
O chefe de cirurgia ortopédica do hospital Ahli Arab em Gaza, Fadel Naim, relembra o terror durante o ataque no hospital.
Em conversa com a Reuters, o médico relatou que o setor cirúrgico do hospital foi invadido por pessoas pedindo ajuda.
“O hospital estava cheio de mortos e feridos e corpos desmembrados. Tentamos salvar qualquer um que pudesse ser salvo, mas o número era grande demais para a equipe do hospital”, lamenta.
Ibrahim Al-Naqa, outro médico que estava no hospital no momento do ataque, também lamentou o ocorrido.
“Sem aviso, esse hospital virou alvo. Não sabemos o nome do que atingiu o hospital, mas vimos os resultados quando atingiu crianças e despedaçou seus corpos.”
O Ministério da Saúde de Gaza, órgão controlado pelo Hamas, disse que 471 palestinos morreram na explosão. Porém, não há consenso nos números.






