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Alberto Fernández decreta feriado nacional na Argentina após ataque contra Cristina Kirchner

O presidente argentino, Alberto Fernández, declarou feriado nacional nesta sexta-feira (2), após a tentativa de assassinato da vice Cristina Kirchner. O ataque foi cometido por um brasileiro motorista do Uber, radicado em Buenos Aires.

Fernández classificou o episódio como “o mais grave desde 1983, quando o país voltou a ser uma democracia”.

“Decidi declarar feriado nacional para que, em paz e harmonia, o povo argentino possa expressar-se em defesa da vida, da democracia e solidarizar-se com nossa vice-presidente”, anunciou Alberto Fernández durante um pronunciamento em rede nacional.

Na manhã desta sexta, o chefe de gabinete da Casa Rosada (a sede da presidência da Argentina), Juan Manzur, convocou uma reunião de ministros.

“Hoje mais do que nunca temos a obrigação e a responsabilidade de defender a democracia, o diálogo, o consenso e a paz social”, declarou Manzur em uma rede social na noite de ontem.

Fernando André Sabag Montiel, brasileiro, de 35 anos, radicado na cidade de Buenos Aires, apontou uma pistola a poucos centímetros do rosto da vice-presidente, Cristina Kirchner. O ataque aconteceu por volta das 21h desta quinta (1º), quando ela saudava um grupo de militantes na frente de sua residência. A arma chegou a ser engatilhada, mas o tiro falhou.

“Estamos diante de um fato com uma gravidade institucional e humana extrema. Atentaram contra a nossa vice-presidente e a paz social foi alterada”, afirmou o presidente, acrescentando que “este atentado merece o mais enérgico repúdio de toda a sociedade argentina e de todos os setores políticos”.

Alberto Fernández atribuiu o atentado “ao discurso de ódio que tem sido espalhado a partir de espaços políticos, judiciais e midiáticos”.

“Cristina está viva porque, por alguma razão ainda não confirmada tecnicamente, a arma que tinha cinco balas não disparou apesar de ter sido engatilhada”, descreveu Alberto Fernández.

Fernando Montiel aparece de gorro preto entre os militantes que aguardavam a chegada de Cristina Kirchner em frente à sua casa, no bairro de La Recoleta. O brasileiro estica o braço esquerdo e aponta a pistola na altura da cabeça da ex-presidente. Também é possível ouvir o gatilho antes do disparo.

Cristina Kirchner, ao ver a arma, chega a se abaixar. A vice-presidente fica um pouco desnorteada, mas continua a assinar livros, a tirar fotos e a cumprimentar a militância.

Os seguranças de Cristina Kirchner conseguiram deter o agressor com a ajuda dos militantes. Em seguida, o brasileiro foi preso.

Brasileiro é motorista do Uber

Fernando Sabag Montiel, conhecido nas redes sociais como Fernando Salim, nasceu em 13 de janeiro de 1987, trabalha como motorista de Uber e tem antecedentes por porte de arma ilegal não-convencional em 17 de março de 2021. Ele foi flagrado com um facão de 35 cm “para a sua segurança pessoal”, alegou o brasileiro residente no bairro de La Paternal, em Buenos Aires.

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Gasolina da Petrobras fica mais barata nas refinarias a partir de hoje

A gasolina fica mais barata para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (2): o preço do litro vendido pela Petrobras passa de R$ 3,53 para R$ 3,28 por litro, uma redução de R$ 0,25 por litro – uma queda de 7,08%.

Os preços dos demais combustíveis não foram alterados.

A última alteração no preço da gasolina havia sido em 16 de agosto. Já o preço do litro do diesel vendido às refinarias segue em R$ 5,19 desde 12 de agosto.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz a estatal em nota.

Preços nas bombas

Pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostra que os preços da gasolina, do diesel e do etanol voltaram a recuar nos postos de combustíveis na última semana.

