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Isaquias Queiroz e Jacky Godmann ficam fora do pódio no C2 500m, em 8º

Isaquias Queiroz e Jacky Godmann terminam no 8º lugar da C2 500m da  canoagem em velocidade

Não deu para o Brasil na final da categoria C2 500m, na canoagem de velocidade dos Jogos Olímpicos de Paris. Isaquias Queiroz e Jacky Godmann chegaram em último na disputa desta quinta-feira, que terminou com medalha de ouro da China – representada por Bowen Ji e Hao Liu. Os italianos Carlo Tacchini e Gabriele Casadei garantiram a prata, e a Espanha de Diego Dominguez e Joan Antoni Moreno faturou o bronze.

“A gente deu nosso máximo, o braço saiu um pouco travado. O vento pegou um pouco para o nosso lado, atrapalhou bastante. O resultado não foi o que a gente esperava. Quando o atleta vem e pede desculpa é por causa da torcida de casa. O pessoal brasileiro espera ver a gente no pódio, tocando o hino. Agora é ver com o treinador, se concentrar, amanhã tem outra prova pegada. Não vai ser fácil também. Fico mais triste pelo Jacky. Ele evoluiu bastante em um ano, se preparou muito para as Olimpíadas. Resultado muito péssimo em cima do que a gente treinou” lamentou Isaquias.

“Todos os melhores barcam estavam ali. Acabou que a gente não conseguiu o pouco que a gente queria, que era nos sentirmos mais confortáveis. É chato. É uma colocação muito ruim” reforçou Jacky.

Isaquias e Jacky partiram da raia sete e seguiram, inicialmente, em quinto lugar; sofreram, porém, para alcançar a dupla russa formada por Alexey Korovashkov e Zakhar Petrov, sob bandeira neutra.

No fim, os brasileiros perderam ritmo e caíram para o último lugar, superados também pela Alemanha, Hungria e Tchéquia. A dupla finalizou com tempo de 1m42s58 – contra 1m39s48 dos chineses.

Houve, ainda, uma confusão na definição da dupla ganhadora do bronze: o primeiro registro oficial apontava um empate entre os espanhóis Moreno e Dominguez, e os húngaros Jonathan Hajdu e Balazs Adolf. Porém, o resultado foi atualizado com a dupla da Espanha em terceiro lugar e a Hungria, em sexto.

Isaquias e Jacky haviam garantido a vaga na final, no início desta manhã de quinta, com desempenho mais sólido: ganharam força nos últimos metros para terminar a disputa em terceiro lugar e garantirem presença na disputa por medalha. A vitória na semifinal ficou com a dupla russa, Korovashkov e Petrov.

Apesar da eliminação na disputa do C2 500m, Isaquias também estará na briga por medalha no C1 1000m – categoria da qual é o atual campeão olímpico. Ele disputará as semifinais nesta sexta-feira, a partir das 6h30 da manhã (horário de Brasília).

Ana Marcela Cunha é 4ª colocada na maratona aquática em Paris 2024

Rainha do mar, Ana Marcela Cunha nada para ser a maior da história

O sonho do bicampeonato olímpico de Ana Marcela Cunha na maratona aquática foi adiado: a brasileira foi apenas quarta colocada na etapa feminina nos Jogos de Paris, nesta quinta-feira, vencida pela agora duas vezes campeã Sharon van Rouwendaal – ouro no Rio em 2016. A holandesa desbancou a australiana Moesha Johnson no final da prova; a italiana Ginevra Taddeucci foi a terceira. Ana Marcela representou o Brasil no rio Sena ao lado de Viviane Jungblut, 11ª colocada.

Ana Marcela abriu a prova em 20º, ganhou ritmo nas voltas iniciais e manteve-se entre as seis mais rápidas – chegando a completar a primeira volta e meia no top 3. Já na parte final da disputa, ela sustentou a quarta colocação mas sem conseguir a aproximação necessária de Taddeucci.

Viviane, que começou em quarto, perdeu algumas posições na água e apesar da queda de ritmo, seguiu entre as dez primeiras colocadas até o fim.

Johnson começou a prova da primeira posição e recuperou-se após ser superada, momentamente, nos dois primeiros quilômetros. Ela, porém, não manteve uma vantagem tão grande sobre van Rouwendaal, beirando 2s – assim, a holandesa pôde superá-la no fim da prova.

A diferença para o resto das competidoras foi maior: a partir do quarto lugar de Ana Marcela, cresceu de 20s para 34s, embora a brasileira tenha corrido atrás da desvantagem nos últimos quilômetros.

