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O que Deus uniu, o homem não separe!

COR LITÚRGICA: VERDE

7ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira


Naquele tempo, Jesus foi para o território da Judeia, do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo, em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.  Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?”. Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!” Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”. (Mc 10,1-12)

Amados irmãos e irmãs, que a paz do Senhor e o amor de Maria estejam com todos vocês.

Indo contra os direitos exclusivistas que a sociedade da época dava aos homens em relação às suas mulheres, Jesus recupera das escrituras (cf. Gn 2,24) e afirma a radical igualdade de ambos nos direitos e deveres, e principalmente os esforços de ambos para criar uma comunidade de vida e amor na família.

Por isso, o homem deve deixar pai e mãe, para unir-se a sua mulher e se tornarem uma só carne (Gn 2,24).

Tenham todos uma abençoada sexta-feira!


Mauricéia Araújo

Ministra da Eucaristia da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira

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