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Sete israelenses morreram e 10 ficaram feridos em um ataque a tiros em uma sinagoga na periferia da cidade de Jerusalém, de acordo com o Ministério de Relações Exteriores de Israel.
A polícia israelense descreveu o incidente como um ataque terrorista. Nenhum grupo reivindicou o ataque. Segundo a polícia, o atirador foi morto.
Em Gaza, o porta-voz do Hamas, Hazem Qassem, disse que esta operação “é uma resposta ao crime conduzido pela ocupação em Jenin e uma resposta natural às ações criminosas da ocupação”, mas ele não reivindicou o ataque.
A Jihad Islâmica Palestina também elogiou, mas não reivindicou o ataque.
A sinagoga fica em uma região que é considerada pelos israelenses como um bairro de Jerusalém, mas que os palestinos (e a maior parte da comunidade internacional) diz ser terra ocupada ilegalmente pelos israelenses depois de uma guerra em 1967.
Escalada de violência
Há uma escalada de violência entre israelenses e palestinos nos últimos dias.
Na quinta-feira, uma incursão de soldados israelenses no campo de refugiados de Jenin, no norte da Cisjordânia, que deixou nove mortos. Foi um dos ataques mais violentos na Cisjordânia em anos;
O Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e a Jihad Islâmica prometeram represálias após a essa incursão feira no campo de refugiados de Jenin;
Na sexta-feira, foguetes foram disparados contra o sul de Israel a partir da Faixa de Gaza;
Israel bombardeou a Faixa de Gaza em resposta a disparos de foguetes a partir do território palestino;
Nenhum dos dois lados registou feridos nessa troca de disparos de foguetes. A maioria dos foguetes disparados a partir de Gaza foi interceptada pelo sistema de defesa aérea israelense.


