/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/M/5/t9Rm0bTx2VYyHSvm6MjA/lula.jpg)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a comentar, nesta sexta-feira (1º), a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
Na fala, o petista repetiu o argumento de que “falta conversa” entre os dois lados do conflito e cobrou que a comunidade internacional se posicione para mediar um debate.
Lula também avisou que a Cúpula do G20, reunião dos chefes de Estado do bloco que reúne as maiores economias do mundo, marcada para este mês de novembro, no Rio de Janeiro, não deve colocar em pauta o conflito no Leste Europeu.
“Nós temos dois pequenos problemas. Nós não convidamos o [presidente da Ucrânia, Volodymyr] Zelensky para participar, e o [presidente da Rússia, Vladmir] Putin não vai participar. Nós não achamos que esse fórum do G20 será espaço para discutir a guerra entre os dois países. Achamos que esse fórum é para discutir os temas abordados no ultimo G20”, frisou.
Na fala, Lula cobrou os organismos internacionais, em especial, a Organização das Nações Unidas (ONU) por uma participação mais atuante no conflito, e defendeu que falta mais “estrutura, poder e credibilidade” dentro do Conselho de Segurança para discutir a guerra na Ucrânia.
“Não vai ser no G20 que a gente vai discutir esse assunto. E acho que os companheiros Putin e Zelensky não virão a esse encontro. Não virão. E eu acho que isso é importante, porque nós queremos discutir outras coisas que são importantes para a humanidade, e não transformar o G20 em uma discussão sobre a guerra seja de Israel, seja da Ucrânia e da Rússia”, seguiu.
O chamado G20 abrange dois terços da população mundial.
Durante o mandato, a agenda do Brasil tem se concentrado em três temas: desenvolvimento sustentável, reforma das instituições multilaterais e combate à fome, à pobreza e à desigualdade.


