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Pedro Campos denuncia fechamento de mais de 1,2 mil leitos do SUS em Pernambuco e critica caos na saúde estadual

Parlamentar afirma que redução de leitos, sucateamento hospitalar e problemas estruturais refletem o desmonte da saúde pública na gestão Raquel Lyra.

RECIFE – O deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) denunciou a redução de mais de 1,2 mil leitos do SUS em Pernambuco desde o início da atual gestão estadual. Segundo dados do Ministério da Saúde, o fechamento de 1,2 mil leitos evidencia o desmonte da saúde pública no estado e ajuda a explicar o agravamento da crise enfrentada pela população nas unidades hospitalares da rede estadual.

Pedro Campos utilizou suas redes sociais para tecer duras críticas à deterioração da saúde pública em Pernambuco. “Os usuários do SUS sabem da realidade enfrentada todos os dias. Falta leito, falta estrutura e falta prioridade. Os dados do Ministério da Saúde mostram que Pernambuco perdeu mais de 1,2 mil leitos do SUS desde o início da atual gestão. Isso é gravíssimo e revela um verdadeiro desmonte da saúde pública estadual”, declarou.

O deputado criticou a condução da política de saúde da governadora Raquel Lyra e afirmou que a população sente diariamente os efeitos da má gestão na área. Em sua fala, o parlamentar apontou que o desabamento do teto ocorrido no Hospital Agamenon Magalhães, na última quinta-feira (27/05), não é um caso isolado e tem se tornado rotina no estado. Ele relembrou outros episódios recentes envolvendo problemas estruturais em unidades da rede estadual, como o Hospital da Restauração e a queda do teto da UTI neonatal do Hospital Barão de Lucena.

Infelizmente, não é uma notícia repetida. Primeiro, foi o teto da UTI neonatal do Barão de Lucena que caiu. Depois, o teto da Restauração, que o próprio governo dizia que já estava reformado. Agora, o teto cai em uma sala de atendimento de gestantes no Agamenon Magalhães. Enquanto o governo faz obra de fachada e propaganda, a saúde de Pernambuco está se acabando por dentro”, afirmou o deputado.

Pedro Campos também citou o fechamento de unidades hospitalares, como a Fusam, em Caruaru, o Hospital de Retaguarda da Restauração e o caso do Hospital Central de Paulista, desapropriado pelo Governo do Estado por R$ 177 milhões e que segue fechado.

Fechar hospital não é investimento, é falta de respeito com a população. O mais absurdo é tentar contabilizar esse gasto como ampliação de investimento em saúde, enquanto o povo sofre sem atendimento adequado”, concluiu o parlamentar.

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