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Teto de academia desaba por conta das chuvas em Santa Cruz do Capibaribe

Equipamentos ficaram danificados (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Parte do teto de uma academia de ginástica cedeu, nesta quinta-feira (6), em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. O caso aconteceu por volta do meio-dia enquanto havia alunos treinando no local.

A gerência da academia afirmou que o incidente se deu devido às chuvas que atingiram a cidade.

A academia em que o teto desabou foi a Republic e fica localizada no bairro Nova Santa Cruz. De acordo com uma nota, publicada nas redes sociais, as atividades foram suspensas por um período para fazer uma manutenção.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram os aparelhos de treino atingidos pelo teto. Segundo a academia, ninguém ficou ferido.

A gestão da academia também garantiu que irá ressarcir os clientes levando em conta o tempo em que o espaço ficar fechado.

Chuvas: mãe e filha morrem vítimas de deslizamento de barreira na Zona Norte do Recife

Deslizamento de barreira mata mãe e filha no Recife

Um deslizamento de barreira deixou mãe e filha mortas, no Córrego da Bica, Zona Norte do Recife. A tragédia aconteceu nas primeiras horas desta quinta-feira (6).

Maria da Conceição Braz de Melo, de 51 anos, e a filha, Nicole Melo de Souza, 23, dormiam, quando, por volta da 1h, a barreira deslizou e destruiu a residência que elas moravam.

O filho de Maria, Pedro Vinícius, não estava em casa. Ele trabalha num posto de gasolina, que fica na BR-101, próximo do local do acidente.

As buscas pelos corpos começaram por volta das 3h. O de Maria foi encontrado por volta das 4h. Já Nicole, que ficou soterrada, foi encontrada pelas 7h.

Viaturas do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Científica, Instituto de Medicina Legal (IML) estiveram no local.

Chuvas: cidades ultrapassam 200 milímetros em 24 horas; confira onde mais choveu em Pernambuco

Recife enfrenta muita chuva nesta quarta-feira (5)

Três cidades de Pernambuco ultrapassaram os 200 milímetros de chuvas nas 24 horas contabilizadas até 6h desta quinta-feira (5), segundo balanço da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

Goiana, na Mata Norte, foi o local onde mais choveu no Estado nesse período, com 234 milímetros. A média mensal é de 118,1 mm e, portanto, em apenas 24 horas a cidade registrou quase o dobro do esperado para todo o mês de fevereiro.

Em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife (RMR), o índice chegou a 217,6 mm, ante média de 93,1 mm em fevereiro ou seja, na cidade choveu 132,2% a mais do que a média mensal em apenas 24 horas.

Em Abreu e Lima, também na RMR, o acumulado foi de 201,7 mm, 133,2% a mais do que os 86,5 mm apontados como esperados para todo fevereiro.

O Recife foi a quarta cidade de Pernambuco com maior total de chuvas, com 193,2 mm. E em Itapissuma, na RMR, o acumulado foi de 189,1 mm.

Confira onde mais choveu em Pernambuco
Goiana – 234 mm
Igarassu – 217,6 mm
Abreu e Lima – 201,7 mm
Recife – 193,2 mm
Itapissuma – 189,1 mm
Paulista – 183,01 mm
Olinda – 182,99 mm
Itambé – 174,95 mm
Jaboatão dos Guararapes – 157,34 mm
Condado – 156,7 mm

Chuvas deixam cinco mortos na Grande Recife

Chuvas deixam cinco mortos na Grande Recife | CNN Brasil

Subiu para cinco o número de mortos por conta das fortes chuvas que atingem a região metropolitana do Recife. O prefeito da capital, João Campos (PSB), confirmou que mais duas mortes foram registradas no bairro de Passarinho, após um deslizamento de barreira.

Outras três mortes ocorreram na quarta-feira (5). O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco realizou o resgate de três corpos — um no bairro da Estância e um na Boa Vista, ambos no Recife. O terceiro corpo foi resgatado na Vila da Fábrica, em Camaragibe, na região metropolitana da capital.

