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Atendei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor!

Cor Litúrgica: Verde

12º Domingo do Tempo Comum | Domingo


Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26 Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27 O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28 Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29 Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30 Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. 31 Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32 Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33 Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus. (Mt 10,26-33).

Estimados leitores, celebramos hoje no domingo dia do Senhor a solenidade de São Pedro e São Paulo.

No Evangelho Jesus pergunta: “Quem dizeis que eu sou?” E Pedro responde com fé: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” Hoje somos convidados a fazer a mesma pergunta ao nosso coração: quem é Jesus para nós?

Pedro nos ensina a fé firme, e Paulo nos ensina a coragem de anunciar o Evangelho. Que, seguindo o exemplo desses dois grandes apóstolos, sejamos pedras de fé e mensageiros de esperança no mundo.

Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Atendei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor!

Cor Litúrgica: Verde

12º Domingo do Tempo Comum | Domingo


Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26 Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27 O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28 Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29 Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30 Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. 31 Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32 Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33 Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus. (Mt 10,26-33).

Estimados leitores, em que situação Jesus está nos convidando a confiar mais nEle e a deixar o medo de lado? No evangelho desde domingo, Jesus hoje nos diz: “ Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido.” Ele sabe que, às vezes, sentimos medo de errar, de sermos rejeitados ou de falar da nossa fé.

Mas Jesus nos lembra que Deus nos conhece profundamente e cuida de nós com amor. Se até os cabelos da nossa cabeça são contados, quanto mais a nossa vida é preciosa para Ele.

Muitos de nós, cremos em Jesus, mas temos medo das consequências do testemunho, consequências, que não são poucas, pois o testemunho de quem segue Jesus, contraria o interesse de muitos.

“… Temei aquele que pode destruir a alma…” Com essas palavras, Jesus nos alerta, quanto ao perigo de cairmos nas armadilhas do inimigo disfarçado de amigo, destes, nós devemos temer, pois eles podem nos levar a pecar. Estes, apesar de não serem nossos inimigos declarados, são nossos piores inimigos, se não ficarmos atentos, eles podem nos tirar a vida, ao nos afastar de Deus.

“…Quanto a vós, até os fios de cabelos da vossa cabeça estão contados…” Com essas palavras, Jesus garante total segurança a todos os que se entregam à missão, afirmando, que nada será tirado dele, sem o consentimento de Deus.
Confiar em Deus é descansar no cuidado dEle, mesmo quando não entendemos o caminho.

Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos!

Cor Litúrgica: Verde

11º Semana do Tempo Comum | Terça-feira


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43 “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44 Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! 45 Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46 Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47 E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48 Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”. (Mt 5,43-48).

Estimados leitores, o evangelho de Jesus segundo Mateus, nos desafia a ir além do que é fácil.

Amar quem nos ama é natural; amar quem nos ofende, nos contraria ou nos magoa é um caminho de santidade.

Jesus não pede que gostemos do mal, mas que não deixemos o ódio ocupar nosso coração.

Quando rezamos por quem nos faz sofrer, nos tornamos mais parecidos com Deus, que faz o sol nascer para todos.

Amar os inimigos é a vitória do amor sobre o ressentimento.

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Nós somos o povo e o rebanho do Senhor

Cor Litúrgica: Verde

11º Domingo do Tempo Comum | Domingo


Naquele tempo, 36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37 “A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” 10,1 Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2 Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3 Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4 Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5 Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7 Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!”. (Mt 9,36-10,8).

“Viu a multidão e teve compaixão”

Estimados leitores, o evangelho começa mostrando Jesus olhando para as pessoas cansadas, abatidas e desorientadas, “como ovelhas sem pastor”. Antes de ensinar ou enviar alguém, Jesus sente compaixão. Isso nos ensina que a evangelização nasce do amor e da sensibilidade diante das necessidades do próximo.

Como catequista, sou convidada a ter esse mesmo olhar. Não vejo apenas crianças, jovens ou adultos que frequentam a catequese; vejo filhos de Deus que carregam alegrias, dúvidas, medos e desafios. A catequese começa quando aprendemos a acolher e amar como Jesus.

