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Grande Recife tem tempo fechado nesta sexta (6); veja onde mais choveu em 12 horas

Na Cabanga, na área central do Recife, tempo estava fechado no início da manhã desta sexta (6) /Ricardo Novelino/DP

Áreas do Grande Recife amanheceram com chuva nesta sexta-feira (6).

Em algumas áreas da Zona Sul e da área central, vias ficaram alagadas, como trechos das Avenidas Domingos Ferreira e Antônio de Góis, no Pina.

Na Cabanga, era possível observar o tempo bem fechado, com nuvens pesadas.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a previsão para esta sexta é de céu com nuvens ao longo do dia e temperatura máxima de 31 Graus Celsius.

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) informou que no Recife houve acúmulo de mais de 60 milímetros de chuva em um ponto da Zona Norte, nas últimas 12 horas.

Confira

  • Recife | 67,14 mm Torreão
  • Recife | 51,4 mm Compaz – Alto Sta. Terezinha
  • Jaboatão dos Guararapes | 35,79 mm ( Muribeca)
  • Recife | 27,8 mm ([APAC] Sede)
  • Recife | 17,94 mm UPA Imbiribeira
  • Olinda | 17,32 mm Jardim Fragoso

Registros

Imagens que circulam nas redes sociais mostram pontos do Recife com alagamentos e congestionamentos na Zona Sul da capital.

Em um vídeo enviado ao Diario de Pernambuco, é possível ver uma grande fila de carros na Avenida Mascanheiras de Morais, na Imbiribeira.

Outro registro obtido pelo Diario é da que da de uma árvore na Via Mangue, em Boa Viagem. O fato travou o trânsito para quem ia no sentido centro da via. Ainda não há informações sobre retirada da árvore.

Apac: chove forte em municípios da região de ‘seca extrema’ no Sertão, nesta quarta (4)

Choveu bastante no município de Granito, no Sertão de Pernambuco/REPRODUÇÃO/REDE SOCIAL

Choveu forte em alguns municípios da região atingida pela seca extrema em Pernambuco, no começo desta quarta-feira.

Conforme a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Ganito e Ipubi, ambas no Sertão, superaram as expectativas de chuva para o dia, superando os 50mm de acúmulo de água.

Nas últimas 6 horas, o volume de chuva em Granito foi de 61,98mm. Já em Ipubi, o acúmulo de água foi de 51,62m.

Segundo a Apac, ambos os municípios saíram do nível de severidade ‘moderada’ para ‘forte’.

Além dos dois municípios do Sertão do Araripe, também tem chovido, com pouco menos intensidade, em Ouricuri, também no Araripe, e Verdejante, Sertão Central.

Apac aponta no seu monitor de chuvas em tempo real, às 7h29 desta quarta-feira, Verdejante com 44,81mm, e Ouricuri com 30,59mm, no nível de severidade ‘moderada’.

Outros dois municípios sertanejos começaram o dia de hoje com chuva, ‘fraca a moderada’, entre 10mm e 30mm de acúmulo: Exu e Terra Nova.

Inmet alerta para risco de chuvas intensas em 24 cidades do estado; confira

Extremo oeste do estado receberá chuva nesta terça, segundo o Inmet/REPRODUÇÃO/INMET

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, nesta terça (3) um alerta de chuvas intensas com “perigo em potencial para 24 cidades de Pernambuco

O alerta vale até o fim da noite e aponta risco de chuvas entre 20 e 30 milímetros por horas ou até 50 milímetros por dia.

Além disso, o Inmet informa a previsão de ventos intensos (40-60 km/h).

Ainda de acordo com o Inmet, há vaixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

Diante disso, o instituto alerta:

Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).

Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)

Veja as cidades

Afrânio
Araripe
Araripina
Belém do São Francisco
Bodocó
Cabrobó
Calumbi
Carnaubeira da Penha
Cedro
Dormentes
Ipubi
Mirandiba
Moreilândia
Petrolina
Quixaba
Santa Filomena
Santa Maria da Boa Vista
Santa Terezinha
Serra Talhada
Serrita
Terra Nova
Trindade
Triunfo
Verdejante

Apac prevê chuva para o Sertão na virada do ano e tempo firme nas outras regiões de Pernambuco

Apac alerta para chuvas fortes no Sertão - PE Notícias

O ano de 2026 será recebido com chuva no Sertão de Pernambuco, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima. A Apac também prevê tempo firme, com céu parcialmente nublado nas outras regiões do estado, com possibilidade apenas de chuva fina no sábado (28) à noite e madrugada do domingo.