A Prefeitura do Recife renovou na manhã desta quinta-feira (6) o estágio de Alerta Máximo devido às fortes chuvas que atingem a capital pernambucana desde a noite de segunda-feira (3).

Alerta Máximo

A renovação do Alerta Máximo foi decretada devido ao acúmulo de chuvas intensas que continuam afetando o Recife e a região metropolitana, com volumes de precipitação que superaram os 200 milímetros em algumas áreas.

A prefeitura da cidade orientou a população a evitar deslocamentos desnecessários e suspendeu as aulas na rede municipal de ensino, além de interromper os serviços não essenciais. O atendimento de saúde está restrito às unidades de emergência, maternidades e prontos atendimentos.

Para dar suporte às famílias que precisaram deixar suas residências, a Prefeitura do Recife abriu 12 abrigos temporários, com mais de 500 vagas inicialmente, e anunciou a ampliação para um total de 800 vagas ao longo do dia.

Até o momento, 90 pessoas estão desalojadas na capital. Na Região Metropolitana, em Jaboatão dos Guararapes, 17 pessoas precisaram deixar suas casas e, em Paulista, 20 famílias também foram impactadas pelas fortes chuvas.

Além das medidas de acolhimento, o município de Jaboatão dos Guararapes também entrou em estágio de Alerta Laranja, com equipes de monitoramento em campo para avaliar os danos e realizar o apoio às vítimas. A cidade contabilizou 77 ocorrências, com deslizamentos e alagamentos, mas sem vítimas fatais.

Em decorrência das chuvas, a Compesa suspendeu o abastecimento de água nas áreas de morro de sete cidades: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Camaragibe e Goiana, na Zona da Mata Norte.

Mais chuvas

Na quarta-feira, a Apac emitiu um novo aviso meteorológico para o Grande Recife, Zona da Mata e Agreste de Pernambuco. Em nota à imprensa, o Inmet também renovou o alerta vermelho, de grande perigo, para chuvas intensas no Litoral de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.

O alerta prevê chuvas superiores a 60 milímetros, podendo ultrapassar os 100 milímetros, além de ventos acima de 100 km/h.

Risco de inundação ainda assusta moradores de Goiana, na Mata Norte

 (Reprodução/Site Apac)

Os moradores de Goiana, na Zona da Mata Norte do estado, viveram momentos de apreensão nas últimas 12h. O nível do Rio Capibaribe Mirim subiu 5 metros além do seu nível normal, gerando um sinal de alerta de inundação do município, que também pode afetar as vizinhas Itambé e Timbaúba.

Goiana chegou a registrar, nas últimas 12h, 139.35mm de chuvas, chegando aos 230mm, no período das últimas 24h. Nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (6), a chuva diminuiu na região, mas o nível do rio segue sob monitoramento severo.

Outros municípios próximos a Goiana também estão entre os que mais choveram nas últimas 12h. Igarassu registrou 85.88mm de acúmulo de água. Itambé teve 73.23mm.

“Quantas vidas vão ser perdidas para o prefeito vir aqui resolver?”, diz moradora após deslizamento que matou mãe e filha

 (Foto: Reprodução/ TV Guararapes
)

Moradores do Córrego da Bica, no bairro de Passarinho, na Zona Norte do Recife, estão revoltados e preocupados após o deslizamento de uma barreira que resultou na morte de mãe e filha, na madrugada desta quinta-feira (6). A tragédia causou indignação na comunidade, que reclama da falta de medidas preventivas para evitar novos desastres na região.

Em entrevista à TV Guararapes, moradoras da área expressaram a preocupação com o risco de novos desastres e denunciaram o descaso das autoridades em resolver a situação.

