guarda é cancelada devido à preocupação com saúde da rainha

A tradicional cerimônia de troca de guarda no Palácio de Buckingham foi cancelada nesta quinta-feira (8) em meio à preocupação com o estado de saúde da rainha Elizabeth 2ª.

Uma placa avisando sobre o cancelamento da cerimônia foi colocada por funcionários no local. Turistas, em frente ao pátio da sede da monarquia britânica, já esperavam para assistir à troca da guarda. Em comunicado oficial na manhã desta quinta, o Palácio disse que os médicos estavam preocupados com a saúde da chefe de estado, que está sob supervisão médica.

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Em e-mail às universidades, MEC diz que errou e ofertou bolsas duplicadas do Prouni na 2ª chamada

O Ministério da Educação (MEC) afirmou nesta quinta-feira (8), em e-mail aos coordenadores de instituições de ensino, que errou e ofertou bolsas duplicadas na 2ª chamada do Programa Universidade Para Todos (Prouni).

Na mensagem à qual o g1 teve acesso, a pasta diz que as inconsistências detectadas serão corrigidas “com a exclusão das bolsas equivocadamente geradas pelo sistema”. Informa também que todas as operações realizadas no SisProuni desde 4 de setembro deverão ser refeitas pelas universidades.

Até a última atualização desta reportagem, o MEC não havia respondido se alguns dos alunos pré-selecionados na lista divulgada em 1º de setembro perderão suas vagas no Prouni.

Histórico de problemas

Por meio das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Prouni oferta bolsas de estudo parciais e integrais em instituições de ensino privadas.

São duas edições por ano. A do 2º semestre de 2022 vem sendo marcada por uma série de problemas:

SUMIÇO DE VAGAS: Em 3 de agosto, candidatos relataram que vagas ofertadas no sistema durante as inscrição “sumiram” e que a classificação parcial não estava aparecendo no site.

ATRASO NOS DADOS: Em 12 de agosto, universidades e entidades do ensino superior acusaram o MEC de atrasar a divulgação de dados do Prouni e comprometer o processo de matrícula dos alunos.

INSTABILIDADE NO SISTEMA: Em 29 de agosto, data em que a 2ª chamada deveria ter sido divulgada, o sistema ficou instável e impediu que os alunos visualizassem os resultados. No dia seguinte, o MEC adiou os prazos do processo seletivo.

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Datafolha: Eleitor de Ciro é o que mais rejeita religião na política

Os eleitores de Ciro Gomes (PDT) são os que mais rejeitam a interferência da religião na política, quando comparados aos apoiadores dos dois principais candidatos à Presidência, mostra pesquisa Datafolha realizada na semana passada.

A maioria deles (56%) discorda total ou parcialmente da frase “política e valores religiosos devem andar sempre juntos para que o Brasil possa prosperar”. A porcentagem é superior à dos adeptos de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT (48%), e, principalmente, de Jair Bolsonaro, do PL (25%).

Os apoiadores do pedetista também são os únicos que, em sua maioria, discordam da frase “para ter meu voto, é mais importante um candidato defender os valores da família do que ter boas propostas para a economia”.

Enquanto 56% dos que pretendem votar nele rejeitam essa ideia, o número cai para 38% entre lulistas e 26% entre os bolsonaristas.

Os “valores da família”, inclusive, são os menos citados pelos eleitores de Ciro quando questionados sobre as três áreas mais relevantes para decidir seu voto para presidente. Só 12% deles elencam o tema como prioridade, contra um total de 22%.

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