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O bombardeio a um hospital que deixou ao menos 500 mortos na Faixa de Gaza nesta terça-feira (17) foi amplamente condenado por governos internacionais.
O Ministério da Saúde de Gaza atribuiu o ataque a Israel. O país, no entanto, acusou a Jihad Islâmica de ser responsável pela ação. A Jihad Islâmica, outro grupo islâmico armado, também atua dentro de Gaza.
Veja, abaixo, manifestações contra o bombardeio:
Arábia Saudita – o Ministério das Relações Exteriores do país classificou o ataque como “crime hediondo israelense”.
Autoridade Nacional Palestina – o presidente da ANL, Mahmoud Abbas, declarou luto oficial de três dias nos territórios palestinos (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia) por conta das mortes no hospital de Gaza bombardeado por Israel. O porta-voz de Abbas chamou o ataque de um “genocídio” e uma “catástrofe humanitária”.
Canadá – o primeiro-ministro Justin Trudeau afirmou que os relatos vindos de Gaza, após o ataque ao hospital, são devastadores (“é horrível, inaceitável”).
Catar – o Ministério de Relações Exteriores do país condenou o bombardeio e demonstrou preocupação com o crescimento dos alvos israelenses. “A extensão dos ataques israelenses na Faixa de Gaza incluir hospitais, escolas e outros centros populacionais é um escalonamento perigoso”, diz o comunicado oficial.
Egito – o governo local definiu o bombardeio como “uma violação perigosa do Direito Internacional Humanitário”.
Emirados Árabes Unidos – o país emitiu uma condenação dizendo para Israel “para respeitar o direito humanitário”.
Irã – governo do país classificou o bombardeio como “um crime de guerra selvagem”, segundo a agência de notícias estatal iraniana.
Turquia – o presidente Tayyip Erdogan disse que o ataque ao hospital de Gaza foi “o exemplo mais recente dos ataques desprovidos dos valores humanos mais básicos”. Já o ministro turco das Relações Exteriores repudiou o que chamou de “ataque bárbaro”.
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, escreveu em seu perfil no X (antigo Twitter): “A OMS condena energicamente o bombardeio do Hospital Al Ahli Arab”.