Quantas vidas vão ser perdidas para o prefeito vir aqui resolver? A gente não quer R$ 300 reais não, a gente quer nossa moradia. Esse dinheiro não paga um aluguel. Era uma tragédia anunciada“, afirmou Luana, moradora da comunidade.

Anne, outra moradora, relatou que o ocorrido é apenas o começo do que pode acontecer se não forem tomadas providências urgentes:

É aquela história: O pai de família só fecha porta depois que o roubo acontece. Foi a mesma coisa com João Campos hoje, ele veio desejar os pêsames e um monte de gente com risco de morte, minha casa por exemplo tá condenada. A gente fala com a Defesa Civil e não vem ninguém para fazer pelo menos o paliativo“, relatou Anne, indignada.

O Prefeito do Recife, João Campos, esteve no local logo após o deslizamento, acompanhado por equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. Em nota, a Prefeitura informou que as equipes de assistência social estão dando suporte aos familiares das vítimas.

Chuvas no Recife: Defesa Civil recebeu 292 chamados e Saúde atendeu 49 pessoas nas últimas 24 horas

 (Foto: Marina Torres/DP Foto)

A Prefeitura do Recife divulgou um balanço sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram a capital pernambucana nas últimas 24 horas. A Defesa Civil recebeu, até as 18h desta quarta-feira (5), 292 solicitações, enquanto a Secretaria de Saúde atendeu 49 pessoas e a Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) registrou 40 chamados para quedas de galhos ou árvores.

Nas últimas 24 horas foram registradas chuvas que superaram 150 mm em algumas localidades do município e o Centro de Operações do Recife (COP) renovou o estágio de Alerta Máximo. Este estágio indica que as condições meteorológicas extremas representam risco máximo à população e exigem a formação de uma ampla força-tarefa para o restabelecimento da normalidade.

A orientação da Prefeitura é que moradores de áreas de risco procurem locais seguros ou abrigos do município em caso de necessidade.

A Prefeitura do Recife está disponibilizando 10 abrigos em todas as regiões da cidade:

– Centro Social Bidu Krause (Totó);
– Escola Municipal Alto da Guabiraba (Brejo da Guabiraba);
– Escola Municipal Célia Arraes (Várzea);
– Escola Municipal de Água Fria (Água Fria);
– Escola Municipal Diácono Abel Gueiros (Macaxeira);
– Escola Municipal Paulo VI (Linha do Tiro);
– Escola Municipal Professor Florestan Fernandes (Ibura);
– Igreja Batista Coqueiral (Coqueiral);
– Igreja Batista do Caçote (Areias);
– Igreja Batista Nacional (Coqueiral).

Com o estágio de Alerta Máximo, ficaram suspensos todos os serviços não essenciais e quaisquer atividades culturais e esportivas. As aulas presenciais dos turnos da tarde e noite da rede municipal foram suspensas na quarta-feira.

Queda de árvores e semáforos

Segundo a Emlurb, houve 40 chamados para quedas de galhos ou de árvores até as 18h desta quarta-feira, sendo que 27 foram solucionados, seis estão em andamento e o restante já está sob monitoramento das equipes de rua.

Também na parte da manhã desta quarta-feira, a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) recebeu 16 chamados para manutenção de semáforos. O Túnel Josué de Castro, no Pina, chegou a ser interditado no final da manhã, mas ao longo da tarde foi liberado para circulação de veículos. Ao longo do dia, 107 agentes foram destacados para orientar os condutores nas vias.

Defesa Civil

A Defesa Civil registrou solicitações que incluem pedidos de colocação de lonas e vistorias. As solicitações podem ser feitas pelo telefone 0800-081-3400, que funciona 24 horas.

As equipes municipais estão monitorando a situação e a Defesa Civil do Recife pode ser acionada pelo telefone 0800-081-3400, que é gratuito e funciona 24h por dia. No atual estágio de alerta, todos os serviços não-essenciais da Prefeitura estão suspensos, assim como quaisquer atividades culturais e esportivas.