“Os modelos atmosféricos indicam que deve chover no sertão entre os dais 31 de dezembro a 1º de janeiro”, adiantou o meteorologista Romilson Ferreira, da Apac, tranquilizando quem está com programação de réveillon ou para as férias no litoral do estado.

Para o final de semana a previsão é de predominância de sol em todo o estado, no litoral pode ocorrer chuva fraca e isolada no sábado à noite e durante a madrugada e primeiras horas da manhã do domingo, entre o agreste e o sertão não há previsão de chuva.

“Sem chuva nas demais regiões do estado, o que deve prevalecer é o céu parcialmente nublado com sol no estado”, complementou.

Conforme o meteorologista, o quadro deverá se estender por todo o mês de janeiro: “No Sertão, o verão corresponde ao período chuvoso, quando as pancadas de chuva podem ser fortes e concentradas em pouco tempo, acompanhadas de raios e trovões”.

“Já no Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife (RMR), o verão é um período que antecede o período chuvoso, com menor frequência de chuvas”, explicou.

Apesar da previsão de chuva no Sertão durante o mês de janeiro, Romilson destaca que a região continuará com a mais quente do estado.

“Em Pernambuco, o verão é caracterizado como a estação mais quente do ano, com temperaturas máximas que podem atingir valores próximos aos 40 graus, no Sertão, 37, no Agreste, 34, na Zona da Mata e no litoral, além de maior sensação térmica”.

Apac emite alerta para o Sertão, mas chuva é abaixo do previsto

Tamandaré apresentou maior acúmulo de águas nas últimas 12h/REPRODUÇÃO/APAC

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) lançou, no domingo (21) à noite, um alerta de “Estado de Observação” para possibilidade de chuvas moderadas e, pontualmente, fortes para o Sertão, do Araripe e Central, do estado.

A previsão era para a noite do próprio domingo e madrugada e manhã desta segunda (22). A intensidade, no entanto, foi bem abaixo, conforme o painel de monitoramento de chuvas acumuladas da Apac.

Às 7h desta segunda, o município do Sertão pernambucano com maior acúmulo, nas últimas 12 horas, foi Afrânio, com 14,04mm, e Triunfo, com 13,07mm. Ambas abaixo do parâmetro que indica “Estado de Observação”.

O município do estado que mais choveu nas últimas 12h foi Tamandaré, na Zona da Mata Sul, com 30,05mm, acúmulo de água que entra na categoria de severidade “Moderada”, que é entre 30mm e 50mm.

Após chuva intensa, motorista de 58 anos desaparece em córrego em Guarulhos; Defesa Civil contabiliza sete mortes no estado de SP

Carro ficou parado no córrego; moradores correram para abrir a porta do veículo, mas já não encontraram ninguém — Foto: Reprodução/TV Globo

Um entregador de 58 anos desapareceu durante a chuva forte que atingiu Guarulhos, na Grande São Paulo, na terça-feira (16). O carro em que ele estava foi arrastado pela enxurrada até um córrego.

Na hora, ele trabalhava fazendo uma entrega na região. Os bombeiros retomaram as buscas nesta quarta-feira (17).

A Defesa Civil contabiliza sete mortes no estado de São Paulo em razão das chuvas agora em dezembro.

O córrego onde motorista desapareceu no córrego Taboão, no bairro Jardim Santa Emília, passa por baixo de várias casas até desaguar no Rio Tietê.
Segundo os bombeiros, testemunhas disseram ter visto duas pessoas dentro do veículo.

Uma espécie de cerca de proteção de metal que deveria separar a rua do córrego já estava caída há algum tempo, segundo moradores. O veículo, um utilitário leve branco, ficou parado perto de uma casa construída sobre um ponto do córrego.

Uma moradora que estava na hora em que o carro caiu, por volta das 17h30, contou que algumas pessoas correram para tentar abrir a porta do veículo, mas já não encontraram ninguém dentro.

