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EUA e Israel concordam em fazer plano de ajuda humanitária para civis em Gaza, diz Blinken

Os Estados Unidos e Israel “concordaram em desenvolver um plano que permitirá que a ajuda humanitária das nações doadoras e das organizações multilaterais chegue aos civis em Gaza”, anunciou o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, nesta terça-feira (17) em Tel Aviv, no horário local.

“É fundamental que a ajuda comece a chegar em Gaza o mais rapidamente possível”, destacou Blinken em declarações em um edifício diplomático dos EUA em Tel Aviv.

O principal diplomata americano observou que o país compartilha “a preocupação de Israel de que o Hamas possa confiscar ou destruir o que entrará em Gaza ou impedir a assistência de chegar às pessoas que necessitam”.

“Se o Hamas impedir de alguma forma que a assistência humanitária chegue aos civis, inclusive apreendendo a própria ajuda, seremos os primeiros a condenar [a ação]. E trabalharemos para evitar que isso aconteça novamente”, destacou.

O secretário afirmou ainda que o acordo para o desenvolvimento do plano foi feito a pedido dos EUA, e que eles “saúdam o compromisso do governo de Israel em trabalhar neste plano”.

Em Tel Aviv, secretário de Estado dos EUA e premiê de Israel são levados a bunker por risco de ataque

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foram levados a um bunker nesta segunda-feira (16) por risco de ataque.

Os dois estavam em reunião em Tel Aviv quando sirenes de alerta de ataques soaram.

Segundo o porta-voz do governo dos EUA, Blinken e Netanyahu ficaram apenas por cinco minutos em um abrigo e, depois desse tempo, autoridades constataram se tratar de um alarme falso, e as sirenes foram desativadas. Ambos passam bem, segundo o porta-voz.

As sirenes de Tel Aviv vêm sendo acionadas diariamente desde o início da guerra entre Israel e Hamas, há dez dias, mas, até agora, a cidade tem sido poupada de ataques.

O grupo terrorista já afirmou ter lançado foguetes contra o aeroporto de Tel Aviv. Israel nega.

Israel dará fuzis a civis para defender cidades, afirma polícia

A polícia de Israel anunciou, nesta segunda-feira (16), que começará a armar civis para acelerar a resposta em caso de ataque ou situação de crise nas cidades. O país está em guerra com o grupo Hamas, que fica baseado na Faixa de Gaza.

O chefe da polícia, Kobi Shabtai, e o ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, “decidiram ampliar as unidades de participantes de urgência sob o patrocínio da polícia em todas as cidades”, segundo um comunicado.

As 347 novas unidades estarão compostas de “13.200 civis voluntários nas fileiras da polícia, que serão recrutados e receberão um fuzil e equipamentos de proteção”, diz a nota.

Há anos, as localidades nas fronteiras de Israel dispõem desse tipo de unidade. Elas são compostas por veteranos do Exército que recebem armas e formação e atuam, em caso de ataques e situações de emergência, de maneira coordenada com o Exército e a polícia.

Biden alerta Israel contra possível ocupação de Gaza: “Um grande erro”

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou Israel contra uma potencial ocupação da Faixa de Gaza, em um dos apelos públicos mais notáveis, enquanto os israelenses respondem aos ataques terroristas deste mês feitos pelo Hamas.

Em uma entrevista ao “60 Minutes”, da CBS, que foi ao ar no domingo (15), Biden disse que seria um “grande erro” Israel ocupar Gaza. Israel tem sinalizado que está se preparando para uma invasão terrestre na Faixa de Gaza, mesmo quando uma crise humanitária cresce dentro do enclave costeiro palestino.

Biden pediu proteção dos civis, e os EUA têm trabalhado para aliviar a escassez de alimentos, água e gás.

“O que aconteceu em Gaza, na minha opinião, é o Hamas, e os elementos extremistas do Hamas não representam todo o povo palestino”, disse Biden ao jornalista Scott Pelley.

Biden disse acreditar que o grupo radical islâmico Hamas deveria ser totalmente eliminado, “mas é preciso haver uma autoridade Palestina. É preciso que tenha um caminho para um Estado Palestino”.

Os comentários representam uma das poucas vezes em que o presidente dos EUA apelou a Israel para fazer ter alguma restrição na resposta aos ataques terroristas do Hamas, que deixaram 1,4 mil mortos.

Em resposta, Israel lançou uma campanha de bombardeio massivo na região norte da Faixa de Gaza, a partir da qual o Hamas lançou o ataque terrorista.

Michael Herzog, o embaixador israelense nos Estados Unidos, disse a Jake Tapper, da CNN, no domingo, que Israel não pretende ocupar Gaza após o fim do conflito.

