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Javier Milei anuncia primeiros nomes do governo e reforça desejo por privatizações

Milei anuncia primeiro ministro do novo governo e fala em privatizar  petrolífera e TV pública - Folha PE

Javier Milei promete avançar rapidamente nas mudanças estruturais e anunciou nesta segunda-feira (20) alguns nomes da sua equipe, que terá apenas oito ministério, 11 a menos do que a atual composição.

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“Trabalhando para reduzir o Estado e eliminar impostos”, escreveu a futura chanceler em uma rede social

Para o Ministério da Justiça, Milei escolheu o advogado Mariano Libarona, que já ficou um mês preso por coação durante as investigações de um atentado em Buenos Aires nos anos 1990.

A jornalista Sandra Petovello, especialista em desenvolvimento da Infância, será ministra do Capital Humano, que terá o maior orçamento e juntará as pastas do Desenvolvimento Social, da Educação, Saúde e Trabalho.

A entidade que cuida das aposentadorias e pensões ficará com a deputada Carolina Piparo. Funcionária pública, ela se lançou na carreira política e ficou esse ano em terceiro lugar nas eleições para o governo da província de Buenos Aires pelo partido de Milei.

Além de anunciar os primeiros nomes da equipe, Javier Milei falou das medidas para a área da economia e sobre a reestruturação do governo. O presidente eleito, que promete de reduzir gastos públicos e o papel do Estado, citou hoje em entrevistas para rádios da Argentina o nome de empresas públicas que devem ser privatizadas.

Entre elas está a estatal de petróleo YPF, companhia que foi estatizada no governo de Cristina Kirchner em 2012. Milei disse que antes de privatizar a empresa, será preciso recompô-la.

Ele também confirmou que deve privatizar meios de comunicação públicos do país, a quem acusa de fazer propaganda peronista. Mas no plano de privatizações, Milei deixou de fora as áreas de Saúde e Educação.

Nesta segunda ele manteve a promessa de fechar Banco Central e dolarizar a economia. E disse que serão necessários até 2 anos para levar a inflação, que hoje está em mais de 140% em 12 meses, para um patamar sustentável.

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