Os bombeiros usam uma retroescavadeira para retirar lixo do córrego e ajudar a limpar a área para o trabalho de busca.

Aeroportos de São Paulo têm mais de 340 voos cancelados após vendaval

No total dos dias, 227 foram voos afetados, sendo 181 cancelamentos na quarta (10) e 46 somente na manhã de quinta (11)

Mais de 340 voos foram cancelados entre quarta-feira (10) e a manhã desta quinta-feira (11) nos dois principais aeroportos de São Paulo após as rajadas de vento que atingiram o estado.

No Aeroporto de Congonhas, na zona Sul da capital, 227 foram voos afetados, com 181 cancelamentos na quarta e 46 somente na manhã desta quinta.

Já no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, entre a quarta-feira e a madrugada desta quinta, 61 chegadas e 56 partidas foram canceladas, totalizando 117 voos impactados.

Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), os ventos fortes foram causados por um ciclone extratropical que atinge as regiões Sul, Centro-oeste e Sudeste do país e provocaram alerta meteorológico em 9 estados. A expectativa é de que as condições melhorem entre esta quinta e sexta-feira (12).

Apesar dos transtornos, a Aena informou que o Aeroporto de Congonhas permanece aberto para pousos e decolagens nesta manhã. A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto de Guarulhos, também informou que as operações funcionam normalmente hoje.

Em contato com a CNN Brasil, companhias aéreas se posicionaram sobre os cancelamentos de voos. Em nota, a GOL disse que, nesta quinta-feira, as operações seguem regulares nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos.

Para maior comodidade, clientes impactados pelos atrasos e cancelamentos de ontem (10/12) que tenham disponibilidade para alterar seu voo podem fazê-lo sem custos adicionais. A mudança é autorizada dentro da validade do bilhete, mantendo a mesma origem e destino, e não é necessário comparecer ao aeroporto para realizá-la“, afirmou a empresa,

Já a Latam afirmou que “lamenta os transtornos causados por essa situação totalmente alheia ao seu controle e reforça o seu compromisso com a segurança em todas as suas operações e decisões.”

O cliente de voo com origem, destino ou conexão em São Paulo que não foi cancelado entre 10 e 12 de dezembro também pode alterar a data de sua viagem sem custo até 15 dias depois“, completou em nota.

A Azul também foi procurada e a CNN Brasil aguarda retorno. O espaço segue em aberto.

Estragos pelo estado e reflexos do ciclone

Após o ciclone extratropical que atingiu diversas regiões da capital e da Grande São Paulo, o estado amanheceu com cerca de 1,5 milhões de pessoas sem energia elétrica em suas residências. Ao menos 2 milhões de clientes tiveram o fornecimento afetado desde o começo do vendaval.

Neste momento, de acordo com o mapa de fornecimento de energia da Enel, 1.508.904 pessoas sofrem com a falta de luz, o que representa cerca de 17,74% do total de clientes atendidos pela concessionária.

Segundo a Enel, a capital paulista lidera com o maior número de pessoas sem luz, ultrapassando 1 milhão de unidades consumidoras.

À CNN Brasil, a Enel Distribuição São Paulo informou que foram mobilizados, antecipadamente, mais de 1.500 equipes ao longo de quarta-feira (10) para operar no restabelecimento dos 2 milhões de clientes com o fornecimento elétrico afetado. De acordo com a concessionária, desde ontem (10) até a manhã desta quinta-feira (11), cerca de 500 mil clientes afetados tiveram a energia religada.

A empresa reiterou ainda que geradores foram disponibilizados pela companhia para o atendimento de ocorrências mais graves.

A Enel diz que trechos inteiros da rede foram danificados, devido vendaval derrubou árvores e lançou galhos e outros objetos sobre a rede elétrica, o que impactou diretamente o fornecimento de energia em diversos pontos.

Queda de árvores

Segundo o Corpo de Bombeiros, foram 1.327 chamados para quedas de árvore na capital e Grande São Paulo entre 0h e 19h40 de quarta-feira (10).

Na manhã desta quinta (11), no período das 0h00 às 5h45, na capital e região metropolitana de SP, foram 17 chamados para quedas de árvores e dez para desabamentos.

