Cor Litúrgica: Verde
16ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira
Naquele tempo, 38 alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: “Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti”. 39 Jesus respondeu-lhes: “Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. 40 Com efeito, assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noites no seio da terra. 41 No dia do juízo, os habitantes de Nínive se levantarão contra essa geração e a condenarão, porque se converteram diante da pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas. 42 No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará contra essa geração, e a condenará, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, e aqui está quem é maior do que Salomão”. (Mt 12,38-42).
Irmãos e irmãs em Cristo!
Os mestres da Lei, os fariseus, estavam sempre colocando Jesus à prova. Para testar Jesus, eles pedem um sinal. Ora, o sinal mais autêntico é o que Ele nos dá através da firme esperança de sermos salvos pelo Corpo e Sangue de Cristo.
Há quem ache que a salvação se dá através das boas obras. No entanto, elas são uma consequência, uma resposta que Deus, através da sua misericórdia, nos dá. Mas a obra sem fé é morta.
Os sinais do amor de Deus são percebidos por quem está em verdadeira sintonia com Deus. É preciso buscar a Deus e ao próximo, pois só assim podemos viver a experiência de sentir Deus agindo em nossa vida. O sinal proposto por Jesus é Ele mesmo, pela sua paixão, morte e ressurreição. Este é o sinal mais verdadeiro, que é a entrega total de amor por nós.
Jesus cita como exemplo a experiência de Jonas, que passou três dias na barriga da baleia, para fazer alusão à sua própria ressurreição, após três dias da sua morte.
Nesse sentido, não podemos ficar esperando, acomodados, indiferentes ao chamado. Precisamos buscar pelo Deus dos sinais, e não pelos sinais de Deus.
Fátima Oliveira
Ministra da Palavra da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios – Afogados da Ingazeira.