De acordo com o levantamento da ANP, o preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 5,4 para R$ 5,25, uma diminuição de 2,8%. Trata-se do menor patamar desde a semana encerrada em 27 de fevereiro do ano passado (R$ 5,17). O valor máximo encontrado nos postos foi R$ 7,00.

A Petrobras esclarece que, com a nova redução para as distribuidoras, e considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da petroleira no preço ao consumidor passará de R$ 2,57, em média, para R$ 2,39 a cada litro vendido na bomba.

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Ricardo Salles atropela motociclista ao deixar universidade em meio a protesto em SP

Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente do governo de Jair Bolsonaro, atropelou e derrubou a moto de um entregador após sair de uma universidade na Zona Sul de São Paulo, na noite desta quinta-feira (1°). O motociclista estava ao lado e quase foi atingido.

Salles, que é candidato à Câmara dos Deputados, esteve na universidade ESPM para participar de um evento. Na saída, foi alvo de protesto de estudantes.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o a moto é derrubada.

O motociclista ia sentar no banco quando a motocicleta é atropelado pelo veículo do político, que acelera e sai sem prestar socorro.

Nesta sexta (2), o ex-ministro postou uma imagem de seu carro com o vidro quebrado.

Quando ele deixa o local, porém, no momento em que a moto é derrubada, é possível ver o vidro do carro intacto.

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Brasileiro é detido após tentar assassinar Cristina Kirchner na Argentina

Um homem foi detido na noite desta quinta-feira (1°) após tentar assassinar Cristina Kirchner, vice-presidente da Argentina, em Buenos Aires. Segundo o ministro da Segurança, Aníbal Fernández, o homem seria Fernando Andrés Sabag Montiel, um brasileiro de 35 anos.

A arma teria falhado e a vice-presidente não foi ferida. O atentado aconteceu quando Kirchner acenava para apoiadores na frente de sua casa, no bairro da Recoleta. A motivação do atentado é desconhecida.

Segundo o jornalista Ariel Palácios, da GloboNews, o brasileiro circulava no meio do grupo de militantes kirchneristas que desde a semana passada ficavam na porta do prédio onde reside a vice-presidente. Pouco antes do atentado, as pessoas ao redor perceberam a movimentação estranha.

No momento da tentativa de assassinato, ele levanta a mão esquerda, que está com a arma, e tenta atirar. No vídeo, é possível ver que ele chega a engatilhar a pistola, que falha. A Polícia Federal argentina, que estava cuidando da segurança de Cristina, o deteve rapidamente.

Cristina conta com uma equipe de segurança de 100 policiais federais que, segundo Palacios, é o maior esquema de segurança de toda a História argentina.

“Meu absoluto repúdio ao ataque sofrido por Cristina Kirchner, que felizmente não teve consequências para a vice-presidente. Este fato gravíssimo exige um esclarecimento imediato e profundo por parte do sistema de justiça e das forças de segurança”, disse Mauricio Macri, ex-presidente da Argentina, no Twitter.

O “Clarín” também afirma que o agressor tem antecedentes criminais. Em 2021, ele recebeu uma advertência da justiça argentina por porte de arma ilegal em sua casa, situada no bairro de La Paternal, em Buenos Aires. Na ocasião, ele alegou que a arma era para sua defesa pessoal.

Registos comerciais mostram que Sapag Montiel está registrado como motorista de aplicativo e tem um carro em seu nome.

Esta reportagem está em atualização.

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Datafolha: 52% dizem não votar em Bolsonaro de jeito nenhum, contra 39% de Lula

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mediu a rejeição entre os presidenciáveis. O levantamento aponta que 52% não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro (PL) para presidente da República; a rejeição a Lula (PT) é de 39%.

Ciro Gomes (PDT) aparece em 3º, com 24% de rejeição. Roberto Jefferson (PTB), que teve o registro da candidatura negado pelo TSE nesta quinta, vem em seguida com 20%.

Em relação ao levantamento passado, Bolsonaro oscilou um ponto para cima e Lula oscilou dois pontos para cima. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Lula, no entanto, aparece em uma trajetória ascendente no quesito rejeição. Desde maio deste ano, ele passou de 33% para 39% neste mês.