Ana era a principal esperança de medalha para o Brasil nesta reta final dos Jogos. Ela completou seu quinto ciclo olímpico, iniciado em nos Jogos de Pequim 2008 com apenas 16 anos e um quinto lugar. Em Londres 2012, ela não se classificou; em casa, na Rio 2016, foi décima. No último ciclo em Tóquio 2020, a brasileira subiu ao topo do pódio desbancando a atual campeã da época, Van Rouwendaal. Ana foi campeã com tempo de 1h59m30s8 – e só liderou a prova nos últimos dois quilômetros.

Neste ano, Ana Marcela vinha vem de um título na Copa do Mundo de Águas Abertas; Viviane Jungblut, bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima em 2019 e Santiago 2023, ficou com o prata na competição. A gaúcha fez sua estreia em Olimpíadas na disputa desta quinta no rio Sena.

A correnteza também impactou bastante a prova, já que metade do trajeto foi feito contra o curso do rio Sena e, portanto, exigiu mais esforço físico das atletas. O Brasil, por exemplo, chegou a optar por não treinar no rio – e sim em piscinas, um ambiente mais controlado.

Alison Santos vai à final com quarto tempo das semis dos 400m com barreiras

Alison dos Santos, o Piu, ao completar a bateria dele nas semifinais dos 400m com barreiras nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 — Foto: Patrick Smith/Getty Images

Favorito a medalha nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, Alison dos Santos, o Piu, passou para a final dos 400m com barreiras, apesar de ter chegado na 3ª colocação de sua bateria. É que o brasileiro conseguiu pegar uma das duas vagas reservadas aos melhores tempos dentre aqueles que não ficaram no top-2 das baterias, realizadas nesta quarta-feira (7), no Stade de France. Ele passou com o quarto melhor tempo das semifinais. A decisão está marcada para sexta-feira (9), às 16h45 (no horário de Brasília).

Na bateria inicial das semifinais, Alison dos Santos chegou só na 3ª colocação, com o tempo de 47s95, atrás do norueguês Karsten Warholm na liderança e do francês Clement Ducos na 2ª colocação. Ele teve, com isso, de esperar os resultados das outras duas baterias para saber se conseguiria se classificar pelo tempo.

Foi uma longa espera para Piu, que demonstrou insatisfação com o seu desempenho logo após a conclusão da primeira bateria.

A sorte de Piu é que as duas baterias seguintes acabaram sendo mais lentas do que a primeira. Isso fez com que os adversários não conseguissem tempos melhores do que o dele. Tanto que Piu passou para a decisão com o quarto melhor tempo, contabilizadas todas as três baterias.

O vencedor da segunda bateria, Kyron McMaster, das Ilhas Virgens Britânicas, completou a prova em 48s15, acima do tempo de Piu. Na terceira bateria, aconteceu a mesma coisa: o norte-americano Rai Benjamin, que correu com enorme vantagem e diminuiu o ritmo na reta final, fez 47s85.

Ana Patrícia e Duda levam susto, buscam virada e se garantem na semifinal

Ana Patrícia e Duda estreiam com vitória na Olimpíada

A dupla brasileira Duda e Ana Patrícia está na semifinal do torneio feminino de vôlei de praia das Olimpíadas de Paris. Vitória por 2 a 0 sobre as letãs Tina e Anastasija, parciais de 21/16 e 21/10. O jogo que começou mal para as brasileiras, tomando um 6/0 no primeiro set, virou um atropelo brasileiro dali para frente.

Resumo da partida

O primeiro set começou com um susto para a dupla brasileira. Cometendo muitos erros, permitiram que as letãs abrissem 6 a 0. Porém a reação foi rápida. Foram 10 pontos conquistados dos 12 seguintes para virar e assumir a ponta do placar. Muito pelo bom trabalho de Ana Patrícia na rede. Bem nos bloqueios e nos ataques, foi grande responsável pela vitória até relativamente tranquila por 21/16.

A virada na primeira parcial deu confiança às brasileiras, que transformaram o resto da partida em um atropelo. As brasileiras dominaram em todos os aspectos, com uma Ana Patrícia soberana na rede atacando e bloqueando, e Duda parecendo onipresente na defesa. 21/10 no segundo set e vaga na semifinal.