A recomendação é para a população evitar deslocamentos e permanecer atenta aos canais oficiais da Prefeitura, onde são disponibilizadas, em tempo real, informações sobre a rotina da cidade, como o trânsito, pontos de alagamento e a eventual abertura de abrigos.

Saúde

De acordo com a Prefeitura, a rede de saúde do Recife registrou 49 ocorrências causadas pelas chuvas, todas de menor gravidade, a exemplo de infiltrações e dificuldade de acesso devido a alagamentos nas áreas externas.

A Policlínica Arnaldo Marques, no Ibura, registrou queda no abastecimento de energia, mas o atendimento está mantido com o suporte de gerador.

O atendimento ambulatorial na rede municipal foi suspenso nesta quarta-feira, permanecendo em funcionamento os serviços de pronto atendimento (SPAs), a exemplo das maternidades, hospitais e emergências para adultos e crianças.

Com isso, os pacientes que tinham consultas marcadas para hoje nas Unidades de Saúde da Família (USF e USF Mais), Unidades Básicas Tradicionais (UBTs), Centros de Atenção Psicossociais (CAPS) e ambulatórios das policlínicas, além da rede conveniada ao município, terão o atendimento reagendado para data mais próxima, de modo que não haja prejuízo aos usuários do SUS.

Os pacientes com consultas, exames e procedimentos marcados já foram contactados pela Central de Regulação do Recife – por isso, uma orientação importante para a população é manter o telefone, preferencialmente WhatsApp, atualizado no Conecta Recife.

Será através dele que enviaremos uma mensagem comunicando dia, horário e local do novo atendimento. Outro meio de fazer isso é via Conecta Zap da Prefeitura (81 99117-1407). A Saúde também orienta as pessoas a evitarem, quando possível, o contato com a água acumulada nas vias, prevenindo doenças de veiculação hídrica, a exemplo da leptospirose, e andar sempre com os pés protegidos, evitando cortes e outras lesões.

Ocupantes e moradores de comunidades do Grande Recife sofrem com enchentes

 (Foto: Reprodução/Instagram)

As fortes chuvas que atingem a Região Metropolitana do Recife nesta quarta-feira (5) causaram diversos transtornos como alagamentos e deslizamentos, além de ter causado três mortes. Integrantes de movimentos por moradia tiveram as ocupações em que vivem tomadas pela água.

Membros do Movimento Nacional de Luta pela Moradia Pernambuco (MNLM) e da Organização e Luta dos Movimentos Populares (OLMP), no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife, não conseguiram evitar que a água tomasse conta das ocupações.

Já na Ocupação Tiradentes, no bairro de Santo Amaro, famílias que vivem em barracos de taipa enfrentam grandes dificuldades com as infiltrações e alagamentos causados pelo temporal. O mesmo ocorre nas Ocupações Dandara e Construindo Sonhos, onde as famílias sofrem com estruturas precárias e infiltrações causadas pelo excesso de chuva.

Em Olinda, moradores de comunidades como Condor e Giriquiti sofrem com casas invadidas pela água, deixando moradores desabrigados.

Na capital pernambucana, 130 pessoas ficaram desalojadas após as inundações. Moradores do Recife contam com dez abrigos disponibilizados pela Prefeitura:

– Centro Social Bidu Krause (Totó);
– Escola Municipal Alto da Guabiraba (Brejo da Guabiraba);
– Escola Municipal Célia Arraes (Várzea);
– Escola Municipal de Água Fria (Água Fria);

– Escola Municipal Diácono Abel Gueiros (Macaxeira);
– Escola Municipal Paulo VI (Linha do Tiro);
– Escola Municipal Professor Florestan Fernandes (Ibura);
– Igreja Batista Coqueiral (Coqueiral);
– Igreja Batista do Caçote (Areias);
– Igreja Batista Nacional (Coqueiral).

