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Comitiva de autoridades brasileiras que estava em Israel retorna ao Brasil

Autoridades brasileiras estavam em Israel, a convite do governo, para participar de eventos sobre inovação e tecnologia quando o conflito entre Irã e Israel aumentou/crédito: AFP

Um grupo com 28 autoridades brasileiras que estava em Israel em missão oficial começou o regresso ao Brasil nesta quarta-feira (18/6). A embaixada de Israel no Brasil informou ao Correio que a comitiva já está na Jordânia, onde dará seguimento à viagem de retorno.

A nota da embaixada informa que a operação foi coordenada com ajuda do Itamaraty. “Recebemos com satisfação o retorno seguro dos participantes, após visitas produtivas e profissionais em diversas áreas, que ressaltaram a forte e diversificada cooperação entre Israel e o Brasil. A partida foi coordenada com os interlocutores relevantes no Ministério das Relações Exteriores do Brasil”.

Não houve divulgação da lista com o nome das autoridades que voltaram mas, segundo a embaixada, todos os membros das comitivas, incluindo os secretários do Distrito Federal, estão no grupo que retorna hoje. Ontem, um outro grupo começou a viagem de volta e já chegou ao Brasil.

O senador Carlos Viana, membro da comissão de Relações Exteriores do Senado, e presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Israel, confirmou em entrevista na noite de terça-feira (17/6) que a missão de retirada dos brasileiros seria concluída nesta quinta-feira. Viana afirma ainda que agora, será preciso realizar alguma negociação para resgatar os brasileiros que estão em Israel e querem fugir do conflito.

“Agora a gente entra em outra fase que é a preocupação com os brasileiros que trabalham ou vivem ou estão turistas em Israel. Eu tenho mantido contato com a embaixada em Tel Aviv, no último levantamento eram 450 pessoas decididas a retornam o mais rapidamento possível em uma operação de resgate, como o que foi feito com os brasileiros palestinos em Gaza, lá pelo Egito. Só que dessa vez, o governo brasileiro tende a enviar um avião até alkgum ponto da Europa, possivelmente Roma. E lá aguardam a abertura do espaço aéreo em Tel Aviv”, comentou em entrevista ao jornal O Tempo.

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