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Atrasos no pagamento, agressões, ameaças, roubos e desconfiança: Censo completa 29 dias nas ruas com problemas

Após dois anos de atraso, começou há 29 dias o Censo 2022. No entanto, vários estados do país estão registrando contratempos na coleta. Recenseadores têm relatado dificuldades para serem atendidos pelos moradores, tentativas de estupro, agressões verbais e físicas, roubos de equipamentos e bens pessoais e atrasos nos pagamentos da remuneração.

Problemas no pagamento

Recenseadores ouvidos pela Rede Amazônica reclamam sobre atraso para receberem o pagamento pelos serviços prestados. Isso acontece porque muitos moradores estão se recusando a recebê-los, seja por medo ou falta de informação.

“A partir do momento que eu finalizei esse setor, com cinco dias a gente receberia. E já tem vários colegas com mais de 12 dias úteis que já finalizarem seus respectivos setores, e ainda não receberam. E a gente se preocupa, porque nós temos família, e contas que não esperam para serem pagas”, disse uma outra recenseadora, que também preferiu não se identificar.

O IBGE informou que todos os casos estão sendo verificados, e que o procedimento está dentro dos prazos legais.

Recenseadores de Fortaleza receberam com atraso o pagamento da remuneração. O chefe do IBGE no Ceará, Francisco Lopes, explicou que o sistema de pagamento do órgão começou a receber informações de recenseadores do país todo e que acabou não suportando a gama de informações. Contudo, dias depois, o problema foi resolvido e os recenseadores receberam o pagamento, segundo o IBGE, e os próprios profissionais confirmaram o recebimento.

“A gente recebe por produção e aí, quando a gente entra é destinado a um setor, que é determinado um número de quadras, e a gente tem que fazer aquela quadra toda. A gente só recebe depois que a gente entregar o setor inteiro. Então, o fato de ter que ficar voltando em casas ausentes ou, de repente, a pessoa não atender acaba atrasando tanto o Censo quanto o nosso pagamento”, diz Amanda de Assis Barbosa, recenseadora em Poá (SP), que também relatou problemas.

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Ucrânia anuncia contraofensiva no sul do país, dominado pela Rússia, e já dispara foguetes contra cidade

O governo da Ucrânia anunciou nesta segunda-feira (29) que deu início a uma contraofensiva para recuperar o controle de cidades e povoados no sul do país, a região que a Rússia conquistou de forma mais veloz e agressiva desde o início da invasão ao país vizinho, em 24 de fevereiro.

O objetivo da missão é recuperar principalmente pontos estratégicos do território ucraniano no sul dominado pelos russos, como as cidades de Mariupol e Kherson.

Nesta segunda mesmo, forças ucranianas lançaram foguetes na cidade de Nova Kakhovka, que está ocupada pelos russos, deixando-a sem água ou energia, disse a autoridade local (um aliado dos russos) à agência de notícias RIA. A cidade fica a leste de Kherson.

“Hoje iniciamos ações de ofensiva em várias direções, incluindo na região de Kherson”, anunciou a porta-voz do Comando Militar do Sul da Ucrânia.

Segundo o Comando Militar do Sul, mais de dez depósitos de munição da Rússia em cidades no sul da Ucrânia já foram destruídos, o que “enfraqueceu definitivamente o inimigo”. O resto da operação segue em sigilo.

A Ucrânia tem falado sobre a contraofensiva há cerca de dois meses, desde que a guerra no país entrou em uma nova fase, na qual, segundo especialistas a Rússia começou a diminuir o ritmo dos ataques e se preparar para uma guerra de longa duração, focando em estabelecer seu poder em cidades e regiões já conquistadas.

Já Kiev, abastecida com armas e artilharia enviadas constantemente por países europeus e os Estados Unidos, começou a avançar no plano de reconquistar seus territórios.

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Brasil registra 170 novas mortes por Covid; média móvel tem tendência de queda pelo 14º dia seguido

O Brasil registrou nesta segunda-feira (29) 170 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 683.718 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 139. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -21%, indicando tendência de queda pelo 14º dia seguido.