A Defesa Civil do Recife pode ser acionada pelo telefone 0800-081-3400, que é gratuito e funciona 24h por dia.

A Agência Pernambucana de águas e clima (Apac) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovaram o alerta de chuva para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata e Agreste. Os avisos são válidos até esta quinta (6).

Chuvas: Recife entra em alerta máximo, e recomenda que população fique em casa

O Recife entrou em estágio de alerta máximo às 10h20 desta quarta-feira (5), por conta das fortes chuvas que atingem a capital pernambucana. O aviso é o quinto e mais grave na escala de cinco níveis do Centro de Operações do Recife (COP).

Segundo o COP, a rotina da Cidade foi impactada por causa das fortes chuvas.

“Permaneça em casa, exceto se houver risco de deslizamento, inundação ou desabamento. Uma ampla força-tarefa foi acionada para prevenir perdas e salvar vidas”, alertou o COP Recife.

Devido às chuvas, as aulas na rede municipal de ensino do Recife também foram suspensas para os turnos da tarde e noite desta quarta. “Recomendamos que as escolas e faculdades particulares, estaduais e federais adotem a mesma medida”, completou o COP.

O Recife já acumula 63,28 mm no Torreão, em apenas três horas — contabilizadas até 9h. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na manhã desta quarta-feira (5), um alerta vermelho para toda a faixa litorânea de Pernambuco e parte de Alagoas.

A Prefeitura do Recife alerta que a população de área de risco para deslizamento, inundação ou desabamento pode procurar abrigos da gestão para acolhimento.

“No Centro Social Bidu Krause, temos abrigo disponível para acolher as famílias e moradores que precisaram deixar seus imóveis por conta das chuvas”, informou a gestão municipal.

Chuvas no Recife: mesmo em Brasília, Raquel Lyra monitora situação e reforça alerta da Defesa Civil

O Governo de Pernambuco segue monitorando as fortes chuvas que atingem a Região Metropolitana do Recife (RMR) desde a madrugada. Mesmo em Brasília, a governadora Raquel Lyra (PSDB) afirmou, por meio de uma postagem no Instagram, que acompanha a situação e destacou o trabalho da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para minimizar os impactos.

“Estamos em Brasília, mas estamos monitorando, há 12 horas, as ocorrências de chuvas na Região Metropolitana do Recife. Choveu muito em diversos pontos, com risco de deslizamentos de barreiras, mas, até o momento, sem vítimas ou danos ao patrimônio. Estamos trabalhando junto à Defesa Civil dos municípios e com o Corpo de Bombeiros em alerta. O telefone vocês já sabem: 199. Quem precisar, entre em contato, pois vamos trabalhar incansavelmente até o restabelecimento da normalidade nas cidades do Grande Recife”, afirmou.

A capital pernambucana entrou em alerta máximo às 10h20 desta quarta-feira (5), conforme informou o Centro de Operações do Recife. Segundo o órgão, “a grande quantidade de ocorrências na cidade, em virtude de condições meteorológicas extremas, apresenta risco máximo à população e exige a instalação de uma força-tarefa ampla para restabelecer urgentemente a normalidade.”

De acordo com as publicações do Governo nas redes sociais, as equipes seguem atentas para atender qualquer emergência. A gestão estadual reforça o pedido para que moradores de áreas de risco fiquem atentos aos alertas e busquem abrigo em locais seguros, se necessário.

A previsão indica continuidade das chuvas ao longo do dia, e o monitoramento segue em tempo real. A população pode acompanhar novas atualizações nos canais oficiais do Governo.

Após alagamento no Jardim Pantanal, Ricardo Nunes diz que prefeitura vai focar na remoção dos moradores: ‘Aquelas pessoas vão ter que sair dali’

Jardim Pantanal, distrito de SP na Zona Leste, ficou alagado após forte chuva neste sábado (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

Após o distrito do Jardim Pantanal ficar alagado devido à forte chuva que atingiu São Paulo na madrugada deste sábado (1º), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que a prefeitura, em vez de apostar em obras grandiosas para região, vai focar na remoção dos moradores.

