
Paolo Gabriele trabalhou como mordomo do papa Bento XVI durante anos e foi condenado em 2012 por vazar documentos pessoais do então pontífice para a mídia.
Gabriele foi condenado por ter entregue cartas e outros documentos pessoais que pegou da mesa de Bento XVI para a imprensa italiana, fazendo parte do escândalo que ficou conhecido como “Vatileaks”. Diversos documentos do Vaticano foram vazados nesta época, expondo casos de corrupção dentro da Igreja Católica.
Após a condenação de roubo e divulgação de informações secretas, Paolo Gabriele passou algumas semanas na pequena prisão do Vaticano. No Natal, ele foi perdoado por Bento XVI e empregado em um hospital pediátrico do Vaticano.
Gabriele morreu em novembro de 2020 após um longo período internado para tratar de uma doença não revelada.