É BRONZE: Augusto Akio voa na última volta e leva o bronze no skate park das Olimpíadas

Augusto Akio é medalhista de bronze no skate park. Na final da categoria nas Olimpíadas de Paris 2024, o Japinha cravou a última volta e faturou a medalha, com 91.85, nesta quarta-feira, na Arena La Concorde. Pedro Barros, prata em Tóquio 2020, terminou em quarto lugar, muito próximo do pódio, com 91.65. E Luigi Cini foi o sétimo, com 76.89.

O australiano Keegan Palmer conquistou o bicampeonato olímpico, tirando 93.11 na primeira volta. O americano Tom Schaar levou a prata, com 92.23 na segunda rodada.

Augusto Akio melhorou seu desempenho em relação à eliminatória. Da oitava posição com o 88.98 mais cedo, o paranaense de 23 anos pulou para o bronze com o 91.85. Isso depois de ter tirado 2.66 e 81.34 nas voltas anteriores.

Pedro Barros, por sua vez, por pouco não conseguiu sua segunda medalha olímpica. Prata em Tóquio 2020, o catarinense de 29 anos minimizou ter ficado fora do pódio em Paris:

“Eu fiz a minha volta, andei de skate com toda a minha energia que podia. Sei que tenho muito mais dentro de mim, também é um dia e três voltas. Isso daqui não vai definir os meus 29 anos de skate. Só tenho a agradecer por estar aqui (nas Olimpíadas de Paris)” disse Pedro Barros.

Foi a segunda vez do skate nos Jogos Olímpicos, e foi a segunda final do park masculino com três brasileiros. Em Tóquio 2020, edição realizada em 2021, Pedro Barros levou a prata em uma disputa que também contou com Luiz Francisco (4º lugar) e Pedro Quintas (8º).

A equipe de skate do Brasil termina a participação nas Olimpíadas de Paris com duas medalhas. Assim como Augusto Akio, Rayssa Leal conquistou o bronze no street feminino – a Fadinha e o surfista Gabriel Medina prestigiaram a final do park masculino.

Paris 2024: Isaquias Queiroz garante vaga direta na semifinal da canoagem

Isaquias Queiroz está nas semifinais do C1 1000m em Paris 2024

Isaquias Queiroz deu o primeiro passo em busca do bicampeonato olímpico na prova do C-1 1000m nos Jogos Olímpicos de Paris. Nesta quarta-feira (7), o brasileiro ficou em segundo lugar na qualificatória e garantiu vaga direta na semifinal.

A colocação foi boa também para poupar fisicamente Isaquias. O brasileiro evitou de disputar a bateria das quartas de final da canoagem. A bateria foi vencida por Martin Fuksa, da República Tcheca.

Isaquias não tem mais competições nesta quarta-feira. O brasileiro voltará às águas nesta quinta-feira (8) para a disputa do C-2 500m ao lado de Jacky Goldman.

O canoísta vai em busca da quinta medalha olímpica da carreira. Isaquias soma um ouro (C-1 1000m em Tóquio 2020), duas pratas (C-1 1000m e C-2 100m na Rio 2016) e um bronze (C-1 200m também em 2016).

Repescagem

Outros dois brasileiros disputaram provas nesta quarta-feira na Canoagem dos Jogos Olímpicos. Ana Paula Vergutz (K-1 500m) ficou em sexto lugar na eliminatória e vai disputar as quartas de final.

Vagner Souta disputou a prova do K-1 100m. O brasileiro ficou na quarta posição na bateria e também tentará vaga na semifinal nas quartas de final.

Paris 2024: Brasileiros avançam para a final do skate park

Brasileiros estão na final do skate park

O brasileiro Pedro Barros, Luigi Cini e Augusto Akio estão na final do Skate Park masculino. Foi realizada na manhã desta quarta-feira (7), a fase classificatória da modalidade e todos se classificaram para a decisão.

Pedro Barros está em sua segunda olimpíada, enquanto Luigi e Augusto estão estreando na competição

O skatista Pedro Barros, foi medalha de prata em Tóquio 2020, sendo o brasileiro mais consolidado presente em Paris 2024. Ele se classificou na terceira bateria na 6ª posição com nota de 89,24.

Na mesma bateria, Augusto Akio, o Japinha, também esteve presente na mesma bateria de Pedro e teve um bom desempenho. Com nota de 88,98, ele avançou a final no limite, na 8ª posição.

Por fim, na última bateria esteve Luigi Cini. O paranaense teve um bom desempenho em sua estreia olímpica e garantiu a 7ª posição. Ele ficou entre Pedro e Japinha com nota de 89,10.