“A messe é grande”, aqui, Jesus reconhece que há muitas pessoas necessitando ouvir a Boa Nova, mas poucos trabalhadores. Por isso, pede que rezem ao Senhor da messe para enviar operários.

Essa palavra continua atual. A Igreja precisa de cristãos comprometidos que testemunhem o Evangelho na família, na escola, no trabalho e na comunidade. O catequista é um desses trabalhadores, chamado a semear a Palavra com generosidade e perseverança.

“Chamou os seus discípulos e os enviou” Jesus não apenas chama os discípulos; Ele os envia em missão e lhes dá autoridade para servir. Também nós fomos chamados pelo batismo e, de modo especial, pelo serviço da catequese e tantas pastorais, movimentos e serviços. Não anunciamos nossas próprias ideias, mas a mensagem de Cristo. A força da missão não vem de nossas capacidades, mas da graça de Deus que age através de nós.

Jesus continua olhando para a multidão de hoje e continua chamando discípulos: “Vá e anuncie que o Reino dos Céus está próximo.” A missão não é apenas uma tarefa, mas uma resposta de amor Aquele que primeiro nos chamou.

Tenho todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós!

Cor Litúrgica: Verde

9ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira


Naquele tempo, 13 as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14 Quando chegaram, disseram a Jesus: “Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?” 15 Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: “Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja”. 16 Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: “De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?” Eles responderam: “De César”. 17 Então Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. E eles ficaram admirados com Jesus. (Mc 12,13-17).

Estimados leitores, chegamos ao mês mais festivo, rogamos aos santos: Antônio, João, Pedro e Paulo, que interceda por nós, junto a Jesus.

No evangelho de hoje, podemos perceber claramente, que os inimigos nossos, são aqueles que querem nos distanciar de Deus, inimigos que às vezes cultivamos dentro de nós, como a ganância, a ambição o desejo do ter, do poder.

Muitos de nós, condenamos as atitudes das autoridades que tramaram contra Jesus, mas será que nós também, de alguma forma, não estamos fazendo o mesmo, tramando contra Ele, planejando, ou desejando algo contra o nosso irmão? Será que estamos acolhendo bem, aquele novo integrante que chega com ideias novas na nossa comunidade, ou ficamos enciumados, com medo dele se destacar e tomar o nosso lugar? O que estamos dando a Deus? Estamos entregando a Deus os frutos produzidos através dos dons que Ele nos concedeu?

Partilhar a vida, praticar a justiça, o perdão, é viver o amor, é dar a Deus o que é de Deus.

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

O Senhor fez conhecer seu poder salvador, perante as nações

Cor Litúrgica: Branco

São Filipe Néri, presbítero | Memória | Terça-feira


Naquele tempo, 28 começou Pedro a dizer a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. 29 Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, 30 receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna. 31 Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”. (Mc 10,28-31). 

Estimado leitores, o Evangelho de hoje, Pedro lembra a Jesus tudo o que deixaram para segui-Lo. E o Senhor responde mostrando que ninguém perde quando escolhe caminhar com Deus. Muitas vezes renunciamos sonhos, vontades, confortos e até compreensões humanas, mas Jesus promete que tudo será transformado em graça, cuidado e vida eterna. Seguir Cristo exige coragem, mas também nos faz descobrir que o maior tesouro não está no que deixamos, e sim em Quem escolhemos seguir.

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai!

Cor Litúrgica: Vermelho

Domingo de Pentecostes | Solenidade


19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”. (Jo 20.19-23).

Estimados leitores, celebramos o domingo de Pentecostes, Jesus se coloca de pé e clama: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba.”

A maior sede do ser humano não é apenas de água, mas de paz, sentido, esperança e da presença de Deus.

O Espírito Santo é essa água viva que corre dentro de nós, renovando a fé, curando o coração cansado e nos dando coragem para anunciar o Evangelho.

Pentecostes não é só uma lembrança da Igreja primitiva. É um convite para hoje: deixar o Espírito Santo transformar nossa vida, nossa família, nossa comunidade e nossa missão.