Um dos troncos caídos afetou a porta da Japan House, casa de exposições de cultura japonesa, localizada na Avenida Paulista. Em um comunicado publicado nas redes sociais, o estabelecimento informou que as atividades previstas foram canceladas e que já toma providências para a normalização.

Ciclone extratropical

O ciclone extratropical que atingiu o estado de São Paulo trazendo um forte vendaval, nesta quarta-feira (10), deixou milhões de pessoas sem energia e água, além de ter provocado uma série de transtornos, como trânsito intenso, falhas no transporte público, queda de árvores e enchentes.

De acordo com o Inmet, o fenômeno durou cerca de 12 horas e gerou rajadas de vento que chegaram a 98 km/h.

São Paulo está em alerta desde segunda-feira (8), a partir do alerta emitido pela Defesa Civil. Devido ao ciclone extratropical que se formou no Sul do país, o estado poderia registrar ocorrências de chuva volumosa, fortes rajadas de vento e possibilidade de queda de raios e granizo em todas as regiões do estado.

Santa Catarina entra em alerta para chuva intensa e rajadas fortes com avanço de ciclone

Ciclone extratropical provoca temporais e ventos fortes em Santa Catarina/ Secretaria de Proteção Defesa Civil de Santa Catarina

A aproximação de um ciclone extratropical deve provocar forte instabilidade em Santa Catarina ao longo desta semana. De segunda (8) a quarta-feira (10), o estado poderá registrar chuva intensa, temporais isolados e rajadas de vento, segundo a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil (SDC/SC). O órgão alerta para risco moderado a alto de alagamentos, enxurradas e destelhamentos.

Os primeiros temporais, com chuva localizada e intensa, são esperados entre a tarde e a noite desta segunda. Grande Oeste, Alto Vale do Itajaí e Planaltos terão maior chance de ventos fortes e queda de granizo. No Litoral, a circulação marítima aumenta a nebulosidade e deixa o mar agitado. As temperaturas máximas permanecem elevadas, variando entre 27°C e 31°C em grande parte do estado.

Com o avanço do ciclone sobre a região na terça-feira (9), a instabilidade ganha força. A chuva se torna persistente e intensa em curtos períodos, sobretudo no Litoral e nas áreas serranas próximas, elevando o risco de alagamentos e enxurradas. No Litoral, as rajadas de vento podem alcançar 70 km/h.

Na quarta-feira (10), o sistema se afasta para alto-mar, reduzindo a instabilidade. Ainda assim, o vento aumenta, chegando a 60–80 km/h em boa parte do estado, com picos de até 100 km/h em áreas costeiras e serranas. Pancadas rápidas de chuva ainda podem ocorrer, mas com menor risco de transtornos.

O mar deve permanecer agitado entre quarta e quinta-feira (11), com possibilidade de ressaca e ondas de 3,0 m a 3,5 m, podendo atingir 4,0 m em alto-mar no Litoral Sul. Na quinta, não há previsão de chuva, e o vento passa a soprar do sudeste.

A partir de sexta-feira (12), a formação de um novo sistema de baixa pressão entre o Paraguai e o oeste da Região Sul volta a deixar o tempo instável, com chance de temporais e chuva localmente intensa.

Casas ficam embaixo d’água após temporal atingir município de SC

Diversas casas ficaram submersas após o forte temporal que atingiu Luiz Alves, em Santa Catarina, nesta segunda-feira (24). A cidade está em alerta máximo, devido ao risco de alagamentos e deslizamentos.

A Defesa Civil de Santa Catarina informou que o município acumulou aproximadamente 140 milímetros (mm) de chuva em poucas horas, provocando diversos pontos de alagamento e exigindo atenção dos moradores.

Como medida de contingência, a Prefeitura mobilizou um abrigo para famílias desalojadas na Escola Paulina Regina Weber Köhler, no bairro Vila do Salto.

Equipes municipais estão no local prestando suporte às pessoas afetadas.

As escolas das redes municipal e estadual suspenderam as aulas, na segunda (24), e permaneceram fechadas nesta terça (25), devido às dificuldades de deslocamento. Os CEIs (Centros de Educação Infantil) funcionam apenas em regime de plantão.

Em comunicado, a Secretaria de Saúde informou que todas as unidades básicas do município estão temporariamente fechadas.

