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Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo

COR LITÚRGICA: VERDE

19ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira


Naquele tempo,  alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: “É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?’  Jesus respondeu: “Nunca lestes que o Criador, desde o início os fez homem e mulher?  E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’?  De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”.  Os fariseus perguntaram: “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?”  Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início.  Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher – a não ser em caso de união ilegítima – e se casar com outra, comete adultério”.  Os discípulos disseram a Jesus: “Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se”.  Jesus respondeu: ‘Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido.  Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender, entenda”. (Mt 19,3-12).

Amados irmãos e irmãs, que a paz do Senhor e o amor de Maria estejam com todos vocês.

Indo contra os direitos exclusivistas que a sociedade da época dava aos homens em relação às suas mulheres, Jesus recupera das Escrituras (cf. Gn 2,24) e afirma a radical igualdade de ambos nos direitos e deveres, e principalmente os esforços de ambos para criar uma comunidade de vida e amor na família. São dons divinos tanto a vida matrimonial quanto o celibato livremente assumido em favor do reino.

Tenham todos uma abençoada sexta-feira!


Mauricéia Araújo

Ministra da Eucaristia da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira

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