Ricardo Nunes não deu detalhes de como isso será feito e nem prazos.

Eu estou fazendo um pôlder lá. Tem uma obra que a gente estava orçando, para a gente fazer um dique, mas fica mais de R$ 1 bilhão. Veja, uma obra que vai custar R$ 1 bilhão não vale a pena. Não vale a pena. Vai ficar muito caro. Se você pegar o número de casas que tem lá e dividir por um R$ 1 bilhão, acho que é mais fácil tirar as pessoas. Aquelas pessoas vão ter que sair dali, não tem jeito. Vai ser isso. Está abaixo do nível do rio. É muito complicado“, afirmou, em coletiva de imprensa.

O distrito fica na Zona Leste de São Paulo e sofre desde os anos 80 com as grandes enchentes. Localizado na chamada “área de várzea do rio Tietê”, o Jardim Pantanal foi o mais prejudicado durante a madrugada deste sábado (1º) com a cheia do rio, que chegou a transbordar.

A prefeitura informou que na tarde deste sábado (1) autuou e levou para a delegacia duas pessoas responsáveis por um terreno invadido e aterrado ilegalmente às margens do Rio Tietê na região do Jardim Pantanal.

O local havia sido aterrado de forma ilícita e lá estava funcionando uma área para carregamento de caminhão com combustível clandestino, disse o Executivo. A área tem 2.500 metros quadrados e a multa pode chegar a R$ 12,5 milhões.

Ainda conforme a prefeitura, além do aterro, os responsáveis ainda construíram um muro, que prejudicava ainda mais o escoamento da água naquela região. As equipes constataram as irregularidades por helicóptero.

Chuvas e calor marcarão fevereiro no Norte e Nordeste do Brasil

As chuvas serão abaixo da média em uma parcela das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (Crédito: Fernando Frazão / Agência Brasil)

Neste verão, o mês de fevereiro será de calor e chuvas acima da média na maior parte das regiões Norte e Nordeste do país, aponta a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A exceção será para o leste do Acre, sul do Pará e Amazonas, parte de Rondônia, Tocantins e da Bahia, onde os volumes de chuva podem ficar abaixo média.

Nessas regiões, a média de temperatura será superior a 26ºC, com calor excessivo nos estados do Pará e Mato Grosso. De acordo com o relatório do Inmet, “a previsão de chuvas mais regulares e bem distribuídas continuarão a ocorrer nas áreas em produção da região Norte, além do norte e oeste da região Nordeste, favorecendo a implantação e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.”

As chuvas serão abaixo da média em uma parcela das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, aponta o instituto, mas algumas áreas podem ultrapassar 160 milímetros por dia. Têm mais chance de volume aumentado de chuvas, as cidades no noroeste do Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul, faixa leste de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

O mês inicia com alerta laranja para temporais nessas regiões e a regularidade das chuvas previstas para o Centro-Oeste e Sudeste garantirão umidade no solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras na fase de enchimento de grãos, mas lavouras em estágio de maturação e colheita podem ser prejudicadas, aponta o Inmet.

A Região Sul do país será a única a ter chuvas abaixo ou próxima da média histórica, com exceção da costa leste dos estados de Santa Catarina e Paraná, onde o volume de chuva pode ultrapassar o esperado para o mês. Com unidade reduzida no solo o centro-oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem sofrer impacto no desenvolvimento das lavouras.

Apac renova alerta de chuva para todas as regiões do Estado

 (Antonio Gois/DP )

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) renovou, nesta segunda-feira (27), o alerta de chuva para o Grande Recife e Zona da Mata e incluiu o Sertão e o Agreste no aviso.