A Prefeitura também emitiu alertas para risco de alagamentos e deslizamentos nos seguintes locais:

Vila do Salto
Centro
Dom Bosco
Braço Elza
Braço Miguel
Alto Canoas
Baixo Canoas
Serafim
Baixo Máximo
Vila Nova

Algumas localidades foram interditadas por queda de árvores, lama ou acúmulo de água nas vias, entre elas: Entrada do Braço da Onça, Rua Dom Bosco, Rua José Kraisch, Estrada Geral Braço Elza, Bairro Canoas, Bairro Rio do Peixe, Rua Alberto Justino Vieck e Bairro Arataca.

Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros seguem monitorando a região.

Apac renova alerta de “Estado de Atenção” para chuvas no Sertão de Pernambuco

Cidade de Cabrobó, no Sertão, foi uma das beneficiadas com as chuvas dos últimos dias. Imagem: reprodução/YouTube/

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) renovou o alerta de “Estado de Atenção’, nesta sexta-feira (21), para o Sertão do estado, que deverá ter pancadas de chuvas de intensidade de moderada a forte ao longo de todo o dia. Para o Agreste, a previsão é de intensidade moderada, pontualmente forte.

A Apac havia publicado o primeiro alerta na quinta (20), com a possibilidade chuvas fortes ao longo da noite e madrugada da sexta.

Nas últimas seis horas, as plataformas de coleta de dados pluviométricos indicam que choveu em Cabrobó, no Sertão, mais de 40mm. Distante 42km, Terra Nova segue como segundo município com maior acúmulo de água: 11,22mm.

Se consideradas as últimas 12h, as posições se invertem: Terra Nova (48mm) e Cabrobó (40,21mm).

Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também renovou o seu alerta ‘Laranja’ nesta sexta-feira para chuvas no Sertão com intensidade forte, podendo chegar a acumular entre 30mm e 60mm, a hora, ou 100mm, o dia.

Conforme o Inmet, 39 municípios sertanejos de Pernambuco estão inclusos no alerta.

Na Bahia, mais de 50 cidades estão em alerta por causa de temporais

Mais de 50 cidades da Bahia estão sob alerta de temporais — Foto: Reprodução/TV Globo

Mais de 50 cidades da Bahia estão em alerta por causa de temporais. Em Salvador, a chuva desta quarta-feira (12) provocou estragos.

Foi o barulho de parte da encosta cedendo que acordou a comerciária Ana Cristina da Silva:

Eu estava deitada quando ouvi o estalo. Eu levantei, correndo na minha varanda, eu já vi um pedaço caindo. Aí o poste veio junto e caiu”, conta.

A manta sintética coberta por uma camada de concreto não aguentou o peso da terra encharcada. Em vários pontos de Salvador, ruas e avenidas ficaram debaixo d’água. Árvores caíram. No bairro de Itapuã, a enxurrada invadiu casas.

Agora que o tempo estiou, tem que ver se a gente perdeu a geladeira, guarda-roupa”, diz o professor Mateus Goes.
Na periferia, duas casas desabaram. Em uma delas, um casal chegou a ficar soterrado e foi socorrido por vizinhos.

Começou a cavar, cavar, cavar. Eu, ele, mais outro menino, três pessoas. Conseguiu tirar ele, mas deu trabalho”, diz o pedreiro Eduardo Anunciação.

O Hospital Geral do Estado não divulgou o quadro de saúde deles.

Por causa desse deslizamento, os moradores de duas casas e de mais três no barranco foram notificados pela Defesa Civil municipal para deixar os imóveis imediatamente. A prefeitura informou que as famílias desalojadas vão receber aluguel social de R$ 400. Em menos de 24 horas, choveu 50% a mais que o previsto para todo o mês de novembro.

Nessa época do ano, a gente não vê acontecer isso”, diz o músico Ruben Oliveira.

Não é comum, não. A gente tem que ficar na expectativa do que é que a gente está fazendo para levantar essa fúria toda da natureza”, diz a assistente administrativa Suzana do Rosário.

A Defesa Civil pede que os moradores continuem atentos.

As pessoas precisam entender que o solo está encharcado e a possibilidade de escorregamento de terra ainda permanece”, afirma o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Sosthenes Macêdo.