Israel nega existência de acordo para cessar-fogo para retirada de estrangeiros de Gaza

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negou a existência de um acordo para trégua temporária em Gaza para permitir a retirada de estrangeiros da região.

A agência Reuters havia informado, com base em duas fontes de segurança egípcias, que Egito, Israel e Estados Unidos tinham concordado com o cessar-fogo e a reabertura da fronteira em Rafah.

“Atualmente, não há trégua e ajuda humanitária em Gaza em troca da retirada de estrangeiros”, disse um comunicado do gabinete de Netanyahu.

O chefe do gabinete de comunicação do Hamas, Salama Marouf, afirmou não ter recebido nenhuma informação do Egito sobre o plano de abrir a fronteira.

Segundo a Reuters, o acordo estava previsto para valer a partir das 9h no horário local (3h, no horário de Brasília) desta segunda-feira (16). Mas fontes da agência em Al-Arish afirmaram que a fronteira permanecia fechada após este horário.

A Reuters informou que o cessar-fogo coincidiria com a reabertura da passagem na fronteira de Rafah, no sul de Gaza, com a Península do Sinai, no Egito. E que os três países tinham concordado em manter a fronteira egípcia com Rafah aberta até as 17h no horário local (11h, de Brasília).

A Embaixada dos Estados Unidos de Israel não se manifestaram, de acordo com a agência. O acordo permitiria a saída de cidadãos estrangeiros de Gaza e a chegada de ajuda humanitária ao território palestino.

O chanceler egípcio, Sameh Shoukry, disse nesta segunda que o governo de Israel não tomou nenhuma posição desde que a guerra começou para que a fronteira de Gaza fosse reaberta.

Sem espaço nos cemitérios, corpos de palestinos são armazenados em caminhões de sorvete em Gaza

As autoridades de saúde na Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, estão armazenando os corpos dos palestinos mortos pelos ataques aéreos israelitas em caminhões refrigerados de sorvete. A medida foi tomada devido ao risco eminente ao transportá-los para os hospitais e a falta de espaço nos cemitérios locais.

O conflito entre Israel e Palestina teve início após terroristas do grupo Hamas iniciarem um ataque sem precedentes contra o território israelense. Israel declarou guerra ao grupo terrorista, e bombardeios entre os dois lados continuam desde então.

“O necrotério do hospital só pode receber 10 corpos, por isso, trouxemos freezers das fábricas de sorvete para armazenar o grande número de mártires”, disse o Dr. Yasser Ali, do hospital Shuhada Al-Aqsa, em Deir Al-Balah.

Os caminhões refrigerados, cujas laterais ainda exibem imagens publicitárias de crianças sorridentes saboreando casquinhas de sorvete, normalmente são utilizados para fazer entregas em supermercados. Agora, são necrotérios improvisados ​​para vítimas da guerra devastadora entre o Hamas e o exército israelita.

Neste domingo (15), os militares israelenses disseram que ainda permitiriam que os habitantes de Gaza evacuarem para o sul antes de um esperado ataque terrestre em retaliação aos ataques de oito dias atrás por homens armados do Hamas, que mataram 1.300 pessoas em Israel.

Segundo as autoridades em Gaza, os ataques aéreos israelenses mataram mais de 2. 400 pessoas, sendo que 1/4 delas são crianças. Até o momento, o conflito soma 3,8 mil mortes.

Com quase 10 mil feridos, os hospitais da região estão com falta de suprimentos e lutando para lidar com o número crescente de feridos.

“Mesmo com estes congeladores, o número (de mortos) excede a capacidade deste necrotério principal do hospital, e dos alternativos, e entre 20 e 30 corpos também estão sendo mantidos em tendas”, disse Ali, ao abrir as portas dos caminhões para mostrar os corpos cobertos de lençóis brancos.

Reserva de combustível dos hospitais de Gaza devem durar mais 24 horas, diz ONU

As reservas de combustível dos hospitais da Faixa de Gaza deverão durar apenas mais 24 horas, disse o escritório humanitário das Nações Unidas (OCHA) neste domingo (15).

“O desligamento dos geradores de reserva colocaria em risco a vida de milhares de pacientes”, disse o OCHA em seu site.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha alertou na quinta-feira (12) que os hospitais em Gaza “correm risco de se transformarem em necrotérios” à medida que ficam sem energia.

A crise humanitária está se agravando rapidamente em Gaza, onde agências humanitárias e autoridades de Saúde relatam que centenas de milhares de pessoas foram deslocadas devido à escassez de alimentos, água e eletricidade, o que pressiona ainda mais as instalações médicas.

