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Autoridades da Coreia do Sul estão em frente à casa do presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, para prendê-lo. As informações foram divulgadas pela imprensa local na sexta (3), noite de quinta no horário de Brasília. Até a última atualização desta reportagem Yoon não havia sido preso.
O advogado de Yoon disse, em nota, que o mandado de prisão é “inválido” e, caso seja cumprido, ele tomará medidas legais.
O presidente afastado está sendo investigado por insurreição e sofreu impeachment em 14 de dezembro. No início do mês passado ele decretou uma lei marcial para restringir direitos civis e fechar a Assembleia Nacional.
Yoon ainda é considerado formalmente como presidente, e sua destituição definitiva do cargo está sendo julgada pelo Tribunal Constitucional sul-coreano, que tem até 6 meses para decidir se acata a decisão do Parlamento.
A Yonhap relatou que a execução do mandado de prisão foi feita por autoridades do Escritório de Investigação de Corrupção para Oficiais de Alto Nível, que está liderando uma equipe conjunta de investigadores que inclui a polícia e promotores.
A emissora YTN relatou que cerca de 2.800 policiais foram mobilizados em preparação para a execução do mandado. A imprensa local afirmou que os agentes estão preparados para permanecer no local caso haja um impasse para que Yoon seja preso.
Cerca de 100 manifestantes se reuniram na madrugada perto da residência de Yoon, em meio a relatos da mídia local de que as autoridades investigadoras tentariam em breve executar o mandado de prisão.
Cerca de dez manifestantes tentaram bloquear um grupo de policiais na entrada de uma passarela de pedestres.
Na quarta (1º), a equipe que investiga a declaração de lei marcial da Coreia do Sul em dezembro anunciou que executaria a ordem de prisão de Yool até o próximo dia 6.