Recife teve maior acúmulo de chuva nas últimas 24h em Pernambuco, segundo a Apac

Ao decorrer do dia o tempo estará nublado a parcialmente nublado, com pancadas de chuva em toda a região/Rafael Vieira/DP Foto

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou na manhã desta quarta-feira (º1), por volta das 6h26, os maiores acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas no estado. O levantamento mostra que o Recife foi a cidade mais atingida, com 48,1 milímetros de precipitação.

Na sequência aparecem São Lourenço da Mata, com 47,8 mm, Jaboatão dos Guararapes, com 43,6 mm, Camaragibe, com 41,8 mm, e Olinda, que registrou 37,8 mm. Todas essas cidades estão localizadas na Região Metropolitana do Recife, que concentra os maiores volumes no período.

Segundo a Apac, a previsão para esta manhã é de pancadas de chuva de intensidade moderada na Região Metropolitana do Recife e na Mata Sul.

O órgão alerta que, mesmo em volumes considerados dentro da normalidade, a combinação entre chuva e áreas de risco pode aumentar as chances de deslizamentos e alagamentos.

A Defesa Civil orienta a população a redobrar a atenção. Em caso de emergência, a recomendação é acionar os números de atendimento do órgão municipal.

Inmet lança alerta de chuva para 46 municípios de Pernambucano

Recife, PE, 28/07/2025 - CHUVAS NO RECIFE - Imagens das chuvas no Recife, alagamentos e pessoas andando na chuva e na agua./Rafael Vieira

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou alerta de risco de acúmulo de chuva com ‘Perigo Potencial’ para 46 municípios de Pernambuco.

Segundo o órgão, a classificação do grau de severidade do alerta aponta para acúmulo entre 20mm e 30mm, a hora, ou 50mm, o dia.

A faixa amarela que indica o risco de ‘Perigo Potencial’ no mapa do Inmet cobre todo o litoral do estado, passando pela Região Metropolitana do Recife e zonas da mata Norte e Sul.

Confira quais municípios estão inclusos no alerta do Inmet:

Abreu e Lima
Água Preta
Aliança
Amaraji
Araçoiaba
Barreiros
Bonito
Cabo de Santo Agostinho
Camaragibe
Carpina
Catende
Chã de Alegria
Chã Grande
Condado
Cortês
Escada
Gameleira
Glória do Goitá
Goiana
Igarassu
Ilha de Itamaracá
Ipojuca
Itambé
Itapissuma
Itaquitinga
Jaboatão dos Guararapes
Joaquim Nabuco
Lagoa de Itaenga
Maraial
Moreno
Olinda
Palmares
Paudalho
Paulista
Pombos
Primavera
Recife
Ribeirão
Rio Formoso
São José da Coroa Grande
São Lourenço da Mata
Sirinhaém
Tamandaré
Tracunhaém
Vitória de Santo Antão
Xexéu

1ª tempestade da primavera deixa 139 árvores caídas, 55 semáforos apagados e mais de 500 mil imóveis sem luz na Grande SP

Árvores caíram na Alameda Santos — Foto: Aldieres Batista/TV Globo

A forte chuva acompanhada de rajadas de vento que atingiu São Paulo na segunda-feira (22) provocou quedas de árvores, destelhamento de imóveis, transbordamento de córregos e falhas em semáforos em toda a cidade.

Segundo a prefeitura, somente na capital foram:

-139 árvores caídas;
-7 atendimentos sem vítimas para desabamentos;
-55 semáforos apagados por falta de energia;
-18 pontos de alagamento;
-122 equipes atuaram nas ruas para reduzir os impactos e liberar as vias atingidas;
-Mais de 500 mil pessoas chegaram a ficar sem luz na Grande SP depois do temporal. Por volta das 6h40 desta terça-feira (23), pouco mais de 227 mil continuavam às escuras.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo decretou estado de atenção para chuvas às 13h45 em todas as regiões da capital. Às 15h02, ele foi encerrado. A instabilidade se afastou para o Litoral Norte e o Vale do Paraíba, segundo dados da Defesa Civil.

Tudo isso foi causado por uma frente fria que veio do Sul do Brasil, passou pelo estado de São Paulo e agora começa a se afastar para o alto-mar. O que a gente vai ter agora é um frio bem intenso. As temperaturas em São Paulo vão ficar baixas“, afirmou o meteorologista César Soares, da Climatempo.

