
O príncipe Harry perdeu uma contestação na Justiça contra uma decisão do governo britânico de retirá-lo da proteção de segurança no Reino Unido, que é financiada pelos contribuintes, depois que ele abandonou os deveres reais.
Harry entrou com uma ação legal contra o Ministério do Interior depois que este decidiu, em fevereiro de 2020, que ele não receberia mais o “mesmo grau” de proteção quando estivesse no país.
Durante uma audiência em dezembro, os advogados de Harry argumentaram que a decisão significava que ele seria “destacado” e tratado “menos favoravelmente”, informou a agência de notícias britânica PA Media.
De acordo com a agência de notícias, seus advogados também citaram a falha em considerar o impacto na reputação do Reino Unido de um “ataque bem-sucedido” a Harry, que mora com sua esposa Meghan na Califórnia desde julho de 2020, após sua decisão de deixar o cargo de membro sênior da realeza.
Mas o tribunal decidiu que a decisão era justificada e “não prejudicada por injustiça processual”.
Após a decisão, um porta-voz do Ministério do Interior disse: “Estamos satisfeitos que o tribunal tenha decidido a favor da posição do governo neste caso e estamos considerando cuidadosamente os nossos próximos passos”, informou a PA Media.
“Seria inapropriado comentar mais”, completou.
O duque de Sussex tem falado abertamente sobre a segurança de sua família, muitas vezes fazendo comparações entre o tratamento de sua esposa e o enfrentado por sua mãe, Diana.
A falecida princesa de Gales morreu, em 1997, após sofrer ferimentos internos resultantes de um acidente de carro em alta velocidade em Paris.






