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Presidente Lula, em inauguração de fábrica na Hemobrás: “A gente colhe aquilo que a gente planta”

Foi com a máxima de que “A gente colhe o que a gente planta” que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou sua fala durante cerimônia de inauguração da nova fábrica de medicamentos da Hemobrás, nesta quinta-feira (4), em Goiana.

Após ter cumprido agenda em Arcoverde, no Sertão, pela manhã, inaugurando a Adutora do Oeste, Lula seguiu para a Mata Norte do Estado para descerrar a placa que oficialmente abriu a nova fábrica que concretiza o Projeto Buriti, correspondente à implantação e à produção do Hemo-BR.

O presidente encerra agenda em Pernambuco, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. Compromisso citado com ênfase por Lula, em Goiana.

“Nós temos hoje um ato importante em Recife, que é o Marco Legal da nossa política cultural. O Brasil, definitivamente, vai ter uma política cultural de Estado que eu espero que nunca mais na vida apareça alguém que ouse acabar com o Ministério da Cultura e acabar com a Cultura neste País”.

Ideia da Hemobrás surgiu em 2005

Lula, mencionando Humberto Costa, o então ministro da Saúde do seu governo em 2005, relembrou a ideia na época de criar a Hemobrás e trazer para o município pernambucano.

“Da mesma forma que um dia a gente sonhou trazer para Goiana uma indústria automobilística”, citou o presidente, sobre a fábrica da Jeep, que também está localizada na cidade, e que deve receber ainda um novo Instituto Federal – fato dito também por Lula em seu discurso.

Na sequência, o presidente ressaltou o fato de que Pernambuco, segundo ele, tem a “primazia de ter cinco ministros em meu governo. E além de cinco ministros, tem o presidente da República”, citando em seguida os ministros André de Paula, Sílvio Costa Filho e Luciana Santos – presentes na cerimônia – e José Múcio e o Advogado Geral da União, Jorge Messias.

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