“A previsão indica continuidade de pancadas de chuvas com intensidade moderada e pontualmente forte em todas as mesorregiões do Estado. O sistema meteorológico responsável por essas chuvas é um distúrbio ondulatório de leste, que se forma no oceano e se desloca para Paraíba e Pernambuco, com pancadas de chuvas muitas vezes acompanhadas de trovoadas”, explicou a Apac, em nota.

Apac emite alerta para chuvas moderadas a fortes na RMR válido até a segunda-feira (27)

Manhã de chuvas no Grande Recife

Pernambuco enfrenta um clima instável, neste domingo (26) devido ao sistema meteorológico conhecido como Vórtice Ciclônico de altos níveis, que tem causado chuvas intensas em diversas cidades.

Em função da instabilidade, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta para chuvas moderadas a fortes nas próximas 24 horas, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

A população deve redobrar a atenção, principalmente nas áreas de risco de alagamentos e deslizamentos de terra. A Defesa Civil do Recife disponibiliza o número 0800 081 3400 para atendimento e orientação à população. O atendimento é feito em tempo integral.

De acordo com o órgão, nas últimas 12 horas, várias localidades registraram acumulados de precipitação com valores superiores a 50 mm

Entre os municípios estão:

Moreno: 100,08 mm
São Vicente Férrer: 77,03 mm
Araçoiaba: 64,92 mm
Ribeirão: 68,98 mm

A previsão do tempo aponta para a continuidade das chuvas ao longo da noite de domingo (26) e durante toda a segunda-feira (27).

Defesa Civil emite ‘alerta severo’ para chuva na cidade de SP; tempestade causa alagamentos e queda de energia

Carros são arrastados pela chuva em SP — Foto: Reprodução

Uma forte chuva provocou estragos em toda a capital paulista no fim da tarde desta sexta-feira (24). Em duas horas, o volume de água superou o acumulado em 23 dias. Pela primeira vez, a Defesa Civil de São Paulo enviou um alerta sobre temporal. Foi encaminhado via sms para todos os celulares que estavam na cidade, identificados por geolocalização.

“Chuva forte se espalhando pela capital paulista com rajadas de vento e risco de alagamento. Mantenha-se em loca seguro”, dizia a mensagem.

Segundo os meteorologistas, os temporais chegaram com mais força na Grande São Paulo do que estava previsto. Isso porque o estado recebeu mais umidade do que os modelos de previsão mostravam e também esquentou mais do que os 31°C estimados: a temperatura máxima foi de 32,6°C.

O meteorologista César Soares, do Climatempo, afirmou que mais de 13 mil raios atingiram a capital nesta sexta. Desses, 6 mil atingiram o chão. Já o volume de chuva, de 1º a 23 de janeiro, foi de 80 mm na cidade. Nesta sexta, houve pouco mais de 120 mm.

“O pior já passou, a atmosfera deu uma resfriada. Ainda tem previsão de chuva nas próximas horas, mas bem mais fraca”, afirmou Soares.

Para o sábado (25), há condições para mais temporais na cidade. “Podemos ter uma condição de magnitude um pouco menor do que observamos hoje. Condições para muita chuva. Risco para alagamento, inundações, deslizamento de terra.”

Muitos moradores ficaram nem luz. O pico foi às 17h, quando 179.667 imóveis estavam sem energia elétrica na Grande SP, segundo boletim da Enel. Já na capital paulista, eram 140.997 clientes sem energia naquele momento. Às 21h30, a quantidade diminuiu para 116.268 endereços na região metropolitana e 94.024 na capital.

A cidade entrou em estado de atenção para alagamentos em todas as regiões por volta das 15h30, e o término foi registrado às 17h35.

Os problemas se refletiram nos meios de transporte. As linhas 1-Azul, do Metrô e 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, da CPTM, além do serviço Expresso Aeroporto, tiveram a circulação afetada pela chuva, e o sistema Paese foi acionado. A Linha1-Azul registrou goteira dentro do vagão, e estações ficaram alagadas.