A decisão está marcada para às 12h30 (horário de Brasília), nesta quarta-feira (7).

Paris 2024: Brasil perde para o supertime dos EUA nas quartas de final do basquete masculino

Brasil enfrentará os Estados Unidos nas quartas de final do basquete  masculino em Paris 2024 - TV Pampa

Nas quartas de final do basquete, o supertime dos Estados Unidos estava no caminho do Brasil.

Uma transformação completa em 24 horas. Após ser o palco da vitória de Rebeca Andrade sobre Simone Biles na final do solo, a Arena Bercy recebeu outro Brasil e Estados Unidos. Só que pelo basquete. Missão ainda mais difícil para os brasileiros.

A seleção brasileira esteve à frente no placar no início. A vantagem acabou com um 1m20seg de jogo. LeBron James regia uma orquestra de contra-ataques imparáveis.

No segundo quarto, o Brasil ameaçou reagir com Marcelinho Huertas. Lucas Dias diminuiu a vantagem para 8 pontos. A torcida francesa acreditou no Brasil. Mas reacendeu o desejo dos Estados Unidos por pontos – muitos pontos: 122 a 87 para os americanos.

Aos 41 anos de idade, após mais de duas décadas de serviços prestados à seleção, a última partida de Marcelinho Huertas pelo Brasil.

“Um jogo que vai ser lembrado. Jogar contra a seleção americana, com o time que eles vieram… Eu vou lembrar para sempre desse dia”, diz Marcelinho Huertas, armador do Brasil.

Esse foi o 10º jogo do Brasil contra os Estados Unidos em torneios olímpicos de basquete. E a seleção brasileira segue sem vencer. Em partidas assim, o que vale é deixar uma boa impressão. O Bruno Caboclo, pivô brasileiro, conseguiu: cestinha do jogo com 30 pontos.

O armador americano Antony Edwards disse que o Caboclo é bom demais, que não o conhecia e ficou impressionado.

“Sou muito grato pelos elogios. Mas sou um jogador que vai continuar trabalhando, sempre tento melhoras todos os anos. E ter esses momentos aqui com a seleção brasileira, não tenho palavras para explicar”, afirma Bruno Caboclo, pivô do Brasil.

Olimpíadas 2024: Brasil perde para Noruega nas quartas e é eliminado no handebol feminino

Brasil x Noruega - handebol Paris 2024 — Foto: Sameer AL-DOUMY / AFP

Assim como nas Olimpíadas do Rio, em 2016, quando a seleção feminina de handebol foi eliminada nas quartas de final, o Brasil perdeu mais uma vez nas fases decisivas. Agora, em Paris, na França, as brasileiras foram derrotadas pela Noruega por 32 a 15, uma das seleções favoritas ao ouro, e se despediram dos Jogos.

Essa é a sétima Olimpíada disputada pela seleção do Brasil, que buscava uma medalha inédita. Na última edição, em Tóquio 2020, as leoas foram eliminadas ainda na fase de grupos. As norueguesas, donas de sete medalhas olímpicas, vão enfrentar a Dinamarca na semifinal.

Para chegar nas quartas de final, as brasileiras precisaram superar o grupo B da competição vencendo a Espanha logo na partida inicial. Apesar do bom início, as três partidas seguintes foram derrotas, para Hungria, França e Holanda. No último jogo da fase de grupos, no entanto, a vitória arrasadora contra Angola garantiu o país na disputa contra a Noruega em busca de uma classificação inédita à semifinal.

Nas quartas de final, a partida contra a Noruega foi dura. As adversárias não deram espaço para o Brasil desde o início do jogo e avançaram à semifinal dos Jogos Olímpicos com facilidade. Por pouco, as leoas não igualaram o melhor resultado da história do país nas Olimpíadas – quando terminaram em 5º lugar no Rio 2016. Desta vez, a seleção feminina fechou a participação com a sétima colocação.

Paris 2024: seleção feminina de futebol vence a potência espanhola por 4 a 2 e vai para final

A seleção Brasileira feminina de futebol uma das principais favoritas, a Espanha, e garantiu medalha na classificação para a final.

O Brasil que entrou em campo era uma versão desfalcada de jogadoras importantes. Sem Marta, suspensa, e sem as laterais Antônia e Tamires, que se machucaram durante as Olimpíadas. E do outro lado estava simplesmente a atual campeã da Copa do Mundo.