Bolsonaro, por sua vez, chegou a 55% de rejeição em junho, depois caiu para 51% em agosto e agora está com 51%.

A pesquisa ouviu 5.734 pessoas, entre 30 de agosto e 1º de setembro, em 285 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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Datafolha: Governo Bolsonaro é aprovado por 42% e reprovado por 31%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, aponta que 42% dos brasileiros reprovam o governo de Jair Bolsonaro (PL). Os que aprovam são 31% e os que consideram regular são 27%.

Em relação à pesquisa passada, divulgada em 18 de agosto, as avaliações positiva e regular oscilaram um ponto para cima, enquanto a negativa oscilou um ponto para baixo. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números aferidos neste levantamento, no entanto, são positivos para o atual presidente, quando comparados com dados do fim do ano passado. Em 16 de dezembro de 2021, por exemplo, os que consideram o governo ruim ou péssimo eram 53% e os que consideravam ótimo ou bom eram 22%.

Metade dos brasileiros não confia no presidente
O Datafolha divulgado nesta quinta também aponta que metade dos brasileiros não confia no que o presidente fala. Os que confiam às vezes são 30% e os que confiam sempre são 19%.

Em relação à pesquisa anterior, os números apenas oscilaram. Bolsonaro, no entanto, tem um desempenho hoje melhor do que o que tinha no final do ano passado, quando 60% dos entrevistados disseram nunca confiar no mandatário.

A pesquisa ouviu 5.734 pessoas, entre 30 de agosto e 1º de setembro, em 285 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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Datafolha: Lula tem 53% no segundo turno, e Bolsonaro, 38%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, aponta que o ex-presidente Lula (PT) venceria o presidente Jair Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno.

Lula: 53% (eram 54% na pesquisa Datafolha de 18 de agosto)
Bolsonaro: 38% (eram 37% na pesquisa anterior)

Segundo o instituto, Lula tem 53% dos votos, enquanto Bolsonaro tem 38%. Os que dizem votar branco ou nulo são 8% e os que não sabem 1%.

Em relação à última pesquisa, divulgada em 18 de agosto, Lula oscilou um ponto para baixo e Bolsonaro oscilou um ponto para cima. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O Datafolha divulgado nesta quinta indica também que Lula está na frente de Bolsonaro no primeiro turno. O petista tem 45% da intenção de votos, enquanto o atual presidente tem 32%.

A pesquisa ouviu 5.734 pessoas, entre 30 de agosto e 1º de setembro, em 285 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022.

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Datafolha: Lula oscila de 47% para 45%, Bolsonaro mantém 32%, Ciro vai a 9% e Tebet sobe para 5%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) tem 9% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 18 de agosto, Lula oscilou dois pontos para baixo, Bolsonaro se manteve estável, Ciro oscilou dois pontos para cima e Tebet cresceu três pontos percentuais –ela foi a única dos quatro candidatos a variar para além da margem de erro.

A pesquisa ouviu 5.734 pessoas em 285 municípios entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022.

Foi a primeira pesquisa Datafolha após o debate presidencial do último domingo, pelo grupo Bandeirantes, Folha de S. Paulo, UOL e TV Cultura.

Intenção de voto estimulada
Lula (PT): 45% (47% no Datafolha anterior, de 18 de agosto)
Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 9% (7% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 5% (2% na pesquisa anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (0% na pesquisa anterior)
Pablo Marçal (PROS): 1% (0% na pesquisa anterior)
Felipe d’Avila (NOVO): 1% (1% na pesquisa anterior)
Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
Roberto Jefferson (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 4% (6% na pesquisa anterior)
Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior)

O novo levantamento mostra Soraya Thronicke (União Brasil), Pablo Marçal (PROS) e Felipe d’Avila (Novo) com 1% cada um. Vera (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (Democracia Cristã), Léo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram.