Segundo representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para o estado da Palestina, Dominic Allen, há 50 mil mulheres grávidas em Gaza, que vem enfrentando um “pesadelo” com o conflito.

“O próprio sistema de saúde em Gaza é crítico. Está sob ataque, à beira do colapso e as grávidas que nos preocupam seriamente não têm para onde ir. Eles estão enfrentando desafios impensáveis”, disse Allen em entrevista à CNN neste domingo (15).

Conflitos entre Israel e Hezbollah se intensificam na fronteira com o Líbano

Os combatentes libaneses do Hezbollah lançaram ataques contra postos do exército israelense e uma vila na fronteira norte no domingo (15). Israel retaliou com ataques no Líbano.

Os disparos esporádicos na fronteira Israel-Líbano durante a semana passada levantaram preocupações de que os combates com militantes do Hamas em Gaza pudessem evoluir para um conflito mais amplo.

O ataque do Hezbollah a Shtula, uma comunidade agrícola israelense, matou uma pessoa e feriu outras três, disseram o grupo e médicos israelenses. O Hezbollah também disse que atacou quartéis em Hanita, em Israel, com mísseis guiados e disse que infligiu baixas “às fileiras inimigas”.

Os militares israelenses afirmaram ter conduzido ataques no Líbano em retaliação e declararam uma zona a 4 km da fronteira libanesa fora dos limites ao acesso público. Três fontes de segurança confirmaram à Reuters que a artilharia israelense atingiu diversas áreas no sul.

O braço armado do Hamas, as Brigadas Al Qassam, disse ter disparado 20 foguetes do Líbano contra dois assentamentos israelenses.

A força de manutenção da paz das Nações Unidas, Unifil, disse que a sua sede no sul do Líbano foi atingida por um foguete, mas ninguém ficou ferido. A organização disse que estava trabalhando para determinar de onde veio o projétil.

“Continuamos a envolver-nos ativamente com as autoridades de ambos os lados, mas, lamentavelmente, apesar dos nossos esforços, a escalada militar continua”, afirmou a Unifil em comunicado.

O ministro da Defesa de Israel disse no domingo que Israel não tem interesse em travar uma guerra na sua frente norte.

“Não queremos agravar a situação”, disse o ministro da Defesa, Yoav Gallant. “Se o Hezbollah escolher o caminho da guerra, pagará um preço muito alto. Muito pesado. Mas se se conter, respeitaremos isso e manteremos a situação como está.”

O Hezbollah disse que está pronto para lutar contra Israel e que não se deixará influenciar pelos apelos dos Estados árabes e de potências estrangeiras para que fique à margem.

Fontes dizem que o Hezbollah concebeu as suas ações até agora para serem de âmbito limitado, evitando uma grande repercussão no Líbano e mantendo as forças israelenses ocupadas.

Com novo prazo esgotado, Israel prepara entrada por terra em Gaza

Esgotou neste domingo (15) o prazo final dado por Israel para que moradores do norte da Faixa de Gaza – o que inclui a Cidade de Gaza – deixem suas casas.

No sábado (14), o governo israelense anunciou uma temida operação por terra em Gaza, a ONU fala em “consequências humanitárias catastróficas”.

Mas, diante de apelos das próprias Nações Unidas, além de ONGs e da comunidade internacional, Tel Aviv prolongou o prazo e deu mais horas aos moradores.

O novo prazo se esgotou nesta manhã, e dezenas de tanques estão posicionados no sul de Israel, na entrada de Gaza.

No sábado (14), o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, visitou a área e questionou aos soldados:

“Vocês estão prontos para a nova fase?”

Enquanto isso, o sul de Gaza está perto do colapso, com milhares esperando para entrar no Egito – como os brasileiros.

As Forças de Defesa de Israel afirmaram ter executado Bilal al-Kadra, comandante da Nukhba, unidade de forças especiais do Hamas que liderou o ataque contra Israel em 7 de outubro, segundo o site israelense Haaretz.

O comandante da Nukhba foi assassinado em Khan Yunis, cidade situada no sul da Faixa de Gaza. O exército de Israel afirmou que também executou integrantes do Hamas e da Jihad Islâmica em Zeitoun e Jabalia.

700 crianças morreram em Gaza, diz Unicef

Sara Al Hattab, uma porta-voz da Unicef, disse em entrevista para a rede norte-americana CNN que 700 crianças morreram em Gaza desde o início do conflito com Israel e que 2.450 ficaram feridas.

“De acordo com os últimos relatórios das autoridades de saúde locais e da mídia, pelo menos 2.215 palestinos foram mortos, incluindo mais de 700 crianças, e mais de 8.714 pessoas ficaram feridas, incluindo mais de 2.450 crianças”.