Brasil, 29 de agosto
Total de mortes: 683.718
Registro de mortes em 24 horas: 173
Média de mortes nos últimos 7 dias: 139 (variação em 14 dias: -21%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.394.932
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 13.856
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 15.028 (variação em 14 dias: -21%)

Alagoas, Acre, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná e Tocantins não registraram novas mortes pela doença no período de 24 horas.

No total, o país registrou 13.856 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.394.932 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 15.028 . A variação foi de -21% em relação a duas semanas atrás.

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Ipec: Bolsonaro é reprovado por 57% e aprovado por 38%

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, mostra que 57% das pessoas reprovam a maneira como o presidente Jair Bolsonaro (PL) está governando o Brasil, enquanto 38% aprovam.

A reprovação se mantém no mesmo percentual registrado na pesquisa anterior, de 15 de agosto. Já o percentual de aprovação oscilou um ponto para cima, dentro da margem de erro.

A pesquisa aponta que o ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto, com 44%, a frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%, na eleição para a Presidência da República em 2022.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR01979/2022.

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Ipec: Bolsonaro tem 47% de rejeição e Lula tem 36%

Pesquisa do Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta segunda-feira (15) pela Globo aponta que o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), tem 47% de rejeição, enquanto o ex-presidente Lula (PT) tem 36%. Já o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 18% de rejeição.

A rejeição de Bolsonaro oscilou um ponto percentual para cima dentro da margem de erro em relação à pesquisa anterior, de 15 de agosto. Já a de Lula aumento três pontos percentuais.

A pesquisa aponta que o ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto, com 44%, a frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%, na eleição para a Presidência da República em 2022.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

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Ipec: Lula tem 50% e Bolsonaro tem 37% no segundo turno

Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Lula (PT) tem 50% de intenção de votos em um eventual segundo turno, enquanto o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 37%. Brancos e nulos são 9% e os 4% restantes não sabem ou não responderam.

Lula oscilou um ponto para baixo e Bolsonaro dois pontos para cima em relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 15. As duas variações estão dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

O instituto não testou outros cenários de segundo turno.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR01979/2022.

Em relação ao primeiro turno, o ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto com 44%, à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%, na eleição para a Presidência da República em 2022.

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Ipec: Lula segue com 44% e Bolsonaro com 32% no primeiro turno

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, data do último levantamento do Ipec para presidente, o que indica cenário estável na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%. Tebet, assim, está empatada tecnicamente com Ciro e d’Avila no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Intenção de voto estimulada
Lula (PT): 44% (44% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 6% (7% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 2% (3% na pesquisa anterior)
Felipe d’Avila (Novo): 1% (0% na pesquisa anterior)
Vera (PSTU): 0% (1% na pesquisa anterior)
Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)
Roberto Jefferson (PTB): 0% (não participou do levantamento anterior*)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)
Branco/nulo: 7% (8% na pesquisa anterior)
Não sabe/não respondeu: 6% (7% na pesquisa anterior)

  • O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) constou pela primeira vez na pesquisa.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01979/2022.

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Senado aprova projeto que obriga planos de saúde a cobrirem tratamentos fora do rol da ANS

O Senado aprovou nesta segunda-feira (29) proposta que obriga os planos de saúde a cobrirem tratamentos e exames não previstos na lista da Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS), chamada de “rol taxativo”.

Em junho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) desobrigou as operadoras de pagarem por procedimentos não listados no rol. Em agosto, no entanto, a Câmara aprovou um projeto de lei para reverter essa decisão e dizer que a lista da ANS é apenas “exemplificativa”, e não a cobertura total.

Como os senadores aprovaram o mesmo texto que passou na Câmara, o projeto seguirá para sanção presidencial.

Pela proposta, os planos terão de pagar por tratamentos, mesmo que fora do rol taxativo, desde que sigam um dos seguintes critérios:

eficácia comprovada;
recomendação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS ou recomendação de, no mínimo, um órgão de avaliação de tecnologias em saúde de renome internacional. Neste último caso, o tratamento precisa ainda ter sido autorizado para os cidadãos do país que sediar esse órgão de renome internacional, quando for o caso.

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