Quem bebe da fonte de Cristo nunca guarda a graça só para si. Transborda amor, acolhida e testemunho.
Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Reinos da terra, cantai ao Senhor

Cor Litúrgica: Branco

7ª Semana da Páscoa | Terça-feira


Naquele tempo, 1 Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: “Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique a ti, 2 e, porque lhe deste poder sobre todo homem, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste. 3 Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo. 4 Eu te glorifiquei na terra e levei a termo a obra que me deste para fazer. 5 E agora, Pai, glorifica-me junto de ti, com a glória que eu tinha junto de ti antes que o mundo existisse. 6 Manifestei o teu nome aos homens que tu me deste do meio do mundo. Eram teus, e tu os confiaste a mim, e eles guardaram a tua palavra. 7 Agora eles sabem que tudo quanto me deste vem de ti, 8 pois dei-lhes as palavras que tu me deste, e eles as acolheram, e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti e acreditaram que tu me enviaste. 9 Eu te rogo por eles. Não te rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. 10 Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu. E eu sou glorificado neles. 11a Já não estou no mundo, mas eles permanecem no mundo, enquanto eu vou para junto de ti”. (Jo 17,1-11a).

Estimados leitores, no evangelho de hoje,Jesus se dirige ao Pai dizendo: “Pai, chegou a hora. “Glorifica o teu filho, para que o teu Filho te glorifique a ti, e, porque lhe deste poder sobre todo homem, e dê a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste.”
No seu contato filial, Jesus pede ao Pai que o Glorifique, dando como encerrada com êxito, a sua missão realizada aqui na terra.

Jesus, iria se ausentar fisicamente do mundo, mas seus discípulos permaneceriam no mundo, dando continuidade a missão dele, fazendo o mesmo que Ele fazia.

Enquanto caminhou por este chão, a presença física de Jesus era restrita a um só povo, o povo de Israel, Glorificado, Ele, torna conhecido e presente na pessoa de seus enviados em todos os rincões da terra. Através do testemunho dos seus discípulos, o anuncio do Reino, continua chegando a tantos irmãos, hoje, através de nós.

Assim como os primeiros discípulos de Jesus, que não ficaram imunes das tribulações do mundo, nós também, não temos privilégios por sermos discípulos de Jesus, como os primeiros cristãos não estamos isentos da cruz.

O Espírito Santo é a força que nos move o suporte para a nossa caminhada missionária.

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta

Cor Litúrgica: Branco

Ascensão do Senhor | Solenidade | Domingo


Naquele tempo, 16 Os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. 17 Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. 18 Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. 19 Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20 e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”. (Mt 28,16-20).

Estimados leitores, estamos no domingo da Ascensão do Senhor, somos chamados a olhar para a Ascensão não como uma despedida, mas como um envio. No Evangelho de hoje, Jesus sobe ao céu, mas permanece conosco quando diz: “Estarei convosco todos os dias”.

A Ascensão nos lembra que nossa missão é continuar anunciando o amor, a esperança e o Evangelho com coragem, fé e testemunho no mundo.

Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Ó Senhor, me estendeis o vosso braço e me ajudais

Cor Litúrgica: Branco

6ª Semana da Páscoa | Terça-feira


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5 “Agora, parto para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: ‘Para onde vais?’ 6 Mas, porque vos disse isto, a tristeza encheu os vossos corações. 7 No entanto, eu vos digo a verdade: É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8 E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento: 9 o pecado, porque não acreditaram em mim; 10 a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11 e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado”. (Jo 16,5-11).

Estimados leitores, no evangelho de hoje, Jesus, ao conscientizar os discípulos de que a sua partida, deveria ser motivo de alegria para eles, que receberiam o Espírito Santo, chama a nossa atenção, sobre a importância de nos abrirmos a ação do Espírito Santo.

Quando nos abrimos a ação do espírito Santo, passamos a enxergar os acontecimentos de forma diferente, a extrair coisas boas até mesmo dos nossos sofrimentos.

“É bom para vós, que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei.”

A volta de Jesus para o Pai, foi decisiva para a reintegração entre o Criador e a humanidade, por meio do Espírito Santo.

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, cantai salmos a seu nome glorioso!