Na semifinal em Marselha, a Espanha era favorita. Mas não esperava encontrar uma marcação tão forte. Aos cinco minutos, erro das espanholas e gol brasileiro. Pressionada pela atacante Priscila, a goleira Cata Coll se atrapalhou e a bola ainda resvalou na Priscila antes de bater na capitã Paredes e entrar.

Essa desvantagem tão cedo não estava no script das espanholas. Quando elas conseguiam encaixar uma troca de passes, aparecia uma brasileira para tirar. Nem mesmo Aitana, eleita a melhor jogadora do mundo na última temporada, furava a defesa.

E o Brasil teve as melhores chances no primeiro tempo. Priscila, a caçula da Seleção com 19 anos, perdeu cara a cara. Só que, depois do cruzamento da Yasmin, não teve perdão. Gabi Portilho: 2 a 0.

No segundo tempo, a Espanha esboçou reação. Mas a marcação do Brasil continuava precisa. Depois do desarme, Yayá fez o lançamento. Priscila avançou e, quando entrou na área, tocou para a Adriana. A primeira tentativa foi no travessão. A bola voltou para uma segunda chance, e a Adriana fez 3 a 0.

Aos 39 do segundo tempo, o lance que acabou em gol contra de Duda Sampaio reanimou a Espanha. As espanholas ainda assustaram o Brasil em pelo menos duas oportunidades.

Então, em mais um desarme brasileiro, Kerolin marcou o quarto. O gol da classificação para a final. Paralluelo descontou no fim dos acréscimos: 4 a 2 para a seleção brasileira.

O Brasil volta a disputar uma final olímpica depois de 16 anos. A decisão vai ser contra a seleção dos Estados Unidos, que passou pela Alemanha na semifinal. As americanas deixaram as brasileiras com duas medalhas de prata: em Atenas 2004 e em Pequim 2008. E a seleção espera que, desta vez, venha o ouro inédito.

O próximo encontro está marcado para sábado (10), em Paris.

“É difícil de acreditar, assim, de cair a ficha, porque todo mundo sonha em estar em um momento como esse”, diz Angelina, meio-campo da seleção.

“Elas são merecedoras. Não só esse grupo, mas o futebol feminino brasileiro, que eu sempre acreditei. E a gente vai agora focar para buscar a de ouro, que é a que interessa”, afirma o técnico da seleção, Arthur Elias.

“Estou muito feliz. Acho que é a alegria de todo o grupo. A gente chegou por todo o Brasil. Vamos juntos!”, vibra Vitória Yayá, meio-campo da seleção.

Paris 2024: Dora Varella está na final do Skate Park feminino

Dora Varella está na final do Skate Park em Paris 2024

A brasileira Dora Varella está na final do Skate Park feminino. Foi realizada na manhã desta terça-feira (6), a fase classificatória da modalidade e ela se classificou para a decisão ao ficar na 8ª posição. Ela está na sua segunda olimpíada.

A brasileira esteve presente na última bateria e indiretamente, acabou eliminando as também brasileiras Isadora Pacheco e Raicca Ventura que ficaram na 9ª e 12ª posição respectivamente.

Dora Varella teve sua melhor nota na segunda volta, atingindo a média de 82,29, se colocando na 8ª posição. As atletas de sua bateria não superaram a melhor nota da brasileira que garantiu a vaga na final.

A decisão está marcada para às 12h30 (horário de Brasília), nesta terça-feira (6). Na última olimpíada em Tóquio 2020, Dora Varella ficou na 7ª posição.

Paris 2024: Brasileiro bate recorde sul-americano e vai à final do lançamento de dardo

Luiz Maurício da Silva, atleta do lançamento de dardo

A manhã desta terça-feira (6) começou promissora para o atletismo brasileiro (6) nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Isso porque Luiz Maurício da Silva alcançou 85,91m no lançamento de dardo, bateu o recorde sul-americano e avançou à final.

Curiosamente, Luiz Maurício era dono do recorde anterior: 85,57m. O resultado atingido foi suficiente para que o brasileiro vá à decisão com o sexto melhor desempenho. O campeão em Tóquio 2020, o indiano Neeraj Chopra, com 89,34m, liderou a classificatória.

Foi uma prova fantástica, comecei tendo alguns erros, mas, já no segundo lançamento, eu vi que foi bom. No terceiro, eu consegui a vaga, a qualificação, isso não tem explicação. Competi com os melhores, que eu assistia pela televisão e agora estou na final junto com eles. Agora é voltar para a Vila Olímpica, terminar a preparação e entregar 100% na final, para que eu possa ultrapassar esse recorde, que é o sul-americano, e ver o que vai acontecer”, avaliou Luiz Maurício.