Detalhamento
Segundo o Datafolha, caiu a vantagem de Lula no Sudeste, de 12 para 6 pontos: Lula agora tem 41% na região, enquanto Bolsonaro tem 35%. Em 18 de agosto, Lula tinha 44%, contra 32% de Bolsonaro.

Bolsonaro, por sua vez, caiu de 43% para 39% na região Norte. Lula passou de 41% para 42%.

A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre os mais pobres, os que vivem na região Nordeste e os que recebem auxílio do governo:

Eleitores com renda de até 2 salários mínimos (48%)
Quem recebe ou mora com alguém que recebe Auxílio Brasil (49%)

Moradores da região Nordeste (58%)

Já Bolsonaro tem melhor desempenho entre os mais ricos, os brancos e os evangélicos:

Quem tem renda superior a 10 salários mínimos (45%)
Autodeclarados brancos (38%)
Evangélicos (48%)

Votos válidos
Contando apenas os votos válidos, sem nulos, brancos e indecisos, Lula caiu de 51% para 48%, o que deixa mais distante a possibilidade de a eleição ser decidida no primeiro turno. Bolsonaro oscilou de 35% para 34% dos votos válidos.

Lula (PT): 48% (51% na pesquisa anterior, de 18 de agosto)
Jair Bolsonaro (PL): 34% (35% na pesquisa anterior)

Intenção de voto espontânea

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes de candidatos, Lula aparece com 40% das intenções de voto; e Bolsonaro, com 28%. Ciro foi citado por 2%; e Simone Tebet, por 1%.

Lula (PT): 40% (40% na pesquisa de 18 de agosto)
Jair Bolsonaro (PL): 29% (28% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 4% (2% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 2% (1% na pesquisa anterior)
Outras respostas: 1% (2% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 5% (6% na pesquisa anterior)
Não sabe: 17% (22% na pesquisa anterior)

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Datafolha: 54% aprovam gestão do governador Romeu Zema em MG; 11% reprovam

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela TV Globo e pela “Folha de S.Paulo”, mostrou que 54% dos entrevistados aprovam a gestão do governador Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais, 11% reprovam e 32% avaliam como regular.

Veja os resultados da pesquisa:
Ótimo/bom: 54%
Regular: 32%
Ruim/péssimo: 11%
Não sabe: 4%

A pesquisa ouviu 1.212 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro em 62 cidades mineiras. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MG-03654/2022.

Na comparação com a pesquisa anterior, de 18 de agosto, houve variação para cima na taxa de aprovação (de 47% para 54%), e oscilação para baixo na taxa de avaliação regular (de 33% para 32%), na de reprovação (de 15% para 11%) e no índice de eleitores sem opinião (de 5% para 4%).

A aprovação do governo Zema é mais alta entre os que têm renda familiar mensal de mais de 5 a 10 salários mínimos (70%), entre os próprios eleitores (76%) e entre os que aprovam o governo Bolsonaro (78%).

Não houve diferenças significativas na taxa de aprovação entre os moradores do interior (54%) e os da Região Metropolitana de Belo Horizonte (52%).

Por outro lado, observa-se taxas de reprovação mais altas entre os eleitores de Kalil (23%) e entre os que reprovam o governo Bolsonaro (18%).

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Datafolha no RJ: Witzel tem 52% de rejeição, Freixo, 25% e Castro, 18%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela TV Globo e pela Folha de S. Paulo, aponta que o ex-governador Wilson Witzel (PMB) é o candidato ao Governo do RJ mais rejeitado pelos eleitores. Veja os números:

Wilson Witzel (PMB): 52% (tinha 50% na anterior)
Marcelo Freixo (PSB): 25% (26%)
Cláudio Castro (PL): 18% (21%)
Juliete Pantoja (UP): 15% (19%)
Cyro Garcia (PSTU): 14% (16%)
Eduardo Serra (PCB): 13% (15%)
Luiz Eugênio Honorato (PCO): 11% (12%)
Paulo Ganime (Novo): 10% (13%)
Rodrigo Neves (PDT): 10% (13%)
Rejeita todos: 4% (era 8%)
Votariam em todos: 3% (2%)
Não opinaram: 9% (6%)

