
As condições em Gaza se deterioraram perigosamente, dizem especialistas. Há grave carência de água potável e alimentos, à medida que dezenas de milhares de palestinos tentam fugir dos ataques aéreos e de eminente ofensiva terrestre israelense.
Os militares de Israel disseram no sábado (14) que suas forças estão se preparando para os próximos estágios da guerra, incluindo “ataques combinados e coordenados por ar, mar e terra”, em resposta aos ataques terroristas sem precedentes de 7 de outubro, executados pelo Hamas, que controla o enclave.
Pelo menos 1.400 pessoas foram mortas e muitas feitas reféns durante o ataque do Hamas, disseram as Forças de Defesa de Israel (IDF) à CNN no domingo (15), no que o presidente dos EUA, Joe Biden, descreveu como “o pior massacre do povo judeu desde o Holocausto”.
A escalada do conflito corre cada vez mais o risco de se espalhar pela região, levando o Pentágono a ordenar um segundo grupo de ataque de porta-aviões e esquadrões de aviões de combate para a região, como forma de dissuasão para o Irã e grupos como o Hezbollah, no Líbano.
“Estamos à beira do abismo no Médio Oriente”, alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, num comunicado no domingo (15).