Por outro lado, o também brasileiro Pedro Henrique Rodrigues conseguiu apenas 79,46m, ficou no 19º lugar e não avançou de fase. A disputa por medalhas no lançamento de dardo está prevista para começar às 15h25 de quinta-feira (8).

Vôlei: Brasil vence a República Dominicana e se classifica à semifinal

Brasil se classificou para a semifinal da Olimpíada de Paris

A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei venceu a República Dominicana nesta terça-feira (6) por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/13 e 25/17, na Arena Paris Sul, e se classificou para a semifinal da Olimpíada de Paris.

Agora, a equipe do técnico José Roberto Guimarães enfrentará na próxima fase Polônia ou Estados Unidos. O duelo entre essas seleções acontece também nesta terça, às 12h (de Brasília).

O Brasil encontrou facilidade para superar as dominicanas, em partida que durou 1h05. Gabi foi a melhor pontuadora da Seleção Brasileira, com 20 pontos.

As brasileiras buscam voltar ao lugar mais alto do pódio depois de ficar com a prata em Tóquio 2020, justamente contra os Estados Unidos, que podem ser as adversárias do Brasil na semifinal em Paris.

Paris 2024: Brasileiro vence repescagem e vai à semifinal nos 100m com barreiras

Rafael Pereira, barreirista brasileiro

Além da ida de Luiz Maurício da Silva à final do lançamento de dardo, o atletismo brasileiro conseguiu outro resultado importante na manhã desta terça-feira (6). Rafael Pereira venceu a repescagem que disputou e foi à semifinal dos 110m com barreiras dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 com tempo de 13s54.

As semifinais dos 110m com barreiras masculino serão disputadas a partir das 14h05 desta quarta-feira (7), enquanto a final está prevista para começar às 16h45 de quinta-feira (8).

“Estava muito concentrado e vim buscar minha classificação em primeiro. Tive uma falha muito grande na nona barreira. Ia ganhar fácil a prova, mas perdi muito tempo. Mesmo assim consegui sair daqui com o objetivo que eu vim que era buscar a classificação”, avaliou.

Além disso, Tiffany Marinho fez a repescagem dos 400m rasos em 52s32 e não avançou às semifinais. Além disso, Eliane Martins (23ª) e Lissandra Maysa Campos (31ª e última) foram eliminadas na fase classificatória do salto em distância.

“Claro que a gente não consegue dizer que está satisfeita, porque eu acho que atleta sempre quer algo a mais, mas estou contente com a minha participação. Foi um ano difícil para mim, tanto psicologicamente como fisicamente. Foi uma vitória estar aqui, conseguir competir. Espero que Los Angeles 2028 seja muito melhor e que a gente venha com bastante força”, disse Tiffany Marinho.

É PRATA: Tatiana Weston-Webb fatura primeira medalha do surfe feminino para o Brasil

Dia 5 de agosto de 2024, data para ficar guardada na memória dos brasileiros. Em Teahupoo, a 15 mil km de Paris, Tatiana Weston-Webb e Gabriel Medina subiram no pódio, nesta segunda-feira. É a primeira vez que o país conquista duas medalhas no surfe nas Olimpíadas. A brasileira perdeu a final contra a Caroline Marks com um toque de drama nos últimos segundos da disputa, e faturou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos. Tati precisava de apenas de 4.68 para virar e garantir o ouro, mas os juízes deram 4.50. Foi por pouco. Para completar o time Brasil entre os melhores do mundo no esporte, Gabriel Medina venceu o peruano Alonso Correa e conquistou a medalha de bronze.

Pela segunda vez na história, o surfe é disputado nos Jogos Olímpicos. Na primeira edição, em Tóquio, Italo Ferreira levou a medalha de ouro. Nos Jogos de Paris, Brasil começou com seis surfistas, e dois deles faturaram pódio em Teahupoo, na Polinésia Francesa.

Gabriel Medina sofreu com as condições do mar na semifinal, mas se recuperou na disputa pelo bronze contra o peruano Alonso Correa. Tatiana Weston-Webb entrou na última bateria do dia. Na disputa pelo ouro, a brasileira enfrentou a campeã mundial da última temporada do Circuito Mundial de Surfe. O mar não ofereceu muitas oportunidades as surfistas, e Caroline Marks faturou o ouro. Tati levou a prata para casa, a primeira medalha brasileira no feminino.