A pesquisa foi realizada nos dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro com 1.202 entrevistados presencialmente em 34 municípios do RJ. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número RJ-06061/2022

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Datafolha: Haddad ganha de Tarcísio e Rodrigo nas simulações de 2º turno em SP, mas distância diminui

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pela “Folha de S.Paulo”, aponta vitória do candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, nos dois cenários de simulação de segundo turno, contra Rodrigo Garcia (PSDB) e Tarcísio de Freitas (Republicanos). A distância do petista para os adversários, no entanto, recuou, na comparação com a pesquisa anterior, de 18 de agosto.

Contra Tarcísio, o ex-prefeito tem 51% das intenções de voto (tinha 53% na pesquisa anterior), ante 36% do candidato do Republicanos, que aparecia com 31%.

No cenário que simula uma disputa entre o petista e o atual governador, Haddad recuou de 53% para 48%, e o tucano cresceu de 31% para 38%.

Entre quem pretende votar em Rodrigo no primeiro turno, 44% escolheriam Tarcísio se a disputa do segundo turno for entre Tarcísio e Haddad – que teria 39% desses votos.

No grupo de eleitores que declara voto em Tarcísio no primeiro turno, 68% escolheriam Rodrigo se o segundo turno for entre o governador e Haddad, que teria 13% dos votos do candidato do Republicanos.

Foram ouvidas 1.808 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro em 74 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04954/2022.

2º turno
Cenário 1 – Haddad x Rodrigo; resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 48%
Rodrigo Garcia(PSDB): 38%
Brancos e nulos: 11%
Não sabe: 3%

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PTB escolhe religioso para substituir Roberto Jefferson nas eleições

A defesa de Roberto Jefferson informou à CNN que ele não vai recorrer da decisão da justiça eleitoral que o retirou da corrida à presidência da República.

No lugar de candidato à presidência, o PTB vai lançar Padre Kelmon Luís, que seria vice de Jefferson e teve o nome avalizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sessão desta quinta-feira (1º). Ou seja, ele não apresenta nenhum impeditivo legal. Para vice, o partido escolheu o Pastor Luiz Claudio Gamonal.

“Não iremos recorrer. Vamos apresentar substituição da candidatura dentro do prazo legal”, afirmou à CNN o advogado Luís Gustavo Pereira.

De acordo com o advogado, o anúncio oficial do partido sairá em breve.

Ele avalia que um eventual recurso seria uma “briga vazia”, porque avalia que o resultado seria mais uma vez negativo, e que o partido prefere “focar” na nova candidatura.

Em nota enviada à CNN, Jefferson afirma que o TSE rejeitou o registro de sua candidatura “ilegalmente.”

“Não recorrerei ao STF. É perda de tempo. Como diz o velho ditado popular ‘é sair da bosta para cair na merda’”.

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Datafolha: Zema tem 52% e Kalil tem 22% na disputa para o governo de Minas

Pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo” e divulgada nesta quinta-feira (1º) revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador de Minas Gerais.

O atual governador e candidato à reeleição pelo partido Novo, Romeu Zema, lidera a disputa no primeiro turno com 52% das intenções de voto, seguido por Alexandre Kalil (PSD), com 22%.

Nas simulações de segundo turno, Zema aparece liderando a pesquisa na disputa com Kalil.

A pesquisa ouviu 1.212 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro em 62 cidades mineiras. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MG-03654/2022.

Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 1º turno
Resposta estimulada e única, em %:

Romeu Zema (Novo): 52% (na pesquisa anterior, de 18/8, estava com 47%)
Alexandre Kalil (PSD): 22% (23% na pesquisa anterior)
Carlos Viana (PL): 4% (5% na pesquisa anterior)
Vanessa Portugal (PSTU): 2% (2% na pesquisa anterior)
Cabo Tristão (PMB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Lorene Figueiredo (PSOL): 1% (1% na pesquisa anterior)
Marcus Pestana (PSDB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Renata Regina (PCB): 1% (2% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 8% (9% na pesquisa anterior)
Não sabe: 7% (9% na pesquisa anterior)

A candidata Indira Xavier (Unidade Popular) não pontuou em ambas as pesquisas.