Cor Litúrgica: Branco

6º Domingo da Páscoa | Domingo


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15 Se me amais, guardareis os meus mandamentos, 16 e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: 17 o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós. 18 Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. 19 Pouco tempo ainda, e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vós vivereis. 20 Naquele dia sabereis que eu estou no meu Pai e vós em mim e eu em vós. 21 Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele. (Jo 14,15-21)

Estimados leitores, feliz dia de todas as mães! Nossa senhoras, rogai por nós!

Disse Jesus aos discípulos:
“SE ME AMAIS GUARDAREI OS MEUS MANDAMENTOS…”

O evangelho deste sexto domingo da Páscoa, Jesus continua preparando seus discípulos para que eles pudessem dar continuidade a sua missão aqui na terra.

E para que eles não se dispersassem após a sua volta para o Pai, Jesus ressalta a importância da vivência no amor, a começar pelo o amor à Ele. “Se me amais guardareis os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor…”

É o amor à Jesus, que nos leva a observância de seus mandamentos e é no cumprimento destes mandamentos, que recebemos o Espírito Santo, a fonte iluminadora que clareia a nossa mente, que nos possibilita entender as palavras de Jesus que guardamos no coração.

Jesus passa para os discípulos e hoje para nós, uma grande consolação: “Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. Pouco tempo ainda, o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vos vivereis.” Ao dizer estas palavras, Jesus assegura aos discípulos, que Ele permaneceria neles, se eles guardassem os seus
mandamentos.

É sob a Luz do Espírito Santo, que vamos entendendo o grande amor de Jesus.

Tenham todos um abençoado domingo!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso

Cor Litúrgica: Branco

5ª Semana da Páscoa | Terça-feira


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. 28 Ouvistes que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. 29 Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. 30 Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, 31a mas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”. (Jo 14,27-31a).

No evangelho de hoje, Jesus continua despedindo dos discípulos. Para encorajá-los, Ele deixa-lhes a sua paz: “Deixo-vos a paz, mas não a dou como o mundo.” Jesus sabia que a sua hora estava chegando e que seria inevitável que os discípulos não sofressem. Extremamente comovido, Ele pede a todos que não se perturbassem e nem se intimidassem, assegurando-lhes de que Ele voltaria.

Mas mesmo com tantas palavras de conforto, os discípulos continuavam tristes, o que era natural, afinal, havia um elo muito forte entre eles, razão pela qual eles tinham muitas dificuldades em aceitar aquela separação. Eles ainda estavam presos na lógica do mundo, só iriam entender de fato, o sentido daquela separação, depois que lhes fosse enviado o Espírito Santo prometido por Jesus.

Quando falamos de paz, logo nos vem a ideia de uma situação externa sem conflitos, no entanto, a paz verdadeira, é aquela que vem de Jesus, é um estado de espírito, algo confortante, que podemos sentir em qualquer circunstância.
A paz que vem de Jesus, é uma paz interior, a paz da consciência tranquila, que nos vem da certeza, de que aconteça o que acontecer, nunca estaremos sós.

Para o mundo, Paz, significa ausência de guerras, enquanto que a paz de Jesus, significa serenidade nas dificuldades. No coração de quem cultiva esta paz, pode até surgir angustias, mas ela logo será superada pela a certeza da vitória.
A paz que vem de Jesus, não é uma paz de acomodação, de ver o mundo desabar lá fora, e não fazer nada, pelo contrário, a paz que nos vem de Jesus, é inquietante, é uma força que nos encoraja, que nos impulsiona, que nos faz lançar sem medo, no mar turbulento da vida, sem medo de naufragar.

O mundo diz que quer a paz, mas continua rejeitando o dono da paz, Aquele que disse: “deixo-vos a paz, a minha paz vos dou.”

Tenham todos uma abençoada terça feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes

Cor Litúrgica: Branco

4ª Semana da Páscoa | Terça-feira


22 Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do Templo. Era inverno. 23 Jesus passeava pelo Templo, no pórtico de Salomão. 24 Os judeus rodeavam-no e disseram: “Até quando nos deixarás em dúvida? Se tu és o Messias, dize-nos abertamente”. 25 Jesus respondeu: “Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; 26 vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27 As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28 Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão. 29 Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30 Eu e o Pai somos um”. (Jo 10,22-30).