Segundo o governo dos Estados Unidos, a idade média da população na faixa de Gaza é de 18 anos, ou seja, muitos menores de idade vivem no local.

‘Próxima fase está chegando’, diz Netanyahu em visita a militares perto de Gaza

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a “próxima fase está chegando”, durante uma visita a soldados da infantaria israelense nas proximidades da Faixa de Gaza, neste sábado (14)

Um vídeo da visita foi divulgado nas redes sociais de Netanyahu e mostra o primeiro-ministro dizendo aos militares: “Vocês estão prontos para a próxima fase? A próxima fase está chegando”.

Ele não deu mais detalhes no vídeo, que também mostrava soldados da infantaria balançando a cabeça em resposta à sua pergunta.

O Exército de Israel concentrou veículos militares nos arredores de Erez, ao norte da fronteira norte de Gaza com Israel. Com o fim do prazo para retirada do norte de Gaza, as atenções se voltam a uma possível ofensiva por terra.

Na sexta-feira, Netanyahu disse que a retaliação de Israel ao ataque do Hamas nesta semana foi “apenas o começo” e reforçou que o conflito não está próximo do fim.

Termina prazo de Israel para moradores deixarem norte da Faixa de Gaza; 1 milhão de pessoas já fugiram, diz ONU

Terminou na manhã deste sábado (14) o prazo dado por Israel para que moradores da Cidade de Gaza e todo o norte da Faixa de Gaza deixassem suas casas.

Na quinta-feira (12), o governo israelense havia anunciado um prazo de 24 horas para essa retirada. Na noite de sexta-feira (13), Tel Aviv decidiu estender esse prazo e deu mais seis horas.

As Forças Armadas de Israel ainda não haviam informado se farão agora alguma incursão na região até a última atualização desta notícia, mas bombardeios já foram registrados após o fim do prazo.

O anúncio gerou um temor de que as forças israelenses pudessem iniciar uma incursão por terra na Faixa de Gaza – o que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), terá consequências humanitárias catastróficas, dada a alta densidade demográfica do território.

O prazo e os bombardeios que Israel vem fazendo em Gaza nos últimos dias provocaram ainda um deslocamento interno sem precedentes na região.

Só na última semana, um milhão de moradores da Faixa de Gaza já tiveram de deixar suas casas, afirmou neste sábado a agência da ONU para refugiados palestinos.

O número corresponde a aproximadamente metade de toda a população da Faixa de Gaza. A agência da ONU afirmou também que quase todos os moradores de Gaza estão sem fornecimento de água.

O grande gargalo é que a maioria dessas pessoas não tem para onde ir – além da ausência de abrigos e bunkers, a única saída por terra de Gaza, pela fronteira sul com o Egito, é fechada a cidadãos palestinos.

Benjamin Netanyahu afirma que irá destruir o Hamas

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Natanyahu, afirmou nesta sexta-feira (13) que deve acabar com o grupo extremista Hamas e que a contra-ofensiva israelense está “apenas no começo”.

“Estamos atacando os nossos inimigos com uma força sem precedentes”.

Disse Netanyahu numa breve declaração transmitida pela televisão após o início do sábado judaico.

Situação em Gaza chegou a outro patamar de perigo, diz chefe da ONU

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Antonio Guterres, disse nesta sexta-feira que a situação em Gaza atingiu um “novo nível perigoso” e afirmou que está em constante contato com líderes regionais para buscar maneiras de reduzir o sofrimento.

“Precisamos de imediato acesso humanitário em toda Gaza para que possamos levar combustível, alimentos e água a todos os necessitados. Até as guerras têm regras”, disse ele a jornalistas. A declaração foi divulgada pela agência de notícias Reuters.

Gueterres disse ainda que o direito humanitário internacional deve ser respeitado e mantido, assim como a proteção aos civis, que não podem ser “usados como escudos”.

Ele também ordenou que todos os reféns em Gaza sejam libertos imediatamente.

Reuters confirma morte do cinegrafista Issam Abdallah durante bombardeio no sul do Líbano.

Leia a nota oficial da agência de notícias:

“Estamos profundamente tristes ao saber que nosso cinegrafista, Issam Abdallah, foi morto. Issam fazia parte de uma equipe da Reuters no sul do Líbano que realizava uma transmissão ao vivo.

Estamos urgentemente atrás de mais informações, trabalhando com as autoridades da região e apoiando a família e os colegas de Issam. Nossos pensamentos estão com sua família neste momento terrível.

Os jornalistas da Reuters Thaer Al-Sudani e Maher Nazeh também sofreram ferimentos e estão sob cuidados médicos. Nossos pensamentos estão com suas famílias neste momento terrível”.