De acordo com a pesquisa, o atual governador e candidato à reeleição Romeu Zema (Novo) tem intenção de voto maior entre os homens (57%). Entre as eleitoras, o número é de 47%. A maior parte do eleitorado dele está no interior do estado (56%), enquanto na Região Metropolitana, a intenção de voto em Zema é de 40%.

A maior parte dos eleitores com renda familiar de 5 a 10 salários mínimos pretende votar em Zema (64%). O candidato a reeleição também aparece com 59% das intenções de voto entre os eleitores que se consideram brancos.

A maioria dos empresários segue com Zema (69%). Os eleitores que aprovam o governo Bolsonaro estão com o candidato do Novo (74%), assim como os que aprovam o atual governo do estado (73%).

Kalil tem intenções de voto mais altas entre os eleitores mais instruídos (32%). Na Região Metropolitana da capital, aparece com 44% contra 14% entre os moradores do interior do estado.

Os eleitores que simpatizam com o Partido dos Trabalhadores (PT) indicam 40% dos votos em Kalil. A preferência pelo ex-prefeito de BH também é maior entre aqueles que reprovam o governo Bolsonaro (36%) e entre os que reprovam o governo Zema (47%).

Pesquisa espontânea
Resposta espontânea e única, em %:

Romeu Zema (Novo): 29% (24% na pesquisa anterior)
Alexandre Kalil (PSD): 15% (11% na pesquisa anterior)
Carlos Viana (PL): 1% (0% na pesquisa anterior)
Outras respostas: 3% (2% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 4% (5% na pesquisa anterior)
Não sabe: 48% (58% na pesquisa anterior)

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Datafolha no RJ: Castro tem 31% e Freixo, 26%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, aponta que o atual governador Cláudio Castro (PL) e o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) seguem tecnicamente empatados na corrida ao Governo do Rio de Janeiro.

Na comparação com a primeira pesquisa Datafolha após o registro das candidaturas, divulgada em 18 de agosto, Castro subiu cinco pontos percentuais e Freixo ganhou três pontos percentuais.

Dentro da margem de erro, de três pontos percentuais para mais ou para menos, o candidato do PL chega ao mínimo de 28%, enquanto o do PSB pode ir a até 29%.

Intenção de voto para governador, estimulada:

Cláudio Castro (PL): foi de 26% para 31%
Marcelo Freixo (PSB): foi de 23% para 26%
Rodrigo Neves (PDT): foi de 5% para 7%
Wilson Witzel (PMB): foi de 4% para 3%
Cyro Garcia (PSTU): foi de 4% para 3%
Eduardo Serra (PCB): foi de 5% para 2%
Juliete (UP): permanece com 2%
Paulo Ganime (Novo): foi de 1% para 2%
Luiz Eugênio (PCO): permanece com 0%
Branco/nulo/nenhum: eram 19%, agora são 14%
Não sabe: permanece em 10%

O ex-governador Wilson Witzel sofreu impeachment no ano passado. Segundo o Tribunal de Justiça, ele está inelegível pelo prazo de cinco anos e não pode exercer qualquer função pública. O ex-governador tenta na Justiça recuperar os direitos políticos. O PMB afirma que ele está apto a se candidatar. O Tribunal Regional Eleitoral informou que vai analisar o caso.