No Evangelho de hoje, vemos a insistência dos judeus em querer que Jesus dissesse abertamente se Ele era, de fato, o Messias.

“Se tu és o Messias, dize-nos abertamente.”

Mas Jesus recusa responder diretamente, porque Ele já havia revelado seu messianismo por meio das obras que realizava — obras que vinham do Pai e davam testemunho de quem Ele era.

Jesus responde:

“As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas.”

Esses judeus não eram “ovelhas” de Jesus, não porque Ele os rejeitasse, mas por causa da dureza de seus corações. Um coração endurecido se fecha à graça de Deus, não acolhe o dom da fé e, por isso, não reconhece Jesus como Senhor da própria vida.

É pela fé que reconhecemos Jesus como o nosso Bom Pastor, aquele que guia nossos passos e conduz nossa vida.

Jesus deixa clara a sua intimidade com aqueles que acolhem o dom da fé. A estes, Ele chama carinhosamente de “minhas ovelhas”: aqueles que aderiram à sua proposta e também todos os que, mais tarde, viriam a crer por causa do testemunho deles.

No fim do Evangelho, Jesus toca profundamente o nosso coração ao nos assegurar:

“Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai.”

Que palavra consoladora e cheia de esperança. Pertencer a Jesus é viver na segurança de seu amor, confiando que estamos guardados em suas mãos e sustentados pelo amor do Pai.

Tenham todos uma abençoada terça-feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito

Cor Litúrgica: Branco

3ª Semana da Páscoa | Terça-feira


Naquele tempo, a multidão perguntou a Jesus: 30 “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti?” Que obra fazes? 31 Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer'”. 32 Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. 33 Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. 34 Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. 35 Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”. (Jo 6,30-35).

Estimados leitores, continuando o evangelho de ontem, hoje começa dizendo, que uma multidão perguntou a Jesus: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes?” Como vemos, era uma multidão exigindo condições para crer em Jesus, querendo sinais extraordinários da sua Divindade.

Mas Jesus não cede a esta exigência, afinal, Ele não precisava provar para ninguém a sua divindade, as ações que Ele realizava, atestavam que Ele era o Messias, o Filho de Deus, só não enxergava quem não queria enxergar, quem estava com o coração endurecido.

Quem tem fé, não fica esperando por sinais extraordinários para confiar no poder Deus manifestado em Jesus, pois o maior prova do seu poder nos veio da Cruz.

É pela fé, que reconhecemos Jesus, como nosso Deus e Senhor
Ele é o sinal por excelência do amor do Pai, o Pão de Deus que desceu do céu para dar vida ao mundo.

Tenham todos uma abençoada terça-feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor

Cor Litúrgica: Branco

2ª Semana da Páscoa | Terça-feira


Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: 7b “Vós deveis nascer do alto. 8 O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”. 9 Nicodemos perguntou: “Como é que isso pode acontecer?” 10 Respondeu-lhe Jesus: “Tu és mestre em Israel, mas não sabes estas coisas? 11 Em verdade, em verdade te digo, nós falamos daquilo que sabemos e damos testemunho daquilo que temos visto, mas vós não aceitais o nosso testemunho. 12 Se não acreditais, quando vos falo das coisas da terra, como acreditareis se vos falar das coisas do céu? 13 E ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. 14 Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, 15 para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna”. (Jo 3,7b-15).

Estimados leitores,

No Evangelho de João 3,7b-15, Jesus Cristo nos lembra que é preciso nascer do alto, deixando o Espírito conduzir a nossa vida.

Assim como o vento sopra onde quer, Deus age em nós de forma muitas vezes invisível, mas real. Ele nos chama a confiar, a renovar o coração e a olhar para Ele com fé, como o povo olhava para a serpente no deserto.

Vamos permitir que o Espírito Santo nos conduza hoje. Nem tudo podemos entender, mas tudo pode ser transformado quando confiamos em Deus.

Tenham todos uma abençoada terça-feira!


Rosa Amélia

Catequista da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.