Cor Litúrgica: Branco
Santa Escolástica, virgem, Memória | Segunda-feira
Naquele tempo, 53 tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia, chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54 Logo que desceram da barca, as pessoas imediatamente reconheceram Jesus. 55 Percorrendo toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que Jesus estava. 56 E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra de sua veste. E todos quantos o tocavam ficavam curados. (Mc 6,53-56)
Irmãos e irmãs! Que a paz do Senhor esteja com vocês!
O Evangelho do dia de hoje conta a trajetória de Jesus percorrendo as estradas da Galileia, atravessando o mar, chegando em Genesaré e, como não podia deixar de ser, é logo reconhecido. Ali, Ele cura muitos doentes que eram trazidos em suas camas, e, ao tocá-los, ficavam curados.
Jesus, através de sua Palavra e ação, mostra seu poder como Filho de Deus e devolve a vida a tantas pessoas, manifestando sua magnífica obra. Devolvendo a vida aos que estão mortos, Ele manifesta a que veio: para dar vida, e vida em abundância.
Assim também na Eucaristia, quando fazemos d’Ele nosso alimento, transformamos nossa vida e curamos nossos males, participando do seu Reino.
Este trecho ilustra a intensidade e a radicalidade do amor de Deus por nós. A cura que Jesus pratica nos convoca a demonstrar toda nossa confiança n’Ele e nas transformações que Ele nos concede.
A forma que nos leva a reconhecer Jesus como nosso Salvador é permanente. A cura de todos os nossos males, quer sejam físicos ou espirituais, emana do encontro com Ele, ouvindo sua Palavra e a colocando em prática.
Coloquemos o Senhor no centro de nossas vidas, para que, revestidos de sua graça, sejamos salvos.
Fátima Oliveira
Ministra da Palavra da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios – Afogados da Ingazeira


