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Atropelamento em massa deixa 11 mortos no Canadá, uma brasileira está entre os mortos

Os canadenses vão às urnas nesta segunda-feira (28) para uma eleição parlamentar histórica (foto: NAV RAHI/AFP
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Um motorista matou 11 pessoas e deixou dezenas de feridos na noite de sábado (26) ao avançar com seu automóvel contra uma multidão em um festival filipino em Vancouver, no oeste do Canadá, informaram as autoridades, que descartaram a hipótese de “ato terrorista” durante a campanha eleitoral.

O ataque ocorreu no último fim de semana de campanha dos candidatos no país. Os canadenses vão às urnas nesta segunda-feira para uma eleição parlamentar histórica.

O agressor foi rendido pela multidão antes de ser preso pela polícia, que disse estar “convencida de que este incidente não foi um ato terrorista”.

O suspeito, de 30 anos, sofria problemas de saúde mental e tinha um histórico significativo de interações com a polícia e profissionais de saúde, assinalou o chefe da polícia, Steve Rai, em entrevista coletiva.

“Embora eu não possa fazer comentários neste momento sobre uma possível motivação, posso dizer agora com confiança que as provas deste caso não nos levam a crer que se trate de um ato terrorista”, acrescentou.

“Já são 11 vítimas mortais confirmadas, e acreditamos que há dezenas de feridos mais, alguns em estado grave”, continuou Rai. O chefe policial advertiu que o número de vítimas fatais poderia aumentar.

Segundo Rai, “este é o dia mais sombrio da história de Vancouver”.

O primeiro-ministro canadense Mark Carney classificou o incidente como “uma investida com veículo” e afirmou que “não há ameaça ativa” para a população, durante um discurso neste domingo (27).

A morte de Kira Salim, 34 anos, foi confirmada na noie de ontem pelo Itamaraty.

Kiara era musicista e morava no Canadá há cerca de três anos, onde dava aulas em uma escola na cidade de New Westminster, a mais de 20 quilômetros do centro de Vancouver.

O incidente ocorreu pouco depois das 20h locais de sábado (meia-noite em Brasília), quando membros da comunidade filipina se reuniam para celebrar o Dia de Lapu-Lapu, um líder anticolonialista filipino do século XVI.

O agressor foi rendido pela multidão antes de ser preso pela polícia, que disse estar “convencida de que este incidente não foi um ato terrorista”.

O homem, de 30 anos, sofria problemas de saúde mental e tinha um histórico significativo de interações com a polícia e profissionais de saúde, assinalou o chefe da polícia, Steve Rai, em entrevista.

Segundo ele, “este é o dia mais sombrio da história de Vancouver”. Hoje, os canadenses vão às urnas para escolher o novo parlamento.

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