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Um dia depois da invasão de bolsonaristas criminosos ao Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto, conteúdos que insuflam ou apoiam os atos terroristas continuam circulando nas redes sociais.
Em cerca de 3 horas de buscas nas principais plataformas, na tarde desta segunda-feira (9), o g1 encontrou em todas elas exemplos de posts que defendem os ataques. Alguns chegam a ter quase 1 milhão de visualizações.
Na manhã desta segunda-feira (9), a Meta, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, afirmou que removeria “conteúdo que apoie ou enalteça essas ações”. Procurado pelo g1, o YouTube deu posicionamento semelhante.
O Kwai afirmou que “reitera seu compromisso no combate à desinformação, principalmente neste ano após as eleições” (leia as notas na íntegra). Twitter e TikTok não se manifestaram até a última atualização desta reportagem.
Alguns perfis que postaram conteúdo golpista no último domingo estão fora do ar, mas, em nenhum dos casos encontrados, a página contém o aviso que costuma aparecer quando uma conta é derrubada pela plataforma.
Lives, vídeos e fotos
No YouTube, uma transmissão ao vivo com quase 4 horas e mais de 995 mil visualizações mostrou o movimento desde a subida da rampa do Congresso no domingo (8).
Com alegações de que o ato golpista foi uma luta pela liberdade, a live foi usada para chamar mais pessoas a se dirigirem à Praça dos Três Poderes e para pedir doações para financiar o canal.
Diversos vídeos que continuavam no ar defendem a teoria de que a manifestação começou pacificamente e que todos os estragos feitos nas sedes dos Três Poderes foram causados por “infiltrados de esquerda”.
Circulavam ainda posts convocando para paralisações nesta segunda-feira.
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