
Nesta quinta-feira, centenas de israelenses realizaram um novo protesto contra o governo e bloquearam as principais estradas do país. Os manifestantes apelam pela realização de eleições para substituir o governo do Benjamin Netanyahu, assim como à libertação imediata dos reféns.
Em Tel Aviv, os manifestantes colocaram um objeto metálico semelhante a uma gaiola na estrada principal que dá acesso à cidade e atearam fogo, causando a paralisação do trânsito. Protestos semelhantes ocorrem também nas principais autoestradas e nos cruzamentos a norte e a sul da capital de Israel.
Milhares de israelenses também já saíram às ruas recentemente, no dia 17 de junho, para exigir a renúncia de Netanyahu, o fim da guerra em Gaza e a volta dos reféns. Na ocasião, em Jerusalém, duas grandes manifestações foram realizadas, sendo uma próxima a residência do premiê e outra nos arredores do Knesset, o Parlamento do país. Os participantes dos protestos chamaram os integrantes do governo de ditadores e fascistas e acusaram Netanyahu e seus ministros de extrema-direita de arruinar o país. “Temos uma coalizão de nacionalistas fanáticos e de religiosos que não se preocupam com os interesses do país. Eles trabalham apenas em prol de suas comunidades”, disseram os manifestantes.
Nesta quinta-feira, centenas de israelenses realizaram um novo protesto contra o governo e bloquearam as principais estradas do país. Os manifestantes apelam pela realização de eleições para substituir o governo do Benjamin Netanyahu, assim como à libertação imediata dos reféns.
Em Tel Aviv, os manifestantes colocaram um objeto metálico semelhante a uma gaiola na estrada principal que dá acesso à cidade e atearam fogo, causando a paralisação do trânsito. Protestos semelhantes ocorrem também nas principais autoestradas e nos cruzamentos a norte e a sul da capital de Israel.
Milhares de israelenses também já saíram às ruas recentemente, no dia 17 de junho, para exigir a renúncia de Netanyahu, o fim da guerra em Gaza e a volta dos reféns. Na ocasião, em Jerusalém, duas grandes manifestações foram realizadas, sendo uma próxima a residência do premiê e outra nos arredores do Knesset, o Parlamento do país. Os participantes dos protestos chamaram os integrantes do governo de ditadores e fascistas e acusaram Netanyahu e seus ministros de extrema-direita de arruinar o país. “Temos uma coalizão de nacionalistas fanáticos e de religiosos que não se preocupam com os interesses do país. Eles trabalham apenas em prol de suas comunidades”, disseram os manifestantes.


