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Simpósio “Dom Francisco: Nosso dom, nosso profeta” destaca justiça social e Direitos Humanos

Dom Limacêdo Antônio, bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, abriu os trabalhos da segunda noite do Simpósio “Dom Francisco: Nosso Dom, Nosso Profeta”, enfatizando que celebramos na pessoa de Dom Francisco a festa vivenciada ontem pela Igreja, tendo ele promovido a transfiguração de tantas pessoas que foram atingidas por sua missão. Elucidou os problemas sociais que na atualidade estariam a inquietar o Profeta do Sertão e que precisam da nossa atenção, como o feminicídio e o suicídio.

Sob a moderação do Dr. Jonas Cassiano, ocorreram dois painéis. O primeiro, “Concede-me a vida, a vida do meu povo!: A radicalidade do evangelho na busca pelo acesso à justiça como combate às desigualdades sociais”, contou com a exposição dos advogados e seminaristas Felipe dos Anjos e Pedro Henrique Palmeira.

O segundo painel, “Eu ouvi os clamores do meu povo: As escolas radiofônicas e a propagação da dignidade da pessoa humana”, teve as exposições da Profª. Msª. Silmara Marques e do Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira, Pe. Josenildo Nunes.

No primeiro painel, Dom Francisco foi destacado como promotor dos Direitos Humanos Fundamentais, demonstrando destemor em suas ações. Já no segundo momento, os painelistas expuseram como ele foi influenciador de mudanças sociais, inclusive em suas vidas, usando as ondas do rádio como instrumento de formação.

A próxima atividade da equipe de formação do Centenário de Dom Francisco acontecerá ainda este mês, no próximo dia 22, em parceria com a UNICAP.

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