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Vós livrastes minha vida do sepulcro, a fim de eu não deixar de existir

Cor Litúrgica: Vermelho

Bem-aventurado Inácio de Azevedo, presbítero, e companheiros mártires – Memória | Sexta-feira


1 Naquele tempo, Jesus passou no meio de uma plantação num dia de sábado. Seus discípulos tinham fome e começaram a apanhar espigas para comer. 2 Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Olha, os teus discípulos estão fazendo, o que não é permitido fazer em dia de sábado!” 3 Jesus respondeu-lhes: “Nunca lestes o que fez Davi, quando ele e seus companheiros sentiram fome? 4 Como entrou na casa de Deus e todos comeram os pães da oferenda que nem a ele nem aos seus companheiros era permitido comer, mas unicamente aos sacerdotes? 5 Ou nunca lestes na Lei, que em dia de sábado, no Templo, os sacerdotes violam o sábado sem contrair culpa alguma? 6 Ora, eu vos digo: aqui está quem é maior do que o Templo. 7 Se tivésseis compreendido o que significa: ‘Quero a misericórdia e não o sacrifício’, não teríeis condenado os inocentes. 8 De fato, o Filho do Homem é senhor do sábado”. (Mt 12,1-8).

Amados irmãos e irmãs que a paz do Senhor e o amor de Maria esteja com todos vocês.

Para os fariseus, os discípulos de Jesus cometeram duas infrações: apropriaram-se do que não lhes pertencia, e fizeram isso em dia de sábado. Na resposta, Jesus recorre às Escrituras, e mostra que a própria lei não é absoluta, e que é preciso compreendê-la partindo de uma postura de Misericórdia: diante da fome tudo se torna secundário, pois a vida humana está acima de qualquer estrutura.

Tenham todos uma abençoada sexta-feira!


Mauricéia Araújo

Ministra da Eucaristia da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira.

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