Intenção de voto para governador, espontânea
Cláudio Castro (PL): foi de 12% para 17%
Marcelo Freixo (PSB): foi de 11% para 15%
Atual governador: foi de 3% para 2%
Rodrigo Neves (PDT): foi de 1% para 2%
Paulo Ganime (Novo): não foi citado na 1ª pesquisa, agora tem 1%
Outras respostas: segue em 5%
Branco/nulo/nenhum: eram 10%, agora são 9%
Não sabe: eram 57%, agora são 50%D

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Pesquisa Datafolha em São Paulo: Haddad tem 35%, Tarcísio, 21%, Rodrigo, 15%

Pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela Globo e o jornal “Folha de S.Paulo” e divulgada nesta quinta-feira (1º) revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador de São Paulo. O candidato do PT, Fernando Haddad, mantém a liderança na disputa pelo primeiro turno com 35% das intenções de voto, mas viu sua distância para os adversários cair, na comparação com a pesquisa anterior, quando tinha 38%.

Tarcísio de Freitas (Republicanos) cresceu de 16% para 21%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que disputa a reeleição, subiu de 11% para 15% (veja abaixo).

A preferência por Haddad caiu principalmente nas faixas etárias de 25 a 34 anos (de 42% para 30%) e de 35 a 44 anos (de 40% para 31%), entre eleitores com escolaridade média (de 38% para 32%), entre os mais ricos, com renda superior a dez salários (de 41% para 30%) e no eleitorado que se declara de cor preta (de 48% para 39%). No interior, o petista recuou de 34% para 28% e, na região metropolitana, se manteve com 43%.

Tarcísio avançou em todos os segmentos sociais e demográficos, com destaque para quem tem entre 25 e 34 anos (de 15% para 24%), entre quem tem escolaridade superior (de 18% para 26%) e na faixa de renda de 5 a 10 salários (de 23% para 35%).

Rodrigo teve alta mais homogênea entre os segmentos sociais e demográficos, e os destaques estão na faixa de 35 a 44 anos (de 10% para 19%), entre pardos (de 10% para 16%) e pretos (de 6% para 14%).

O candidato do PSDB também ganhou espaço entre eleitores paulistas que declaram voto em Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) para presidente, e Haddad foi quem mais perdeu nessas parcelas do eleitorado. Entre eleitores do Ciro, a preferência pelo atual governador passou de 18% para 30%, e na parcela que pretende votar em Tebet, 38% agora apontam voto em Rodrigo, ante 33% na pesquisa anterior. A candidatura de Haddad tinha 43% das intenções de voto entre eleitores de Ciro no levantamento de meados de agosto, e agora tem 28%. Entre os eleitores de Tebet, a preferência pelo petista oscilou de 30% para 24%.

A candidatura de Tarcísio cresceu de 36% para 47% entre eleitores paulistas de Bolsonaro desde a terceira semana de agosto, e Haddad passou de 60% para 64% entre eleitores de Lula no mesmo período.

Nas simulações de segundo turno, o petista continua a aparecer à frente tanto de Rodrigo Garcia (PSDB) quanto de Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas a distância entre eles também recuou (veja mais abaixo).

Foram ouvidas 1.808 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro em 74 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04954/2022.

Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 1º turno
Resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 35% (na pesquisa anterior, de 18/8, estava com 38%)
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 21% (16% na pesquisa anterior)
Rodrigo Garcia(PSDB): 15% (11% na pesquisa anterior)
Carol Vigliar (Unidade Popular): 2% (2% na pesquisa anterior)
Gabriel Colombo (PCB): 1% (2% na pesquisa anterior)
*Antonio Jorge (Democracia Cristã): 1%
Elvis Cezar (PDT): 1% ( 1% na pesquisa anterior)
Vinicius Poit (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
Edson Dorta (PCO): 1% (1% na pesquisa anterior)
Altino Júnior (PSTU): 1% ( 1% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 12% (17% na pesquisa anterior)
Não sabe: 10% (11% na pesquisa anterior)

*O nome do candidato Antonio Jorge (DC) constou pela primeira vez na pesquisa.

Pesquisa espontânea
Pesquisa espontânea e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 17%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 13%
Rodrigo Garcia(PSDB): 5%
Atual governador: 2%
Candidato do PT: 1%
Outras respostas: 6%
Brancos e nulos: 7%
Não sabe: 50%

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