Para esta terça (23), a previsão é de céu encoberto, garoa ocasional, mínima de 14°C e máxima de 18°C, segundo a Climatempo.

A seguir, o balanço dos estragos registrados na segunda, de acordo com os dados das subprefeituras da capital:

Queda de árvores

A Secretaria Municipal das Subprefeituras de São Paulo informou que 139 árvores caíram até as 19h de segunda. Avenidas importantes, como Nove de Julho, Rubem Berta e Sumaré chegaram a ser bloqueadas, mas tiveram o tráfego restabelecido no início da noite.

Segundo o CGE, a intensidade dos ventos foi suficiente até para derrubar árvores saudáveis.

Em nota, a prefeitura destacou que, de janeiro a setembro, já realizou mais de 112 mil podas e removeu preventivamente 9,4 mil árvores. Só neste mês, até o dia 19, foram registradas 8.449 podas e 550 remoções.

Pessoas sem energia

O boletim da Enel, distribuidora de energia elétrica responsável pelo serviço na capital, publicado às 22h35 de segunda-feira (22), apontou que 382.407 imóveis ainda estavam sem energia elétrica na Grande São Paulo. Somente na capital, o número correspondia a 280.359. Às 15h19, segundo a Enel, havia 579.531 imóveis sem luz.

Segundo entrevista do diretor de operações da concessionária de energia, Marcio Jardim, à TV Globo, a empresa teve, ao longo do dia, mais de mil equipes trabalhando na rua. Segundo ele, a previsão para restabelecer a energia na região só seria informada nesta terça.

Rajadas de ventos

Os ventos chegaram a quase 100 km/h em diferentes regiões da cidade:

-98,2 km/h no Aeroporto Campo de Marte, Zona Norte, às 14h08;
-92,1 km/h em Santana – Carandiru, às 14h20;
-87 km/h no Aeroporto de Congonhas, Zona Sul, às 14h05.

O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, de São Paulo, registrou ventos de 87 km/h, segundo cálculos do próprio aeroporto.

O recorde na cidade, segundo a Defesa Civil, foi registrado em 12 de outubro de 2024, com 107,6 km/h. A Defesa acionou equipes para atender ocorrências relacionadas à ventania em bairros das zonas Sul e Oeste. Placas de sinalização e galhos também foram derrubados.

Outros pontos também registraram rajadas fortes, como 56,2 km/h no Ipiranga e 55,5 km/h no Centro.

Volume de chuva e alagamentos

Até as 18h de segunda, a média de chuva na cidade foi de 33,4 mm. Por regiões, o acumulado foi:

-Zona Sul: 34,8 mm
-Zona Leste: 32,4 mm
-Zona Norte: 31,9 mm
-Zona Oeste: 31,8 mm
-Centro: 29 mm

Segundo o meteorologista Cesar Soares, da Climatempo, o volume de chuva registrado em São Paulo não foi o principal fator de preocupação.

De maneira geral, o acumulado não foi tão grande pela capital, exceto em algumas áreas da região metropolitana, como Franco da Rocha, que registrou volumes acima dos 80 milímetros”, disse.

O que mais chamou atenção, segundo Soares, foram as rajadas de vento associadas à linha de instabilidade que se formou antes da chegada da frente fria à capital.

Já observávamos pelo interior ventos de 70 a 80 km/h. Ao chegar a São Paulo, esse sistema se intensificou ainda mais, com registros de até 98 km/h no Aeroporto Campo de Marte”, afirmou.

Além disso, o CGE apontou 18 pontos de alagamento. Houve ainda extravasamento dos córregos Morro do S (Campo Limpo), Zavuvus (Cidade Ademar) e Água Espraiada (Santo Amaro).

Atendimentos para desabamentos

A Defesa Civil contabilizou sete atendimentos para desabamentos entre 7h e 19h de segunda: três na Zona Leste, um na Norte e três na Sul. Não há informações sobre feridos.

