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O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma

Cor Litúrgica: Branco

Sagrado Coração de Jesus – Solenidade | Sexta-feira


Naquele tempo, Jesus contou aos escribas e fariseus esta parábola: “Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!’ Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão”. (Lc 15,3-7)

Amados irmãos e irmãs, que a paz do Senhor e o amor de Maria estejam com todos vocês.

As três parábolas do capítulo 15 de Lucas são a resposta de Jesus a uma única provocação feita por seus adversários: Ele acolhe e convive com pessoas malvistas pela sociedade, e até come com elas.

Essas parábolas desafiam a ideia que muitos tinham — e ainda têm — sobre as escolhas de Deus. Mostram que os critérios divinos não seguem as convenções ou leis humanas, mas nascem de um amor que ultrapassa toda lógica.

Na parábola da ovelha perdida, por exemplo, chama atenção a atitude aparentemente absurda do pastor: ele deixa 99 ovelhas para ir atrás de uma única. Esse gesto impulsivo, fora dos padrões racionais e do acúmulo, revela o modo como Deus age — com um olhar que valoriza o que foi perdido e um amor que não desiste de ninguém. Assim também é a prática de Jesus: vai ao encontro, resgata, acolhe.

Desejo a todos uma sexta-feira cheia de bênçãos e da ternura do Bom Pastor!


Mauricéia Araújo

Ministra da Eucaristia da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

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