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Que alegria, quando me disseram: Vamos à casa Senhor!

Cor Litúrgica: Verde

31ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira


Naquele tempo, Jesus disse aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’. O administrador então começou a refletir: ‘O senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. Ah! Já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa quando eu for afastado da administração’. Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!’ O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinquenta!’ Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’. E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz”. (Lc 16,1-8)

Amados irmãos e irmãs, que a paz do Senhor e o amor de Maria estejam com todos vocês.

Por um caminho mais que discutível, o administrador descobre que sua possibilidade de sobrevivência está no cuidado com as pessoas pobres e endividadas!

A parábola, mais uma vez, se refere ao uso adequado dos bens e recursos disponibilizados, num cenário de forte desigualdade social. Os versículos seguintes oferecem algumas sugestões de reflexão e prática a partir da parábola, para concluir que não é possível oferecer lealdade a senhores opostos. O único Senhorio digno é o de Deus, que é Senhorio de vida e liberdade.

Tenham todos uma abençoada sexta-feira!


Mauricéia Araújo

Ministra da Eucaristia da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira

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