Problemas nos semáforos

De acordo com a Companhia de Engenharia de Trafego (CET), ao menos 55 semáforos ficaram apagados por falta de energia em diferentes pontos da cidade, além de outros 25 que apresentaram falha e 18 que permaneceram em amarelo piscante. A situação refletiu diretamente no trânsito, que registrou 351 km de lentidão às 18h de segunda.

A CET informou que, além dos 55 semáforos apagados por falta de energia, 549 agentes e 248 viaturas (214 carros e 34 motos) foram mobilizados para organizar o trânsito.

A capital ainda registrou lentidão de 351 km às 18h, abaixo do recorde do ano, que foi de 1.335 km em 8 de agosto.

1ª tempestade da primavera

Na segunda, houve registros de quedas de árvores e destelhamentos na Grande São Paulo, além de falta de energia. Passageiros no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, registraram o momento em que a água da chuva invadiu a área do terminal próxima ao portão 4.

Parte do teto da Estação Brás, da CPTM, no Centro, importante polo de transporte na cidade de São Paulo, que tem como um centro de integração entre Metrô e trem, desabou. Nas imagens, é possível ver água da chuva caindo no saguão da estação e o chão molhado.

No início da tarde, por volta das 14h, o tempo fechado e a chuva forte fizeram o “dia virar noite”, com o céu cinza escuro.

Uma imagem impressionante registrou o momento em que uma tempestade de aproxima da região da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. No vídeo abaixo, a é possível ver uma nuvem de chuva avançando rapidamente sobre prédios. Em instantes, a visibilidade é totalmente encoberta e o “dia vira noite”.

O alerta, emitido pelo sistema de mensagem automática da Defesa Civil, envia mensagens automáticas para todos os celulares na área de risco, independentemente do cadastro prévio ou do CEP.

Alerta severo: temporais com rajadas de vento nas próximas horas na capital e Região Metropolitana. Risco de queda de árvore e destelhamento. Abrigue-se“, dizia a mensagem.

Mais cedo, duas árvores caíram em razão da ventania e bloquearam totalmente um trecho da Alameda Santos, na região da Avenida Paulista, Centro de São Paulo.

Queda de cobertura de escola, destelhamentos e árvores caídas: temporal causa estragos no Paraná

Queda de cobertura de escola após temporal em Ponta Grossa — Foto: Defesa Civil de Ponta Grossa

O forte temporal que atingiu o Paraná entre a noite de domingo (21) e a madrugada desta segunda-feira (22) provocou estragos em diversos municípios. Foram registrados destelhamentos de casas, quedas de árvores e até o desabamento da cobertura de uma quadra de esportes em uma escola.

Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, a chuva intensa acompanhada de raios, trovões e ventos fortes deixou parte da cidade sem energia elétrica e causou danos em vários pontos.

Segundo a Defesa Civil, um dos locais mais atingidos foi a Escola Municipal José Pinto Rosas, no Parque Bonsucesso. A cobertura da quadra desabou e a unidade foi interditada.

As aulas desta segunda-feira (22) foram suspensas, afetando os 320 alunos da educação infantil e do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.

Ainda de acordo com o órgão, sete atendimentos foram realizados no domingo por conta das chuvas, principalmente de casas destelhadas. Os casos ocorreram no bairro Chapada, onde moradores do Manacás, Estrela do Norte e Bonsucesso tiveram as residências atingidas por destelhamentos.

Até a publicação desta reportagem, não havia registro de feridos ou de famílias desabrigadas.

Em Curitiba, os ventos chegaram a 74,2 km/h entre 5h e 6h desta segunda, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Houve quedas de árvores e várias residências ficaram sem energia elétrica.

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), em Ponta Grossa as rajadas atingiram 83,9 km/h por volta das 4h15. Em Ubiratã, no Centro-Oeste, a velocidade chegou a 121 km/h.

Confira na tabela abaixo os principais registros de vento, atualizados às 5h40 pelo Simepar:

  • 121 km/h em Ubiratã à 1h15;
  • 102,2 km/h em Altônia à 1h;
  • 83,9 km/h em Ponta Grossa às 4h15;
  • 77 km/h em Guaíra à 0h15;
  • 74,2 km/h em Umuarama à 1h30;
  • 73,8 km/h em Cascavel à 0h45;
  • 72,7 km/h em Laranjeiras do Sul à 0h15;
  • 71,3 km/h às 2h15 em Campo Mourão;