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A graça de Deus estava com Ele em todo o tempo

Cor Litúrgica: Branco

7º Dia na Oitava de Natal | Quarta-feira


No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Surgiu um homem enviado por Deus; Seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: ‘O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim’ “. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer. (Jo 1,1-18)

Estimados leitores, o Evangelho de hoje nos recorda a profetisa Ana. “Ana chegou nesse momento, pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Era de idade muito avançada. Quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva.”

Ana falava do Menino Jesus, que não era uma criança comum, mas alguém especial no sentido mais profundo, o próprio Deus encarnado e presente no meio daquele povo e também no meio de nós.

A graça de Deus estava com Ele em todo o tempo. Crescia forte e saudável, cheio de sabedoria, uma sabedoria que chegava a surpreender seus próprios pais, embora eles já soubessem quem Ele era. E é verdade que o semelhante atrai o semelhante.

A profetisa Ana reconheceu o Menino Jesus e anunciou a todos os que estavam no Templo quem Ele era. Ela sentiu, percebeu e reconheceu a presença de Deus naquele Menino. Sejamos como Ana, santos, puros, profetas e prontos para acolher a Luz divina e refletí-la ao mundo.

Depois de Maria e José terem apresentado o Menino no Templo, conforme prescrevia a Lei de Moisés, regressaram à sua cidade de Nazaré para continuarem a viver como mais uma família feliz.

Tenham todos uma abençoada terça-feira.


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

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